terça-feira, 1 de novembro de 2011

Perdão em família.


PERDÃO EM FAMÍLIA

CONFLITO ENTRE PAIS E FILHOS ADOLESCENTES É ALGO COMUM A QUALQUER FAMÍLIA, DIZEM ESPECIALISTAS; "NESSAS HORAS, DIÁLOGO E MANIFESTAÇÕES DE AMOR E CARINHO SÃO INDISPENSÁVEIS"


HAVER CONFLITOS ENTRE PAIS E FILHOS É ALGO NORMAL DENTRO DE QUALQUER FAMÍLIA, principalmente quando a adolescência chega. É isso o que dizem a maioria dos psicólogos especialistas em comportamento infanto-juvenil, que ensinam, também, que, se por um lado é difícil para os pais entenderem que o filho não é mais uma criança, por outro, para o adolescente, se posicionar diante de tantas mudanças físicas e comportamentais também não é tarefa das mais fáceis, daí a origem de tantas crises no ambiente familiar.

"A HIERARQUIA ENTRE PAIS E FILHOS

NÃO PODE, EM NENHUM MOMENTO,

SE DISSOLVER"

OS ESPECIALISTAS ACREDITAM TAMBÉM QUE O ADOLESCENTE age e pensa como uma pessoa madura, corre mais rico de apresentar algum problema de personalidade na fase adulta. Isso porque os jovens têm impulsos de rebeldia quando começam a formar seus próprios valores, e com o passar dos anos eles compreendem que os pais tinham razão em muitas coisas com as quais não concordavam no passado. "Um adolescente totalmente isento de impulsos de rebeldia hoje poderá manifestá-los mais tarde, trazendo problemas mais difíceis de serem resolvidos, comprometendo a harmonia dentro da família toda", dizem.

UMA DAS RECLAMAÇÕES MAIS FREQUENTES DOS PAIS é a dificuldade de estabelecer diálogos dentro de casa. Os especialistas dão algumas dicas, como tentar mostrar ao filho que, apesar da fase difícil pela qual todos estão passando, é preciso demonstrar que ele é parte integrante da família. Manifestações de amor e carinho, portanto, são indispensáveis. Mas os limites precisam ser estabelecidos. "A hierarquia entre pais e filhos não pode, em nenhum momento, se dissolver, e não é preciso abrir mão do companheirismo e da afetividade para que essa ordem se estabeleça e seja respeitada", ensinam.

"O ADOLESCENTE QUE AGE E PENSA

COMO ADULTO CORRE MAIS

RISCO DE APRESENTAR PROBLEMAS

DE PERSONALIDADE NA FASE ADULTA"

EM CASOS EXTREMOS, QUANDO TUDO PARECE JÁ TER SIDO TENTADO, sem êxito, não é vergonha nenhuma procurar por ajuda profissional. Agir assim é dever dos pais, além de que o ato demonstra preocupação e responsabilidade. Afinal, os pais são como artesãos de seus filhos, ou, como bem disse o poeta Khalil Gibran, "são os arcos dos quais os filhos são arremessados como flechas vivas".

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

IURD cantora Sula Miranda canta na Fundação Casa.

Atitudes precipitadas

Agir por impulso pode ser prejudicial na escolha do par ideal

Moreno alto, olhos verdes, louro, atraente. Como será a aparência da pessoa dos seus sonhos? Geralmente é comum muitas jovens idealizarem o futuro namorado, o parceiro ideal. Porém, aparência é apenas um detalhe quando o futuro está em jogo. Visando apenas ao exterior, não são poucos os que sofrem por falta de uma direção e se decepcionam. Afinal, como saber qual a pessoa certa e se realmente faz parte dos planos de Deus para a sua vida?


Para a escritora Tania Rubim, autora do livro “Escolhida para o Altar – Um Manual Para a Futura Esposa de Pastor”, quem busca um relacionamento perfeito não deve tomar atitudes precipitadas. “Na hora da escolha é preciso buscar uma direção. A jovem que quer ter um relacionamento abençoado não deve tomar nenhuma atitude precipitada. Deve primeiro orar para conhecer a vontade de Deus.”


Segundo a escritora, muitos relacionamentos frustrados foram impulsionados pelas emoções do coração, sem usar a lógica. “Muitos agiram assim e sofrem até hoje. Sempre que você teima em fazer algo que não vai de acordo com a vontade de Deus, as consequências se tornam desastrosas”, adverte.


Tania dá algumas dicas para descobrir qual a pessoa certa. Fique alerta aos seguintes sinais:


– Veja se realmente o rapaz professa a mesma fé e se é convertido. Caso contrário, sua vida será um sofrimento;


– Fique atenta às conversas, pois a boca fala do que o coração está cheio;


– Verifique o caráter, se existe falsidade, mentira, falta de temor a Deus. Se forem detectados esses sinais, fuja deste relacionamento.


Se você orou, seguiu todas essas orientações e teve a resposta negativa, cuidado, pois muitos casamentos destruídos hoje são frutos de uma má escolha no passado. Porém, se a resposta for positiva, seja feliz. Mas não esqueça: deixe Deus agir, Ele nunca erra!

Esqueça o ex e siga em frente.

Saiba como deixar as lembranças para trás e abrir portas para um futuro grande amor

Esquecer um antigo amor e recomeçar a vida ao lado de outra pessoa nem sempre é uma tarefa fácil. A separação traz sequelas difíceis de apagar, independentemente da razão pela qual a relação foi interrompida.


Recentemente, o tema do programa “The Love School”, da IURD TV, apresentado pelo bispo Renato Cardoso e sua esposa Cristiane Cardoso, foi “Como esquecer o ex?”.


Na ocasião, os apresentadores abordaram cinco coisas que devem ser evitadas para esquecer o relacionamento anterior. Dentre as situações apontadas estão: livrar-se de fotos e objetos dados pelo ex, assim como deixar de frequentar lugares onde estiveram juntos ou falar sobre o antigo relacionamento. “Enquanto a pessoa está focada no ex, ela não consegue esquecer. É necessário se distanciar de tudo que a faça lembrar o passado”, afirma o bispo Renato.


Vencendo os traumas


O casal de empresários Adriana, de 40 anos, e Ezequiel Ferreira, de 53, é um exemplo de que superar o fracasso sentimental é possível. Antes de se conhecerem, eles vieram de casamentos frustrados. Ezequiel foi casado por 17 anos e teve uma relação repleta de traições da parte dele, fracasso financeiro e enfermidades. Adriana teve um relacionamento de 8 anos, dois filhos pequenos e passou por privações com o marido. “Tivemos a vida sentimental destruída antes de nos conhecermos. Quando namorávamos, ele me traía, assim como fez no casamento anterior, e eu também sofri no meu. O sofrimento parecia não ter fim”, lembra.


Após chegarem ao Cenáculo do Espírito Santo, a situação começou a se transformar.


“Os primeiros meses de união foram conturbados. E quando chegamos à Igreja, Deus teve que trabalhar no meu coração, tirando o ódio, a mágoa, o sentimento de inferioridade que vinha desde o passado”, relata.

A volta de Jesus:Como anar os que o odeiam?

A volta de Jesus: Como amar os que o odeiam?

Quando o Senhor Jesus vier com as nuvens, Ele aparecerá como a Fiel Testemunha para Israel e como o Primogênito dos mortos para a Sua Igreja. Para os povos incrédulos, entretanto, Ele vem como o Soberano dos reis da Terra:


“...Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém! Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!” (Apocalipse 1.5-7)


O amor com que Deus nos amou é indescritível. De acordo com o nosso pensamento natural, deveria ser diferente: primeiro lavados pelo sangue e, então, amados. Mas é justamente o contrário: Ele nos amou primeiro!


Os verdadeiros nascidos de Deus devem semear o amor do Evangelho naquelas pessoas que os odeiam, que os perseguem e os difamam, cometendo contra eles todo tipo de injustiça.


Somente a partir daí é que vem a colheita da salvação delas. Mas, infelizmente, muitos que se dizem cristãos têm esperado que os seus parentes, vizinhos, amigos e até inimigos incrédulos se convertam, para então lhes transmitirem a amizade cristã.


Faz-me lembrar de uma senhora que se dizia cristã, vizinha de uma outra que praticava a bruxaria. Todas as sextas-feiras, à noite, ela via aquela vizinha sair de casa, vestida de branco, carregando oferendas para as entidades às quais servia.


Passados alguns anos, em um belo domingo, viu-a carregando uma Bíblia. Então, aproximou-se dela e lhe perguntou sobre a sua nova fé. Quando ela respondeu que tinha sido liberta das hostes do inferno na Igreja Universal, aquela senhora, que se dizia cristã, começou a insistir para que se transferisse para a sua denominação.


Se você quer aprender mais da Palavra de Deus, participe do Estudo do Apocalipse, todos os domingos, às 18h, em um dos Cenáculos do Espírito Santo mais próximo de sua residência.

Alerta contra bafo

Alerta contra bafo

Quem tem mau hálito pode não se dar conta disso sozinho. Mas como ninguém se sente à vontade em avisar, serviços de recados anônimos são bons aliados para fugir dessa saia justa

Avisar que alguém tem mau hálito é tarefa das mais constrangedoras. Para tentar ajudar, algumas entidades já oferecem serviços que alertam, por e-mail ou carta, quem tem o problema. Tudo de forma educada e, é claro, sem revelar o remetente. É o caso do “SOS Mau Hálito”, iniciativa da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), que recebe cerca de 300 cartas todos os meses. Para enviar um aviso, basta entrar no site e fazer a solicitação.


“Cerca de 30% dos brasileiros têm mau hálito e o problema atinge mais os estressados ou quem toma antidepressivos e remédios para diabetes e hipertensão”, afirma Marcos Moura, presidente da ABHA.


Maurício Duarte da Conceição, diretor da Clínica Halitus, que manda todo mês até 500 avisos por meio do serviço “Bom Amigo x Mau Hálito”, explica que o problema afeta a autoestima e a vida afetiva, profissional e social das pessoas. Para piorar, geralmente a halitose não é sentida pelo próprio portador, o que tornam inúteis os testes para sentir o cheiro exalado. “Como o nariz está próximo da boca, as células do olfato se acostumam com o odor. Por isso é importante alertar o amigo”, explica Moura.



O mau hálito pode ser crônico ou eventual, causado por horas sem comer ou ingerir água. Alimentos como alho, cebola e pimenta tendem a piorar o problema e, ao contrário do que muitos pensam, o estômago é responsável por apenas 1% dos quadros de mau hálito. “Em 90% dos casos, a origem está na boca. As principais causas são a falta de higienização correta, doenças da gengiva, além da diminuição na produção de saliva, que contribui para a proliferação de bactérias”, pontua o presidente da ABHA.


Em alguns casos, o mau hálito pode ser sinal de doenças mais graves, como problemas renais, hepáticos, metabólicos e das vias aéreas. “A intenção do aviso é orientar a população sobre a halitose e incentivar a procura por um dentista. Mas o serviço não está livre de ser usado em brincadeiras de má fé”, avisa Moura.

domingo, 30 de outubro de 2011

As dores da rejeição

As dores da rejeição

Que ser rejeitado dói todo mundo sabe. Mas agora pesquisadores tentam provar em laboratório o que acontece em nosso cérebro quando somos abandonados ou preteridos


Primeiro vem uma sensação de vazio, um buraco no peito. Depois, uma tristeza tão grande que sufoca. O corpo fica fraco, o apetite e o sono somem, fica difícil parar de chorar. O coração dói como se realmente tivesse se partido em mil pedaços. A gente se sente tão sozinho que parece que o mundo vai acabar. Todas as pessoas conhecem os efeitos de ser rejeitado, mas recentemente, cientistas provaram, numa série de pesquisas, que a rejeição dói tanto ou mais que um ferimento físico.


Entre as pesquisas que confirmam a tese está a da Universidade de Michigan (Estados Unidos), em que foi localizada, por ressonância magnética, atividade cerebral na mesma região que antes era conhecida só por ativar a dor física. “Nos interessamos em examinar de perto a experiência da rejeição social intensa e de que maneira ela coincide com a dor física. Fizemos dois testes: no primeiro, induzimos as pessoas a sentir dor social, olhando a foto do parceiro que as deixou. Em outro, as induzimos a sentir dor física, esquentando o braço delas. Em ambos os testes, as mesmas regiões do cérebro foram ativadas”, disse o psicólogo Ethan Kross, um dos autores da pesquisa, à Folha Universal.


Em outra pesquisa, feita na Universidade da Califórnia (UCLA), a psicóloga Naomi Eisenbergger, a mesma que comprovou o efeito analgésico do amor (leia mais na página 15), testou a rejeição social colocando voluntários para jogar em computadores contra adversários desconhecidos. Durante o jogo, metade das “cobaias” foi informada que houve problemas técnicos e, por isso, o jogo seria adiado. A outra metade recebeu recado do adversário dizendo que eles eram “fracos demais, por isso o jogo não iria continuar”. O cérebro dos rejeitados por problemas técnicos se manteve em atividade normal. Já os que foram depreciados tiveram intensa atividade cerebral nos centros de dor física. “As pessoas aceitam que a dor física seja real, mas estão tentadas a crer que a dor social está só na cabeça delas. No estudo, vimos que não, que a dor social também é real”, disse a pesquisadora.


Entre as dores relatadas por rejeitados estão as de cabeça, dores no peito, falta de ar, fraqueza, depressão e até o desencadeamento de doenças como síndrome de ansiedade e de pânico. “Se a pessoa tiver predisposição a essas síndromes, a dificuldade em lidar com a rejeição pode desencadear as crises. Mas todos os sentimentos negativos são superáveis se não houver agravantes, como predisposição ou traumas de rejeições anteriores”, explica a psicanalista Andrea Pavlovitsch.


Não bastasse a dor emocional doer tanto quanto a física, ela ainda dura mais tempo. Foi o que descobriram os pesquisadores da Universidade de Purdue, em Indiana (Estados Unidos). Voluntários foram chamados para recordar dores físicas e emocionais que haviam passado e depois foram submetidos a um teste de habilidade mental. A turma que reviveu dores emocionais se saiu muito pior no teste. Mas o autor da pesquisa, Zhansheng Chen, psicólogo e cientista da Universidade de Hong Kong, acha isso positivo. “É um mecanismo natural do cérebro que nos permite compreender a realidade e alterar nosso comportamento para melhor, facilitando nossas futuras relações”, acredita.


“Eu tinha 26 anos e o Marcos foi meu primeiro namorado. Ele começou a se distanciar e eu, percebendo o fim, comecei a ter dores no peito e fraqueza, pois não me alimentava direito. Minha resistência caiu e fui até internada. Achavam que era hepatite, pois tinha febre, inapetência, fadiga, diarreia e vômitos. Fizeram exames, e nada. Quando melhorei, inclusive psicologicamente, percebi que eram sintomas de rejeição. Meu organismo entrou em colapso”, conta H.M.M., produtora de vídeo de 29 anos. E completa: “Depois dele, passei por mais um fim de namoro. Foi um pouco difícil, mas não fiquei doente”, disse, endossando as palavras de Zhansheng Chen.


Marinara de Almeida, de 17 anos, também já sentiu as dores da rejeição. “Sofri muito no meu primeiro relacionamento sério. Quando terminou passei 3 dias chorando. Não comia. Sentia um grande vazio. Achei que o mundo ia acabar. Meu peito doía muito.” Quando esse sofrimento atrapalha a vida cotidiana, é hora de procurar um especialista. “As rejeições são, em sua maioria, resultado de rejeições passadas e autorrejeições, que se sobrepõem e pesam. É importante ir a um psicólogo ou psiquiatra para esclarecer a origem desse sentimento e trabalhar a autoestima”, diz Andrea Pavlovitsch.

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