terça-feira, 10 de abril de 2012

Cuidado: mau humor contamina.

Muito além de um traço negativo de comportamento, o mau humor crônico é uma doença e atinge cerca de 350 milhões de pessoas no mundo

Maria Clara*, de 29 anos, tem fama de arrogante e antipática. No trabalho, não se dá bem com ninguém. Em casa, ignora a presença da família e faz questão de passar o tempo livre que tem sozinha, trancada no quarto. Desde que se lembra, sempre foi assim. "Nunca fui de outro jeito. Minha mãe diz que eu era uma criança feliz até os 12 anos e que depois mudei. Não tenho amigos, nunca tive um namorado. De forma geral, não suporto as pessoas", conta. Muito além de um problema comum de humor ou relacionamento, Maria Clara faz parte do grupo de pessoas que sofrem de distimia, também conhecida popularmente como mau humor crônico. Em todo o mundo, pelo menos 5% das pessoas sofrem dessa patologia, a maioria do sexo feminino. E, assim como a maior parte dos transtornos psiquiátricos, a distimia causa prejuízos que vão muito além da saúde e atingem toda a vida familiar, social e profissional dos portadores.


"Já fui demitida por causa da doença. Não conseguia trabalhar em equipe e isso era muito importante na empresa. Discutia com todos e acabei indo para o olho da rua", conta Maria Clara, que é formada em administração, e hoje esconde no atual emprego sua condição de saúde. O psiquiatra Eduardo Aratangy, do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, explica que justamente o prejuízo causado pelo humor é o que diferencia um distímico de uma pessoa apenas conhecida como "rabugenta". "As pessoas que convivem com um distímico descrevem esta pessoa como mal-humorada, pessimista e sensível à frustração. Conforme a gravidade do quadro podem ocorrer prejuízos no rendimento profissional, nas interações sociais e nos relacionamentos pessoais", afirma.



De acordo com Antônio Geraldo, presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria, a distimia envolve sintomas crônicos e de longa duração – por mais de 2 anos – que não incapacitam, mas impedem o indivíduo de funcionar bem ou de se sentir bem. A patologia é considerada um tipo de depressão, assim como outros transtornos de humor como a bipolaridade. O doente, diferentemente do mal-humorado eventual – que é estimulado por um acontecimento negativo – está sempre de cara feia, independentemente de ocorrer algo positivo ou negativo. Enquanto a maioria das pessoas se diverte e dá risadas numa festa, por exemplo, o distímico fica no canto, emburrado e deslocado. Segundo Geraldo, não se sabe as causas exatas que levam ao aparecimento da doença, mas existe uma combinação de diversos fatores – genéticos, ambientais e de desenvolvimento.



O psiquiatra Aratangy destaca que os distímicos também podem ser mais propensos a desenvolver dependências químicas, como o alcoolismo e o tabagismo. "Outra informação importante é que até 95% dos doentes apresentarão episódios depressivos mais graves durante a vida como, por exemplo, a depressão pós-parto", completa. Não é fácil diagnosticar a distimia, doença que muitas vezes é confundida com uma depressão maior, pela semelhança dos sintomas. De qualquer forma, quem desconfia que sofre do transtorno deve procurar ajuda especializada, através de um psiquiatra ou um psicólogo. O tratamento, segundo Aratangy, se baseia na psicoterapia, mas pode envolver medicações antidepressivas.


Mas, para quem pensa que está livre dos problemas, os especialistas destacam que o mau humor eventual – não patológico – também traz muitos prejuízos. Recentemente uma pesquisa feita pela Universidade de Estocolmo, na Suécia, mostrou que danos à saúde de funcionários que têm chefes mal-humorados podem ser enormes. Segundo o estudo, o risco de sofrer um ataque cardíaco é 25% maior entre trabalhadores que possuem um chefe rigoroso demais, injusto e desmotivador. Além disso, está mais do que provado que, em casa ou no ambiente de trabalho, o mau humor é contagioso e prejudica todas as pessoas daquele ambiente.



Sorria!


A escritora Conceição Trucom, especialista em bem-estar e qualidade de vida, afirma que o mau humor limita a capacidade de enxergar o que está ao redor, o futuro e a vida. "Aquela noção intuitiva de que a pessoa mal-humorada tem uma visão limitada da vida, ou pelo menos das coisas que a cercam, foi comprovada por neurocientistas da Universidade de Toronto, no Canadá, mostrando mais uma vez como as emoções filtram a informação sensorial que chega ao cérebro", afirma ela.


No estudo, os pesquisadores mostraram aos participantes uma série de imagens que os deixavam contentes ou irritados. Na etapa seguinte, exibiram figuras compostas, em que um rosto, que ocupava a posição central, era rodeado por paisagens. A instrução era para que eles se esforçassem para manter o foco na face, coisa que os participantes mal-humorados conseguiram fazer facilmente. Em compensação, os que estavam de bom humor tiveram muita dificuldade para não prestar atenção nas paisagens apresentadas ao redor. A conclusão, segundo a especialista, é que os bem-humorados buscam enxergar o todo, local onde certamente se encontram possibilidades de soluções.


Há alguns anos, afirmar que existia uma vinculação direta entre o humor e a boa saúde não era aceitável dentro da comunidade científica. Hoje, segundo Conceição, a medicina em geral e a psiquiatria, em particular, estudam muito a importância do bom humor, dos bons sentimentos e dos pensamentos positivos na qualidade de vida e saúde das pessoas. Sobretudo, na prevenção de doenças graves, como o câncer e as cardiovasculares. "O bom humor aumenta o ânimo, deixando a pessoa com mais fé, esperança, perspectivas e espirituosidade", explica.


A especialista destaca o riso – considerado a expressão mais explícita do bom humor e do positivismo – como o mais importante aliado e estímulo na luta contra o mau humor. "Quando se fala em risos, não estamos falando da pessoa que conta anedotas e ri à toa. O bom humor, na verdade, diz respeito a ‘rir-se’ das coisas do cotidiano. Das incongruências do dia a dia, da comédia da vida diária, das brigas, dos pequenos problemas da rotina e até mesmo dos tempos difíceis que passamos", afirma a escritora.


Segundo pesquisas citadas por Conceição, o riso tem importante papel na redução dos hormônios envolvidos na fisiologia do estresse, melhorando a imunidade e reduzindo a pressão do sangue. "As pessoas que sabem se divertir e rir são geralmente mais saudáveis e capazes de sair de situações de estresse com facilidade", diz a especialista. Segundo ela, a redução da liberação dos cortisóis e de adrenalina (hormônios do estresse e do envelhecimento precoce) é desejável, já que, como se sabe, seu excesso desencadeia o desenvolvimento de infecções e doenças.



* Maria Clara é nome fictício: a entrevistada pediu para não ser identificada

VINGANÇA DE AMOR




INSTINTO VINGATIVO, QUE SE CONFUNDE COM O DE JUSTIÇA, É COMUM A TODO SER HUMANO, RELATAM CIENTISTAS; "ATÉ AS PESSOAS MAIS BOAZINHAS SENTEM, DE VEZ EM QUANDO, ESSA NECESSIDADE"



SENTIMENTO HERDADO DOS ANCESTRAIS HUMANOS JÁ TEVE UMA FUNÇÃO BEM DEFINIDA, HOJE, NO ENTANTO, NINGUÉM PRECISA DELE PARA VIVER

O desejo de vingança, apesar de ser uma demonstração clara do politicamente incorreto, é um sentimento inerente a todos os seres humanos e, portanto, tem um fundo fisiológico. Isso é o que diz a maioria dos psicólogos. Outros, mais audaciosos, chegam a afirmar que o instinto vingativo é uma ferramenta necessária à perpetuação da espécie e necessário para a existência da vida em sociedade. "Mesmo as pessoas mais boazinhas e pacíficas, de vez em quando, sentem vontade de retrucar com mais vigor, em demonstração clara de vingança e defesa de seus valores", exemplificam.

A vingança, portanto, funciona feito um gatilho, acionado sempre que um estímulo externo provoca algum tipo de prejuízo a pessoa. Ou seja, ela está diretamente relacionada ao desejo, mesmo que inconsciente, de fazer justiça, a fim de que o prejuízo tomado seja reparado. Só assim o acometido por esse sentimento perturbador volta ao estado normal de equilíbrio emocional.

HERANÇA ANCESTRAL

Por isso é comum que os estudiosos definam vingança como uma sirene que se dispara indicando que algo está errado. Desarmá-la, portanto, passa a ser um grande desafio que, além de trazer equilíbrio, apaga um pouco os "costumes tão ancestrais" do ser humano, dos quais, definitivamente, ninguém mais precisa para viver.

Mesmo admitindo-se que a vingança seja uma ferramenta de defesa primitiva, o grande problema é que o conceito de justiça não é o mesmo para todas as pessoas. Uma situação que para alguns é apenas incômoda, para outros é motivo de consternação, ira e necessidade urgente de vingança. Por isso, impor limites à sociedade e a si mesmo é a ordem a ser seguida. Agir de forma racional e com bom senso pode ser uma tarefa árdua para muitos, mas é também essencial para a vida em comunidade.

É aí que entra o papel do Sistema Judiciário existente na cultura ocidental: padronizar as situações que caracterizam injustiça. Através dele, tenta-se frear o instintivo vingativo e substituí-lo por algo mais universal, justo, lógico e imparcial.

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Foi publicado no site da Fundação Casa (VEJA)


Bela Vista e IURD promovem ação contra drogas

Adolescentes participaram de amistoso de futebol; familiares receberam doação de cestas básicas

f_casaCaca_029O início da tarde do domingo (25 de março) foi um dia diferente para os jovens que cumprem medida socioeducativa no centro Bela Vista (Divisão Regional Vila Maria) da Fundação CASA. Com objetivo de realizar ações no combate contra as drogas, a Igreja Universal do Reino de Deus promoveu um amistoso de futebol entre os adolescentes e voluntários da IURD.

Além do jogo de bola, os integrantes da IURD também se uniram para levar cestas básicas aos familiares dos internos. A ação foi comandada pelo pastor Geraldo Vilhena, que coordena a evangelização nos centros da Fundação CASA. “A nossa a ideia é mostrar que eles (adolescentes) podem recomeçar uma nova vida, principalmente, com o apoio da família”, destacou Geraldo.

Os preparativos começaram às 13 horas. Já com tudo pronto, com uma mesa farta de salgados, doces e refrigerantes – preparada pelos voluntários da IURD -, o pastor Geraldo fez uma oração especial pela libertação dos jovens do CASA Bela Vista. Após a oração, foi feita a apresentação do grupo de pessoas que ajudam os dependentes químicos, que trava uma guerra contra as drogas, por meio de debates e esclarecimentos com jovens.

Em seguida, os adolescentes da CASA e os jovens do projeto Dose Certa da IURD foram chamados para o amistoso de futebol de salão. A partida foi disputadíssima. A cada gol, a alegria dos garotos da Bela Vista contagiava a todos que assistiram ao jogo de futebol.

“O intuito desse jogo de futebol foi o de levar aos adolescentes a importância da prática esportiva e para que eles fiquem longe das drogas”, comentou Marcelo Bovolon, diretor do centro Bela Vista, que também é professor de Educação Física. No final, a partida terminou em 8 a 4 para o time da IURD.

Para o pastor Geraldo, a família é muito importante na vida dos jovens que estão na Fundação CASA e na sua recuperação. "Além de levarmos a palavra de uma fé inteligente, sem fanatismo, nós sempre causamos alegria aos jovens e familiares".



CLIQUE NO LINK ABAIXO
http://www.fundacaocasa.sp.gov.br/index.php/noticias-home/1375-bela-vista-e-iurd-promovem-acao-contra-drogas


Aqui,não!

No passado, a propaganda do governo "vendia" o País com fotos de belas mulheres. Há 2 anos da Copa, o Brasil tenta combater o turismo sexual e a imagem de paraíso do sexo e da prostituição

A turismóloga Liciane Rossetto, coordenadora de pós-graduação lato sensu do Unilasalle Canoas, em Canoas (RS), explica que existem muitas informações veladas sobre o tema no País. "É como se fingíssemos que aqui não acontece, em especial no Sul. O Brasil é, sim, um destino para o turismo sexual. E isso ocorre em parte porque a sexualidade é considerada característica marcante da nação, porque se acredita na impunidade do delito contra menores de idade e também porque há uma grande tendência de que essas rotas do turismo sexual ocorram dos países ricos em direção aos países pobres", ressalta. Para punir os sites criminosos, o Ministério do Turismo encaminhou para a Polícia Federal todas as páginas que possuíam indícios de crimes, especialmente contra crianças e adolescentes.


Itamar Gonçalves, gerente de programas da Childhood Brasil, destaca que os Estados do Nordeste aparecem hoje como o maior destino de turistas que vão atrás de sexo. Segundo ele, depois aparecem as regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e, por último, a Norte. "Os lugares onde têm grande movimentação de pessoas é onde o crime mais acontece. Principalmente em regiões de praias, fronteiras e grandes capitais. O turismo de negócios também influencia, principalmente nas capitais. Há pessoas que vêm ao Brasil com a motivação da exploração sexual, mas você também vai encontrar turistas que acabam praticando essa exploração em função da oportunidade que encontram. Muitos estão a negócios e se envolvem com isso", afirma Gonçalves. Normalmente, as áreas onde há turismo sexual adulto também concentram o turismo sexual infanto-juvenil.


Hoje, as mulheres e as crianças aliciadas no Brasil não são só das classes mais desfavorecidas. Segundo Liciane, há alguns anos era possível traçar esse perfil socioeconômico, mas ocorreu uma mudança de perfil. "Atualmente, percebe-se esse aliciamento até mesmo na classe C. Foi-se o tempo em que uma garota se prostituía porque precisava do dinheiro para sobreviver. Hoje a prostituição ocorre por que as pessoas gostam do dinheiro e daquilo que ele pode comprar. Há uma relação muito estreita com a sociedade de consumo", afirma.


Gonçalves destaca ainda que entre as crianças e adolescentes, o passado de violência doméstica é comum. "Há uma porcentagem muito alta de famílias desfavorecidas que acabam fazendo parte dessa atividade, mas essa criança também vem de famílias de classe média. Nesses casos, normalmente elas sofreram violência em casa e acabaram indo parar na rua. Para conseguir se sustentar, acabam se envolvendo com a prostituição. Ao contrário do que se imagina, não são apenas meninas. Existem muitos meninos explorados também. E, geralmente, estão na fase da adolescência, a partir dos 12 anos", destaca.


No Brasil, o Governo trabalha em parceria com os empresários do turismo para qualificar funcionários que não sejam parceiros de situações de exploração sexual. No setor hoteleiro, por exemplo, foi desenvolvido um código de conduta ética para coibir o turismo sexual. "Tudo isso envolve treinamento dos funcionários, panfletagem nos locais onde temos mais turistas, campanhas na internet, e até parcerias com operadoras, para elas também realizarem trabalhos de prevenção", diz o gerente de programas da Childhood.

sábado, 7 de abril de 2012

Ex-Traficante de DROGAS se converte na Igreja Universal do Reino de Deus.


Meu nome é Amauri, tenho 36 anos, Iniciei no mundo das drogas aos 11 anos, provei todos os tipo de drogas, quando me vi sem recursos para usar as drogas, comecei no mundo do tráfico de armas e munição. Permaneci envolvido no crime por 10 anos, contratava meninos de 11 anos aqueles que eram ágeis e ligeiros

Era pego para trabalhar no tráfico o processo e igual até hoje, eu não tinha nenhum sentimento mesmo colando os meninos na frente da batalha. As mães hoje, nem sequer tem o direito de enterar seus filhos, eles eliminam e somem com o corpo esquartejam e queimam. Tive vários amigos , que já morreram nas mãos dos traficantes. As drogas é um espírito maligno que fica por detrás atuando na vida, daqueles que não tem um encontro com Deus,

Fazendo que você faça coisas horríveis para que seus sonhos sejam esquecidos ou até perdidos. Hoje sou liberto, e transformado, hoje faço ao contrario levo aos jovens uma palavra de libertação, é pode ter certeza que o único caminho é o Senhor Jesus não tem meio termo.

PERGUNTAS

O que você fez para se libertar das drogas?

Quais são as maiores armadilhas para um usuário de drogas?

Qual a cena que marcou quando você estava na vida do crime?

Qual foi a maior dificuldade quando você abandonou as drogas?

Qual foi sua motivação para sair do mundo do crime?

COLECIONADORES DE AMOR



RECORDE: BRASIL É O LUGAR ONDE AS PESSOAS TÊM O MAIOR NÚMERO DE PARCEIROS SEXUAIS AO LONGO DA VIDA



ENQUANTO A MÉDIA MUNDIAL É DE 7 PARCEIROS, A DO BRASILEIRO É DE 12; BRASIL É TAMBÉM O LUGAR ONDE SE PERDE A VIRGINDADE MAIS CEDO, EM MÉDIA AOS 17.4 ANOS

O Brasil é o país em que homens e mulheres têm o maior número de parceiros sexuais ao longo da vida, uma média de 12. Em toda a América Latina a média é de 10 parceiros (incluindo Colômbia e Venezuela). Já os europeus se relacionam sexualmente com cerca de 6 pessoas durante a vida adulta. Os dados são fruto de uma pesquisa realizada pela "Tendencias Digitales", importante empresa especializada no mercado digital latino-americano.

Para chegar a esses números os pesquisadores ouviram 13.500 pessoas em 11 países, incluindo Porto Rico e Costa Rica. Os resultados foram divulgados nos principais jornais do mundo, incluindo o norte-americano The New York Times, o francês Le Monde e o londrino Berrows Worcester Journal. No Brasil, a pesquisa foi divulgada pelo site da BBC Brasil, Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo. A notícia, no entanto, teve pouca repercussão.

Segundo o especialista em sexualidade do Hospital das Clínicas da USP, Alexandre Sadeeh, o fato de o brasileiro ser o povo que mais tem parceiros sexuais ao longo da vida é uma característica cultural do País, onde a liberalidade é muito grande em relação ao sexo, apesar da influência católica.

"O brasileiro se permite assumir que tem mais parceiros e faz isso com mais naturalidade do que em outros países. A sexualidade está presente no nosso dia a dia, nas mulheres de biquíni, nos olhares dos homens. As danças, as roupas, as propagandas sempre têm um teor erótico embutido", disse Sadeeh.

VICE-LIDERANÇA

Os brasileiros perdem a virgindade, em média, aos 17,4 anos. O País está, portanto, na segunda colocação mundial quanto à preocidade da primeira relação sexual. Em primeiro estão os austríacos, que têm a primeira experiência com o sexo, em média, aos 17,3 anos. A pesquisa analisou 26 países e ouviu 26 mil pessoas. Os dados são da fabricante de preservativos Durex Network.

A volta de Jesus: Distantes de Deus.

Fazer a Obra de Deus não é tão importante quanto ser. Na Sua mensagem à primeira igreja, o Senhor Jesus deixa isso muito claro: naquela igreja havia obras, mas lhe faltava o primeiro amor.


Havia dons, mas faltavam os frutos. O primeiro amor havia sido desprezado. Muitos cristãos têm vivido assim, infelizmente. Estão preocupados em mostrar serviço, não o caráter do Senhor Jesus.


Em outras palavras, estão tentando encobrir os seus maus hábitos com obras, iludindo a si mesmos. Mas Aquele que anda no meio da igreja tem pesado os seus corações, para dar a cada um segundo as suas obras.


A igreja de Éfeso manifestava um trabalho quantitativo, e não qualitativo. A quantidade de serviço apresentada pelo seu responsável não tinha qualidade, porque lhe faltava o primeiro amor.


Por mais intensas que sejam as tarefas na igreja, "...se não tiver amor, nada serei." (1 Coríntios 13.2) E o Senhor Jesus foi bastante claro: "Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor." (Apocalipse 2.4)


Os inúmeros compromissos que o pastor ou o membro da Igreja vai assumindo, dentro ou fora do templo, acabam prejudicando o seu relacionamento pessoal com o Senhor Jesus.


É claro que não podemos nos eximir de certas atividades seculares; porém, não precisamos nos comprometer com elas, necessariamente. O Espírito Santo está aí para nos orientar em como devemos separar um tempo para Ele.


Quanto tempo diário há de dedicação à leitura da Palavra de Deus e à comunhão com o Senhor Jesus, através da nossa oração e do nosso louvor, hoje? E quanto tempo havia quando aconteceu a nossa conversão?

Postagem em destaque

MACACO LADRÃO PM 1