SEGUNDO DADOS DA ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS),
LEIS ANTI-HOMOFÓBICAS SÃO MAIS RÍGIDAS NA EUROPA
FORA DO BRASIL A SITUAÇÃO NÃO É MENOS PREOCUPANTE, apesar de existirem leis mais rígidas de proteção aos homossexuais. Na Europa, por exemplo, pelo menos 25 países e outros 5 territórios proíbem a discriminação sexual com base na Orientação Sexual de cada indivíduo. Por outro lado, apenas dois países, Portugal e Suécia, incluem expressamente em Constituição esta proibição firmada nos outros 25 países europeus.
COM RELAÇÃO AO CASAMENTO DE PESSOAS DO MESMO SEXO com adoção, é permitido em cinco países: Bélgica, Holanda, Suécia, Noruega e Espanha. Outras leis que acabam beneficiando casais homossexuais são comuns em 12 nações europeias, entre elas, Alemanha, Dinamarca, Reino Unido e ainda França. Mesmo com todo esse aparato jurídico, a União Eurpeia registra grande número de mortes decorrentes da homofobia: são mais de 300 todos os anos.
PROBABILIDADE DE O HOMOSSEXUAL COMETER SUICÍDIO É TRÊS VEZES MAIOR DO QUE A DO HÉTERO
NO BRASIL NÃO EXISTEM ESTATÍSTICAS CONCRETAS, mas segundo pesquisa dos Arquivos Médicos de Pediatria e Adolescência dos Estados Unidos, a probabilidade de estudantes do ensino secundário que são gay, lésbica ou bissexual tentarem cometer suicídio é pelo menos 3 vezes maior em relação aos seus colegas heterossexuais.
ALIMENTO DO PRECONCEITO: HOMOSSEXUALIDADE TRATADA COMO TRANSTORNO MENTAL
ATÉ MEADOS DA DÉCADA DE 1990, a homossexualidade foi classificada pela OMS como um transtorno tipicamente mental. Apenas em 17 de maio de 1990 a assembleia geral da OMS aprovou a retirada do código 302.0 (Homossexualidade) da Classificação Internacional de Doenças e declarou que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”.

