quinta-feira, 7 de julho de 2011

IURD LEVA SÁBADO EM CLIMA DE FÉRIAS NA FUNDAÇÃO CASA DE FRANCO DA ROCHA




Em clima de muita festa, Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus estiveram presentes, neste último sábado na Fundação Casa Franco da Rocha ,para fazer a festa em um evento maravilhoso, e dessa vez ao ar livre, embaixo de muitas árvores, para sentir a natureza, e a presença de Deus, pois ele e o criador de tudo. E foi feita várias atrações para os internos e familiares. Para dar início ao evento esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, orou por todos os adolescentes e famílias presentes, e disse: Tudo o que vamos fazer aqui hoje é verdade, e é para abençõar a sua vida se você quizer entregar a sua vida para Senhor Jesus basta você abrir o coração . e também na oração pediu para que Jesus tocasse no coração de todos também deu uma palavra sobre salvação, falou da importância do novo nascimento, e de ter um encontro com Deus .




Em seguida A CIA Teatral Força Jovem apresentou uma peça que emocionou a todos os presentes, a peça conta a História de uma pessoa, na qual sua alma foi leiloada,( Leilão de uma alma). A primeira que vem da o primeiro lance, foi a religião, o segundo lance prostituição, terceiro lance bebidas, curtição, quarto lance foi a ganância, e drogas, e por último a morte que deu um lance maior, já no último suspiro, vem o Senhor Jesus que resgata sua alma tirando todas as correntes do mal, e lhe dá uma nova chance.





























MORTE





SENHOR JESUS




Dando segmento ao evento foi servido muito bolo, refrigerante.













Enquanto era servido a animação ficou por conta da. Da força jovem onde cantaram e alegraram a todos os adolescentes e muitos deles até dançaram funk, foi momentos alegres que ficaram na lembraça de todos.











Os jovens Amauri E Robson (Projeto Dose Mais Forte) relataram as experiências que tiveram com as drogas, crimes, facções e o momento que perceberam que nada daquilo preenchia o vazio que tinham, o risco que corriam, que precisavam de uma dose mais forte para mudar aquela situação. Neste momento os internos e familiares ficaram atentos pois queriam saber o segredo da mudança. Foi aberto espaço para perguntas e respostas e uma delas qwue mais me chamou a atenção foi a de uma mãe de um interno que fez a seguinte pergunta: Robson qual foi o momento da sua vida que você disse eu preciso parar? Robson: Quando eu acordei em um leito de hospital com vários aparelhos chewio de tubos quando quando eu olhei para o meu corpo, e faltava um pedaço dele. Olhei pro lado e não vi mais uma solução, e a conclusão que cheguei
E que precisava de uma mudança e a única pessoa que ficou ao meu lado foi a minha mãe. Adolescente pergunta: Quando você chegou em casa foi algém ou um suposto amigo te procurar? Robson responde: Não ninguém foi me procurar so tive a visita de obreiros da IURD que levaram uma palavra de vida no momento em que eu mais precisava. Funcionário pergunta?Robson Se você antes pensava no futuro, e agora você pensa? Robson responde: Antes não pensava levava uma vida muito louca, mais hoje tenho os pés no chão .e tudo se tornou novo, o passado não existe mais (somente é lembrado para servir de testemunho de transformação de vida).









Robson e Amauri fazem oração pelos internos e famílias.


Este video, Robson freitas mostra com ajuda dos jovens internos a parte de seu corpo que perdeu por causa das drogas e ele diz, quem não vem por amor para o Senhor Jesus vem pela dor.



Integrantes do Teatro da Força Jovem Brasil.



Os funcionários e coordenadores agradeceram a presença da IURD e disseram que as portas estarão sempre abertas para novos eventos.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

IURD AMC E RESSOAR FAZEM LAÇOS POR UMA ÚNICA CAUSA

O Ressoar e a AMC foram de São Paulo até a Fazenda Canaã para desenvolver projetos de apoio às famílias menos favorecidas. Em 15 de junho, essa fazenda tornou-se um lugar de muitas surpresas e ensinamentos.
Logo ao amanhecer uma passadinha pelo curral para tirar leite e conhecer um pouco do espaçoso local que acolhe quase 600 crianças que lá estudam.
As participantes foram conhecer as salas de aula, onde as crianças começam o dia fazendo uma oração. Em seguida, é feita uma homenagem com música country abrindo assim o dia para as convidadas da AMC e do Ressoar.
Tudo muito bem organizando e com uma agenda repleta de afazeres. Dra. Bel, uma médica dermatologista com muito boa vontade e disposição, atendeu as crianças que estavam com problemas de pele. O toque de suas mãos, seu sorriso e simpatia acolheram o local.
Ainda no ambulatório, uma psicóloga voluntária da AMC, Rita Dantas, também atendeu em grupo seis crianças naquele momento. Isso foi apenas uma triagem e em outras oportunidades será feito um trabalho mais completo.
Depois, Rita foi conhecer as residências dos pais das crianças; naquele momento foi comprovada mais uma vez a real necessidade das crianças e daqueles pais. Moradia precária e uma vida difícil para manter tantos filhos.
No dia seguinte, foi preparado um café da manhã por Rita, Simone e Ionice e todas as funcionárias que ali estavam.
Tudo feito com amor e carinho do jeito que foi coordenado por Rosana Oliveira, a Presidente da AMC, que mesmo não podendo comparecer desde São Paulo, recebia as ótimas notícias sobre como tudo estava se desenvolvendo, pois não era um simples café, ali elas estavam recebendo as mães dos alunos para dar continuidade à visita e abençoá-las com tudo que foi proposto.
Uma mesa linda de pães, queijos, frutas, refrigerantes, geléias e tudo que aquelas queridas mães tinham direito e jamais tinham visto em sua vida (devido à carência de vida) fizeram questão de serví-las.
Ionice, assessora do Instituto Ressoar, deu abertura ao evento ressaltando o amor e o carinho daquele momento e dizendo que contava com a participação dos pais para que esse trabalho da Fazenda viesse a crescer cada vez mais, pois sozinha não poderia fazer nada e sim sempre com a ajuda dessas mães e pais e de parceiros que se associavam ao Ressoar, como a AMC.
A Psicóloga voluntária Rita Dantas apresentou uma dinâmica para levantar a autoestima daquelas mães (a dinâmica coloca que não podemos fazer nada sem a ajuda do outro).
Nesse café da manhã, contamos com a ilustre presença de Gianne Albertoni do programa Hoje em Dia, que falou do prazer de estar ali para conhecer melhor o trabalho da Fazenda Canaã. As crianças e os funcionários ficaram maravilhados.
Dra. Bel fez uma palestra sobre protetor solar e distribuiu protetores solar para todos os presentes.
Para finalizar, Simone, uma voluntária expressiva e dedicada, terminou o evento com uma bela oração em agradecimento por tudo ter saído como determinado e estendeu a suas mãos passando unção de prosperidade para tudo e todos e abençoando o projeto da fazenda Canaã que muito tem contribuído para o desenvolvimento das famílias carentes em Irecê - BA.
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IURD DOSE MAIS FORTE ZONA SUL PALESTRANTE ROBSON DE FREITAS








22/06/2011






Palestrante Robson de Freitas ministrou as reuniões no CRAS Aurora

Beneficiários do Renda Cidadã em Itapevi participam de palestra sobre drogas


Reunião aconteceu no CRAS Aurora e contou com a presença de mais de 200 munícipes


Nessa quinta-feira (16), a Prefeitura de Itapevi, por meio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania, realizou no CRAS da Vila Aurora mais uma reunião do programa Renda Cidadã, que ocorreu em dois períodos, manhã e tarde, totalizando mais de 200 beneficiários. O evento contou com a presença do vereador Paulo Rogiério de Almeida (Prof. Paulinho).


Durante as reuniões foram realizados debates sobre drogas e suas consequências. Os beneficiários puderam tirar suas dúvidas sobre o assunto com o palestrante Robson de Freitas que há 15 anos faz esse trabalho de prevenção, “É muito gratificante poder alertar as famílias sobre os males das drogas, em todos esses anos de trabalho já vimos muitas vidas serem mudadas”, disse o palestrante.







Reunião contou com a presença do Vereador Paulo Rogiério de Almeida (Prof. Paulinho)

O trabalho de prevenção às drogas será fragmentado em várias reuniões com grupos menores para a melhor interação dos beneficiários. As próximas serão realizadas nos dias 7, 12 e 15 de julho, sempre às 9h e às 14h, no CRAS Aurora.


Conscientizar a população sobre os perigos das drogas é uma preocupação constante da Prefeitura. Entre os dias 4 e 13 de junho, por exemplo, o município promoveu a 2º Semana de Prevenção e Combate às Drogas, quando foram realizadas diversas atividades culturais, esportivas, sociais e de saúde, alcançando cerca de 17 mil pessoas.







Centenas de pessoas participaram da palestra de prevenção às drogas no CRAS Aurora



FONTE http://www.itapevi.sp.gov.br/noticias/2011/340.html

terça-feira, 5 de julho de 2011

Preso às dívidas

Preso às dívidas






Golpes de agiotas aumentam no País. Pegar dinheiro emprestado só prejudica quem está com dificuldades financeiras e pode terminar em tragédia







“Dinheiro fácil, rápido e sem burocracia.” A frase anunciada em classificados de jornais, panfletos na rua e em sites da internet seduz ao oferecer a possibilidade de obter dinheiro para abater dívidas, evitar cadastros de devedores e aumentar o poder aquisitivo. É possível pegar empréstimos sem nem apresentar documentos ou comprovar renda em alguns casos. Mas todas essas facilidades custam caro. Por trás da maioria delas esconde-se a prática de agiotagem, um crime que envolve extorsão, agressão e até assassinatos.


Em meados do ano passado, o consultor de vendas Paulo Maciel, de 37 anos, foi assaltado e não conseguiu bloquear seus cartões de crédito antes que criminosos fizessem compras no valor de R$ 18 mil. O rombo em suas contas desequilibrou toda sua organizada vida financeira. O banco, onde era cliente há anos, passou a cobrar a dívida e ameaçou leiloar os seus únicos bens: um carro e uma casa. “Eu jamais recorreria a um agiota, mas não poderia perder o único patrimônio que construí ao longo da vida”, conta Maciel. Ele pediu R$ 22 mil emprestados a um agiota que encontrou via internet. “Eu procurei aqui em Caxias do Sul (RS), mas ninguém quis dar informações. Então resolvi anunciar o meu interesse em um site de classificados na
internet. No dia seguinte, recebi uma ligação de um homem de uma cidade no centro do País que dizia que me daria o empréstimo”, explica.


Maciel irá pagar a dívida com o agiota em 120 parcelas de R$ 1.376, quando terminar, em 2021, terá gasto o equivalente a R$ 165.120. “É um valor realmente muito alto. Mas eu não tinha mais a quem recorrer. Com meu trabalho posso pagar essas parcelas, mas não posso pagar R$ 18 mil de uma vez só ao banco”, justifica-se.




Maciel é mais uma vítima da agiotagem. E, segundo as autoridades, o golpe do dinheiro fácil só cresce no País. “É um crime cuja tendência é aumentar, porque está totalmente ligado ao superendividamento. Conforme as pessoas ficam mais endividadas, e com o nome negativado no sistema regular, mas elas recorrem a esse tipo de empréstimo”, explica Maurício de Almeida e Silva, delegado titular da Delegacia do Consumidor (Decon) do Rio de Janeiro.



Segundo dados da Radiografia do Endividamento das Famílias nas Capitais Brasileiras, realizada pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo, o endividamento do brasileiro aumentou nos últimos anos. Nos primeiros 5 meses deste ano, 64% das famílias nas capitais do País tinham alguma dívida, contra 61% no mesmo período do ano passado.







Nem sempre, tais endividamentos acabam bem. Assim como Maciel, M.E.C.J. também achou que procurar agiotas seria a melhor solução. Ela confiava em seu salário para quitar a dívida que contraiu no Rio de Janeiro. “Pagava juros de R$ 190 todo mês, só que fiquei desempregada e não tive mais condições. Ligaram para a minha avó, minha tia, dizendo que se eu não pagasse, matariam toda a minha família e eu também. Isso está me trazendo constrangimento emocional e psicológico. Não conseguimos sair de casa porque não sabemos se vamos voltar”, contou a vítima em maio ao programa “Balanço Geral RJ”, da “Rede Record”.




Só no Rio de Janeiro, nos primeiros 5 meses deste ano, o Disque-Denúncia registrou 3,8 mil ligações de denúncias contra agiotas. No mesmo período de 2010 foram 700. A maioria das denúncias envolvem ameaças de morte ao devedor e aos familiares da vítima, coação e delitos físicos, tudo em busca de pagamento.




Em alguns casos a ameaça se concretiza. O pedreiro Adalberto Mendes Lopes, de 34 anos, sem condições de pagar a dívida com os agiotas, pediu ajuda aos familiares. Reunidos, eles conseguiram juntar R$ 400 para quitar parte do saldo e, assim, tentar salvar a vida de Lopes. “Eu falei com o agiota e ele disse que, além daqueles R$ 400, eu tinha que dar mais R$ 600 para ele não matar meu filho”, contou a mãe da vítima, que preferiu não se identificar, em depoimento ao telejornal “RJ Record”. Como não conseguiram o dinheiro exigido, Lopes foi assassinado. O empréstimo original era de míseros R$ 20 que viraram R$ 1,2 mil.



Dias depois, Antonio Soares da Silva Neto, o “Netinho”, foi preso por ser suspeito pela morte e por estar ligado a outras denúncias de agiotagem e ameaças.




Dívidas de risco


Possivelmente foram dívidas que levaram André Luis Gusmão de Almeida, ex-participante do reality show “Big Brother Brasil” a procurar agiotas que agora são os suspeitos de o terem assassinado no início de junho, em Alumínio no interior de São Paulo. Segundo a Polícia Civil, em pelo menos três ocasiões, agiotas foram até a gráfica de Almeida fazer cobranças. A viúva declarou em depoimento que ele tinha uma dívida de R$ 20 mil, mas os bandidos pediam o dobro.







Não é a única morte recente relacionada pela polícia a dívidas e agiotas. Na segunda-feira (27), Marco Moreira Lagos, diretor-executivo da “TV Barretos”, foi assassinado com sete tiros nas costas. Em entrevista ao “Portal Imprensa”, o delegado Júlio Cardoso, do Departamento de Investigações Gerais de Barretos (SP), disse que uma funcionária o havia denunciado por agiotagem em novembro do ano passado e não descartou que o crime esteja relacionado com este tipo de atividade. O caso está sendo investigado.



Fora da lei


No imaginário popular, a agiotagem se caracteriza pela cobrança abusiva de juros. No entanto, todo empréstimo com juros feito sem autorização do Banco Central (BC) é considerado crime. Os bancos de varejo cobram juros altíssimos, algumas vezes mais altos do que os praticados por agiotas. No entanto, as instituições que funcionam dentro da lei costumam cobrar seus devedores também dentro da lei.







“Houve uma considerável expansão do crédito no Brasil. O consumidor pode procurar bancos ou financeiras para contratar um empréstimo. A modalidade que cobra a menor taxa de juros é o empréstimo consignado, cujo valor é descontado no contracheque. Pela garantia oferecida – nesta modalidade de empréstimo – as taxas de juros cobradas são menores que a de outros tipos de empréstimo. Se a pessoa não tiver como pagar o empréstimo, sempre haverá espaço para uma negociação nos bancos e financeiras, o que em geral não ocorre com agiotas”, diz André Furtado Braz, professor de economia da Fundação Getúlio Vargas do Rio de Janeiro.



Mas é preciso ficar atendo às falsas instituições financeiras regulares. “Existem pequenos escritórios que se dizem financiadoras, mas que na verdade não estão legalizados. Por isso é importante entrar em contato com o BC para tirar dúvidas”, explica Ademar Gomes, presidente da Associação dos Advogados Criminalistas do Estado de São Paulo (Acrimesp). A instituição possui um departamento que atende pessoas de baixa renda que não têm condições de contratar um advogado. Segundo a entidade, nos últimos 5 anos, 214 pessoas procuraram ajuda com problemas com agiotas.



Para Silva, o delegado do Decon, faltam instrumentos jurídicos para combater esse tipo de crime. “No Rio o que temos feito é enquadrá-lo como crime contra o sistema financeiro, que tem pena de 1 a 4 anos, já que quem empresta não tem autorização. O crime de agiotagem tem pena de detenção de 6 meses a 2 anos, mas o agiota nem chega a ficar preso. Do jeito que temos feito, a simples caracterização de que a pessoa está emprestando dinheiro já a leva à cadeia.”



Mas essa ação não é igual em todo o País. Em São Paulo, por exemplo, os crimes ainda são enquadrados como crimes contra a economia popular. “Na verdade, os agiotas não se passam por operadores financeiros, ainda assim o potencial lesivo é imenso. O problema dessa prática criminosa é que o agiota pega como garantia um cheque e não precisa provar por qual tipo de serviço ele está sendo remunerado. Por isso, é muito importante que as vítimas procurem a delegacia para denunciar”, defende José Carlos Blat, promotor do Ministério Público de São Paulo.



As autoridades têm avançado no combate a este tipo de crime, mas a principal estratégia para se prevenir ainda é evitar a tentação de dinheiro fácil.

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