Era um drogado hoje é um homem de Deus no altar da UNIVERSAL.
domingo, 27 de agosto de 2023
sábado, 26 de agosto de 2023
domingo, 20 de agosto de 2023
Plenitude
Plenitude
Meus amigos leitores, você vai encontrar nestas matérias escaneadas, da antiga revista plenitude, assuntos de muita importância que os senhores(a) vão gostar e ser úteis para a sua vida. Confirma o bispo Geraldo Vilhena.
sexta-feira, 4 de agosto de 2023
Tortura
Tortura psicológica
Por Gisele Brito gisele.brito@folhauniversal.com.br O ditado popular ensina que o trabalho enobrece o homem. Mas, para muitos trabalhadores, o ambiente que deveria garantir dignidade torna-se o cenário de humilhações tão constantes e avassaladoras que alguns desenvolvem doenças, distúrbios, se tornam agressivos com a própria família e chegam até a tentar o suicídio. Apenas no estado do Rio de Janeiro, entre 2004 e 2008, o número de investigações por assédio moral – a exposição repetitiva e prolongada do trabalhador a constrangimentos e humilhações por parte de seus superiores – passou de 17 para 117. Até o mês de agosto deste ano, já são 90 investigações. Em São Paulo, são outras 128. Esses números apenas refletem aqueles trabalhadores que superaram o medo e levaram seus casos à Justiça. A realidade em escritórios, lojas e fábricas, ocultada pelo temor da perda do emprego, é ainda pior. Insultos, desqualificação das competências do funcionário, colocar em dúvida a veracidade de atestados médicos, controle de idas ao banheiro são as formas mais comuns do assédio. “O assédio é uma perseguição. É normal que o chefe peça para o funcionário repetir um trabalho que não ficou bem feito, mas fazer isso 10, 20, 30 vezes caracteriza a perseguição”, explica o Procurador do Ministério Público do Trabalho, Wilson Prudente. não é um fenômeno novo, mas com as reestruturações econômicas que levaram as empresas a diminuir os quadros de funcionários, sobrecarregando os empregados que ficam, o problema se intensificou. A médica Margarida Barreto foi uma das primeiras a pesquisar o assunto, em 2000. De lá para cá a exposição do tema na mídia tem sido um dos principais motivos para que os trabalhadores busquem ajuda. “A primeira coisa para se resolver esse problema é saber que não é natural ser humilhado no ambiente de trabalho”, aponta a médica. O despreparo de funcionários em cargos de chefia e a tentativa de induzir o trabalhador a pedir demissão são os principais motivos que levam ao assédio. “Há também toda uma política de gestão, que faz com que as coisas tenham que ser feitas a qualquer custo. O medo acaba sendo uma ferramenta de terror”, explica a médica.lógicaPara Luciano de Oliveira, de 28 anos, as perseguições chegaram a tal ponto que, depois de pouco mais de 1 ano atuando em uma indústria química, ele desencadeou uma esquizofrenia. “Aonde eu ia os encarregados iam atrás para me vigiar. Depois me isolavam. Eles diziam para os outros funcionários não ficarem perto de mim. Soltaram o boato que eu bebia, sendo que nem de bebida eu gosto”, conta. As perseguições que levaram Luciano a pensar em suicídio começaram quando ele passou a apontar falhas nas normas de segurança da empresa e, apoiado pelos colegas, foi eleito para a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), o que lhe deu estabilidade no emprego. “Meu encarregado destacou um funcionário só para colocar medo em mim. Fiquei com medo, não sabia mais quem era meu amigo ou estava a mando da empresa”, relata. “As pessoas têm tanto medo, não sabem nem que elas são as vítimas. Elas não falam nada. O resultado é que depois ficam doentes e não conseguem mais trabalhar. A maioria das pessoas que conheço, que pediram as contas, depois não arrumam outro trabalho porque na hora de fazer os testes psicológicos na outra empresa não passam”, conta Maria Silva*, de 43 anos. Ela trabalhava em uma empresa farmacêutica e começou a desenvolver vários distúrbios depois que uma encarregada passou a persegui-la. “Ela fazia de tudo para me humilhar. Me pedia para fazer coisas que eu não era remunerada para fazer. Por ser subordinada, tinha que obedecer. Eu deitava para dormir e não descansava. Parecia que tinha levado uma surra”, finaliza.
sábado, 29 de julho de 2023
Mulher inveja
Uma mulher Invejosa
Em entrevista exclusiva, a atriz Marcela Barrozo fala da personagem Betânia e da experiência de fazer parte do elenco da novela Os Dez Mandamentos
A novela Os Dez Mandamentos não é a primeira produção bíblica no currículo da atriz. Em 2013, ela participou do elenco da minissérie José do Egito, da Record. “Acho muito legal as pessoas terem conhecimento das histórias bíblicas. Quando fiz José do Egito, comecei a querer saber mais sobre a Bíblia e a me aprofundar no assunto. Esse trabalho é diferente de uma novela normal, você se empenha mais, é como se estivesse mais próximo de Deus”, opina.
A atriz também revela que os bastidores da produção são marcados por muita descontração e companheirismo. “A gente está superfeliz e se diverte muito. O elenco é muito amigo, muito unido. Tem até um grupo no WhatsApp em que a gente se une para fazer ações e divulgar a novela. O elenco inteiro está pensando no que o público quer ver”, completa. A novela Os Dez Mandamentos é exibida de segunda a sexta-feira, às 20h30, na Rede Record.
segunda-feira, 22 de maio de 2023
Hora da mudança






Jovens da UI- Nova Vida vencem a si mesmos, e são batizados nas águas Tendo como principal objetivo levar os jovens ,que cumprem medida sócioeducativa na Fundação CASA ,a buscar o novo nascimento através do batismo nas águas e do comprometimento em viver em comunhão com o Senhor Jesus , foi realizado domingo (11/10),nas dependências da UI- Nova Vida- Vila Maria , o batismo de dois jovens internos dessa unidade. Assim,jovens que têm sua adolescência pautada no mundo do vício das drogas, agindo exclusivamente de acordo com seu próprio arbítreo e revoltados com a sociedade em que vivem, praticam atos criminosos que os levam a serem excluídos do meio em que vivem.Todos os indícios nos levam a crer que que este adolescente desacreditado, desmotivado, e sem perspectivas de melhorias de vida não tem mais jeito. Mesmo todos esses impedimentos, não foram suficientes para derrotar os dois jovens que resolveram dar um basta na atual situação, e testemunharam publicamente, através do batismo, sua conversão ao Senhor Jesus, aceitando-o definitivamente como seu próprio Salvador. Na oportunidade, os adolescentes declararam que houve arrependimento e estão determinados a não voltar a pecar, acreditando que através do batismo,torna-se possível a vida em espírito, capacitando-os para o exercício pleno da fé, passando a viver em novidade de vida. "Ou porventura, ignorais que todos os que fomos batizados em Cristo Jesus, fomos batizados em sua morte? Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que , como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai,assim também andemos nós em novidade de vida". ( Rm 6.3,4)
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