quarta-feira, 29 de julho de 2009

FICAR PRA TITIA


Ficar Pra Titia

A ansiedade existe porque o mal persevera em sugerir dúvidas, medos e preocupações. Em seguida sugere soluções rápidas através de conselhos “amigos”. Como fez na casa construída sobre a areia.
“Você ainda não casou? Iiii… tá mal! Cuidado pra não ficar pra titia!…”
Essa e outras tantas situações vivenciadas motiva o medo de Deus não responder às orações. O tempo passa e a ansiedade aumenta. E o pior: turbinada por pessoas usadas pelo mal.
Por isso, a necessidade de se investir na atitude de fé diária. Só ela dissipa dúvidas, medos e ansiedades.
A Pedro Jesus disse: “Arreda, Satanás!” ( Mateus 16.23 )
Amigos, jamais esqueçam uma coisa: quem está mal sempre será usado pelo mal para disseminar o mal.
Fuja dessa gente! Mesmo tendo ela aparência ser de Deus! Fuja já!
Não permita que façam seus ouvidos de pinico, corrompendo sua boa fé com blá, blá, blás…
Use sua capacidade de raciocínio e nunca se deixe levar pelas dúvidas dos outros.
“Bem-aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.” ( Salmo 1.1
)Publicado por Edir Macedo

A MODA QUE SAI DAS TELAS



A moda que sai das telas
A partir da premissa que moda e cinema sempre tiveram muito a ver, a versão online do jornal britânico “Times”, do dia 3 deste mês, resolveu listar os 10 filmes que mais influenciaram o modo de vestir das pessoas e os estilistas. O vencedor foi “Bonequinha de Luxo” (1961), graças ao vestido preto e às luvas longas da mesma cor, usadas pela atriz Audrey Hepburn no filme. Ele foi seguido por “Juventude Transviada” (1955), onde James Dean consagrou o estilo rebelde de camiseta branca, calça jeans e jaqueta de couro. O filme mais antigo do ranking é “Os Homens Preferem as Loiras” (1953), no qual a atriz Marilyn Monroe ousa nas cenas com vestidos e luvas cor-de-rosa. Já nos anos 60, muitas mulheres usavam cabelos curtos, inspiradas no visual do filme “Acossado” (1960), e minissaias, como em “Blow Up – Depois Daquele Beijo” (1966). “Desde o seu surgimento, o cinema foi propagador de moda. Nas décadas de 40 e 50, as mulheres levavam ao cinema lápis e papel para copiar roupas, maquiagem e cortes de cabelo das divas. Já a partir dos anos 70, a moda da rua passa a influenciar o cinema e também as passarelas”, comenta Josenilde Souza, professora de Produção de Moda das Faculdades Metropolitanas Unidas, de São Paulo, e autora do blog “Moda e Cinema”. A moda da rua inspirou os ternos brancos e calças bocas-de-sino do ator John Travolta, em “Os Embalos de Sábado à Noite” (1977), e o estilo retrô, de roupas pretas e cabelo curtinho, usado pela atriz Uma Thurman, em “Pulp Fiction – Tempo de Violência” (1994). No século 21, a poderosa indústria da moda se consagra em “O Diabo Veste Prada” (2006), no qual Meryl Streep vive uma editora de moda e Anne Hathaway exibe modelos de tirar o fôlego, copiados em várias vitrines após a estreia. (G.B.)

DISTIMIA:DEPRESSÃO LEVE

DISTIMIA: DEPRESSÃO LEVE

Doença afeta cerca de 180 milhões de pessoas e traz prejuízos sociais, familiares e profissionais

CLARISSE WERNECKAGENCIA UNIPRESS INTERNACIONAL
Todo mundo já teve um colega de trabalho que “vivia” de mau-humor ou tem um familiar que está sempre quieto, calado e que prefere evitar eventos sociais. Ou, ainda, conheceu um adolescente rebelde. Saiba que essas pessoas podem sofrer de distimia.A distimia é uma doença do humor, como a depressão. No entanto, seus sintomas são mais brandos do que na chamada depressão maior, mas ocorrem de uma forma crônica, com a persistência da tristeza por longo tempo, podendo durar muitos anos ou até a vida inteira do indivíduo. Estima-se que ela acometa entre 3% a 5% da população mundial (cerca de 180 milhões de pessoas). Mas é pouco diagnosticada, pois muitos portadores não sabem que têm a doença.
Enquanto na depressão maior a pessoa tende a ficar prostrada, o distímico mantém a sua rotina normal, fazendo com que a enfermidade, muitas vezes, passe despercebida pelas pessoas que o cercam e até por ele mesmo. O psiquiatra e professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Juiz de Fora, Uriel Heckert, no entanto, explica que essa “rotina normal” mantida pelos distímicos é relativa. “Esses pacientes encontram mais dificuldade para realizar as tarefas cotidianas, pois tudo lhes é custoso, exigindo maior esforço. Os relacionamentos tornam-se difíceis e o rendimento profissional acaba comprometido. Por viverem sempre insatisfeitos e irritadiços, tem seu funcionamento orgânico afetado, ficando mais sujeitos a doenças físicas, o que pode deixá-los ainda mais tristes. A distimia pode causar muito sofrimento e prejuízo”, explica.
Muitas vezes, os distímicos apresentam desempenho abaixo de sua capacidade, tanto no trabalho, quanto na escola. Relutam em realizar atividades “de risco”, como convidar alguém para sair ou ir a entrevistas para emprego. São ainda pessimistas, facilmente desencorajáveis e apresentam dificuldade em completar tarefas. Dr. Uriel Heckert explica que a distimia caracteriza-se pela presença, em grau moderado, de tristeza, desânimo, desinteresse por atividades prazerosas, pessimismo e sentimentos infundados de culpa. “Também pode ocorrer irritabilidade, alterações do sono e do apetite. Para se firmar o diagnóstico, os sintomas devem estar presentes de forma prevalente ao menos pelo prazo de dois anos. Não se trata de eventuais alterações do humor ou de uma reação negativa diante de eventos desagradáveis”, diz.
Humor oscilanteSegundo a psicóloga Adriana Araújo, a maioria dos distímicos não consegue demonstrar muito como está seu humor, se estão alegres ou tristes. “Muitos artigos na internet referem-se ao distímico como irônico ou com humor sarcástico, mas essa não é a regra; a maioria é mais introspectiva e com pouca expressão dos sentimentos e emoções”, diz.
O perfil típico do distímico é o de uma pessoa mal-humorada, quieta demais ou que está sempre triste. Na maioria dos pacientes, a doença começa cedo: na infância, adolescência ou início da idade adulta, por isso ela é facilmente interpretada como o jeito de ser da pessoa. Em crianças, muitas vezes expressa-se por irritabilidade e mau humor ou isolamento. Em adolescentes, pode associar-se à rebeldia ou abuso de drogas, além de irritabilidade ou isolamento.
“A tendência geral é considerar o quadro como característica da personalidade daquela pessoa e, portanto, como algo irremediável. Os distímicos acabam ganhando má reputação e passam a ser alvo de críticas que não consideram o grau de sofrimento em que eles vivem”, afirma Heckert.
Depressão e tristeza"Todas as pessoas se sentem tristes em algum momento da vida. Eventos adversos como perda de um emprego, separação, morte de uma pessoa próxima, mudanças que não são bem-vindas, entre outros, podem causar muita tristeza. Entretanto, mesmo tristes, essas pessoas conseguem executar as tarefas, mantendo algum bom humor e esperança, até que um dia superam esse sentimento.
Na depressão e na distimia, a experiência emocional é muito mais intensa e duradoura e a pessoa sente-se sem esperança e vitalidade, acha-se incapaz e tem autoestima baixa, podendo chegar até a ideias suicidas. O fato de não conseguir ver o lado bom das coisas, interfere de forma decisiva em seus afetos, nos comportamentos e planejamento de vida.
Mas a depressão é uma doença completamente tratável, desde que o paciente e a família tomem a atitude de procurar um médico e seguir suas recomendações."
O tratamentoComo os sintomas da distimia acompanharam o paciente por muitos anos de vida, ele pode levar um tempo até conseguir se livrar dos efeitos da depressão crônica. De imediato, um psiquiatra deve ser consultado. Ele poderá receitar medicamentos para eliminar o máximo de sintomas possível (humor deprimido, falta de sono, alterações de apetitite, etc). Depois, a psicoterapia é recomendada para auxiliar no redirecionamento de sua vida.
"A psicoterapia envolve técnicas para detectar necessidades de mudanças, aumento de energia e vitalidade, planejamento e ação", diz a psicóloga Adriana Araújo.
O psiquiatra Uriel Heckert recomenda ainda a terapia familiar, para ajudar na superação dos problemas nos relacionamentos causados pelos sintomas da distimia.
Para a geriatra Margarete Henriques, o apoio da família é muito importante para a cura da enfermidade. "A família deve entender que os comportamentos do paciente são originários de uma doença", diz.
Em seu consultório, ela encaminha pacientes seus com suspeita de depressão ou distimia a psiquiatras ou psicólogos, com frequência, sem que, no entanto, a família tenha percebido algo de errado com eles. "O próprio portador da depressão ou distimia, muitas vezes, se recusa a procurar um médico por achar que seu ‘mal-estar’ é resultado de problemas particulares ou sociais que está atravessando. Esta recusa é sinal de que algo não vai bem!", diz a especialista.
SintomasA maioria dos doentes não apresenta todos os sintomas relatados abaixo, mas se forem observados pelo menos oitos deles, um psiquiatra ou psicólogo deve ser consultado:¡ tristeza, humor deprimido;¡ sensação de desamparo;¡ dificuldade de concentração;¡ dificuldade para tomar decisões;¡ baixa autoestima;¡ baixo nível de energia;¡ fadiga;¡ problemas de sono (insônia, sono não reparador, sonolência exagerada, etc.);¡ alterações do apetite (falta ou excesso de apetite, descontrole com relação a certos tipos de alimentos, como doces);¡ falta de memória;¡ isolamento social;¡ irritabilidade;¡ dificuldade para realizar atividades de risco (entrevista para emprego, convidar alguém para sair, etc.);¡ facilidade para ser desencorajado;¡ pessimismo;¡ falta de esperança;¡ mau humor;¡ abuso de álcool ou drogas;¡ enxaqueca;¡ náuseas;¡ desmotivação;¡ pensamentos suicidas;¡ autocrítica exagerada;¡ crítica (aos outros) exacerbada.






SOLIDÃO


'SOLIDÃO.COM':COM A INTERNET, OS RELACIONAMENTOS ESTÃO SENDO BENEFICIADOS, PREJUDICADOS OU BANALIZADOS?Recentes pesquisas realizadas pela Global Market Insite (GMI) constataram que o brasileiro é o povo que mais procura por namoro e sexo via internet. Dentre os 18 países analisados, o Brasil ficou em primeiro lugar, mantendo boa distância do segundo colocado. Os estudos analisaram o comportamento de homens e mulheres de todo o mundo que se relacionam virtualmente e chegou à conclusão de que dois terços dos entrevistados namoram pelo computador. Quase metade (46%) considera essa atividade muito importante para a vida. Ao todo, foram ouvidas 18 mil pessoas entre 18 e 64 anos. Na lista dos países analisados estão alguns dos mais importantes, como Canadá, China, Austrália, Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Brasil e Japão. Os brasileiros, segundo a GMI, não são apenas os campeões em número dos que procuram por um amor na rede. Quase 30% deles querem exclusivamente sexo, seja real ou apenas virtual. Em segundo lugar estão os alemães (24%), seguidos dos mexicanos e indianos, empatados com 22%. Em último lugar aparecem os poloneses. Apenas 4% deles estão interessados em encontrar alguém na Web. Quando questionados se a prática de manter relacionamento virtual é considerada traição, 56% dos brasileiros disseram que sim. Trinta e dois por cento assumiram que já traíram o parceiro desta forma, provando que, virtualmente, o brasileiro é o povo mais infiel do mundo. Em segundo lugar estão os malaios (29%). Outro ponto curioso levantado pela GMI diz respeito ao comportamento ético do internauta brasileiro. Oitenta e oito por cento das pessoas ouvidas na pesquisa confessaram que se descrevem de modo fantasioso quando estão conhecendo alguém na internet. Quase 43% dos homens de olhos castanhos dizem ter olhos verdes ou azuis quando estão online. Com relação às mulheres, 92% disseram que mentem quando falam sobre o peso e cor de cabelo. Apenas 6% delas disseram jamais ter mentido ao se descrevem fisicamente para o parceiro virtual.

PAQUERA


PAQUERA:O QUE VALE MAIS É A CANTADA, A APARÊNCIA OU A CONTA BANCÁRIA?Homens e mulheres sempre fazem uso de algum jogo para conquistar a pessoa pretendida, mas o que os difere, no entanto, é o modo como cada um se utiliza desse jogo de sedução. A mulher, de forma geral, lança mão bem mais de seu lado físico para atrair sua presa. Por isso, ela sempre se veste de forma sensual, usa perfumes que cativam o olfato masculino, salto alto para dar-lhe aparência sedutora e atraente. A gesticulação corporal também entra ação, mesmo que de forma inconsciente, na hora da paquera. Movimentos repetitivos, como passar as mãos no cabelo, ajeitar alguma peça da roupa e copiar os movimentos do pretendente, são fortes sinais de que a mulher está “jogando”. Já os homens fazem uso de algumas táticas bastante semelhantes às das mulheres. Outras, no entanto, são muito diferentes. Em comum com o sexo feminino, ele tem o hábito de preservar a aparência e impressionar pelos sentidos. Para tanto, ele procura aparecer bem-vestido e perfumado. Mas é a cantada a principal responsável por colocar um abismo entre os dois sexos: Ela é um tipo de arma exclusivamente masculina. O homem também é mais incisivo na hora de manter uma troca de olhares ardente com sua paquera. Cabe a mulher apenas retribuir ou não, pois ela pouco se utiliza desse gesto. Mesmo em tempos modernos, cabe também aos homens tomar a atitude de aproximação da mulher. Para quem estuda a arte da conquista, essa tática faz com a maioria das mulheres se apaixone, uma vez que sugere que o homem que age assim é presente, e não ausente. Uma dica valiosa dada pelos especialistas, é que homens e mulheres não devem tentar, a todo o momento e sem nenhum critério, conquistar alguém. “Isso vai se parecer mais com desespero. Espere a oportunidade certa”, ensinam. Mas procurar mostrar simpatia, ser educado e ter personalidade são as armas mais infalíveis que existem, garantem.

UM QUER SEXO,O OUTRO NÃO:ISSO SERVE DE JUSTIFICATIVA PARA UMA TRAIÇÃO?


UM QUER SEXO, O OUTRO NÃO:ISSO SERVE DE JUSTIFICATIVA PARA UMA TRAIÇÃO?Aproximadamente 900 mil uniões matrimoniais foram formalizadas durante 2008 em todo o Brasil, contra 230 mil casos de divórcio. Portanto, durante esse período, de cada quatro casamentos, um terminou em separação, número elevado, de acordo com os realizadores da pesquisa. Mas o crescimento do número de separações não tem sido uma característica apenas do Brasil. Censos realizados por todo o mundo mostram que os divórcios estão em alta. Na Califórnia, por exemplo, houve um incremento de desquites de 100% em apenas um ano. Em maio de 2002 ocorreram 6.800 separações legais; em maio de 2003 foram 15 mil. Atualmente, os registros já se aproximam dos 20 mil. Em 30 anos, a taxa de casamentos formais caiu de 41,48% para 34,49% entre as mulheres de todo o mundo, com redução de nove pontos percentuais de casamentos religiosos. Assim como no mercado de trabalho e na previdência, tem havido também movimentos em direção à informalidade conjugal. Hoje, são 36,2 milhões de mulheres sozinhas, cerca de 50% do total. Quanto às causas mais comuns para a separação, recentes pesquisas comprovam o que já era esperado: a traição ainda é a principal causa citada pela maioria das pessoas ouvidas. Em seguida, estão os problemas financeiros (dívidas, descontrole e divergência de salário entre o casal), seguidos dos vícios e da incompatibilidade de gênios (arrogância, egoísmo, conformismo e intolerância). Rotina e ciúme também são grandes empecilhos para a harmonia conjugal, mas aparecem na lanterninha dos principais motivadores para o fim das uniões. Para os pesquisadores, foi-se o tempo em que as mulheres suportavam tudo como guerreiras, inclusive a traição, para segurar o casamento. Atualmente, a maioria absoluta dos pedidos de divórcio parte das mulheres. Segundo elas, o bom desempenho sexual do marido é fator primordial para não haver separação, nem possibilidades de uma traição. Tal tese foi provada por uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, onde, das 400 mulheres ouvidas e que admitiram já ter traído, 70% disseram ter sido motivadas pela insatisfação da vida sexual com o marido. Já paras os homens, a porcentagem cai para apenas 22%. Os sexólogos responsáveis pela pesquisa explicam que as mulheres interpretam o sexo de várias maneiras: que elas ainda são amadas, desejadas e respeitadas pelo marido. O homem tem uma visão diferente disso, muito mais carnal, o que explicaria o fato de eles pedirem menos o divórcio ou traírem unicamente por motivos sexuais.

POR QUE AS PESSOAS SENTEM MEDO DE MORRER?


Por que as pessoas sentem medo de morrer?

A opinião de Pastor Geraldo Vilhena .o medo é um sentimento inerente ao ser humano, caracteriza-se pelos sentimentos de pânico, pavor, terror, entre outros. Na atualidade, em que os sentimentos estão à flor da pele, os seres humanos sofrem com todo tipo de síndrome, depressão, mal súbito, ansiedade e, o mais preocupante no momento, os ataques de fúria, que têm motivado muitos crimes e delitos. O ser humano está num desequilíbrio emocional e não consegue encontrar seu ponto de segurança e sua harmonia perdida; isso se deve à distância criada entre o homem e Deus. Não é novidade que muitos tenham medo da morte em meio a este vendaval de emoções.
É conflitante pensar na própria morte, porém o problema não está na morte em si, mas para além dela, ou seja, com a propagação do Cristianismo pelos meios de comunicação em massa, fica no inconsciente humano o sentimento de dúvida em relação ao que realmente vai acontecer com a alma quando morrer, o que leva as pessoas a terem medo da morte, pois a carne é algo temporário, mas a alma é um bem eterno. É como Deus promete em sua Palavra: "De fato, a vontade de meu Pai é que todo homem que vir o Filho e Nele crer tenha a vida eterna" (João 6.40). Uma das mais preciosas promessas que Deus faz ao homem é a vida eterna, porém, muitas pessoas menosprezam esta promessa e fazem dela algo fantasioso, uma história infantil com final feliz.
O que muitos esquecem é que o final feliz não será para todos, porque as pessoas estão preocupadas e envolvidas em sua rotina, em suas ambições, preocupadas em agradar meio mundo, mas, despreocupadas em conhecer a Deus e tê-lo como Senhor da sua vida. Cultivam tanto o corpo e suas vaidades, mas esquecem de preservar a própria alma, o que verdadeiramente será para sempre.
"Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra, viverá... Crês nisto?" (João 11. 25,26). O medo da morte se deve ao fato de muitos não crerem nas Palavras de Deus e levarem uma vida desenfreada, totalmente sem limites, que as deixam distanciadas do único que pode lhes proporcionar a salvação eterna: Deus. O sentimento arbitrário, a morte, emana da falta de aliança com Deus, o que gera a dúvida da salvação, ou seja, a pessoa não tem a certeza da própria salvação, por isso teme morrer; pela insegurança do que pode acontecer após a morte.
Aqueles que crêem em Deus e andam em concordância com seus mandamentos, não têm medo da morte. Ela será apenas uma mudança de estado para desfrutar da presença de Deus e da salvação eterna. É como Paulo afirmava: "Porquanto, para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro." (Filipenses 1.21)

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