quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

HOMOFOBIA




Mapa do preconceito no Brasil: Homofobia faz cerca de 200 vítimas todos os anos no País, o maior número da América Latina
Até 1990, atração sexual e afetiva pelo mesmo sexo foi concebida pela OMS como transtorno tipicamente mental Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em média um homossexual é assassinado no Brasil a cada dia e meio, o que totaliza cerca de 200 vítimas por anos, o maior percentual entre todos os países da América Latina. Em 2010 foram 260 execuções de homossexuais. Ainda de acordo com a OMS, dos 2 mil homossexuais ouvidos pela Organização no Brasil no último ano, 96% disseram já ter sido vítima de preconceito em casa, no trabalho e até na igreja que frenquentam.Leis anti-homofóbicas são mais rígidas na europa Fora do Brasil a situação não é menos preocupante, apesar de existirem leis mais rígidas de proteção aos homossexuais. Na Europa, por exemplo, pelo menos 25 países e outros 5 territórios proíbem a discriminação sexual com base na Orientação Sexual de cada indivíduo. Por outro lado, apenas dois países, Portugal e Suécia, incluem expressamente em Constituição esta proibição firmada nos outros 25 países europeus. Com relação ao casamento entre pessoas do mesmo sexo com adoção, é permitido em cinco países: Bélgica, Holanda, Suécia, Noruega e Espanha. Outras leis que acabam beneficiando casais homossexuais são comuns em 12 nações europeias, entre elas, Alemanha, Dinamarca, Reino Unido e ainda França. Mesmo com toda esse aparato jurídico, a União Eurpeia registra grande número de mortes decorrentes da homofobia: são mais de 300 todos os anos.Homossexualidade e suicídio No Brasil não existem estatísticas concretas, mas segundo pesquisa dos Arquivos Médicos de Pediatria e Adolescência dos Estados Unidos, a probabilidade de estudantes do ensino secundário que são gay, lésbica ou bissexual tentarem cometer suicídio é pelo menos 3 vezes maior em relação aos seus colegas heterossexuais.Alimento do preconceito: homossexualidade tratada como transtorno mental Até meados da década de 1990, a homossexualidade foi classificada pela OMS como um transtorno tipicamente mental. Apenas em 17 de maio de 1990 a assembleia geral da OMS aprovou a retirada do código 302.0 (Homossexualidade) da Classificação Internacional de Doenças e declarou que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”.


UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA



Já bem cedinho as voluntárias da AMC chegam a unidade da Fundação Casa US Fênix para organizar os preparativos da Festa. O sorriso no rosto e a satisfação é notória.









Surpresa as voluntárias da AMC (Associação de Mulheres Cristãs) prepararam uma bela mesa com bolos, salgados, refrigerantes e outras guloseimas para os internos e familiares.








Conversando com a Diretora Rosana Marfil Oliveira (3ª Gestão), relata que juntamente com sua equipe atende jovens na faixa etária de 16 a 21 anos incompletos, trata-se de uma unidade unidade inicial de semiliberdade, que os internos podem visitar a residência ou aguardar a conclusão do caso na unidade (período aproximadamente 04 meses). São efetuadas reunião temáticas com as famílias para fortalecimento dos vínculos. A equipe visa o retorno ao convívio social, por meio de cursos profissionalizantes, ensino formal e inserção no mercado de trabalho. Tem como atendimento preferencia á Zona Leste.


Dn Isis Regina abriu a festa chamando o Diretor Artístico Samuel Modesto para apresentar a mais uma surpresa,a cantora Michelle Nascimento que veio para alegrar e agitar á todos. Michelle falou sobre seu testemunho de vida, mesmo tendo nascido em berço evangelíco, aos 16 anos ficou grávida e aí começo o sofrimento. A desobediência aos pais teve como consequência a tristeza, o vazio, começou a se envolver com o mundo que até então não conhecia. Disse que não fumou maconha pois não lhe ofereceram e que não o futuro que daria a filha. Mas Deus tinha um propósito em sua vida, aos 21 anos ela compreendeu a necessidade de buscar a Deus e fazer aliança com Ele. A partir daí sua vida tranformou, hoje possui apartamento, carro, contrato com a Line Record, casamento abençoado, felicidade plena.E dentre os louvores apresentados, cantou seu grande sucesso "Toque de Fé".


























A cantora Isis Regina juntamente com as voluntarias cantam a versão (Dancing Queens) quando nela deixa-se uma mensagem da Associação de Mulheres Cristãs.













A Dra. Rita Dantas Souza (Psicologa Hospitalar) apresentou uma palesta sobre auto estima. A importância de atentarmos aos nossos comportamentos e o que estamos fazendo de bom ou ruim, pois tudo que fazemos reflete em nossas vidas.




Marilene Cardozo uma voluntária da AMC fez uma dinâmica em par com um caramelo oferecido a cada pessoa presente e nessa conclusão: Ofertou a maneira de como servir ao próximo, a importância de amparar em um momento de dificuldade.





A Dn. Rosana (Presidente da AMC) fez uma oração por todas as mães e colaboradoras (momento de muita fé) 









após foi servido doces salgados e refrigerantes





foram entregue cesta básica para as famílias





e também foi entregue bíblias. Na bíblia que foi presenteada estava anexo uma poesia feita por Dn Carlinda exclusivamente para aquela ocasião.




Momentos de Alegria e Felicidades que ficaram nos corações daqueles jovens , familiares e voluntários.

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Um impulso irresistível


Cleptomania transforma jovem em refém do medo



É uma doença terrível. Ela dá um impulso irresistível de furtar. Há a necessidade de concretizar o furto até que a tensão ceda. Após o ato consumado, surge um sentimento avassalador de culpa. O pior de tudo é que, normalmente, os objetos roubados são pequenos, em geral, cosméticos, doces, produtos de higiene, revistas.
A doença também provoca o medo em quem sofre dela. Medo de ser reprovado por quem está próximo: o pai, a mãe, os irmãos, o cônjuge. Provoca o medo de falar sobre o problema. Além disso, existe o preconceito. Os parentes acabam, muitas vezes, “fechando os olhos” e não acreditam que isso possa estar acontecendo realmente com alguém tão próximo.
Com Rosane (foto acima) era assim. Começou a sofrer de cleptomania ainda na adolescência. Aos 13 anos, não tinha consciência dos problemas que esse mal poderia lhe causar. A família não a criou para agir dessa maneira: pegando doces e guloseimas em mercados e saindo sem pagar.
Na cabeça da jovem carioca, não havia nada de errado nisso. Mesmo que depois da ação o sentimento inicial de prazer ou gratificação fosse logo substituído pela culpa ou depressão. Mas o ato tornou-se recorrente. E Rosane foi além: roubou o cartão da avó para comprar pequenas coisas.
Pega no ato
A família suspeitava dela, mas nunca a colocava, realmente, contra a parede para saber a verdade. Toda vez que algo sumia em casa, ela era a suspeita número 1. Rosane se protegia mentindo. O tempo passava e ela novamente furtava, sem ter necessidade real de praticar esse ato.
Após furtar tantas vezes, era certo que logo ela seria pega. Rosane entrou em uma grande loja de departamentos no Rio de Janeiro. Estava “matando o tempo” depois de sair da aula de inglês e passeava sozinha pelo estabelecimento.
Quando passou pelo setor de guloseimas, não se conteve. Usou uma tesoura que havia pego dentro da mesma loja e abriu um pacote de balas de caramelo. Despejou-as dentro da bolsa e caminhou na direção da porta da loja.
Mas, quando menos esperava, na saída, foi abordada por um fiscal, que solicitou que ela abrisse a bolsa. Constrangida, a moça não teve alternativa e atendeu. O fiscal fez com que ela pagasse pelo produto e anotou o nome dela. Por sorte, não foi presa. O remorso martelava o coração da jovem.
O tempo passava e ela não conseguia livrar-se do distúrbio. Mesmo depois de casar-se e mudar de cidade, o problema permanecia. Ela não conseguia falar para o marido sobre o assunto, e quando passaram por dificuldades financeiras, ela começou a furtar com mais frequência ainda.
Ela roubava no supermercado chocolates e pequenas coisas para comer. Para o marido, falava que a mãe havia lhe dado um cartão de crédito. Ele não desconfiava do problema da esposa. Mais uma vez a mentira a protegia.
Hora da verdade
Mais cedo ou mais tarde chegaria a hora em que a verdade apareceria. Os atos de Rosane não ficariam impunes. A história da jovem que roubava dentro dos mercados e lojas de Angra dos Reis (RJ) se espalharia. Um lojista comentou com outro e logo ela ficaria visada.
Certo dia, Rosane entrou em uma loja de produtos náuticos, mas logo foi abordada pelo dono do estabelecimento. Ele avisou que não queria a jovem ali. Foi destratada e humilhada, mesmo antes de cometer qualquer delito. A partir dali, o marido da jovem começou a desconfiar da conduta da esposa.
Naquele momento, passar por aquilo pareceu ser a gota d’água para que Rosane tentasse fazer algo. Ela sentia-se envergonhada dos atos e também não sabia o que fazer para mudar. Ao mesmo tempo, não conseguia abrir-se com o marido sobre o assunto.
Voz da cura
Rosane já ouvia na Rede Aleluia de rádio testemunhos de cura dentro da Universal. Resolveu participar dos encontros, porém, a transformação de vida não chegaria rapidamente para a jovem. Ela entrava no templo, ouvia as mensagens de libertação, mas não conseguia se livrar do mal.
Mesmo após participar de várias reuniões, ela ainda agia de forma errada. Porém, aos poucos, as mensagens de fé e libertação foram fazendo efeito para a jovem. Ela compreendeu, em seu íntimo, que tinha que mudar sua conduta.
Nos encontros de libertação, ficava de pés tortos, mas, ao sair de lá, sentia-se leve e livre. Participava das reuniões sem que o marido soubesse. Aos poucos, ela compreendeu que mudanças ocorreriam em sua vida. “Deus me pedia para fazer algo havia muito tempo, mas me faltava coragem. Graças à perseverança nas minhas orações e jejuns, Deus preparou o momento e minha coragem. Ele me fortaleceu.”
A jovem abandonou tudo o que a afastava de Deus. Depois de ser proibida pelo marido de colocar qualquer item da Universal dentro de casa, mudou para a capital fluminense e resolveu terminar o relacionamento de 8 anos. Ele não aceitava a fé de Rosane.
A mudança da jovem também envolveu o lado profissional. “Larguei meu trabalho de marinheira, porque queria o tudo de Deus em minha vida. Meu desejo maior era receber o Espírito de Deus.”
Uma semana depois de tomar essas decisões, o Espírito Santo tocou a jovem. “Fui selada e estou sendo transformada segundo a vontade do Pai. Hoje sou uma nova criatura. Tenho plena paz e certeza de que fiz o que Deus me pediu. Ele está me honrando.”
Mesmo tímida, Rosane Aquino resolveu contar sua história de vida. Ela se batizou nas águas e tornou-se fiel da Universal. Hoje, aos 26 anos, luta para ser uma mulher virtuosa e glorifica Aquele que a salvou da depressão: o Senhor Jesus. Ela acredita que seu testemunho pode ajudar a salvar outras pessoas, assim como ela foi salva.



UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA

A Fundação Casa semi-aberto do Tatuapé, em uma noite realizou um jantar para os funcionários, internos e famílias.
Foi uma noite agradável onde os internos muito felizes jantavam com sua família e conversavam, vivendo naquele momento alegria no coração de estar juntos nesta confraternização. A direção da Fundação Casa ficou alegre de ver o comportamento ótimo dos jovens perante a todos



Na oportunidade, foi convidado os voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus, na qual distribuíram bíblias, livros e sorvetes para todos.







O pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização de Unidades da Fundação Casa de São Paulo fez uma oração abençoando todos os jovens, famílias e funcionários da Fundação Casa.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Ela seduz e vicia

A pornografia envolve tanto homens quanto mulheres. Conheça os seus perigos 

Não é de hoje que a discussão a respeito da pornografia vem à tona e divide opiniões.

Uma das mais recentes polêmicas aconteceu depois que a cineasta Anna Arrowsmith, conhecida como Anna Span (a primeira mulher britânica a dirigir um filme pornô), declarou à BBC (emissora de rádio e televisão do Reino Unido) que a pornografia é “boa para a sociedade”, causando grande polêmica em várias partes do mundo.
A feminista Gali Dines rebateu: “Na pornografia ninguém faz amor, todo mundo faz o ódio.”
Opiniões divididas
Para a corretora de imóveis Suzane Benjamin, de 39 anos, casada e mãe de dois filhos, esse tipo de “estimulante” não faz parte do dia a dia, e nunca fez. “Acho absolutamente desnecessário. Além de perverter o relacionamento íntimo, que, na minha opinião, é algo sagrado, só influencia negativamente na relação.”
Já para Luiz (nome trocado a pedido do entrevistado), esse tipo de pensamento é cultural. Ele, por exemplo, sempre gostou muito de pornografia e não vê nenhum mal nisso. “Vai da cabeça da pessoa. Se ela não tem a mente aberta, obviamente não vai se sentir confortável. É uma questão de princípios. Eu gosto e ponto final”, enfatiza.
Questionado sobre como fica a vida amorosa nessa situação, ele responde: “Quem estiver ao meu lado terá de ter o mesmo perfil, senão, com certeza, não dará certo, é óbvio que será constrangedor.”
Consequências
Quem pensa que este tipo de conteúdo (seja em revistas, filmes, sites e afins) não afeta em nada a vida pessoal, se engana. Recentemente, um advogado norte-americano decidiu processar a gigante Apple por permitir que os funcionários tenham livre acesso a todos os conteúdos da internet, inclusive a sites pornográficos.
No processo, Chris Sevier, de 36 anos, se diz muito prejudicado, porque, numa ocasião, ao digitar um nome errado na barra de endereços do seu computador, foi direcionado a uma série de sites com conteúdos eróticos, os quais, segundo ele, “apelaram para suas sensibilidades biológicas como ser masculino e o levaram a um vício indesejado e com consequências adversas".
Ele relata no processo que sofreu sérios problemas no casamento, já que se viu numa "competição injusta, totalmente fora de sintonia em sua relação amorosa”, passou a desejar meninas mais jovens e bonitas, igualmente às dos vídeos, em vez da esposa, que não tem mais 21 anos. Ele alega que não conseguia mais diferenciar uma coisa da outra, e isso o prejudicou.


Problema generalizado
Mas, se você acha que apenas os homens dão audiência a conteúdos pornográficos, está redondamente enganado. As mulheres estão cada vez mais ligadas no tema.
De acordo com pesquisa feita pela Playboy sobre seus canais de conteúdo erótico, as mulheres representam quase metade (49%) dos consumidores desse tipo de programação. A pesquisa mostra que, por volta das 13 horas, os canais são sucesso entre as donas de casa, exatamente quando essas já levaram os filhos para a escola e, normalmente, o marido está trabalhando.






Ana Maria disse...
Bom dia!E Muito bom fazer parte do grupo de Evangelização na Fundação Casa,pois temos a grande oportunidade de ministrar a estes jovens a palavra de Deus.E atraveZ dos Eventos temos acesso as maes e familias dos internos.O Pastor Geraldo Vilhena responsavel pelo trabalho abre os Eventos com oração levando sempre uma mensagem de Fé aos Jovens e suas familias.QUE DEUS POSSA CONTINUAR USANDO NOSSAS VIDAS PARA QUE ESTE TRABALHOS VENHA DAR MUITOS FRUTOS ANA MARIA CAMPOS IURD - JAÇANA - SP



domingo, 1 de dezembro de 2013

Traição é possível perdoar?




Perdoar é possível?
Nem estrelas de Hollywood lindas e vencedoras do Oscar, como Sandra Bullock, estão livres da traição conjugal. Após o constrangimento, as desculpas. Mas você perdoaria? Logo após ganhar o Oscar de melhor atriz pela interpretação no drama “Um Sonho Possível”, a norte-americana Sandra Bullock virou assunto da mídia por outro motivo. Ou outros motivos. As revelações das várias traições do marido, o empresário Jesse James, colocaram a atriz nos holofotes de uma forma constrangedora, em um momento que deveria ser festivo. Ao invés de comemorar a primeira vitória no prêmio máximo do cinema norte-americano, Sandra evitou a imprensa, saiu de casa, desmarcou compromissos de divulgação do filme e contatou seus advogados para colocar um fim na relação de 5 anos. James veio a público se desculpar “pela dor e constrangimento que causou à mulher e aos filhos”, mas não chegou a assumir os casos que teria vivido com a fotógrafa Brigitte Daguerre, a stripper Melissa Smith e a modelo Michelle McGee. Porém, Brigitte e Melissa deram entrevistas contando detalhes dos casos. O site de celebridades norte-americano “TMZ” já havia noticiado que James e uma ex-funcionária de sua empresa, a West Coast Choppers, chegaram a um acordo extrajudicial em 2007 após uma denúncia por assédio sexual no trabalho. No dia 15 de março, 1 dia antes da publicação da entrevista de Michelle, Sandra Bullock deixou a residência em que morava com o empresário em Los Angeles (EUA), e cancelou sua visita a Londres (Inglaterra) para promover seu filme. Há quem diga que a “namoradinha da América”, como Sandra é conhecida nos Estados Unidos, esteja vivendo a “maldição do Oscar”, já que há uma longa sequência de atrizes que viram o relacionamento desmoronar pouco depois de ganharem o tão cobiçado prêmio. A lista inclui Hilary Swank, Halle Berry, Reese Witherspoon e Julia Roberts. “É por causa dos meus erros de julgamento que mereço tudo de ruim que está vindo em minha direção”, disse James à revista “People”. Escândalos envolvendo traições e separações são comuns no mundo das celebridades e alguns têm finais felizes. É o caso do jogador de golfe Tiger Woods, que recentemente assumiu ter tido casos extraconjugais, se internou em uma clínica de reabilitação (mesmo caminho do marido de Sanda Bullock), perdeu diversos patrocínios, mas, após um pedido público de perdão, reconquistou a esposa, a ex-modelo sueca Elin Nordegren e deve voltar ao esporte nos próximos dias. E quem não se lembra do episódio Monica Lewinsky? Em 1998, o mundo todo ficou sabendo, com riqueza de detalhes, do romance extraconjugal que o então presidente norte-americano Bill Clinton mantinha com ela, na época uma estagiária da Casa Branca. Embora ninguém se esqueça do caso Lewinsky, a esposa de Clinton, Hillary, conseguiu reverter a situação positivamente e apagar sua imagem de mulher resignada e digna de pena, se tornando a atual secretária de Estado dos Estados Unidos. “Nunca duvidei do amor de Bill, nunca duvidei de minha confiança e responsabilidade para com nossa filha e nossa família”, afirmou Hillary no período em que foi pré-candidata à presidência dos Estados Unidos.Se a traição na maioria dos casos destrói lares felizes, carreiras políticas e romances perfeitos, em algumas situações também pode revolucionar de forma positiva a vida das pessoas. O escritor e filósofo russo Vassili Vassilievitch Rozanov (1856-1919) escreveu: “Das grandes traições iniciam-se as grandes renovações.” E o perdão também é uma renovação, se for dado de forma legítima. É o que dizem especialistas como a psicóloga Olga Tessari (veja entrevista na página 11). Há até quem defenda que o perdão pode ser aprendido. Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, descobriram ser possível aprender a perdoar por meio de treinamento que dura 6 semanas, com sessões de 90 minutos de palestras. O estudo foi realizado com 259 pessoas, com idade média de 40 anos, das quais 70% tiveram redução nos sentimentos de dor, 13% no ódio que sentiam e 27% nos sintomas físicos, caso de dores nas costas. Entre os entrevistados, 34% relataram aumento da vontade de perdoar as pessoas que os magoaram. A atriz brasileira Paula Burlamaqui não teve tanta sorte. Ao ser flagrada aos beijos no carnaval com o modelo Rodrigo Peirão, perdeu o namorado Daniel Alvim, com quem mantinha um namoro havia mais de 2 anos. “Foi uma bobagem, uma burrada, um vacilo. Sou apaixonada pelo Daniel.” afirmou a atriz na época. Parece que o ator não se convenceu. O ator inglês Hugh Grant também não convenceu facilmente sua esposa na época, a belíssima atriz Elizabeth Hurley, de suas boas intenções. Em 1995 Grant foi preso em Los Angeles por fazer sexo dentro de um carro com a prostituta Divine Brown. Após um período separados, os dois tentaram uma reaproximação, mas em 2000 se separaram definitivamente. Apesar das grandes proporções que os deslizes dos famosos tomam, a mágoa, a dor e o estresse causados por uma traição são iguais para qualquer casal. É o que diz Oswaldo Martins Rodrigues Júnior, diretor do Instituto Paulista de Sexualidade: “É importante que os dois juntos estabeleçam os limites do relacionamento e acertem o que consideram traição. Porque muitas vezes o que um acredita ser traição não é nada demais para o outro e isso pode causar um desgaste difícil de restaurar.”








 No último Domingo ficou marcado na Fundação Casa UI SP - Vila Maria, os voluntários da IURD organizaram uma grande festa em homenagem ao Dia das Mães. A abertura do evento foi bem descontraída com a presença da cantora Bia Barcelos que cantou vários louvores,




enquanto isso os voluntários da IURD distribuiram sorvetes para os internos, familiares e funcionários.





Os internos também soltaram a voz e cantaram 02 louvores.



Pr. Vinny (Sede AE Carvalho) fez a oração por todos e convidou os internos e entregaram os vasinhos de flores e diploma (preparados pelos voluntários IURD) para todas as mães, momento de muita emoção!!!

Pr. Vinny convidou o Diretor Flávio e todas as mães para uma oração especial, o diretor aproveitou a oportunidade para falar para os jovens sobre a importância das mães, a base familiar e futuros projetos para os internos.


Os internos fizeram declaração de amor para todas as mães e a funcionária










Sra. Fabiana (Equipe Pedagogia) entregou lembrancinhas às mães


Para os familiares foram oferecidos os serviços de cabeleireiros e manicure e todos tiveram direito a bolo e refrigerantes para completar esta belissima confraternização.








Para encerrar o Pr. Geraldo Vilhena (responsável pelo trabalho evangelistico na Fundação Casa) fez um grande círculo com os internos, familiares, funcionários e a Diretora Sra. Raquel e realizou uma oração. Foi entregue também o hinário do Dia "D" como lembrança para as mães. Um dia de alegria e com certeza ficará guardado no coração de todos.
 

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