sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Escravas

Traficantes de pessoas retiram crianças da família na África do Sul e vendem por valores irrisórios ao mercado internacional de escravos


Nandi*, de 11 anos, vivia com os pais e as quatro irmãs na zona rural da África do Sul. Seu sonho era ir à escola, mas sua família não tinha dinheiro nem para comprar comida. Um amigo da família disse que Nandi poderia ir à Cidade do Cabo, segunda mais populosa do país, para trabalhar como doméstica e frequentar as aulas à tarde. Os pais da garota concordaram com a ideia, já que lá ela teria comida, roupa, educação, além de poder enviar o que sobrasse do seu salário para casa. O que Nandi e os pais não sabiam é que nunca mais se veriam, pois a garota estava prestes a ser vendida. Ela chegou à Cidade do Cabo num carro cheio de crianças e foi vendida por um traficante por US$ 94 (R$ 146) para uma família que a exploraria de todos os modos.


O caso de Nandi, denunciado pela organização não governamental (ONG) Justice A.C.T.s (Aliança Cristã contra o Tráfico), é só um exemplo de venda de crianças na África do Sul, país que se sobressai não apenas por ser o mais próspero da região, mas também por seu papel de destaque no tráfico infantil As crianças são submetidas a exploração sexual e trabalhos domésticos, mas há casos de adoção ilegal, casamento forçado e remoção de órgãos.


“Isso resulta de vários fatores, como o histórico de pobreza, a discriminação, a desigualdade e a falta de oportunidades econômicas, que fazem com que alguns se aproveitem e exponham os mais vulneráveis ​​à exploração e ao abuso. O fato de a África do Sul ser um país em condições econômicas mais favoráveis do que o resto da região a torna um destino atraente”, diz Patric Solomons, diretor da ONG local Molo Songololo, que luta contra o tráfico infantil.


A África do Sul é reconhecida por ser o lugar de origem, trânsito e destino das vítimas. O país recebe em sua maioria crianças vindas de outros países da África, como Moçambique, Lesoto, Malawi e Suazilândia. Tailândia e China, na Ásia, e Rússia e Bulgária, no Leste Europeu, também enviam menores para fazerem serviços domésticos forçados ou serem exploradas sexualmente no país. Além disso, crianças sul-africanas são vendidas tanto dentro do próprio país como fora.



O governo e as ONGs afirmam que o tráfico de crianças é comum nos dias de hoje, ainda que não existam estatísticas oficiais sobre o tema. “É um fenômeno clandestino. As vítimas são abusadas por trás de portas fechadas. Por isso, ficam invisíveis”, diz Resh Mehta, do programa de assistência a vítimas do tráfico na África do Sul promovido pela Organização Internacional de Migrações (IOM, na sigla em inglês).


A falta de uma legislação específica dificulta o trabalho das autoridades. “A África do Sul não tem uma lei específica para tráfico de pessoas. Os casos não são registrados como crimes e acabam sumindo em meio a outros tipos de infração”, diz Solomons. Ao se tornar signatário do Protocolo de Palermo (2000), o governo sul-africano se comprometeu a considerar crime o tráfico de pessoas. O processo iniciado em 2003 ainda não foi concluído.


Outro entrave é a questão cultural. “Há muitos casos em que não podemos provar que houve tráfico. As pessoas não denunciam, pois a venda de crianças por aqui ainda não é vista como um crime’’, aponta Bonnie Currie, funcionária do Ministério Público. Em alguns casos, os próprios pais, sem saber, viram cúmplices no tráfico de seus filhos, na esperança de que eles venham a ter uma oportunidade de estudar e melhorar de vida, como no caso da Nandi. Especialistas alertam ainda que as famílias são ameaçadas por traficantes e, por isso, não denunciam. “Muitas são aterrorizadas. Vi casos de tráfico em que as comunidades fizeram vista grossa”, diz Kimberly Middlebrooks, da ONG Justice A.C.T.s., que já soube de crianças se prostituindo por US$ 1 – ou R$ 1,60 – em paradas de caminhoneiros.


Segundo o Departamento de Estado dos Estados Unidos, em março de 2011 o governo sul-africano iniciou só 22 processos por tráfico de pessoas, e em 2010 houve nove condenações que viraram multas. Segundo a IOM, de 2004 a 2010, 338 pessoas foram assistidas pelo órgão no país. Esse número se refere só aos que procuraram ajuda voluntariamente, ou seja, o total de vítimas deve ser maior. Ainda segundo o documento, o governo não dedica verbas para combater o tráfico de gente, não pune os infratores e não presta ajuda direta às vítimas. “Precisamos de compromisso político. A cooperação entre os países, a ajuda de entidades civis e o uso eficaz dos recursos são essenciais. Mas o mais importante é prevenir, reduzindo a pobreza, criando empregos e garantindo educação às crianças”, diz Solomons, da ONG Molo Songololo.


Leia mais: Haiti: a tragédia após a tragédia


IURD na Fundação Casa Bp Macedo

O PREÇO DA MODA.


COM MAIS DE 30 MIL INDÚSTRIAS DEDICADAS AO SETOR, QUE EMPREGAM 2 MILHÕES DE PESSOAS, MODA BRASILEIRA IMPULSIONA ECONOMIA E É RESPONSÁVEL POR 4% DO PIB NACIONAL; PRÓXIMA META É CRESCER NO MERCADO DE LUXO


O MERCADO DA MODA NO BRASIL JÁ ESTÁ ENTRE OS CINCO SETORES MAIS LUCRATIVOS DO PAÍS. Estimativa da ferramenta do Ibope Inteligência, o Pyxis, preveem que, até o final do ano, esse mercado movimente R$ 136 bilhões, incluídos os artigos de vestuário, calçados e também os acessórios. A força do setor é beneficiada, também, pelo fato de o Brasil ser o quinto maior mercado têxtil do planeta.

APESAR DE A PRESENÇA MASCULINA ESTAR EM ALTA, as mulheres ainda correspondem a cerca de 75% dos consumidores e profissionais da moda. As indústrias brasileiras que se dedicam a esse ramo já ultrapassam as 30 mil unidades, que empregam quase dois milhões de profissionais, o segundo setor que mais emprega no País.

MODA BRASILEIRA NO EXTERIOR

MAIS DE 140 PAÍSES CONSOMEM A MODA BRASILEIRA. Para atender a toda essa demanda, o País produz mais de 9 bilhões de peças por ano, o que tem rendido lucros anuais superiores a US$ 8 bilhões (cerca de R$ 15 bilhões), uma participação superior a 4% do PIB nacional. Os dados são do Instituto Brasil de Arte e Moda, que mostra também que, atualmente, o maior consumidor de moda brasileira são os Emirados Árabes Unidos. Em 2010, eles compraram o equivalente a US$ 2,763 milhões do Brasil, 26% a mais do que em 2009. Em segundo lugar está o Líbano, que importou US$ 2 milhões, especialmente em produtos de cama, mesa e banho, 17% a mais do que no ano anterior. Arábia Saudita e Kuwait completam a lista dos maiores importadores da moda brasileira.

MODA DE LUXO

NO MERCADO DE LUXO, O BRASIL MOVIMENTA CERCA DE US$ 8 BILHÕES POR ANO. Esse valor representa 1% do total mundial, mas o Instituto Brasil de Moda e Arte estima que até 2025 o País represente 6% da movimentação nesse mercado, hoje dominado pela Europa e, principalmente, pelos italianos.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

IURD na Fundação Casa ( Palestrante Robson de Freitas entrevista um usuário de DROGAS (Veja o sofrimento)

JULGADAS PELA BELEZA


ESTRATÉGIA PARA CONSEGUIR AUDIÊNCIA NA TV É UMA SÓ: A NUDEZ FEMININA; PARA OS CRÍTICOS, TODOS SAEM PERDEDENDO COM ESSE "MÉTODO", INCLUSIVE O TELESPECTADOR, QUE VÊ A QUALIDADE DA PROGRAMAÇÃO CAIR A CADA DIA


A RECEITA PARA FAZER SUCESSO NA TV e demais meios de comunicação da atualidade não guarda nenhum segredo: basta expor o corpo feminino seminu, e o "ibope", assim como o lucro, estará garantido. E essa receita tem dado tão certo que são raríssimas as mídias que deixam de abrir mão desse artifício. O resultado dessa batalha pela audiência, segundo os especialistas em mídia, é um tiro contra o próprio pé: baixa qualidade da programação. "Com isso, todo mundo sai perdendo, inclusive o telespectador", diz o crítico de TV e professor de comunicação da Universidade de São Paulo Valter Dutra.

AINDA DE ACORDO COM DUTRA, A TV, INFELIZMENTE, TEM ESTIMULADO COMPORTAMENTOS que levam às graves enfermidades emocionais e até sexuais, como traições conjugais e desilusões. Mas, para ele, o pior de tudo é o fato de adolescentes estarem gerando filhos bastardos, desprezados e até lançados nas lixeiras públicas. "Esta realidade tem assustado significativamente a família brasileira, que ainda não compreende ao certo a causa de tantas aberra­ções e tragédias, mas já anda desconfiada do exagero da liberdade de expressão, principalmente na TV", completa.

QUANTO MENOR A ROUPA, MAIOR A POLÊMICA

DANI BOLINA, RECÉM-ELIMINADA DO REALITY A FAZENDA, DA REDE RECORD, causou polêmica durante entrevista ao programa Domingo Espetacular, da mesma emissora, ao dizer que algumas "Panicats" (assistentes de palco do programa Pânico na TV, da Rede TV!) eram garotas de programa.

"ME ACUSAR POR UMA COISA

QUE EU NÃO SOU É DEMAIS"

(Babi Rossi, panicat, defendendo-se da acusação de que as assistentes de palco do Pânico na TV se prostiuem)

BABI ROSSI, UMA DAS PANICATS, OFENDIDA COM A DECLARAÇÃO, PARTIU EM DEFESA PRÓPRIA E DAS AMIGAS. "Toda noite deito no meu travesseiro tranquila, agora me acusar por uma coisa que não sou é demais. Está em todos os jornais. Ridículo!!! Até para quem falou isso", disse, via tuíter.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

IURD na Fundação Casa BP ROMUALDO PRG PONTO DE LUZ MOSTRA QUE TUDO É POSSÍVEL EX-FEBEM TRANSFORMADO VEJA.

VIOLENTADAS


VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER PREOCUPA AMÉRICA LATINA: SÓ NO BRASIL, A CADA TRÊS MINUTOS É RELATADO UM CASO DE ABUSO SEXUAL; PARA ESTUDIOSOS, "ESTUPRADORES NÃO RECONHECEM O CARÁTER CRIMINOSO DE SEUS ATOS"


NA AMÉRICA LATINA, CERCA DE 50% DAS MULHERES CONFESSARAM QUE A PRIMEIRA RELAÇÃO SEXUAL que tiveram fora forçada pelo parceiro. A proporção de mulheres que disseram ter sido vítimas de uma tentativa de abuso ou que foram forçadas por um companheiro íntimo a fazer sexo em algum momento de suas vidas é de 10,1% no Brasil (São Paulo) e chega a 46,7% no Peru (Cuzco). Para chegar a esses números, a National Crime Victimization Survey Bureau of Justice Statistics, dos Estados Unidos ouviu 6 mil mulheres durante os últimos cinco meses.

NO BRASIL, APESAR DE AS ESTATÍSTICAS MOSTRAREM QUEDA NO NÚMERO DE CASOS durante a última década, calcula-se que uma mulher seja estuprada a cada três minutos. No Hospital Pérola Byington, em São Paulo, por exemplo, são atendidos cerca de 10 casos diários de mulheres vítimas de abusos sexuais.

O MESMO ESTUDO MOSTROU TAMBÉM QUE VIOLÊNCIA SEXUAL contra a mulher preocupa mais a sociedade do que o câncer ou a AIDS. Mais de 51% dos entrevistados disseram conhecer alguma mulher que já tenha sido agredida pelo companheiro, mas apenas 27% já tiveram contato com alguma vítima do vírus hiv ou do câncer de mama, por exemplo.

AINDA DE ACORDO COM OS ESTUDOS NORTE-AMERICANOS, a grande maioria dos estupradores é alguém próximo da vítima, como o namorado, o marido ou um parente. Cerca de 70% das mulheres que prestaram queixa nas delegacias brasileiras disseram ter menos de 17 anos e conhecer o violentador, e em mais de 20% dos casos ele era o próprio pai ou o padrasto da vítima.

DE VÍTIMA À VIOLENTADOR

CIENTISTAS ACREDITAM QUE MAIS DE 70% DOS ESTUPRADORES FORAM VÍTIMAS OU PRESENCIARAM alguma cena de violência sexual de um parente próximo quando crianças. Os pesquisadores acreditam que, desta forma,, eles se espelham nesses casos e, por isso, inconscientemente, não conhecem o caráter criminoso de um estupro ou de um crime de pedofilia.

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