sexta-feira, 3 de julho de 2009

LIVRE DA DEPRESSÃO



















Livre da depressão

Curitiba (PR) – A empresária Cláudia Biato, de 44 anos, sofreu muito antes de conhecer a Igreja Universal. Ela conta que tinha depressão, passava por uma séria crise no casamento de 17 anos e estava endividada. “Enfrentava o pior momento de minha vida. Estava à beira da separação e tinha uma dívida de quase R$ 100 mil”, relata. Para completar, a saúde dela estava debilitada devido a uma alergia que se alastrou pelo corpo. O desejo de mudar de vida era constante. Cláudia não aceitava aquela situação. Em meio a tantos problemas, ela ouviu falar da Fogueira Santa na IURD. “Comecei a ir às reuniões, até que participei da Fogueira Santa, com toda fé e determinação. Creio que chamei a atenção de Deus, porque comecei a obter resultados. Meu casamento foi restaurado, fiquei livre da depressão, do medo e da doença”, enfatiza. Cláudia também comemora as vitórias financeiras que obteve após a campanha. Segundo ela, quitou as dívidas que tinha com bancos e agiotas. “Conquistamos uma empresa, 6 automóveis e uma casa maravilhosa. Temos uma chácara e um terreno na praia. O melhor de tudo foi que tivemos um real encontro com Deus”, conclui.





UNIVERSAL comemora aniversário da unidade da Fundação CASA Fênix.

E dia de festa! Parabéns


Comprovadamente sete e o número da perfeição, pois foi neste período que Deus criou o mundo é tudo que nele há, e a Fundação Casa Fênix completou 07 anos na última segunda-feira 06/10 com a gestão da Sra. Rosana.  


O evento teve a abertura com uma mensagem de fé e esperança do Pr. Geraldo, que engajou um bate papo com a ex-sensitiva  Marta Alves falando sobre sua história de vida, que teve momentos difíceis por conta  da escolha de se entregar a espíritos malignos e fazer rituais para prejudicar outras pessoas.
Marta relatou que fazia tudo pois tinha a esperança de receber o poder que tanto prometiam, que teria uma vida próspera e feliz.   Mas nada disse aconteceu ao contrário somente sofrimento e dor.  Várias perguntas foram feitas pelos garotos pois muitos deles também já passaram por esta experiência. 
Porém Pr. Geraldo explicou sobre a importância de ter uma aliança com Deus par que tenham o livramento do mal e direção par fazer as melhores escolhas.

 Fez uma oração para libertação de todos os vícios e para que o Espírito Santo guardasse a cada um.


Em seguida a primeira tecladista e cantora da Igreja Universal do Reino de Deus  Cristina Miranda alegrou ainda mas a manhã com suas canções.

Enfim, saímos daquela unidade com a sensação de dever cumprido e que nosso carinho e afeto ficou na memória dos garotos e respectivos familiares.

Sisterhood visita internas da Fundação Casa

Voluntárias distribuem kits e livros para menores infratoras

Por Sabrina Marques
redacao@arcauniversal.com
Amor e dedicação são características presentes em todas as voluntárias do Sisterhood, grupo que surgiu em dezembro de 2009 e tem a finalidade de resgatar a essência feminina colocada por Deus em cada mulher. Desta vez quem recebeu o carinho dessas mulheres foram as internas da Fundação Casa “Chiquinha Gonzaga”, da Mooca, bairro localizado na zona leste da capital paulista.

As mais de 140 internas do local receberam kits de higiene pessoal e também centenas de livros “A mulher V”, da escritora e fundadora do Sisterhood, Cristiane Cardoso.

Além das doações, as internas também ouviram mensagens de fé e esperança, contidas na Palavra de Deus. Para o responsável pelo trabalho evangelístico dentro da Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena, a iniciativa do grupo é fundamental para a ressocialização e mudança de comportamento das menores infratoras. “Este é um trabalho excelente, pois a presença das voluntárias fez com que as jovens se aproximassem mais. Muitas abriram o coração, choraram após receber as orientações das esposas dos bispos, elas elevaram a autoestima, que a muito tempo estava em baixa, este evento foi muito bom”, conclui o pastor Geraldo Vilhena.

Momento da entrada do grupo Sisterhood

Uma palavra de fé


Jovens internas recebem um atendimento das esposas dos bispos e pastores

Leitura do livro A MULHER V

Senhora Margarete esposa do bispo Marcos com duas internas da Fundação Casa.

Senhora Rosilene esposa do bispo Jadeson com uma jovem interna.

Senhora Marcia esposa do bispo Romualdo antendendo uma jovem interna

Senhora Fátima esposa do bispo Clodomir atendendo jovens internas.

Uma visita na Casa das mães na Fundação Casa

Uma oração para finalizar.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

A hora da entrevista.






























A hora da entrevistaExistem algumas armadilhas nas entrevistas de emprego que podem minar suas chances de conseguir a vaga. Atenção a todas as perguntas e ao modo como fala são passos fundamentais para se sair bem. A psicóloga e consultora de carreiras, Maria Neves, pondera que “todo entrevistador é capaz de entender o nervosismo. Ele também já foi entrevistado”. Contudo, a tranquilidade e a transparência do candidato são sempre levadas em consideração. “O importante é manter a calma. Se a ansiedade falar mais alto, seja sincero e avise o gestor que você está muito nervoso”, recomenda a especialista. Essas são algumas dicas para ajudá-lo nesse momento tão importante: Se for perguntado por que você saiu do antigo emprego, responda com sinceridade. Descobrir a verdade é fácil, basta apenas um telefonema para sua antiga empresa. Estude antes sobre a empresa em que você se candidatou. Se o gestor perceber que você está desinformado até mesmo sobre o cargo, isso vai prejudicar o resultado. Quando for perguntada a pretensão salarial, não tente pedir um salário muito alto. O melhor, nesse caso, é dizer que gostaria de ganhar pelo menos a quantia do seu último emprego.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

AMC DIA DA DIFERENÇA NA FUNDAÇÃO CASA


Um café da manhã especial














































Um café da manhã especial Voluntárias visitam unidades da Fundação CasaAgência Unipress/SPSÃO PAULO – Recentemente, voluntárias que fazem parte da Associação das Mulheres Cristãs (AMC), instituição sem fins lucrativos ligada à Igreja Universal do Reino de Deus, visitaram duas unidades da Fundação Casa (Piratininga e Brás), em São Paulo, e, na oportunidade, recepcionaram os familiares dos internos com um delicioso café da manhã especial. À medida que chegavam para visitar os parentes, deparavam-se com uma mesa repleta de frutas, sucos e outras guloseimas, tudo preparado especialmente para eles. Segundo o pastor Geraldo Vilhena – responsável pelo trabalho evangelístico nas unidades da Fundação Casa em todo o estado de São Paulo –, presente no evento, juntamente com alguns obreiros da IURD, o gesto tem por objetivo colaborar com o bem-estar dessas pessoas. “Em alguns casos, elas passam horas viajando, sem comer absolutamente nada; foi pensando nelas que organizamos essa recepção”, argumentou o pastor, destacando também que, além do café, todos receberam uma oração especial, bem como uma palavra de fé e ânimo.
































































































































































































































terça-feira, 30 de junho de 2009

POESIA


UMA PALAVRA PODE MUDAR A SUA VIDA.


Combustível para a covardia










Combustível para a covardia

Um estudo recém-divulgado prova, em números, o que há muito já é de conhecimento de todos, principalmente das famílias arruinadas pelo vício: o álcool estimula a violência doméstica. A pesquisa, uma tese de mestrado divulgada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), foi feita com 8 mil domicílios, em 108 cidades brasileiras, e mostrou que em metade dos casos de violência doméstica houve o consumo de bebida alcoólica pelo agressor. O estudo também provou que a gravidade das agressões é maior quando há ingestão da droga. E o cenário não deve mudar tão cedo. Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) da Unifesp, o álcool hoje é a droga lícita mais utilizada no Brasil, sendo que quase 80% dos brasileiros já a experimentaram alguma vez e 12,3% são considerados dependentes. Com o consumo de bebida alcoólica, os homens se acham mais valentes, usam mais armas e cometem também abusos sexuais. “O álcool diminui o senso crítico do indivíduo. Na primeira fase do consumo, a pessoa bebe para ficar com coragem. Aí, fala mais e fica descontraída. Transparece na pessoa o que ela tem de mais evidente e, no caso daquelas que são violentas, essa característica predomina”, diz o psicólogo Arilton Martins Fonseca, responsável pelo estudo. A pesquisa mostra ainda que as esposas estão entre as vítimas mais maltratadas. “Isso porque o homem quer exercer um poder e vê a companheira como posse e extensão de si. Ele chega cansado, transtornado e desconta na mulher”, avalia a psicóloga Branca Paperetti, com a experiência de quem atende cerca de 200 casos semelhantes por mês na Casa Eliane de Grammont, em São Paulo, organização dedicada a dar apoio a mulheres vítimas de violência. É justamente o caso da esteticista A.N., de 46 anos, e do empresário D. N., de 52. Casados há 18 anos, ela já sofreu agressão física e psicológica do marido, que sempre se mostrou violento quando estava sob o efeito do álcool. Na última vez, há quase 1 ano, o empresário chegou bêbado em casa, acendeu velas e ameaçou incendiar tudo. Na ocasião, ele foi expluso do lar, mas voltou arrependido. “Agora, já está quase há 1 ano sem beber. Ele se arrepende do que faz. É uma pessoa maravilhosa, muito trabalhadora. Só que sob efeito do álcool se transforma”, conta ela. Esse tipo de comportamento é bastante comum nos casos de violência doméstica. Trata-se de um ciclo formado por fases de agressão, seguidas por períodos tranquilos, quando a pessoa diz se arrepender das atitudes durante a embriaguês. “Chamamos de fase de lua de mel. Ele pede desculpas, promete que nunca mais vai espancar; a mulher acredita, perdoa e relaxa. Dias depois, ele bebe novamente, insulta a companheira, e ela acaba apanhando”, explica Branca. De acordo com ela, é importante ressaltar que a bebida alcoólica funciona como um fator que libera a violência doméstica, mas não pode ser usado como justificativa das agressões – tese com a qual o pesquisador da Unifesp concorda. “O álcool vira uma personificação. A mulher se induz a pensar que o marido bebeu, por isso, não estava em si e o desculpa mais facilmente. A crença de que o álcool é responsável pelas agressões diminui a culpa do agressor e aumenta a tolerância da vítima”, conclui Fonseca. (A.M.)































































































































































































































































































































































































































IURD PROMOVE AMISTOSO DE VOLEIBOL FEMININO NA FEBEM MOOCA UIP-3 CHIQUINHA GONZAGA .

A tarde de domingo último, (09/11), foi diferente para as 39 adolescentes da UIP-03, Mooca, zona leste de S.Paulo.Pela primeira vez,as jovens que cumprem medida sócio educativa naquela Unidade, participaram de um amistoso de voleibol, com as integrantes da Força Jovem, da Igreja Universal do Reino de Deus.O evento teve início com um "bate bola" entre as adolescentes das duas equipes, fato que transcorreu com muita camaradagem e respeito entre as jogadoras. Logo após, o pastor responsável pela Coordenadoria de Evangelização em Unidades da Fundação CASA, Geraldo Mélo de Vilhena, proferiu uma oração, usando o apelo do esporte para a reintegração das jovens à sociedade, e a um crescimento espiritual que as leve a um comportamento mais maduro e equilibrado.A partida transcorreu com muita alegria e animação , com a torcida vibrando muito quando qualquer um dos times pontuava. Durante o intervalo , foi servido pipoca com refrigerante para todos os presentes.Como resultado final, a equipe vencedora que levou o troféu, foi a UIP-03 , ocasião em que todas as jovens foram condecoradas com medalhas, e receberam kits com doces , livros e revistas como lembrança.Para o Coordenador da Unidade, sr.Ronaldo Bernardes Vieira, o evento agradou muito a todos, pois mesmo na atual situação em que se encontram, as jovens são lembradas com carinho e sentem-se mais valorizadas, facilitando seu retorno `a sociedade.

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