terça-feira, 17 de dezembro de 2024

DÚVIDA e MEDO

 

DÚVIDA e MEDO



Dúvida e Medo
Contrapondo a fé e a coragem vêm a dúvida e o medo. Enquanto o Bem usa a Voz da fé para encorajar, o mal usa a voz da dúvida para aterrorizar. A quem seguir? A quem servir? Que decisão tomar?
No conflito íntimo entre estas duas vozes só há um jeito: duvidar das dúvidas!
Duvidar da dúvida é duvidar da força do mal. Quando ele diz: “cuidado, isso pode dar errado. Não deu certo com o fulano”, etc, a resposta imediata deve ser: “Se Deus é comigo, quero ver com meus próprios olhos que Ele é comigo!” E, então, vá fundo, sem medo.Essa batalha com a dúvida é travada no íntimo e é justamente aí que se define a vitória.
Isso é combater o bom combate da fé para se tomar posse, não apenas da vida de qualidade, mas, sobretudo, da vida eterna. (I Timóteo 6.12)
Crer em Deus significa muito mais do que acreditar na Sua existência. Mas acreditar que Ele fará o que prometeu que faria.Publicado
por Bispo Edir Macedo

IURD teatro na Fundação Casa.










































Tarde de sábado muito agradável na unidade Vila Maria Boa Vista, os voluntários da IURD e o Pr. Geraldo Vilhena ofereceram aos internos e funcionários desta unidade as seguintes atrações:- Cia Treatal de Osasco (Força Jovem) com a peça "Leilão de uma alma"
- Banda Nova Aliança de Cidade Ademar
Foram distríbuidas bíblias e kits de higiene para os internos (Quem pensa no próximo, pensa como Deus), demonstração de amor e carinho com estes jovens que muitas das vezes estão sem esperanças e já esquecidos pela sociedade.
O Pr. Geraldo Vilhena fez uma oração por todos e relatou que os problemas dos jovens são espirituais, o mal entra em suas vidas trazendo mudanças de caráter / personalidade. A unica saída é uma libertação e um encontro com Deus para voltar a ter uma nova vida na sociedade e construir um futuro repleto de alegria e realizações.
Marta.

A cirurgia plástica em jovens e suas consequências


A cirurgia plástica estética em jovens e suas consequências
Para psicólogo, pais não devem ceder por causa de atitudes dramáticas dos filhos
Carol Baggio, do R7
Texto:


Foto por Getty Images
Além da recuperação da cirurgia, adolescentes precisam de apoio psicológico, garante especialistaO fato de ter o corpo desenvolvido não significa que a adolescente está pronta para encarar uma cirurgia plástica estética. Para o psicólogo e professor da PUC-SP Antônio Carlos Amador Pereira, as pessoas que buscam uma cirurgia plástica estética, em geral, “têm uma ideia fantasiosa do resultado”. No caso das adolescentes, o corpo está pronto, “só que a cabeça não está, e a imagem corporal ainda está se formando”.
- Eu acredito que, do ponto de vista psicológico, a idade mínima é 20 anos. Adolescentes ainda são muito imaturas e, se o resultado da plástica for diferente do que elas projetaram, pode criar graves problemas na formação da identidade dessas jovens.
Pereira diz ter certeza de que o acompanhamento psicológico antes e depois da plástica é fundamental para ajudar a jovem a “avaliar os pontos negativos e positivos das consequências da cirurgia”.
Foi o que aconteceu com a estudante Daniela Garcia que, aos 16 anos, quis diminuir o tamanho das mamas. Ela conta que viu seu corpo mudar após a cirurgia e, no começo, estranhou o resultado. A ajuda de uma psicóloga, diz ela, “foi fundamental”.
- Passei do sutiã 42 para o 40 e comecei a usar blusas regatas, mas era estranho ver os meninos olhando para mim. As consultas com a psicóloga foram bem legais, consegui entender melhor o meu corpo.
Em geral, toda cirurgia plástica, seja reparadora ou estética, requer cuidados bastante específicos nos pré e pós-operatórios. No caso de adolescentes menores de idade, também é essencial a autorização escrita dos pais - ou dos responsáveis - para a realização da cirurgia. Mas o psicólogo Antônio Carlos Amador Pereira alerta: se os pais não acharem prudente a operação, “podem e devem proibir a cirurgia”. Para ele, o importante é ter diálogo.
- Adolescentes são muito impulsivas, por isso a postura dos pais, contra ou a favor, é muito importante para direcionar. Eles não devem ceder por atitudes dramáticas porque, para a adolescente, se ela não fizer a cirugia “na hora”, acha que vai morrer! Cabe a eles decidir, junto com o médico e o psicológico, se é a hora certa.
Para Luciana Pepino, quando os pais concordam com o procedimento, mais do que autorizar, eles devem participar de todo o processo, “para tirar todas as dúvidas e passar tranquilidade”.
Como os pais de Dani moram fora de São Paulo, foi a irmã mais velha quem acompanhou toda a sua saga “para usar uma regata”. Valéria Garcia diz que se preocupou bastante com a recuperação da irmã.
- Tinha receio de que ela perdesse dias na escola por causa da operação ou que ficasse com cicatrizes muito grandes. Durante as consultas, senti confiança na médica e acabei orientando os cuidados do pós-operatório em casa.

Voluntários de fé

 

                     Em clima de muita alegria Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus estiveram presentes, neste último sábado na Fundação Casa Franco da Rocha. Fazendo a diferença e  levando alegria e vida, em mais um evento com várias atividades para os internos, seus familiares e funcionários. para dar início ao evento esteve presente Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, orou por todos os adolescentes e famílias presentes, e deu uma palavra sobre salvação, falou da importância do novo nascimento, e de ter um encontro com Deus.



 em seguida chamou  Amauri e Robson (BLOCO DE AJUDA AOS DEPENDENTES QUÍMICOS) que relataram as experiências que tiveram com as drogas, crimes, facções e o momento que perceberam que nada daquilo preenchia o vazio que tinham, o risco que corriam, que precisavam de uma dose mais forte para mudar aquela situação. Neste momento os internos e familiares ficaram atentos pois queriam saber o segredo da mudança. Foi aí que Amauri e Robson tiveram a oportunidade de conhecer o Sr. Jesus e tudo se tornou novo, o passado não existe mais (somente é lembrado para servir de testemunho de transformação de vida). Hoje estão abençoados na vida financeira, família e em todos os sentidos.





Dando segmento ao evento, O coral da Fundação Casa, fizeram , uma linda apresentação musical, e na oportunidade, presentearam o Pastor Geraldo Vilhena, com uma linda toalha de mão feita por eles mesmos.
 E para a alegria dos meninos, foi servido muito bolo e refrigerante. os funcionários agradeceram a presença da IURD , pois em cada evento realizado mostra-se uma diferença no comportamento dos adolescentes.






 No final Robson de Freitas fez uma oração para todos os internos e famílias.



Doação de milhares de Bíblia

  Milhares de Bíblias são ofertadas pelos membros da UNIVERSAL para os jovens internos da Fundação CASA de São Paulo.





Milhares de Bíblias são ofertadas pelos membros da UNIVERSAL para os jovens internos da Fundação CASA de São Paulo.


0s obreiros(as) e membros da UNIVERSAL,reconhecendo que os maiores problemas dos jovens internos da Fundação Casa (antiga FEBEM) é espiritual fizeram doações de milhares de Bíblias para todos os internos e famílias da Fundação Casa de São Paulo. O objetivo principal é proporcionar meios para que o adolescente receba formação espiritual necessária para que haja mudanças em seu comportamento, acarretando assim, uma transformação em suas vidas e bom exercício da cidadania .












































"Procuramos conscientizar os jovens e famílias que a verdadeira direção para nossa vida vem da Palavra de Deus quando guardamos no nosso coração e usamos com toda a nossa fé inteligente disse Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Geral de Evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo. Agradecemos a todos os obreiros e membros pela atitude de fé de doar estas milhares de Bíblias.







"Lâmpada para os meus pés é a tua palavra e, luz para os meus caminhos".
Salmos 119,10

Na presença do medo

 


NA PRESENÇA DO MEDO



Na prensença do medo


Por Guilherme Bryan e Juliana Vilas redacao@folhauniversal.com.br Quem nunca teve medo de perder o que tem? Em tempos de crise econômica e de altos índices de violência, o temor de ficar sem pessoas queridas e o que se conquistou ao longo da vida se intensifica. A Ipsos, empresa francesa de pesquisas de opinião e mercado, ouviu 22 mil pessoas em 22 países no começo do ano e constatou: a perda do emprego é o principal temor mundial de 41% dos entrevistados – vem antes do medo da pobreza, da desigualdade social e até da violência, escolhida como o risco mais pavoroso por 31% das pessoas. Nos Estados Unidos, o pavor do desemprego levou 35% dos trabalhadores, segundo pesquisa do site CareerBuilder.com, a abrirem mão das férias. Esse temor, no entanto, sempre existiu. Em 2003, no Brasil, era a segunda maior causa de estresse, perdendo apenas para a violência, conforme levantamento da associação norte-americana International Stress Management Association. “Uma crise com as dimensões da que vivenciamos no fim do ano passado cria um clima de medo e incerteza em relação ao futuro e existem dados econômicos de que o mercado de trabalho foi o que mais sentiu os efeitos disso. Na bolsa de valores, onde o medo e os riscos fazem parte do processo de decisões, esses momentos fazem as pessoas ficarem inseguras”, explica Rossano Oltramari, analista de ações e sócio-diretor da empresa XP Investimentos. O mercado de ações onde Oltramari atua é um dos que mais envolve riscos e, consequentemente, medos. “Existem dois sentimentos presentes no dia a dia do investidor: a esperança e o medo. Ambos influenciam, de maneira muito ativa, a tomada de decisões. Quando o medo é maior, há mais pessoas vendendo ações e os valores caem. Quando a esperança é maior, ocorre, então, uma tendência de alta no mercado. Portanto, é preciso haver um ponto de equilíbrio entre os dois”, acrescenta. O medo é um dos sentimentos mais naturais e instintivos do ser humano. No passado, as espécies que temiam mais – e por isso evitaram certos riscos – tiveram mais chances de sobreviver. O ser humano, no entanto, tem a habilidade da antecipação, o que nos faz imaginar coisas terríveis que poderiam acontecer, mesmo antes que aconteçam. O medo natural, que nos protege de riscos desnecessários, é saudável e importante. A partir de certo ponto, porém, vira pavor e pode se transformar até em doença. E o medo de perder algo tem a ver ainda com o sentimento de posse, que nem sempre é bem-vindo. O psiquiatra e terapeuta Eduardo Ferreira Santos, autor do livro “Ciúme – o medo da perda” e doutor em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), explica que o temor de perder parceiro, namorada, esposa ou marido, envolve a dificuldade em lidar com as incertezas naturais da vida. “Muita gente acha que é dona do outro. Por trás disso, está uma brutal insegurança. A pessoa que tem ciúme pensa todo dia que será traída e que o outro pode trocá-la por alguém melhor.Com isso, transforma a vida de todos num caos, uma vez que usa armas para que o parceiro não fuja do controle”, explica Ferreira Santos. Outro temor que quase todo mundo tem é o de perder o que já conquistou na vida. Ferreira Santos admite que experimentou o medo de perder o prestígio na carreira. A sensação de ter atingido o objetivo mais sonhado da vida pode causar esse sentimento, mistura de depressão e pavor. Ele explica a saída escolhida: “A vida é dinâmica e exige um constante movimento. Quem atingiu o ápice precisa manter o que conquistou. Tudo que sonhei deu certo, mas, quando cheguei lá e peguei o diploma de doutorado, algo inimaginável para um garoto pobre da periferia, senti certa depressão, mas depois notei que deveria continuar dando aulas e aprendendo”, diz. A luta constante e diária para superar a depressão foi também o caminho escolhido pela carioca Daniela Duque, mãe de Daniel, que foi assassinado, aos 18 anos, em junho do ano passado, em frente a uma boate na zona sul do Rio de Janeiro. Perder um filho, um dos dramas mais dolorosos que alguém pode sentir, deixou Daniela revoltada e com muito medo do imprevisível. Em setembro, cerca de 4 meses depois da morte de Daniel, o pai de Daniela também faleceu. O primeiro sentimento dela foi um medo paralisante, de ficar longe das pessoas amadas, mas lutou para superar os temores. “Passei a ter mais fé. Comecei a valorizar o que realmente importa e fortaleci laços de amizade e amor. Já que não podemos evitar que as pessoas queridas nos deixem, é melhor aproveitar bem os instantes em que estão conosco”, avalia. Mãe de uma menina de 3 anos e de outro rapaz de 20, que mora nos Estados Unidos, Daniela percebeu que seria egoísta e possessiva ao tentar protegê-los de qualquer risco ou ficar achando que eles também poderiam morrer. Fez muita terapia para superar a perda de Daniel e transformou o medo numa nova – e melhor, segundo ela – forma de encarar a vida. O medo exagerado de perder algo ou alguém pode gerar tragédias irreversíveis. No começo deste ano, dois empresários bem-sucedidos se mataram porque perderam dinheiro com a crise econômica mundial. Thierry de la Villehuchet, de 65 anos, era dono do fundo Access International e se suicidou depois de levar um golpe de mais de US$ 1,4 bilhão (R$ 3,2 bilhões). Já o empresário Adolf Merckle, um dos 100 homens mais ricos do mundo, acordou, foi até uma estação de trem e deitou sobre os trilhos. As empresas dele perderam US$ 1,5 bilhão (R$ 3,5 bilhões), mas, mesmo assim, ele tinha um império avaliado em mais de US$ 9,2 bilhões (R$ 21,5 bilhões). Mais do que o medo de ficar pobre, o que pode motivar uma atitude desesperada de milionários e profissionais de sucesso é a sensação de fracasso, sinal de que, muitas vezes, dinheiro de sobra não é suficiente para preencher certos vazios e dar a segurança emocional necessária para ser feliz e viver plenamente, sem tantos medos.

 

 IURD Batismo nas águas




Arrependimento
Arrependimento não é remorso. Remorso é só um sentimento de tristeza momentânea por alguma falta cometida. No remorso não há atitude em relação ao pecado. Isto é, nele não há o sacrifício de abandono ao pecado. Por isso, não há perdão para o remorso.
Já o arrependimento é atitude, é ação ou prática da fé. No arrependimento há o sacrifício do abandono ao pecado.
É importante observar que o que difere o remorso do arrependimento é o sacrifício. Quem despreza os sacrifícios da fé jamais alcançarão misericórdia!
O arrependimento é necessário para a remissão de pecados ( Lucas 24.47 ). Mas não há arrependimento sem o sacrifício de abandono ao pecado. Logo, não há salvação sem o sacrifício de negar-se a si mesmo os prazeres da carne.
Sincero e verdadeiro arrependimento impõe ódio e abandono ao pecado.Isto é ação!
Publicado por Bispo Edir Macedo

Folha

 



Pastor Geraldo Vilhena observa, que está havendo um grande crescimento espiritual e educacional na vida dos internos da Fundação Casa.
E usado como fonte a FOLHA UNIVERSAL.


Esta dinâmica é feita nas Unidades da Fundação Casa, com a orientação dos técnicos da Fundação Casa e Obreiros da IURD do Estado de São Paulo.







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