sábado, 4 de setembro de 2010

IURD A Gente da Comunidade da (Região de Guaianazes) faz uma grande festa na Fundação Casa de Ferraz de Vasconcelos



Foi um domingo especial que os voluntários do projeto "A Gente da Comunidade" (Região de Guaianazes) juntamente com Pr Geraldo Vilhena e voluntários da IURD realizaram uma festa, com direito a bolos e refrigerantes para todos os internos e funcionários da Fundação Casa Cereja I e II em Ferraz de Vasconcelos.













Na abertura do evento o Pr Geraldo Vilhena (Responsável pelo trabalho evangelístico do Estado de São Paulo na Fundação Casa) efetuou uma oração, abençoando todos os jovens internos e também os respectivos familiares que estiveram em visita pela manhã.





A representante do "A Gente da Comunidade" Marta esclareceu que o projeto tem por objetivo levar informação para a população para que adquiram o conhecimento dos seus direitos e deveres, pois todo cidadão tem o direito de fazer suas escolhas.










Em seguida a Banda Nesher e os voluntários do A Gente da Comunidade agitaram os internos, mostrando que a alegria é algo que contagia e faz bem ao coração.











Uma mensagem de reflexão, a Cia Teatral apresentou a peça "Leilão de uma Alma", levando os internos avaliarem o preço de uma alma, e o alto preço que foi pago pelo Sr. Jesus por amor a humanidade.
























No final o Diretor Israel Simões Pimentel e funcionarios ficaram felizes com o evento.



MARTA ALVES

Punição a menor cresce no interior de São Paulo.

Punição a menor cresce no interior de São Paulo
AE - Agência Estado
A lei é a mesma: o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Mas a interpretação de juízes da capital e do interior paulista é bem diferente. Enquanto os primeiros preferem medidas em liberdade, a internação é o caminho para os demais. Nos últimos seis anos, as internações caíram 83% na capital paulista. No mesmo período, aumentaram 21% nos outros municípios. A divergência ocorre principalmente nos casos envolvendo o tráfico de drogas.
Os dados foram levantados pela Corregedoria do Ministério Público Estadual. Diversos reflexos já estão sendo sentidos no Estado - principalmente nas unidades da Fundação Casa do interior, que estão ficando lotadas. Como resultado, um número crescente de internos precisa cumprir a internação na capital, onde sobram vagas.
Atualmente, 350 jovens infratores que vieram do interior cumprem medidas na cidade de São Paulo - o que representa 12% do total. "Desde 2005 não tínhamos esse problema, que recomeçou no ano passado", afirma a presidente da Fundação Casa, Berenice Giannella. A falta de Defensoria nas Varas da Infância das cidades interioranas acaba favorecendo a ocorrência desse quadro. "Existem internações absurdas, casos de jovens internados por furto e/ou de primários envolvidos com o crack", diz a defensora pública Leila Rocha Stonton.
Os efeitos dessas decisões contrastantes do Judiciário paulista podem ser vistos também nas estatísticas da Fundação Casa. O tráfico de drogas é hoje o ato infracional que mais interna no interior, representando 42% do total de jovens. Na capital, a maioria dos internos praticou roubos à mão armada. O total de internos por tráfico só passou da casa dos 15% neste ano, com a chegada crescente de jovens interioranos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

AMOR INCONDICIONAL


O instinto protecionista dos seres vivos já despertou a curiosidade dos mais respeitados biólogos da Era Moderna, dentre eles o naturalista Charles Darwin, que o definiu como “uma poderosa arma inerente a todos os seres vivos”. Para o pai da teoria do evolucionismo, zelar pela cria é uma lei natural e universal, imprescindível para a perpetuação da espécie.
Os seres humanos, portanto, não fogem à regra: para eles, a necessidade de proteger o filho, quando diante de um perigo iminente, é um dos raros episódios experimentados em que a ação instintiva toma o lugar da lógica, do raciocínio e até mesmo do bom-senso. Por isso, acredita-se que instinto protecionista de seres humanos e animais são extremamente semelhantes na forma como funcionam biológica e fisicamente: diante de uma situação de risco da cria, o foco do genitor é um só: resgatar a situação de segurança do filho a todo custo, mesmo que isso possa tirar a vida daquele que o gerou. “A natureza viva funciona assim. E não é dada outra escolha a ninguém, seja homem, seja um bicho. Não se podem avaliar instintos”, afirmam os cientistas.
Mesmo assim, existem, casos que desafiam à lógica e todo conhecimento acumulado pelas ciências, tanto no mundo animal quanto entre seres humanos. A mãe que mata o próprio filho é um bom exemplo dessa transgressão às leis biológicas.
“São casos que desafiam a ciência, uma vez que esse comportamento vai de encontro com a harmonia e a perfeição dos mecanismos que controlam e garantem a vida de todas as espécies”. Pelo mesmo motivo, não é à toa que relatos de mães que assassinam o filho, tanto no mundo animal como entre seres humanos, causam espanto, revolta e indignação coletiva. Explicar o motivo pelo qual um ser tira a vida de outro da mesma espécie não é uma das tarefas mais fáceis. “Quando o crime acontece entre pais e filhos, o conhecimento lógico não explica esse fenômeno. A ciência, definitivamente, não consegue dar uma resposta para esse tipo de comportamento”.
Para o psicanalista e psiquiatra Jorge Forbes, não há justificativas para o filicídio (assassinato do filho). “Pai e mãe matarem os filhos é uma atitude inexplicável e incompreensível. É Impossível compreender qualquer que seja a situação que tenha levado ao crime”. Outros especialistas do comportamento humano, no entanto, acreditam que alguns pais matam os filhos na intenção inconsciente de preservá-los de algum tipo de sofrimento, como, por exemplo, a fome e a dor.
“No mundo animal, essa atitude é uma manifestação do amor levado às últimas consequências. Entre os humanos, no entanto, dado o seu grau de evolução, essa atitude não tem nenhuma base de sustentação”.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

IURD SEM FRONTEIRAS



Em defesa das africanas



Por Nomsa Masengemu
redacao@folhauniversal.com.br


Mulheres em Ação lança campanha contra abusos na África do Sul

Johannesburgo - África do Sul – A ONG Mulheres em Ação lançou recentemente na Catedral da Fé do bairro de Soweto, em Johannesburgo, a campanha “Salve uma Tamar” para combater toda forma de abuso contra mulheres na África do Sul.

Tamar, na Bíblia, é filha do rei Davi, e foi estuprada pelo irmão, Amnom. A iniciativa tem o objetivo de devolver a autoestima a mulheres, já que o abuso tirou a dignidade de muitas.
“Às vezes, as mulheres ouvem acusações de amigos ou membros da família, como: ‘Por que estava andando sozinha?

Olha para as roupas que está usando.’ Mas que culpa pode ser colocada em uma criança a qual alguém tirou vantagem em sua própria casa? Talvez tenha sofrido um abuso e se sinta desprezada, rejeitada, e queremos dizer que você é uma mulher de valor, de coragem”, disse Márcia Pires, fundadora da ONG.

Os homens compareceram em grande número para apoiar as mulheres e a campanha. Direcionando seus comentários a eles, Márcia declarou: “Atue na comunidade para se unir à luta contra o abuso da mulher e da criança.”

O coral do Mulheres em Ação apresentou a canção especial “Salve uma Tamar”, que será entoada durante os 4 meses da campanha. Eles também fizeram chaveiros de brinquedo que foram vendidos, sendo a arrecadação doada para a Clínica Teddy Bear, organização sem fins lucrativos de proteção e assistência a crianças que sofreram abuso.

Colaborou: Mauro Rocha


segunda-feira, 30 de agosto de 2010

MACHISMO X FEMINISMO




Em 1927, o Estado do Rio Grande do Norte foi o primeiro do País a permitir que as mulheres votassem. A partir de então, a conquista regional desse direito beneficiou a luta feminina da expansão do “voto de saias” para todo o Brasil. Em 1928, Alzira Soriano foi a primeira mulher a ocupar um cargo eletivo, como prefeita de Lajes, pelo Partido Republicano. Mesmo assim, ela não terminou o seu mandato. A Comissão de Poderes do Senado anulou os votos de todas as mulheres.

A partir da década de 40, começaram a surgir as primeiras mulheres ousadas o suficiente para trajar calças compridas, mas só no final da década de 60 é que o vestuário passou a ser difundido e perdeu sua conotação vulgar.

As conquistas no mundo feminino não pararam por aí e, desde então, avançam em ritmo acelerado, colocando em estado de alerta máximo os homens, que, confessam, se sentem ameaçados pela desenvoltura e potencial delas.

Em menos de um século, as mulheres avançaram tanto socialmente que, hoje, são poucas as que ainda desempenham o papel exclusivo de mantenedoras do lar. Boa parte delas renunciou ao casamento e se dedica integralmente à profissão. No Brasil, estima-se que existam cerca de 20 milhões de mulheres entre 30 e 40 anos que ainda não se casaram. Grande parte desse grupo afirma que o matrimônio não é uma meta de vida e, por isso, a situação não incomoda.

Nos Estados Unidos, a porcentagem de mulheres dessa mesma faixa etária que preferiu a vida de solteira, era, há 30 anos, por volta de 6%. Esse índice cresceu vertiginosamente de lá para cá. Hoje, elas já são 22%. De acordo com especialistas, a ascensão da mulher no mercado de trabalho, em boa parte do mundo, é um fator preponderante na hora de escolher entre vida sentimental e profissional.
Se a escolha não é nada fácil, a saída tem sido conciliar família e trabalho. E, mesmo que alguns não admitam, está claro que a mulher pode desempenhar com maestria os dois papéis e ainda o de protagonista (não mais de coadjuvantes) da história da sociedade moderna.
Exemplos não faltam: na América Latina, Michelle Bachelet esteve à frente do executivo chileno de 2006 até metade de 2010; Cristina Kirchner, além de conduzir a própria família, dita os rumos da nação Argentina. No Brasil, Dilma Rousseff e Marina Silva disputam a presidência num território, até então, de domínio exclusivamente masculino.
Diante desse cenário, surgem duas intrigantes questões. Primeira: quem, afinal, é o “sexo frágil”? Segunda: será mesmo que ele existe?

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