terça-feira, 18 de janeiro de 2011

IURD NA FUNDAÇÃO CASA / Jovens da Fundação CASA têm atividades especiais nas férias


Jovens da Fundação CASA têm atividades especiais nas férias
Seg, 17 de Janeiro de 2011 17:25 Lucas Tavares NOTÍCIAS - Demais

Elas atenderão aos adolescentes das 14 unidades da Divisão Regional Norte durante o recesso escolar
As férias escolares também acontecem nas 132 unidades da Fundação CASA desde o início de dezembro - e se estendem até o começo de fevereiro. As 14 unidades da Divisão Regional Norte oferecem programação variada, com atividades esportivas, oficinas culturais, passeios e filmes, entre outras. A Divisão abrange as cidades paulistas de Franca, São Carlos, Taquaritinga, Ribeirão Preto, Sertãozinho, Araraquara, Barretos e Batatais.Em Ribeirão Preto, nas unidades de internação (UI) Ribeirão Preto e Rio Pardo, e da Ouro Verde, de internação provisória (UIP), os jovens terão oficinas de hip-hop (com o GADA), capoeira, leitura, cartas, percussão, violão e cavaco com o projeto Guri. Também haverá aulas de circo, com demonstrações de mágicas e ilusionismo, e uma oficina para a fabricação de pipas.Ainda haverá jogos virtuais, sessão de cinema, bingo e as tradicionais práticas esportivas (tênis de mesa, futebol, vôlei etc.) junto às alternativas, que ocorrem com menor frequência, como badminton, cross country e condicionamento físico. As oficinas de educação profissional de hidráulica, garçom, pizzaiolo e manutenção e montagem de computadores serão retomadas a partir do dia 24 de janeiro.A maior parte dessas atividades também acontece na unidade de semiliberdade (US) do município, que também proporcionará jogos lúdicos e oficinas de teatro para os jovens.Nas duas CASAs de Franca, por sua vez, se destacam as dinâmicas culturais, o futsal, jogo de peteca, oficinas de valorização da vida e saraus.Já em São Carlos, a CASA local propõe atividades esportivas – com ênfase no vôlei e no handbol –, jogos de tabuleiro (xadrez, damas e bingo) e oficinas diversificadas, como cestos e bijuterias. Na semiliberdade, os adolescentes poderão assistir a shows no Sesc do município, visitar o parque ecológico e museus, além de fazer oficinas de velas artesanais e pintura.Na CASA Taquaritinga, os jovens terão campeonatos internos de vôlei, futsal, tênis de mesa, queimada, handbol e streetball. Também se destacam as oficinas de bordado em tela, judô, cavaco e violão, mosaico e trabalho com fios.Em Sertãozinho, a novidade serão os jogos cooperativos, o tênis de quadra e as sessões do Cine Reflexão (filmes seguidos de discussões temáticas). Também haverá campeonatos internos de futebol, basquete e streetball; sessões de Sodoku e caça-palavras; e oficinas de música e de drogadição.A CASA Araraquara terá o apoio do GADA e do Projeto Guri nas atividades culturais, como hip-hop, capoeira e oficinas de violão e percussão. Também ocorrerão gincanas, campeonatos esportivos, salto em distância (atletismo) e os cursos de qualificação profissional – lancheteria, informática básica, entre outros. Na semiliberdade, os jovens também farão atividades físicas em uma academia de musculação da cidade.A Unidade de Semiliberdade de Barretos, entre as atividades previstas, levará os jovens ao Museu Paleontológico em Monte Alto. Também serão feitas excursões ao Clube Rio das Pedras, em Barretos, Museu do Automóvel, em Bebedouro, e à prainha de Sertãozinho.Em Batatais, os adolescentes da unidade de semiliberdade conciliarão as atividades lúdicas (gincana, cinema, entre outros) com o início da profissionalização, o que inclui uma visita à empresa Refrescos Ipiranga, em Ribeirão Preto, no dia 24 de janeiro.




DEPRESSÃO doença ou atuação  maligna





































Com certeza esta Revista Plenitude, traz muitos assuntos que ajudam a sua vida espiritual e de sua famílias.Diz o Bispo Geraldo Vilhena.



UNIVERSAL É HOMENAGEADA NA FUNDAÇÃO CASA EM PARADA DE TAIPAS.




Ex interno da fundação casa se libertou nas reuniões da UNIVERSAL.
 
É dando que se recebe.









Na tarde de domingo a alegria foi imensa na UI-36 Brás, Pr. Geraldo Vilhena fez a abertura do evento com uma oração e falando aos internos que não somos nós que escolhemos e sim somos escolhidos.







Os voluntários da Igreja Universal do Reino de Deus organizaram a festa com direito a carne maluca, refrigerantes, sorvetes.O teatro da Força Jovem Universal também esteve presente com uma peça musical e que agradou demais os internos e funcionários da Fundação Casa.




O Grupo Dose Mais forte realizou palestra de prevenção de drogas e um dos integrantes do grupo falou sobre seu depoimento e como foi que ele conseguiu se livrar de tudo (JESUS) a Dose Mais Forte.Esse amor sem tamanho segue, pois o que fazemos é com muita satisfação, carinho e afeto.





Jeidson ex-interno da Fundação Casa fala para os jovens internos como se libertou do mal,



Somente a fé sobrenatural liberta os jovens internos da Fundação CASA. Diz o Bispo Geraldo Vilhena.


Batismo nas águas: primeiro a pessoa se arrepende dos pecados; em seguida é levada ao batismo nas águas.


Muitas pessoas têm confundido novo nascimento com batismo no Espírito Santo. Pode alguém ser batizado com o Espírito Santo sem Parece pergunta uma tola. Mas o fato é que os nascidos da carne não usam a fé inteligente e chegam até mesmo a acreditar nisso. É impossível alguém receber o batismo com o Espírito Santo sem que antes tenha nascido de novo. Pois como pode alguém ser selado no Espírito antes de nascer de novo?


Primeiro se nasce do Espírito e depois vem o batismo no Espírito Santo. O mesmo se dá em relação ao batismo nas águas: primeiro a pessoa se arrepende dos pecados; em seguida é levada ao batismo nas águas.


Pois como pode alguém ser batizado nas águas sem ter se arrependido?


É verdade que na prática isso tem acontecido muito. Porém, não há nenhum resultado prático. Isto é, não há novidade de vida após esse tipo de batismo. Porque o pecador entrou nas águas batismais seco e saiu molhado. Nada além disso! Ele continua com o estado original apesar de ter sido “batizado nas águas”.


O que tem de gente batizado e não convertido é inumerável.


O mesmo se dá em relação ao batismo com o Espírito Santo.


O falar em línguas estranhas não garante o batismo no Espírito. Mas, sim, os seus frutos… O batizado no Espírito recebe poder, não apenas para ajudar o semelhante, mas sobretudo servir como referencial do Senhor Jesus no mundo.


Após ter ressuscitado apareceu Jesus entre os discípulos.


"Ele então soprou sobre eles dizendo: recebei o Espírito Santo." ( João 20.22 )


Naquela oportunidade os discípulos nasceram do Espírito. Mas o batismo deles só aconteceu ao cumprir-se o dia de Pentecostes. ( Atos 2.1 )


UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA



Nesta última terça-feira, voluntários da Igreja UNIVERSAL , estiveram presentes da Unidade da Fundação Casa foi realizando  batismo nas águas , levaram uma noite que vai ficar gravado em muitos corações, para realizar o batismo nas Águas esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização nas unidades da Fundação Casa, que fez orações de libertação, para que houvesse uma transformação na vida de cada adolescente, após a oração de libertação explicou sobre o batismo nas águas, a importância de nascer de novo,de sepultar a velha criatura, de levar uma vida reta longe das más amizades e das drogas, Após a palavra os adolescentes foram levados para se batizarem nas águas, o Pastor orientou a todos e perguntou, se estavam cientes do passo que eles iriam dar, um passo rumo a salvação, disse que no decorrer da vida, eles poderiam até cair um dia, mais não poderiam ficar caidos, da mesma forma, em que Jesus no caminho do cálvario caiu várias vezes, mais não ficou caído, levantou-se e proseguiu para o destino. e todos foram batizados, em nome do Pai do Filho e do Espírito Santo. É ao total foram batizados seis jovens, na medida em que cada um desciam as águas subiam radiantes de alegria. Embora a sociedade em si não acredite, na recuperação desses jovens, A UNIVERSAL acredita e realiza este trabalho que tem salvado muitas almas. Para finalizar os funcionários agradeceram a nossa presença e relataram uma mudança após o trabalho que vem sendo realizado na Fundação Casa, e a mudança é notória foi vista através do batismo nas águas

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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Vítimas da Hipocrisia



Dia de natal, 25 de dezembro,Belém do Pará, Brasil. O serralheiro Carlos Barros ouve um choro insistente no quintal de casa. Imagina ser o miado de um gato. Mas, ao se aproximar, encontra um bebê,de apenas 7 horas de vida que, tão logo nasceu, foi jogado pela mãe, a babá Elinaura Nascimento dos Santos, de 20 anos – vizinha de Barros –, de um muro de 2 metros de altura. Embrulhado em um saco plástico, o recémnascido,um menino com 2,2 quilos, foi recolhido por bombeiros com escoriações nos braços e na cabeça. Internado no hospital, recebeu alta na semana passada. O bebê, chamado de Natalino de Jesus, está sob cuidados do Conselho Tutelar, que não decidiu seu destino. Elinaura se apresentou à polícia e foi indiciada por tentativa de homicídio qualifi cado e dolo eventual – quando há intenção de matar. O Ministério Público irá apreciar o inquérito antes de encaminhá-lo à Justiça. Ela deu à luz às 20h da véspera de Natal. Embrulhou o filho num saco plástico e o jogou pelo muro, pois temia ser rejeitada pela mãe, a avó do bebê, que mora no Maranhão, e que havia lhe avisado para não engravidar em Belém, onde trabalha na casa de parentes. Com medo, escondeu a gravidez até a hora do parto.Teve o filho sozinha. Cortou o cordão umbilical antes de jogá-lo no quintal do vizinho. Agora, ela diz que quer cuidar do menino,antes indesejado. O caso não é único. Eles se multiplicam pelo País e muitas vezes são vistos como fatos isolados. Não são. Histórias trágicas como a de Elinaura e seu filho e de dezenas de outras mulheres, a maioria pobre,excluída e desamparada se repetem constantemente. São vítimas da desinformação, do descaso, da ignorância, do preconceito e da hipocrisia, como avaliam especialistas. “É preciso pensar sobre o que levou a mulher a praticar esse ato. Ela pode ter pensado que com um filho não poderia mais trabalhar, ter pensado no preconceito. É claro que ela poderia ter utilizado outros meios, procurado ajuda. Mas como? Onde? Temos uma sociedade que simplesmente critica e julga”, diz Leila Regina Lopes Rebouças, assistente técnica do Centro Feminista de Estudos e Assessoria e coordenadora do Fórum de Mulheres do Distrito Federal. “Não é à toa que temos tantas crianças encontradas em lixeiras. É hipocrisia. É preciso parar de criticar e colocar o aborto como algo criminoso e refletir sobre o direito das mulheres de serem mães ou não”, diz Leila, lembrando da quantidade de mulheres que morrem no País em clínicas clandestinas para a interrupção da gravidez. A estimativa do Ministério da Saúde é de que os abortos são a causa de 15% da mortalidade materna hoje. Em 2009,os realizados no Sistema Único de Saúde (SUS), permitidos quando não há outro meio para salvar a vida da mãe ou para vítimas de estupros, foram 1.850. Não há uma estimativa oficial de quantos clandestinos são realizados, mas um indicador é o número de curetagens,procedimento relacionado a abortos espontâneos ou provocados: só em 2009 foram 183,6 mil, dez vezes mais que o de abortos legais. De acordo com pesquisa feita pelo Ibope a pedido do Governo Federal uma em cada sete mulheres de 18 a 39 anos já abortou no país. Se a estimativa for correta,o número de mulheres que já abortou pode chegar a 5,3 milhões.Muitas sem condições ou acompanhamento médico adequado, sob risco de contrair doenças ou infecções.
“Elas acabam maltratadas,descriminadas. Muitas das vítimas de aborto clandestino morrem”, ressalta Leila. “No Brasil, a Igreja Católica impede que esse debate avance. Muitos países de maioria católica e evangélica avançaram na legislação e o aborto foi legalizado (veja quadro na pagina 11). Isso não significa que as mulheres vão engravidar pensando em abortar. Nenhuma mulher planeja isso”, destaca. Carmen Hein de Campos,mestre em Direito pela Universidade Federal de Santa Catarina e em Direitos Sexuais e Reprodutivos pela Universidade de Toronto, Canadá, escreveu sobre o que considera a irracionalidade da criminalização. “São as mulheres jovens e pobres que se submetem a abortos que põem em risco sua saúde e sofrem com a falta de acesso a informações sobre saúde sexual e reprodutiva,métodos para prevenção à gravidez indesejada”, explica. Para Carmen, há um contraste “com jovens ricas que procuram clínicas clandestinas que oferecem aborto a preços altíssimos, mas com mais segurança. Essa diferença na condição econômica é responsável pelos riscos à saúde das mulheres de classes sociais menos favorecidas e pelos gastos do SUS com o pós-abortamento, tornando a ilegalidade ainda mais perversa”. A legalização pura e simples do aborto como forma de diminuir o número de abandonos não é consenso. De acordo com a psicóloga Lidia Weber, da Universidade Federal do Paraná, é preciso, antes de pensar em aborto, refletir sobre como prevenir e criar estratégias de distribuição de renda, educação e valorização da família. Ela diz que as mães que abandonam os filhos não percebem o sentido da família. “(são mulheres) que foram negligenciadas psicologicamente, foram punidas fisicamente, não aprenderam a amar uma criança, pois nunca foram amadas. É preciso um sentido de família que ensine o afeto”. afirma Lídia. Enquanto as soluções não avançam, as histórias de abondono se repetem. Em Salvador, no último dia 29, uma mulher foi presa sob suspeita de matar a filha recém-nascida. Logo após o parto, ela teria deixado abandonado o bebê em uma sacola em um terreno baldio. O caso foi descoberto porque ela passou mal e, no hospital, médicos constataram o parto recente. Em Guarapari (ES), um bebê foi encontrado em uma sacola de supermercado no meio de uma rua, enrolado em panos. A criança, uma menina recémnascida, sobreviveu. Na região de Ribeirão Preto,interior paulista, há quatro registros de abandono nos últimos 2 anos. No caso mais recente, o bebê, que já estava morto, foi achado após ser atingido por um cortador de grama.Em Minas Gerais, dois casos se tornaram marcantes. Em 2007,uma mãe foi suspeita de jogar a filha nas águas poluídas do rio Arrudas, em Contagem. A acusada, Elisabete Cordeiro dos Santos, de 25 anos, disse que só jogou a criança porque achou que estivesse morta. Ela teria confessado à polícia que tomou remédios para forçar o aborto. Um dos casos de maior repercussão aconteceu em 2006, quando uma menina de 2 meses foi colocada em um saco de lixo e jogada pela mãe na lagoa da Pampulha, um dos principais pontos turísticos de Belo Horizonte. Ela foi achada com sinais de afogamento, mas sobreviveu.

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