sexta-feira, 4 de março de 2011

IURD AMC FAZ CAFÉ DA MANHÃ NA FUNDAÇÃO CASA DE PARADA DE TAIPAS



O evento na Fundação Casa de Parada de Taipas começou assim: As senhoras que fazem parte do Grupo AMC, começam a fazer a montagem com todo carinho e amor de tudo que for necessário para dar o melhor para as internas.










As 57 meninas foram recebidas com uma flor no cabelo. Variadas cores contribuiram para alegrar o espaço e as mulheres voluntarias da AMC participaram com muita alegria e sorrisos.









As meninas foram presenteadas com um anel de uma história narrada pela senhora Rosana que é a presidente da AMC e as senhoras que fazem parte do grupo. “O Velho Rei Sábio”. Em toda e qualquer dificuldade existe uma chance de abraçar uma oportunidade muito melhor, pois existe sobre o dia um Céu que está em todo lugar em cima da nossa cabeça e Deus jamais se esqueçe dos que o buscam e mudam de atitudes ruins.






O anel foleado dizia: “TUDO PASSA”, e seguro elas tambem abraçará essa oportunidade e buscará refazer a sua vida quando estiver livre para recomeçar











A cantora Isis Regina cantou junto com grupo da AMC e as internas.





A Banda GERD parceira da AMC alegrou ainda muito mais o evento foi uma animação completa.















Uma mesa farta e diversificada de salgados e doces. Foram distribuido para as internas funcionários da casa.














Foram distribuido também kites de maquiagem para as internas.



Uma canja de fotos a pedido das internas.






A Oração que é a parte mais essencial desse momento finaliza com as voluntárias que adotaram o ombro, as mãos deixando assim a paz necessaria de um local que nos recebe com muito carinho e gratidão

quarta-feira, 2 de março de 2011

DO AMOR AO ÓDIO


Em nome do Amor: A frustração amorosa é apenas mais um dos inúmeros fatores que podem induzir alguém já psicologicamente instável a cometer um delito. Mesmo assim, "a paixão patológica pode até servir para explicar o crime, mas nunca para perdoar criminalmente quem o cometeu".
Dizem que o amor é um sentimento difícil de entender. Mais difícil ainda é encontrar explicação para o que alguns "apaixonados" fazem em nome do amor, como acabar destruindo violentamente a quem se ama e a si próprio. Os inúmeros casos de crimes ditos passionais demonstram também como a mente pode se transformar num vulcão de sentimentos devastadores quando alguém vive uma paixão patológico-obsessiva, distúrbio este já reconhecido pela psiquiatria. Mas será que o excesso de amor pode levar o indivíduo a perder completamente a razão? Ou será que a paixão é apenas um pretexto para que atitudes extremas sejam colocadas em prática? Segundo os psiquiatras, as duas coisas se misturam, e, quando não premeditado, o crime passional é cometido por uma pessoa que se encontra em estado de extrema emoção. A euforia pode durar até 24 horas, explicam. "O desequilíbrio é tanto, que o teor de autocrítica cai, a pessoa perde a referência e age como um animal. Os gatilhos que irão disparar essa atitude podem ser muitos, inclusive o amor".Traçando o Perfil dos Criminosos Passionais As formas de cometer um crime sob o pretexto do "excesso de amor" são vastas, mas a medicina já é capaz de traçar três características comuns a essas pessoas e às situações que as envolvem. Veja: 1º Na maior parte das vezes nunca matou ninguém e sua conduta violenta é, principalmente, em relação a uma mulher específica. Dificilmente mata mais do que uma vez. 2º A receita da tragédia é relativamente simples: um homem mais velho e mais rico do que a parceira, inseguro, ciumento, possessivo, vaidoso e egoísta que se relaciona com mulher mais jovem, que não reage, mas sabe manipular os sentimentos do cônjuge. 3º Quando a mulher reage e decide pôr ponto final na relação, ele pede de volta objetos dados como presente. Incrédulo, pois se considera dono da mulher, tira a vida dela. Às vezes, não suporta a perda da amada e, depois do crime, comete suicídio. Mesmo diante desse quadro, os especialistas fazem questão de ressaltar que "a paixão patológica pode até servir para explicar o crime, mas nunca para perdoar criminalmente quem o cometeu".

terça-feira, 1 de março de 2011

Tensão


Por Kátia Mello katia.mello@folhauniversal.com.br
As cobranças vêm de todos os lados: família, trabalho, amigos, contas, prazos e metas a serem cumpridos. Na direção contrária, a falta de tempo, o trânsito, a noite de sono mal dormida, o nervosismo gerado pela insegurança. O estado ansioso acaba aparecendo mais cedo ou mais tarde, de maneira mais leve ou acentuada, dependendo de como cada pessoa lida com seus problemas. Mas uma pesquisa divulgada recentemente mostra que muita gente tem preferido recorrer a calmantes, mesmo que seu quadro clínico não exija este tipo de tratamento. Feito pela IMS Health, companhia que faz estudos ligados à indústria farmacêutica, o levantamento indicou que a venda do ansiolítico (remédio contra ansiedade) clonazepam cresceu 36% no Brasil entre 2006 e o ano passado, quando foram comercializadas 18,45 milhões de caixinhas, contra 13,57 milhões em 2006. “Os tranquilizantes de alta potência são os mais prescritos no Brasil atualmente. Entre eles estão o clonazepam e o diazepam. O aumento do uso ou da prescrição dos benzodiazepínicos no País se deve à baixa qualidade dos serviços médicos, à propaganda dos laboratórios e à condição de vida atual, que cobra soluções imediatistas e superficiais e leva ao aumento do estresse”, defende Luiz Figueira de Mello, médico do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo. “Os ansiolíticos são indicados para reduzir a ansiedade e a agressividade, para sedar e induzir o sono e também para reduzir o tônus muscular e a coordenação motora, além de ter efeito anticonvulsivante”, esclarece o psiquiatra Marco Antonio Alves, filiado à Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). “Os efeitos dos tranquilizantes, quando bem prescritos, são, na maioria das vezes, benéficos. Podem até salvar vidas, evitando derrames, enfartes e comportamentos inadequados. Quando usados sem critério podem levar a acidentes, dependências ou sofrimento psíquico”, descreve Mello. Um dos principais perigos dos ansiolíticos é o risco de vício. Além de o uso contínuo fazer com que seja necessário aumentar a dose, há quem tenha crises de abstinência ao interromper o tratamento. Segundo o Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas (Cebrid), da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), os sintomas vão desde insônia severa, irritação, agressividade, delírios, ansiedade, angústia, sudorese excessiva até convulsões. “Devemos levar em conta dois fatores de risco de dependência: a predisposição genética (tendência à drogadição) e o uso contínuo por mais que 12 semanas. O tempo para viciar é variável devido às condições biológicas ou metabólicas individuais. A interrupção do uso deve ser sempre gradual e com orientação médica”, explica Mello. A ansiedade, o estresse e a depressão acompanham o homem desde os tempos remotos, uma vez que são distúrbios que combinam problemas de ordem psicológica e fisiológica. “A ansiedade faz parte da vida das pessoas e é saudável tê-la em nível controlado. Ela nos torna mais focados. Perder o controle sobre ela é que atrapalha”, defende Marco Antonio Alves.
“Eu tinha terminado a faculdade e estava desempregado, com contas acumulando, além de uma série de outros pequenos problemas. Por estar extremamente ansioso, comecei a entrar em depressão, tinha insônias terríveis, comia apenas por obrigação. Fui a um psiquiatra e ele me receitou, por 3 meses, o Rivotril (clonazepam) e um antidepressivo, além de sessões de análise. Findados os 3 meses, não precisei mais recorrer ao medicamento, mas continuei a terapia”, conta o empresário Silvano Pestana, de 36 anos. Segundo ele, foi a terapia – e não o remédio – que o ensinou a lidar com os problemas. “Às vezes damos muita importância para um problema menor ou para tantas coisas ao mesmo tempo que acabamos não resolvendo nada e a ansiedade só piora”, diz. A atriz Fernanda Torres também recorreu ao Rivotril, mas não gostou. Ela escreveu sobre o assunto em sua coluna no jornal “Folha de S, Paulo”. “Passei 3 dias sonolenta e algo abobalhada, evitei dirigir. No terceiro dia, desestimulada e apática, achei que estava pior que antes. Decidi não recorrer ao medicamento na quarta noite e tive dificuldade para dormir. Fritei no lençol até 5 da matina. Passei o dia seguinte imprestável e, no outro, depois de uma noite bem dormida e sem sedativos, acordei refeita”, disse a atriz, que procurou um psiquiatra depois de detectar sintomas de depressão.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Noite de gala


Tatiana Alves redacao@folhauniversal.com.br
Formar mulheres virtuosas. Este é o objetivo do grupo “A Mulher V”, criado por Cristiane Cardoso, escritora e fundadora do Sisterhood. Lançado em 14 de novembro de 2010 em vários países, o trabalho formou recentemente 22 mulheres, em uma cerimônia especial em Santo Amaro, na capital paulista. A noite de gala, denominada “A Noite da Mulher V”, contou com a presença de Ester Bezerra, que homenageou com uma bela mensagem as mulheres V – como são chamadas as participantes do grupo –, e do bispo Edir Macedo, que as consagrou. A responsável pelo grupo em São Paulo, Marilene Silva, explicou em poucas palavras o que significa ser uma integrante da equipe. “A Mulher V pode ser feminina e amável, mas é uma guerreira de corpo, alma e espírito”, destacou. No grupo, são aceitas mulheres a partir de 30 anos de idade. Para participar, as interessadas são selecionadas através de uma entrevista e, em seguida, passam por um treinamento que consiste em cumprir tarefas diversificadas. “O objetivo é levantar mulheres de fé para os níveis de honra, beleza e força que Deus pretende para todas nós, através dos desafios de deixar os velhos hábitos para trás e se lançar nas novas formas de pensar, se comportar e crer”, destacou Marilene. O grupo “A Mulher V” já está nos Estados Unidos, Reino Unido, Colômbia, Austrália, Trindade e Tobago, Portugal, Namíbia, Filipinas, Moçambique, Alemanha, Quênia, Zâmbia, Botsuana, Guyana e Mauritius.

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