terça-feira, 25 de novembro de 2014

Deficientes: você já se pôs no lugar deles?

Deficientes: você já se pôs no lugar deles?

Conheça a história de César Paranhos, um cadeirante que vê a vida de outra forma













“Não me olhe de cima para baixo”
Jonathan Novick, de Nova York, é um rapaz de 22 anos que, como tantos outros, trabalha e estuda. Mas, ao andar pelas ruas e no metrô, é chamado de “coisinha”, ou “aberração”. É fotografado com celulares descaradamente e ouve perguntas absurdas. Jonathan tem nanismo – pessoa chamada popularmente de anão.
Cansado disso, gravou um vídeo, postado no YouTube, em que com uma câmera escondida mostra esses absurdos. Vendo as imagens pelos “olhos” do jovem, elas ficam piores ainda. Ele finaliza a gravação com uma proposta: “Ao encontrar alguém diferente de você, pense em como deve ser difícil seu cotidiano. Você pode fazer parte do dia dele de forma boa ou ruim”.
“Não sou coitadinho”













César Paranhos, de 28 anos, é um jornalista paulistano. Em decorrência de uma dificuldade no parto, nasceu com paralisia cerebral. Segundo ele mesmo diz, seu cérebro tinha um pouco menos de velocidade que a considerada normal. Sua capacidade de andar foi prejudicada e ele precisa de uma cadeira de rodas. No entanto, seus pais não o mimaram nem o viram como menos capaz. Eles o matricularam em escolas comuns, para que ele se esforçasse em acompanhar os colegas. Deu certo. No entanto, a cadeira está lá e isso não o impede de ouvir “gracinhas”.
Certa vez, na companhia de amigos em um restaurante, foi abordado pelo gerente, que pediu que saísse do estabelecimento por estar “constrangendo os outros clientes”. César, avesso a confusões, aconselhou que seu grupo saísse dali e fosse a outro lugar. “Não estragaríamos nossa noite por causa daquilo.” 
“Não vou negar que os limites físicos existem”, diz César, “mas ainda piores são as limitações impostas pela sociedade, que não enxerga a nossa qualidade. Alguns pensam assim: ‘Ah, o César é cadeirante’ e fica nisso. Muita gente não vê que também sou jornalista e faço um monte de outras coisas”, afirma. Quando perdeu o pai, há cinco anos, sua vida ficou mais difícil. “De repente, tive de ser o ‘homem da casa’ e assumir a família.”
Mesmo assim, os olhares na rua acontecem. “Antes isso me incomodava muito. Depois aprendi que vão olhar mesmo e por vários motivos, como desinformação e curiosidade. Mas hoje consigo lidar melhor”, considera. “O pior são os comentários. ‘Coitadinho, você é doente, aleijado’. Então, respondo: ‘não, eu sou cadeirante’. Aleijado por que? Faço até mais que algumas pessoas. Não é pelo fato de estar numa cadeira de rodas que sou ‘travado’.”












César acha que as coisas estão mudando positivamente no modo como as pessoas veem os deficientes. Mas situações como as enfrentadas pelo norte-americano Jonathan Novick mostram que o caminho ainda é longo. “Está melhorando, mas isso é uma mudança cultural e requer tempo mesmo. Psicologicamente, eu não me vejo como um ‘coitadinho’, mas demora até que outros percebam o mesmo”, avalia César.
Essa mudança de mentalidade, segundo o jovem jornalista, é imprescindível para que coisas já tão discutidas, como acessibilidade e inclusão, sejam realizadas da forma correta. “Não adianta nada uma empresa, uma faculdade e um shopping nos receberem olhando com certa pena, como se fizessem uma grande caridade.” E acrescenta: “Sentimos a diferença quando podemos entrar num lugar desses ou circular pela cidade mas com algo imprescindível: dignidade”.




Jovens internos da Fundação se batizam nas águas na UNIVERSAL do Brás próximo do Tempo de Salomão.
Jovens infratores que cumprem medidas sócio-educativas na Fundação Casa, no estado de São Paulo, recebem semanalmente o apoio espiritual dos voluntários da UNIVERSAL, que levam a eles mensagens de fé e de esperança. Durante os encontros, os internos são orientados, à luz da Bíblia, a manter um bom comportamento dentro e fora da Unidade de Internação. Os voluntários também proporcionam momentos de descontração com a apresentação de peças teatrais,palestras e de bandas musicais.
Nesta última Quarta Feira, algo diferente aconteceu. que três jovens interno da Fundação CASA participarem da “Reunião da NOITE DA SALVAÇÃO”, na Igreja Universal do Reino de Deus, no bairro do Brás próximo ao Templo de Salomão.
Durante a reunião, os internos acompanharam com atenção os ensinamentos dados pelo responsável evangelístico da região, bispo Marcio Carotti, que enfatizou a importância de abandonar os maus costumes e começar uma vida longe do pecado. Tocados pelas mensagens de fé e pelas orações, um dos três jovens decidiu se entregar a Deus tomando uma atitude de se do batizar nas águas.
Após o batismo ele confessou  “Agora que estou batizado no nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, estou aliviado. Eu sinto que toda a maldade que havia dentro de mim saiu dando lugar a uma certeza de que Deus está comigo.”






segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Projeto do trabalho da UNIVERSAL na Fundação Casa é Espiritual e Social.

Projeto do trabalho da UNIVERSAL na Fundação Casa é Espiritual e Social.



SÃO PAULO - Voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus de todo o Brasil visitam, diariamente, unidades da Fundação Casa. Em São Paulo, cerca de 150 pessoas acompanham o pastor Geraldo Vilhena, – responsável pelo trabalho no Estado – nas reuniões realizadas nos locais. Segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência (SEDH/PR), no Brasil, o número de menores infratores que cumpre pena aumentou em 28%, entre 2002 e 2006. Em média, há nove adolescentes em regime de internação para cada um em regime semi-aberto. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os Estados com maior execução para este regime. Com o objetivo de ajudar na reintegração desses jovens na sociedade, há sete anos a IURD conta com a ajuda de voluntários de todas as áreas para a realização do trabalho espiritual.








































Durante os encontros, os internos recebem uma palavra de fé e de esperança. “Nós oramos para que eles sejam libertos dos problemas espirituais e possam receber a presença de Deus”, diz o pastor Geraldo. Semanalmente, são distribuídos cerca de três mil exemplares da Folha Universal e mensalmente mil livros e duas mil revistas Plenitude, para que os adolescentes possam conhecer, de uma forma diversificada, a Palavra de Deus. O grupo também organiza palestras sobre drogas, saúde da mulher – nas unidades femininas –, higiene e educação, além de oferecer doações e amparo aos familiares dos internos. No mês passado, cerca de 200 famílias do Complexo do Brás receberam lanches, roupas, calçados e brinquedos. “Durantes esses eventos, procuramos conscientizar todos sobre a importância de resgatar os valores da família, da formação da criança e do adolescente para a nossa sociedade”, explicou o pastor, acrescentando uma palavra de fé aos que estão sofrendo por terem algum parente sendo escravizado pelo mundo do crime: “Disse o Senhor que se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”, finalizou.































































































































































































































domingo, 23 de novembro de 2014

Próximo do Templo de Salomão, a UNIVERSAL ofereceu um grande almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA.


Próximo do Templo de Salomão, a UNIVERSAL ofereceu um grande almoço para as famílias dos internos da Fundação CASA.
O Grupo de voluntários da UNIVERSAL que realizam um importante projeto  dentro das unidades da Fundação CASA no estado de São Paulo,oferecem um grande almoço próximo ao Templo de Salomão para as famílias dos internos.

Neste último domingo aconteceu este evento.A primeira tecladista e cantora da UNIVERSAL Cristina Miranda   alegra  os presentes com canções alegrando a todos.



O Pastor Geraldo Vilhena (Coordenador de evangelização em unidades da Fundação CASA de São Paulo.) inicia o evento  ressaltando  que os jovens internos são  vítimas de  legiões de espíritos malignos, que os leva para as  drogas e a criminalidade em geral.Mas quando eles se  libertam destes espíritos através da fé,voltam ser pessoas idôneas para sociedade.



Como aconteceu com o palestrante  Amauri que fala de suas experiências no mundo do crime e drogas.Começou aos 11 anos de idade  no contrabando de armas e munição, depois foi gerente de boca  no trafico.Chegou a bater em seu próprio Pai ,era agressivo quando estava sob efeito das drogas.Mas sua mãe nunca  desistiu de lutar pela sua recuperação.Ela já buscava em oração e propósitos na igreja  e  DEUS  honrou sua fé , até que um dia cansado daquela vida resolveu  sair entregando todas as armas  e munição no altar da DEUS.Comenta que levou sete meses  para  se libertar totalmente da vontade das drogas.Hoje passados 19 anos que esta liberto ,e tem uma vida e família abençoada. 


Como também a Sr Ana Campos que era alcoólatra 


Nelson viciado em varias drogas


Walter também cheio de vícios


Laudilino ex- assassino 


Senhora Marcia  era  cheia de magua, orgulho


Após as palestras o pastor Geraldo Vilhena junto com os voluntários realizam oração da fé para arrancar o mal de todas as famílias .


Veja nesta foto mostra pessoas se libertando dos espíritos malignos 


Após esta  libertação foi servido delicioso almoço para famílias .Almoço este com muita variedade de pratos sobremesas,algodão doce e sorvetes , tudo preparado com muito carinho pelas voluntárias.


Algodão doce feito na hora.


Para  fechar com chave de ouro este evento ,foram doados muitos exemplares do livro A ULTIMA PEDRA onde os adolescentes e suas famílias terão acesso  a muita  informação do mal que as drogas fazem.



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Território do Bem e do Mal terceira parte