quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Conheça a história do homem que condenou Jesus E saiba que argumentos ele usou para isso

Conheça a história do homem que condenou Jesus

E saiba que argumentos ele usou para isso.














Quando ele recebeu os dois apóstolos diante de si já carregava um grande peso nas costas. Não apenas por ser um dos principais homens daquele povo, mas pelas atitudes que, ao longo de sua história, o fizeram ser respeitado por uns e odiado por outros.
Foi ele que, diante dos sacerdotes, dos religiosos e de todos aqueles que queriam conservar o poder, decidiu o destino daquele que era chamado o Cristo. Sumo sacerdote do ano, genro de seu antecessor, Anás, Caifás concordou que se o Jesus nazareno seguisse operando milagres diante de todos e ensinando coisas que nem mesmo os religiosos podiam ensinar, ganharia mais e mais seguidores. E isso era um problema.
Era importante que a igreja mantivesse seu poder e, para isso, ninguém podia contestar as ordens dadas pelos sacerdotes. Se os seguidores de Jesus entendessem suas palavras e se levantassem contra os religiosos, pouco esses poderiam fazer para salvar o seu poder.
Vós nada sabeis, nem considerais que vos convém que morra um só homem pelo povo e que não venha a perecer toda a nação.”
Foi o que ele disse. Não sobre si, obviamente, mas sobre Aquele que vinha angariando multidões atrás de si. E assim ficou decidido que Jesus morreria pelas mãos daquele povo.
***
Os dois apóstolos que foram levados até Caifás não se abalavam diante da presença daquela autoridade. Para eles, muito mais poder tinha Quem ensinou os dois. Foram levados ali porque andavam fazendo milagres e ensinando ao povo sobre a ressuscitação da carne, sobre aquilo que viram.
Estavam presentes Caifás, Anás e seus filhos, e, apesar de tantos homens instruídos, nenhum deles pôde encontrar um jeito de mentir ao povo dizendo contra aqueles homens. Pedro e João, os apóstolos do mesmo Jesus de quem Caifás decretou a morte, haviam aprendido com seu Mestre como falar em nome de Deus e, dessa forma, era impossível contradizê-los.
Não era a primeira vez que Pedro ficava na presença de Caifás. Da vez mais impactante, o apóstolo viu seu Ensinador ser espancado e torturado durante a madrugada.
“Este disse: Posso destruir o santuário de Deus e reedificá-lo em três dias”, falaram dois homens que estavam ali para condenar Jesus. Procuravam crimes que Jesus haveria cometido, mas nada encontravam de ruim sobre o homem.
“Eu te conjuro pelo Deus vivo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus”, insistiu Caifás diante do silêncio do réu.
“Tu o disseste; entretanto, eu vos declaro que, desde agora, vereis o Filho do Homem assentado à direita do Todo-Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu”, respondeu o Outro.
“Blasfemou!” Gritava Caifás em seu acesso de raiva e satisfação por ter finalmente pego o Homem. “Que necessidade mais temos de testemunhas? Eis que ouvistes agora a blasfêmia!” E rasgou as roupas de Jesus.
Voltando-se ao público, que parecia celebrar junto a ele pelo espetáculo, bradou: “Que vos parece?”
E ouviu a resposta em uníssono: “É réu de morte.”
***
Pedro e João foram intimados à presença do sumo sacerdote para que pudessem ser parados, mas isso não foi possível. Caifás ordenou então que eles operassem seus milagres, mas não falassem em nome de Jesus, mas esses negaram o disparate.
Quando Caifás e os seus levaram Jesus ao governador Pilatos e viram que, por vias religiosas, não poderiam condenar Jesus, o sumo sacerdote teve a inteligência de implantar em Pilatos a ideia de que Jesus falava em depor o imperador de Roma.
Ora! Na época isso era crime de morte e os que criam em Jesus o chamavam de “O Rei filho de Davi”. Algumas vezes, o próprio Nazareno dissera que era o Filho do Homem, que estava sobre o Reino dos Céus e o reino dos filhos de Deus.
Distorcer as palavras de Jesus foi fácil, fazer Seus servos se calarem, não. E os dois foram embora dali, deixando para trás a preocupação de que aquela tormenta nunca acabaria para os sacerdotes.
Esses foram os feitos de Caifás, que, durante os anos 18 e 37, foi sumo sacerdote dos judeus. E seu nome entrou para a História como o homem que condenou Jesus.









O esporte traz alegria e descontração, foi pensando nisso que nesse último domingo, voluntários da IURD, realizaram um amistoso de futebol em Vila Maria, entre as equipes que jogaram, primeira equipe diretores x IURD, foi uma partida disputadíssima entre dribles e muitos gols fizeram a alegria dos adolescentes , primeira etapa jogou Diretores e IURD o placar ficou Diretores 7 A 1 para a IURD Cidade Ademar
O segundo time SOS Jesus todos uniformizados com a cor laranja contra os adolescentes da fase inicial todos com a cor verde, o placar ficou assim Adolescentes 10 A 4 para SOS Jesus.
O terceiro time funcionários da Vigilância X IURD o placar ficou assim Vigilância 5 A 4 para a IURD e os times que foram jogando time da muralha B x Amuleque, placar 7 A 3 e o grande campeão do dia foi a Vigilância que fez bonito e mostrou habilidade com a bola ganhou de 6 gols, o time dos diretores que também não ficou atrás ficou em segundo lugar com 4 gols.



Para a entrega da premiação esteve presente, o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, e o Obreiro Laudelino fez uma oração pedindo a proteção de Deus por todos os presentes, e entregou para o Vice campeão medalhas, e para a vigilância um lindo troféu doado pelos voluntários da IURD.











E para alegria de todos após o amistoso foi servido um delicioso churrasco para todos os presentes.


quarta-feira, 3 de setembro de 2014

O que você sabe sobre o Tabernáculo?

O que você sabe sobre o Tabernáculo?

Enquanto não havia o Templo, o povo não ficou sem o foco em Deus


O povo de Israel vagou pelo deserto rumo à Terra Prometida por 40 anos, após libertado da escravidão no Egito. Mas não era uma simples caminhada diária sem regras. Eles tinham uma estrutura organizada, tanto em movimento quanto acampados.
O líder espiritual de seu povo, Moisés, tinha uma tenda especial para adoração a Deus fora do acampamento, e todos iam até ela para buscar ao Senhor. Deus, ali, descia em forma de coluna de nuvem para falar com o profeta, que por sua vez falava ao povo.
Quando Moisés subiu ao monte Sinai para receber as tábuas com os Dez Mandamentos, recebeu também de Deus as instruções para a construção do Tabernáculo, com regras expressas não só de sua confecção, mas também na forma como seria armado e como seria transportado. Era um templo móvel, feito de tecidos, tapeçaria, madeiras nobres e artefatos preciosos, montado sempre no centro do acampamento (nas fotos, modelo em tamanho natural em Timna, Israel, aberto à visitação). Era um centro de adoração, um lugar onde o povo focalizava a presença do Deus Único.












Detalhes idealizados por Deus
O Senhor descreveu a Moisés os detalhes da construção: quantidade, tipos e até cores dos materiais, que o povo providenciou(Êxodo 25.1-9). Tecidos raros e bonitos, pedras e metais preciosos e, em sua maioria, materiais facilmente encontrados nos arredores, como madeiras nativas de grande resistência e peles de animais. Até mesmo o figurino dos sacerdotes e auxiliares foi orientado pelo Senhor, assim como os artefatos e a mobília.
O Tabernáculo devia ter sempre sua entrada voltada para o oriente. A parte de dentro da grande tenda era chamada de Santo Lugar. Dentro dela, o  Santo dos Santos: uma pequena divisão reservada somente ao sumo sacerdote – onde ele falaria pessoalmente com Deus, protegido por um véu –, cuja entrada estava virada para o ocidente. Só o sumo-sacerdote podia falar diretamente com Deus, para depois transmitir ao povo o que o Senhor ordenava. No Santo dos Santos ficava a Arca da Aliança, contendo as tábuas dos Dez Mandamentos, um pouco de maná (alimento mandado por Deus dos céus para o povo no deserto) e a vara de Arão que floresceu (Números 17. 6-9).
Deus orientou Moisés sobre a confecção da Arca da Aliança (Êxodo 25.10-22). O Propiciatório, em cima da Arca como sua tampa, tinha dois querubins de ouro voltados um para o outro, entre os quais Deus falaria a Moisés o que ordenasse para Seu povo. Assim como a Arca, o Senhor detalhou sobre o restante do mobiliário do Tabernáculo, assim como peças importantes como a Menorá, grande candelabro de ouro com sete luminárias a óleo que iluminaria o Santo dos Santos.
As divisões do Tabernáculo













Pátio Externo - O Tabernáculo tinha apenas um lugar para entrada e saída: o portão principal do pátio externo, voltado sempre para o leste. No pátio, totalmente descoberto e envolto por uma espécie de cerca de tecido, todos podiam entrar. A primeira estrutura encontrada era o altar de sacrifícios. Quando os animais oferecidos eram queimados nele, o ato simbolizava a expiação dos pecados. Morriam ali o pecado  e as vontades somente humanas, para renasLogo depois, a pia em que os sacerdotes se lavavam após os sacrifícios e antes de entrar no Lugar Santo. Nela eram lavados os pecados, publicamente. O pátio simboliza o primeiro passo, livrar-se dos pecados, para se começar um relacionamento verdadeiro com Deus.












Lugar Santo – Logo depois da pia, havia a entrada do Santo Lugar. Somente os sacerdotes podiam entrar nele. Ali, os três artefatos de mobília eram de madeira de qualidade superior coberta com ou.O me  À direita, depois da entrada, ficava a Mesa de Pães. Nela, 12 discos de pão ázimo (sem fermento, pois o mesmo simboliza o pecado para os judeus) eram colocados em duas pilhas de seis. Simbolizavam que Deus não deixaria de prover o alimento para as 12 tribos de Israel, nem a 

Enquanto não havia o Templo, o povo não ficou sem o foco em Deus

própria Palavra de Deus, por meio da qual Ele alimenta o espírito. Mais tarde, Jesus faria  referência dele mesmo como o “Pão da Vida”.
Do lado oposto à mesa, a Menorá, grande candelabro de ouro com sete luminárias a óleo, utilizado até hoje pelos judeus tanto em grandes formatos quanto pequenos, com velas ou lâmpadas. Tinha a função de representar a presença de Deus, assim como iluminava o Santo Lugar. Era mantida sempre acesa pelos sacerdotes.
Logo depois da Menorá e da Mesa de Pães ficava o Altar de Incenso, no meio, de frente para a porta do Santo Lugar. Nele os sacerdotes oravam a Deus e acendiam os incensos, simbolizando as súplicas e orações que subiam a Deus. Nele, os sacerdotes levavam as súplicas do povo ao Senhor.












Santo dos Santos – O núcleo de todo o Tabernáculo era o lugar no qual somente o sumo-sacerdote podia entrar, para um contato direto com Deus. Com a entrada protegida pelo véu, o líder dos sacerdotes conversava com o Senhor, depois passando a sNo claustro do Santo dos Santos ficava a Arca da Aliança, sagrada, somente tocada pelos sacerdotes. Em seu interior (foto), as tábuas dos Dez Mandamentos (a Palavra Divina), um bocado do maná dado como alimento ao povo no deserto pela primeira vez (a provisão) e a vara de Arão que florescera (o reconhecimento de Deus da autoridade conferida a alguém, comprovando que é a vontade dEle).
Sobre a Arca, o Propiciatório, a tampa do baú, com duas imagens de querubins voltadas uma para a outra com as asas esticadas, entre os quais Deus se posicionava para falar ao sacerdote.
O véu protegia o homem do contato mais próximo com Deus naquela época. O ser humano ainda não tinha capacidade para entender o Senhor, daí a presença do intermediário, o sumo-sacerdote, preparado pelo Senhor. Mas esse obstáculo se desfez com a vinda de Jesus e Seu sacrifício por nós. Por isso dizemos que “o véu foi rasgado”, pois agora o homem tem contato direto com Deus.
O sentido
A palavra “Tabernáculo” quer dizer morada, habitação. Deus habitando entre os homens.
Antes, erguiam-se altares para sacrifício e oração onde o povo parasse em sua viagem à Terra Prometida. O Tabernáculo foi o primeiro santuário propriamente dito após o Jardim do Éden, quando o homem tinha contato direto com o Senhor, mas o perdeu pela desobediência de Adão e Eva.
O Tabernáculo pode ser considerado o início da reconciliação entre o Senhor e o homem, mais tarde comprovada por Jesus. Algumas traduções da Bíblia dizem que Jesus veio “tabernacular” entre os homens, não só no sentido de pregar, mas também no de morar: era Deus habitando entre nós em carne e osso.
Dessa forma, o Tabernáculo mostrava ao povo que Deus estava o tempo todo com ele, mesmo que ficasse em algum lugar temporariamente.
Mais tarde, quando o povo de Israel deixasse a vida em acampamentos e estivesse estabelecido em sua terra, seria construído o Templo de Salomão, sólido edifício que substituiria o Tabernáculo itinerante.







Uma maquete do Templo de Salomão feita pelos jovens internos da Fundação CASA  feita com dobraduras de jornais,







A Fundação Casa   também participa do Jejum de Daniel .Recebeu nesta última terça-feira voluntários da UNIVERSAL, que levaram uma noite toda especial. 



 Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, que fez orações de libertação, para que houvesse uma transformação na vida de cada adolescente, após a oração de libertação, houve um grande clamor pelo derramamento do Espírito Santo, no qual cada adolescente, buscou com todo fervor pelo novo nascimento.

em seguida o Pastor Geraldo Vilhena deu uma palavra sobre o significado da Santa Ceia, que através do pão e do suco de uva após apresentado os elementos para o Senhor Jesus fica abençoado, e é feito em memória do sacrifício dele na cruz cruz do calvário. na medida que cada um participava houve uma alegria da parte de cada adolescente, e algumas famílias também presentes participaram da Santa Ceia.




Houve a determinação do Batismo do Espírito Santo.


Em seguida os adolescentes foram encaminhados para cumprir as escrituras sagradas sobre o batismo nas águas, o Pastor Geraldo Vilhena explicou o significado sobre o batismo nas águas e sobre a importância do novo nascimento, de levar uma vida reta longe das más companhias, e ao todo foram batizados seis jovens, que aceitaram ao Senhor Jesus.


Já na saída um adolescente surpreendeu ao Pastor Geraldo Vilhena com uma maquete do Templo de Salomão que fez com dobraduras de jornais,

para finalizar os funcionários agradeceram a nossa presença e relataram uma mudança após o trabalho que vem sendo realizado pela Igreja Universal do Reino de Deus na Fundação Casa de São Paulo.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Você sofre com o estresse no trabalho?

Você sofre com o estresse no trabalho?

Veja dicas de como lidar com esse problema














Um dos problemas da vida moderna é o estresse. Se até pouco tempo não se tratava de algo que afetava a vida das pessoas, agora, parece ter se tornado algo muito sério. Para termos uma ideia, o Brasil está entre os países nos quais os profissionais mais perdem o sono por causa do estresse.
Em nosso País, 44% dos entrevistados dizem dormir mal devido a preocupações no trabalho, e 46% dos profissionais dizem que esse aumento no nível de estresse já foi notado por familiares e amigos. O maior nível de preocupações e correria também parece afetar a saúde dos profissionais brasileiros com mais frequência do que os de outros países.
Como lidar com isso?
Mas se o estresse prejudica o sono e, por consequência, a vida das pessoas, é preciso tomar medidas para combatê-lo. Saiba como lidar com o problema:















1 – Reconheça a situação
Definir se você tem ou não controle sobre uma situação de irritabilidade é o primeiro passo. Entenda que não é possível ter controle sobre o comportamento do outro. A partir daí, o profissional deve decidir se vai conviver com a situação ou fugir dela. Se o caso gerar muito desconforto, a alternativa pode ser mudar de área ou buscar uma nova oportunidade no mercado de trabalho. Se os seus valores e sonhos não condizem com os ideais da empresa em que trabalha, o melhor é procurar uma nova colocação.
2 – Não seja impulsivo ou fique na defensiva
O profissional precisa identificar os sintomas do estresse. Quando aparecerem, é preciso adotar umcomportamento racional. Em muitos casos, o profissional incorpora uma conduta defensiva por dificuldades em gerenciar o estresse, mas, às vezes, uma conversa com o chefe pode ser suficiente para solucionar o problema.
3 – Controle o tempo
É preciso fazer intervalos durante o expediente. De 2 em 2 horas, faça pausas de 5 minutos. Tome um café, fale sobre o churrasco do fim de semana. O profissional deve ainda planejar o dia de trabalho, e considerar imprevistos. Quando surgirem, você terá de reorganizar suas tarefas.
4 – Cuide de você
Os profissionais que adotam um estilo de vida saudável se recompõem de situações estressantes de forma mais rápida. A recomendação é dormir bem, alimentar-se adequadamente e praticar atividades físicas.
5 – Trabalhe por “estímulo”
Mesmo que a atividade profissional não provoque o prazer almejado, é preciso compreender que, às vezes, é necessário passar por etapas indesejadas para alcançar metas e objetivos. Um profissional que deseja ter a sua própria empresa no segmento de vendas, por exemplo precisará passar pela experiência de vendedor, galgar o cargo de supervisor e até ser gerente, pois vai necessitar de todo uma base  para conquistar a autonomia.
6 – Cultive bons relacionamentos
Não deixe que a correria do cotidiano distancie você de seus bons relacionamentos. Da mesma forma, não pare de praticar ou de participar de tarefas que lhe são prazerosas.




 


Neste último domingo, a IURD do Brás recebeu adolescentes da Fundação Casa, Vila Maria UI São Paulo, Para cumprir o que diz as escrituras, o que crer e for batizado será salvo. Os adolescentes primeiro participaram do culto ministrado , pelo Pastor Edson que fez orações e deu uma palavra de vida. Onde os adolescentes buscaram a presença de Deus, pois em todas as IURD, está sendo feita a campanha do Espírito Santo, para um grande avivamento da obra de Deus. 






Após a reunião um dos adolescentes tomou a decisão de se batizar nas águas. Apos o batismo das águas, o jovem saiu com um sorriso no rosto uma esperança de uma vida transformada através do poder de Deus.




Ao sair os adolescentes puderam saborear um delicioso café da manhã servido com carinho pelos voluntários da IURD, também esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, onde fez orações pelos adolescentes, funcionários e pelo diretor Sr Flavio Gomes, pela coordenadora Fabiana Inacio e pelos educadores Eneas gonçalves, Luis e wagner, e deu uma palavra de vida a cada adolescentes falou da importância de buscar o Batismo do Espírito Santo.



Para finalizar a visita os adolescentes, receberam dos voluntários Bíblias e kits com rádinhos para ter acesso as mensagens do Bispo Macedo.


Agradecemos a direção da Fundação Casa de Vila Maria UI-São Paulo, por acreditar no trabalho da UNIVERSAL e também em autorizar a saida dos Jovens e Funcionários para esta reunião.

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Território do Bem e do Mal terceira parte