quarta-feira, 15 de outubro de 2014

UNIVERSAL realiza um almoço para a família dos internos da Fundação CASA próximo ao Templo de Salomão.

     Foi em uma manhã deste último domingo. Quando os voluntários da Universal  que fazem a obra de Deus na Fundação Casa de São Paulo resolveram fazer uma surpresa para as famílias dos internos da Fundação Casa.
     Os voluntários tiveram  conhecimento que as famílias saem de suas casas 04:00 h  para chegam as 08:00 h na Fundação Casa, para visitar seus  filhos e algumas delas não tomam nem café e ficam até as 12:00 na visita. Então os voluntários tiveram esta ideia de fazer este almoço.

         Antes do almoço o pastor Geraldo Vilhena  coordenado de evangelização em unidades da Fundação Casa de São Paulo falou para as famílias que o maior problema dos jovens e espiritual por isso que eles estão nesta situação.
       O palestrante Robson de Freitas que faz parte do Bloco de Ajuda aos Dependentes Químicos, foi convidado para ensinar para as famílias como se livrar das drogas através do seu testemunho.
         
Logo em seguida, o pastor Geraldo Vilhena e voluntários fizeram uma oração de libertação, para  arrancar o mal que causam os problemas espirituais da família.




Após a oração começou o almoço para todas as famílias.









Também houve doação de Bíblias, CD sobre apocalipse e camisetas do templo de Salomão.






terça-feira, 14 de outubro de 2014

Dicas de look para a Festa dos Tabernáculos

Dicas de look para a Festa dos Tabernáculos

Veja nossas dicas e use sua criatividade













Faltam apenas duas semanas para a tão aguardada Festa dos Tabernáculos 2014. Mulheres de todo o Brasil já garantiram seu colar de acesso e se preparam para esse momento especial, que acontecerá no dia 25 de outubro, às 18 horas, em todas as capitais do Brasil e em várias outras cidades. Em São Paulo, Cristiane Cardoso e sua equipe já estão organizando o evento no Templo de Salomão, no centro da capital paulista.
Nessa festa bíblica, que inspira a gratidão e o relacionamento com Deus, as convidadas buscam formas de se ambientar ao propósito do evento. Muitas fazem produções únicas para a data e vão vestidas com roupas similares às da época em que a festa foi instituída por Moisés, no deserto. Por se tratar de um evento temático, vale a pena escolher uma roupa inspirada naquele período. Mas não é preciso gastar muito.
Antes de montar seu look, lembre-se de que as mulheres do tempo descrito na Bíblia usavam roupas de tecidos rústicos e com acabamentos simples. Ou seja, esqueça o glamour. O ideal é reformar e combinar peças que você já tem no armário para garantir uma produção bonita e barata. Para finalizar o visual, arremate com acessórios, como brincos, pulseiras, cintos e testeiras. Ainda não sabe o que fazer? Acompanhe nossas dicas.
Alfaiataria
A sobra de um tecido pode se transformar no figurino ideal para a festa do dia 25. Experimente colocar o pano sobre os ombros e transpasse-o pela cintura até que ele fique como um vestido. Finalize com um cinto. Para dar segurança e conforto, use uma roupa por baixo desse pano.












Personalizado
Para dar um toque especial à produção, acrescente detalhes como brincos e cintos. Na foto ao lado, o visual é valorizado pela pulseira e pelo cinto feito com a amarração de dois panos de cores diferentes. Já a echarpe vermelha serve como véu. Para que ela não saia do lugar, uma opção é prendê-la com grampos ou com uma testeira.
Echarpes
A sobreposição de cores é capaz de dar vida ao vestido longo básico que você já tem. Aqui, foram usadas duas echarpes, uma delas com estampa degradê. Colocadas sobre os ombros, elas formam uma manga e escondem as alças originais do vestido.




SÃO PAULO - Volutários da UNIVERSAL de todo o Brasil visitam, diariamente, unidades da Fundação Casa. Em São Paulo, cerca de 150 pessoas acompanham o pastor Geraldo Vilhena, – responsável pelo trabalho no Estado – nas reuniões realizadas nos locais. Segundo dados da Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência (SEDH/PR), no Brasil, o número de menores infratores que cumpre pena aumentou em 28%, entre 2002 e 2006. Em média, há nove adolescentes em regime de internação para cada um em regime semi-aberto. São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará são os Estados com maior execução para este regimeom o objetivo de ajudar na reintegração desses jovens na sociedade, há 10 anos a IURD conta com a ajuda de voluntários de todas as áreas para a realização do trabalho espiritual.




































 Durante os encontros, os internos recebem uma palavra de fé e de esperança. “Nós oramos para que eles sejam libertos dos problemas espirituais e possam receber a presença de Deus”, diz o pastor Geraldo. Semanalmente, são distribuídos cerca de três mil exemplares da Folha Universal e mensalmente mil livros e duas mil revistas Plenitude, para que os adolescentes possam conhecer, de uma forma diversificada, a Palavra de Deus. O grupo também organiza palestras sobre drogas, saúde da mulher – nas unidades femininas –, higiene e educação, além de oferecer doações e amparo aos familiares dos internos. No mês passado, cerca de 200 famílias do Complexo do Brás receberam lanches, roupas, calçados e brinquedos. “Durantes esses eventos, procuramos conscientizar todos sobre a importância de resgatar os valores da família, da formação da criança e do adolescente para a nossa sociedade”, explicou o pastor, acrescentando uma palavra de fé aos que estão sofrendo por terem algum parente sendo escravizado pelo mundo do crime: “Disse o Senhor que se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a su terra”, finali













































































































segunda-feira, 13 de outubro de 2014

“Eu rouboi coisas em mercados para poder comprar drogas”

“Eu rouboi coisas em mercados para poder comprar drogas”

Saiba por que o trabalho da Universal contra as drogas é de extrema importância













No pátio interno do Espaço de Convivência Jardim da Vida II, mais conhecido como Tenda Dom Pedro, na região central de São Paulo, o voluntário Wagner Monteiro dos Santos, de 36 anos, relata a um morador de rua como era a vida no crime: "Desde a adolescência eu fui usuário de drogas, cheguei a usar maconha, crack, cocaína e ingeria bebidas alcóolicas, além de praticar roubos e tráfico de entorpecentes. Mesmo depois de casado, continuei no crime, mas as atuações já eram maiores e em vários estados do Brasil, sempre em busca de mais droga e dinheiro, até ser preso. Entendo como um dependente sofre, porque já fiz parte disso."
O relato faz parte de um dos atendimentos realizados por cerca de 30 voluntários da Universal aos moradores de rua abrigados na tenda. Muitos deles estão em uma situação parecida com a que Wagner viveu: envolveram-se com os vícios, com a criminalidade e agora são marginalizados. O local foi cedido pela Prefeitura Municipal de São Paulo há 1 ano, para acolher as pessoas que moravam em abrigos improvisados na Praça da Sé, também na região central da capital paulista.
Responsável pela organização do local, o assistente social Almero Barbosa, de 49 anos, na época participou do primeiro grupo de moradores transferidos da Sé para a tenda, e recorda que eram cerca de 20 pessoas abrigadas, hoje são 450. "Os moradores de rua vêm de vários lugares para o centro de São Paulo, alguns são até de outros estados do País. Eu também fui um deles, mas quando os voluntários da Universal começaram a conversar comigo, tempos atrás, na Praça da Sé, percebi que a minha vida poderia ser melhor. Então, terminei a minha faculdade e agora auxilio outras pessoas", diz Barbosa.
Durante a ação social, que ocorre todas as quintas-feiras e também aos domingos, os moradores da tenda contam aos voluntários como chegaram às ruas e como vivem atualmente. Depois, os voluntários os incentivam, mostrando que há um Caminho para uma vida transformada. Ao final, uma sopa é servida para os que estão presentes no atendimento.
Vidas destruídas pelos vícios













Um pouco desorientado pelo álcool, o morador de rua Fabiano Moraes Santos, de 35 anos, que está há 2 dias na tenda, conta a um dos voluntários que começou a fumar cigarro aos 14 anos de idade, em Mauá, na Grande São Paulo, onde morava com a família. Pouco tempo depois, conseguiu um emprego de camelô na região central da capital e passou a viver nas ruas. Logo teve o primeiro contato com vários tipos de droga, além de bebidas alcóolicas.
“Eu roubo coisas em mercados para poder comprar drogas. Há alguns dias, um segurança até quebrou o meu braço durante uma tentativa de furto. Eu quero parar com isso, mas não consigo vencer a vontade. Eu ando o dia todo procurando drogas. Uma vez fui até Santos (no litoral paulista), a pé, para buscar umas ‘pedras’ (crack). Outro dia encontrei meu pai, porque ele trabalha vendendo coisas na rua. Ele chorou, pediu para eu voltar para casa. Mas eu não consigo, porque sou ‘perdido’. Eu sou a ovelha negra da família”, lamenta Fabiano.
Entretanto, os voluntários o animam, dizem que “foi só uma fase ruim da vida, logo tudo será diferente e melhor”.
É possível ser curado dos vícios













Muitos dos voluntários, no passado, também sofreram com os vícios, porém, atualmente estão curados, como é o caso de Wagner (foto ao lado), citado no início dessa reportagem. Ele foi dependente químico por 22 anos e, em 2007, foi preso por tráfico de drogas – cumpriu 4 anos de detenção. Contudo, mesmo após ganhar a liberdade, continuou na criminalidade e nos vícios, até o dia em que refletiu sobre como conduzia a própria vida.
"Eu queria ter paz, mas não sabia o que fazer para consegui-la. Meus filhos pequenos perguntavam de onde vinha o dinheiro que entrava em casa e eu não podia dizer que era do tráfico. Então, minha mãe e minha esposa, que já conheciam o trabalho da Universal, me orientaram a participar dos encontros na instituição. Colocando em prática as palavras que eu ouvia, fui curado dos vícios. Hoje, priorizo a minha família, tenho um emprego regularizado e procuro doar um pouco do que eu aprendi para quem ainda é escravo dos vícios”, enfatiza ele.
Um problema social
Como bem pontuou o bispo Rogério Formigoni durante a cerimônia de inauguração do Templo de Salomão, ocorrida no dia 31 de julho, “falar sobre vícios e drogas é falar de um dos maiores problemas e preocupações de saúde pública no mundo, não só no nosso País”.
De acordo com o 2º Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), em 2012, o Brasil é o segundo maior consumidor de cocaína e derivados do mundo, atrás somente dos Estados Unidos – o que corresponde a cerca de 20% do mercado mundial da droga.






Sisterhood visita internas da Fundação Casa

Voluntárias distribuem kits e livros para menores infratoras

Por Sabrina Marques
redacao@arcauniversal.com
Amor e dedicação são características presentes em todas as voluntárias do Sisterhood, grupo que surgiu em dezembro de 2009 e tem a finalidade de resgatar a essência feminina colocada por Deus em cada mulher. Desta vez quem recebeu o carinho dessas mulheres foram as internas da Fundação Casa “Chiquinha Gonzaga”, da Mooca, bairro localizado na zona leste da capital paulista.


As mais de 140 internas do local receberam kits de higiene pessoal e também centenas de livros “A mulher V”, da escritora e fundadora do Sisterhood, Cristiane Cardoso.


Além das doações, as internas também ouviram mensagens de fé e esperança, contidas na Palavra de Deus. Para o responsável pelo trabalho evangelístico dentro da Fundação Casa, pastor Geraldo Vilhena, a iniciativa do grupo é fundamental para a ressocialização e mudança de comportamento das menores infratoras. “Este é um trabalho excelente, pois a presença das voluntárias fez com que as jovens se aproximassem mais. Muitas abriram o coração, choraram após receber as orientações das esposas dos bispos, elas elevaram a autoestima, que a muito tempo estava em baixa, este evento foi muito bom”, conclui o pastor Geraldo Vilhena.

Momento da entrada do grupo Sisterhood

Uma palavra de fé


Jovens internas recebem um atendimento das esposas dos bispos e pastores

Leitura do livro A MULHER V

Senhora Margarete esposa do bispo Marcos com duas internas da Fundação Casa.

Senhora Rosilene esposa do bispo Jadeson com uma jovem interna.

Senhora Marcia esposa do bispo Romualdo antendendo uma jovem interna

Senhora Fátima esposa do bispo Clodomir atendendo jovens internas.

Uma visita na Casa das mães na Fundação Casa

Uma oração para finalizar.

Postagem em destaque

Território do Bem e do Mal terceira parte