segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Mulheres de fé

Mulheres de fé


O que as mulheres da UNIVERSAL fizeram fora do Templo de Salomão? elas doaram centenas de livros
(A MULHER V) na Fundação Casa.





Sisterhood visita internas da Fundação Casa
Voluntárias distribuem kits e livros para menores infratoras
Por Sabrina Marques
redacao@arcauniversal.com
Amor e dedicação são características presentes em todas as voluntárias do Sisterhood, grupo que surgiu em dezembro de 2009 e tem a finalidade de resgatar a essência feminina colocada por Deus em cada mulher. Desta vez quem recebeu o carinho dessas mulheres foram as internas da Fundação Casa “Chiquinha Gonzaga”, da Mooca, bairro localizado na zona leste da capital paulista.


As mais de 140 internas do local receberam kits de higiene pessoal e também centenas de livros “A mulher V”, da escritora e fundadora do Sisterhood, Cristiane Cardoso.


Além das doações, as internas também ouviram mensagens de fé e esperança, contidas na Palavra de Deus. Para o responsável pelo trabalho evangelístico dentro da Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena, a iniciativa do grupo é fundamental para a ressocialização e mudança de comportamento das menores infratoras. “Este é um trabalho excelente, pois a presença das voluntárias fez com que as jovens se aproximassem mais. Muitas abriram o coração, choraram após receber as orientações das esposas dos bispos, elas elevaram a autoestima, que a muito tempo estava em baixa, este evento foi muito bom”, conclui o pastor Geraldo Vilhena.














Momento da entrada do grupo Sisterhood



Uma palavra de fé



Jovens internas recebem um atendimento das esposas dos bispos e pastores


Leitura do livro A MULHER V





Senhora Margarete esposa do bispo Marcos com duas internas da Fundação Casa.



Senhora Rosilene esposa do bispo Jadeson com uma jovem interna.






Senhora Marcia esposa do bispo Romualdo antendendo uma jovem interna




Senhora Fátima esposa do bispo Clodomir atendendo jovens internas.




Uma visita na Casa das mães na Fundação Casa




Uma oração para finalizar.


Que o Senhor Jesus abençoe a todos.






Voluntário da UNIVERSAL faz um evento para os jovens internos da Fundação CASA.

Voluntário da UNIVERSAL faz um evento para os jovens internos da Fundação CASA. Foi neste ultimo domingo dia foi efetuado pela UNIVERSA...


segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Como ajudar pessoas chatas

 Como ajudar pessoas chatas
 


 Denominamos de chatas as pessoas que têm um comportamento desagradável no convívio com as demais. Do tipo inconveniente e inadequado mesmo.
Existem aquelas que são “doentes crônicas de chatice”, mas a grande maioria sofre apenas de alguns episódios esporádicos. Infelizmente, em ambos os casos, normalmente, quem está de fora percebe logo, mas o portador de chatice é o último a saber.
Portanto, se você tem dúvidas se é ou não um chato de carteirinha, analise as situações abaixo e veja se identifica-se com algumas delas. Se você se enquadrar em uma ou mais alternativas, é bom se tratar, isto é, se corrigir imediatamente:
• Reclama da vida, do trabalho, do trânsito, da família, da igreja… Enfim, são reclamadores de plantão, qualquer coisa é motivo para começar a apontar o lado negativo das coisas, pois seus olhos não conseguem focar no que
é positivo;
• Somente você está certa e, para isso, defende seu ponto de vista e tenta convencer todos os demais que eles estão errados. Ouvir os outros não é o seu forte;
• Seus assuntos são sempre os mesmos. Haja paciência para aguentar;
• É sempre curiosa e não controla a inconveniência, a ponto de disparar perguntas impróprias sobre salário, intimidades, vida amorosa, etc;
• Gosta de dar “lição de moral” nas pessoas e nem ao menos se preocupa em fazer isso reservadamente;
• Gosta de falar dos defeitos que as pessoas querem disfarçar, como a espinha na ponta do nariz, a orelha de abano, a verruga que começou a crescer, a olheira que você e todo o mundo sabe que ficaria perfeito em um panda, o abdome que está inchado.
A lista de chatices é enorme. Se eu continuar, o texto ficará longo e você provavelmente não vai lê-lo até o fim. Mas, para terminar, gostaria de comentar um fato que aconteceu comigo. Não chegou a ser uma grande chatice, mas foi um pouquinho inconveniente. Quero compartilhar, pois sei que muitas pessoas devem passar por isso. Uma pessoa se aproximou de mim e disse assim: “Você se lembra de mim? Nos conhecemos há 18 anos, lá no Rio de Janeiro…”
Eu coloquei todos os neurônios para trabalhar, mas aqueles segundos foram difíceis para mim. Como eu diria que não me lembrava dela nem do seu nome? Não queria constrangê-la, mas ela me colocou numa saia justa. Não se deve fazer isso com ninguém, muito menos com uma mulher acima dos 40 anos.
Nenhum problema em abordar as pessoas para conversar, mas isso poderia ser feito de outro jeito. Por exemplo: “Oi, o meu nome é fulana de tal. Nos conhecemos há 18 anos no Rio de Janeiro…” Não ficaria muito mais fácil lembrar e desenvolver uma conversa?


Voluntários da UNIVERSAL ajudam famílias dos internos da Fundação CASA

  Voluntários da UNIVERSAL ajudam famílias dos internos da Fundação CASA



São centenas de famílias dos internos da Fundação Casa de Raposo Tavares, em mais um domingo de visita. Algumas delas vem do interior do estado, trazem dentro delas tristezas, desespero, dor de humilhação.

Na recepção da Fundação Casa elas apresentam os seus documentos e aguardam a sua chamada para entrada, neste tempo as horas se passam e a fome começa pois muitas delas nem café elas tem como primeira refeição.

Tendo o conhecimento: a UNIVERSAL resolveu fazer uma surpresa.(veja)













Um almoço todo especial para todas as famílias. feito com carinho pelos voluntários da UNIVERSAL que fazem a obra de Deus na Fundação Casa.














No momento das refeições, os voluntários da UNIVERSAL ficaram sentados na mesa com cada integrante da família e ouviram delas os problemas que elas traziam consigo. Uma mães falou que ela estava muito preocupada, pois o seu filho queria se matar.

Após ouvi-las os voluntários falaram que é muito importante usar a fé, para resolver esta situação pois tratava-se de um problema espiritual.

Esteve presente o palestrante Robson de Freitas, ex-usuário de drogas liberto pelo trabalho da UNIVERSAL, ele conta como conseguiu se libertar.




Marta Alves ex-sensitiva orienta também as famílias.




















Houve distribuição de cesta básica oferecido pela Associação de Mulheres Cristã (A M C)












No final dezenas de livros MULHER "V" foram doados para as famílias.



Foi muito importante a ação dos voluntários da UNIVERSAL diz os voluntários da Fundação CASA.

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