segunda-feira, 9 de julho de 2012

Oração,palavra, fé em ação é o que leva os voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus, para a Fundação Casa.

 Na cidade de São Paulo, no bairro de Vila Maria, zona norte, esta situado o complexo Vila Maria, onde se encontram diversas unidades da Fundação Casa.
  Neste sábado dia 23 de junho foi realizado um evento social, promovido pela equipe da Igreja Universal do Reino de Deus, que realiza o trabalho evangelistico nas unidades da Fundação Casa, e nesta tarde estiveram na Unidade Casa Paulista
  Ao inicio do evento o Pr Geraldo Vilhena, reuniu todos os presentes e realizou uma oração para abençoar o evento, ele enfatizou que: “Todos os que estavam ali presentes para realizar o evento, acreditam que os jovens podem sair dali recuperados e retornarem à sociedade com dignidade”.
  Logo após foi realizado uma emocionante partida de futebol: IURD TV X FUNDAÇÃO CASA, que finalizou com a vitória da FUNDAÇÃO CASA por 8 a 5.  Ao final os jovens receberam as medalhas,entregues  também por seus familiares que muito se emocionaram naquele momento.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Depois todos se deliciaram com saborosos sorvetes sundae,  
 
 
 
 
 
 
 
 
 os familiares e internos foram atendido por uma enfermeira que estava ali para medir a pressão arterial e também uma manicura que com muito carinho cuidou das mãos das mamães.
 
 
 
 
 
 
 
 Foram entregues cestas básicas para as famílias dos internos que receberam com alegria.
 
 
 
 
 
 
 
 
 A Fundação também ofereceu um delicioso almoço para os internos, familiares e voluntários da IURD
 Como sobremesa a equipe da IURD ofereceu deliciosos bolos e também refrigerantes para todos
 
 
 
 
 
 Ao final foi realizada um palestra sobre drogas, que contou com a presença do palestrante  Amauri representando o BLOCO DE AJUDA AOS DEPENDENTES QUÍMICOS. Ele começou a palestra com  perguntas aos jovens:
- Quem aqui já tentou parar de usar drogas? Quem realmente quer mudar?
Neste momento os jovens se manifestaram dizendo já terem tentado muitas vezes, e não conseguiram.
 Amauri usou  de exemplo um menor que ainda está internado , dizendo que já o havia encontrado em seis palestras.
Neste momento dois jovens que haviam participado do futebol no time da IURDTV se manifestaram um relatou que havia usado drogas antes de chegar Iurd por muitos anos, por conta de problemas familiares, tentou parar, e não conseguindo tentou o suicídio.
E o outro disse que era da Iurd, mas quando sua mãe se afastou começou a freqüentar festas raves e usar êxtase (a famosa balinha), após tentar parar por muitas vezes também tentou o suicídio, mas foi então que decidiu se voltar a Deus onde com o seu testemunho trouxe a mãe de volta. 
Neste momento Amauri respondeu a uma pergunta:
- A droga prejudica a saúde?
_ Sim, a droga prejudica cinco órgãos do ser humano. Quem pode me dizer quais são?
Logo os internos foram citando um a um: Coração, fígado,pulmão, rins e o principal o cérebro, o qual não existe transplante.
Foi perguntado ao obreiro responsável do trabalho desta unidade obreiro Laudelino, se forças espirituais do mal  atuam levando ao vício das drogas?
- Sim, com certeza existem forças do mal, por isso é que estamos aqui toda a semana realizando um trabalho forte de libertação. Respondeu obreiro Laudelino.
m seguida foi feita a oração de libertação e encerrado o Evento.
 
 

Um país de evangélicos

Número de fiéis aumenta 61% em 10 anos e ultrapassa os 42 milhões. Ao mesmo tempo, católicos diminuem sua representatividade no Brasil




O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) confirmou: o País tem cada vez mais evangélicos. Segundo levantamento do Censo de 2010, a porcentagem de fiéis subiu de 15,4% para 22,2% em 10 anos. Para ser mais específico: dos 190,7 milhões de brasileiros entrevistados pela pesquisa, 42,3 milhões se disseram seguidores da doutrina.


O aumento não é um fenômeno recente. Em 1981, os evangélicos representavam 6,6% dos brasileiros e, em 1991, 9%. Ou seja, em 3 décadas, a parcela dos que seguem a crença mais do que triplicou. "Os evangélicos foram o segmento religioso que mais cresceu no Brasil no período intercensitário", reconhece o estudo. E a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) tem grande responsabilidade nesse crescimento, com 35 anos, recém-cumpridos, de muito trabalho e dedicação. (Leia mais na matéria Igreja Inovadora)


Ao mesmo tempo, os católicos perderam espaço. Se em 2000 detinham 73,6% da população, 10 anos mais tarde registraram 64,6%. Queda ainda mais significativa se comparada também com o ano de 1981, quando eram em absoluta maioria: 89,9%. Redução que "ocorreu em todas as [cinco] regiões" do País, lembra o texto do IBGE.




Durante 3 décadas, muitos trocaram de religião. Dentre as várias explicações para isso, o teólogo Rubens Teixeira arrisca uma simples: "Eles são encorajados a pregar para as outras pessoas e, por conta disso, o número de evangélicos só vai subir", disse em entrevista ao "Jornal da Record".


Foi assim que aconteceu com a família Santana. Sérgio e seus pais eram católicos praticantes. O pai perdeu o emprego e começou a ter problemas com a bebida. A mãe sofreu a "ponto de buscar ajuda em outras religiões". Recebeu convites para ir à Igreja Universal, mas não cedia. "Um certo dia, resolveu tirar as próprias conclusões, foi à Igreja e de lá nunca mais saiu", disse Sérgio. Já são 21 anos de conversão.


A expectativa é que, até 2040, católicos e evangélicos dividam a maioria da preferência dos brasileiros. Isso porque os evangélicos têm uma forte base jovem, com 15,4 milhões de pessoas até 20 anos, cerca de 36,4% do seu grupo – contra 31,9% dos católicos. Por outro lado, 16% dos católicos são idosos, contra uma parcela de 8% entre os evangélicos.

domingo, 8 de julho de 2012

Código Penal: polêmicas à vista


Com leis criadas em 1940, documento de 500 páginas passa por minuciosa revisão e deve ficar pronto este ano






































As leis brasileiras que regulamentam os crimes do País e suas penas estão prestes a sofrer grandes mudanças. O primeiro passo já foi dado. Uma comissão especial de juristas, que contou com a colaboração de 17 especialistas em direito, elaborou um anteprojeto de reforma do Código Penal após 8 meses de estudo e entregou o documento completo para o Senado no último dia 27. Agora resta aos políticos discutirem cada item para chegar a uma redação final e consensual. O que, todos os envolvidos reconhecem, deve demorar até o final do ano.


Até porque, antes de tudo, é preciso se inteirar do que há nas 500 páginas deste primeiro esboço. O texto estava guardado a sete chaves e ainda não era de conhecimento público. "O que é uma das minhas maiores críticas. Só se sabia de detalhes pelo noticiário, por alguma entrevista dada por um integrante da Comissão", conta Janaína Conceição Paschoal, advogada e professora do Departamento de Direito Penal da Universidade de São Paulo (USP). "Não tenho a menor ideia do porquê fazer agora, essa pressa", acrescenta.


O novo Código Penal não é um completo estranho. Reúne artigos em vigor desde sua primeira versão, em 1940, elimina o que se tornou completamente obsoleto e incorpora as chamadas leis esparsas, criadas ao longo das últimas décadas por dispositivos especiais. A última vez em que passou por alterações foi em 1984. "O que está aí foi pensado pela sociedade dos pais dos nossos avós. É hora de pensar como será para os nossos filhos", pede o relator da Comissão Especial de Juristas, o procurador Luiz Carlos Gonçalves.


"O grande mérito é justamente reunir tudo que estava espalhado numa coisa só", elogia Ricardo Toledo Santos Filho, advogado e presidente da Comissão de Estudos do Projeto do Código de Processo Penal da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP). "Além de facilitar a compreensão global, ajuda a sanar a desproporcionalidade das penas. Como pode, por exemplo, a falsificação de cosméticos ter pena maior do que a do tráfico de drogas?".


O que deve mesmo gerar calorosos debates são as novidades. "Não deixamos nenhum tabu de lado", avisa o presidente da Comissão, Gilson Dipp, ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Não à toa, estão lá aborto, bullying, crimes cibernéticos, drogas, eutanásia e racismo.


O aborto, hoje proibido, só é autorizado em caso de estupro ou risco de morte para a mãe. Pelo novo texto, também passa a ser permitido até a 12ª semana de gestação, desde que médico e psicólogo comprovem que a progenitora não tem condições de maternidade, e no caso de fetos anencéfalos – de grande risco para a sobrevivência de gestante e bebê.


O bullying (atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos) vira crime passível de pena de 1 a 4 anos. Os crimes cibernéticos, que sequer existiam, entram no Código Penal. O uso pessoal de drogas ganha autorização, contanto que não em grupo ou perto de crianças. A eutanásia tem sua pena diminuída de 6 a 20 anos para de 2 a 4 anos, com chance de ser aceita em alguns casos. O racismo torna-se crime hediondo, inclusive contra pessoas de qualquer região do Brasil e homossexuais – e ainda com punição mais severa, com cadeia de 2 a 5 anos, imprescritível e inafiançável.


"Não achei que era hora de mexer no Código Penal. Estamos numa onda de resolver tudo pelo direito penal, como resposta para problemas sociais e questões educacionais. Abre-se espaço para muito modismo", reclama Janaína. "O bullying é um exemplo. Tira a responsabilidade da escola e dos pais. Sei que não é legal, mas imagina uma criança de 12 anos levada à Justiça? E o racismo, agora um crime hediondo, faz o mesmo mal do que a tortura?", questiona.


Por outro lado, há questões que, num primeiro momento, parecem indicar um avanço. O novo Código Penal prevê punição mais severa para jogos ilegais, que era de 3 meses a 1 ano e passa para até 2 anos. O enriquecimento ilícito de funcionários públicos – incluindo políticos – torna-se crime, com pena de 1 a 5 anos: hoje é apenas alvo de sanções. E poderá ser possível, com o consenso do Ministério Público, acordo entre vítima e criminoso, inclusive para evitar a prisão.


Mas "nada virou lei ainda, nós estamos apenas começando o debate", avisa Ricardo Santos Filho.

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Território do Bem e do Mal terceira parte