segunda-feira, 30 de junho de 2014

A receita para afastar seus filhos de você

Leia o quinto e último tema da nossa série de reportagens “Os 5 erros que os pais cometem e que afastam os filhos adolescentes” e saiba de que maneira agir














Não se assuste ou se apavore se, literalmente da noite para o dia, o seu filho entrar numa fase complicada, meio compulsiva e repleta de conflitos interiores. Ele apenas está se descobrindo e tentando entender melhor esse misto de mudanças chamado adolescência.
É exatamente nesse momento da vida que acontecem as maiores transformações físicas e psicológicas, e o jovem começa a descobrir um turbilhão de sentimentos ao mesmo tempo – tais como medo, ira repentina, desejos, alegrias, insatisfações –, o que, para os pais, pode soar como rebeldia. Mas não é bem isso.
O mais importante nesse momento, pais, é manter a calma e não se desesperar nas crises, tampouco fazer chantagem, porque esses conflitos são passageiros. No entanto, se mal administrados, podem afastar os filhos de vocês.
A pergunta é: Você sabe lidar com essa fase da vida do seu filho? Você tem procurado agir corretamente com ele, que, sem dúvida alguma, necessita do seu apoio incondicional? O que fazer para não confrontá-lo de forma que se sinta desprezado, incompreendido e, com isso, se afaste de você?
Experiências












Alexsandra Santos Frediani (foto ao lado), de 40 anos, é mãe de dois filhos: Marcela, de 9 anos, e Israel, de 12. Mãe em tempo integral e presente em todos os momentos da vida dos filhos, ela já começa a identificar as mudanças dessa fase no menino.
“Percebo um tom de voz elevado quando falamos sobre determinados assuntos que o contrariam, mas tenho que entender. Ele está crescendo, logo não poderei mais tomar as decisões para a vida dele. E, não vou negar, isso mexe comigo. Mas, por outro lado, é importante respeitar o espaço dele, permitir que caminhe com as próprias pernas. Nosso papel (meu e do pai dele) é orientá-lo”, diz.
Alexsandra faz questão de dizer que, embora essa fase seja nova em sua vida familiar, o desespero não tem espaço. Diante de qualquer impasse que surge ou possa surgir, ela tem uma dica preciosa: “O primeiro passo é a oração, entregar tudo nas mãos de Deus. Nele encontramos forças e o caminho certo a trilhar. Ele sempre mostra em que estamos errando. Além disso, é imprescindível conversar bastante com os filhos e, claro, ter paciência.”
Já a auxiliar de departamento pessoal Ivanice de Oliveira (foto abaixo), de 38 anos, passou por uma fase ruim quando o filho, Alex Willian, hoje com 21, começou a apresentar, ao 16 anos, alguns problemas comportamentais.













“Até essa idade, ele era um rapaz esforçado, estudava, fazia cursos, e inclusive já estava trabalhando. Mas, de repente, começou a mudar, a responder mal, perdeu o interesse pelos estudos e tornou-se agressivo. Meu esposo e eu sempre o mantivemos em casa, ele pouco saía com amigos. Essa mudança foi um choque para mim. O tempo foi passando e ele piorando cada vez mais. Passou a sair à noite e só chegava pela manhã. Não nos ouvia mais, começou a falar palavrões, dizer que me odiava, que eu estraguei a vida dele. Enfim, confesso que não sabia como agir diante daquela situação. Chorava, discutia com ele e as brigas eram constantes. Com isso, ele se afastava cada dia mais de nós”, lembra a mãe.
O esposo, vendo que a situação ficava cada vez mais crítica, disse que, se continuasse daquele jeito, o filho podia ir embora. “Para o meu desespero, ele foi. Nessa época, descobri que ele estava usando drogas. Foi uma grande tristeza, o chão se abriu”, desabafa Ivanice.
Nesse meio tempo, ela tomou conhecimento do propósito Mães em oração, ligado à Universal. O projeto tem um blog (criado por Ísis Regina) que, recentemente, virou um livro, que a ajudou imensamente no processo de mudança dela mesma e do filho.
“Eu não sabia como agir, mas o Mães em oração me ajudou muito. Aprendi que em vez de brigar ou recriminá-lo, eu tinha de conversar. Procurei tratá-lo de forma diferente e não jogar em cima dele as minhas frustrações. Assim, o trouxe para perto, ele voltou para casa, e hoje, graças a Deus, conseguimos conversar mais e vivemos em união”, finaliza Ivanice, ao lado do filho.

Neste domingo último DOMINGO- na Fundação Casa -Vila Maria UI – Bela Vista, os voluntários da.
Igreja Universal do Reino de Deus que fazem a obra de Deus na Fundação Casa sob direção do Pastor Geraldo Vilhena Coodenador de Evangelização em Unidades da Fundação Casa de São Paulo.Chegam a unidade para realizar Evento para Internos e suas
Famílias preparam a quadra, o pessoal do grupo Teatral Força Jovem Brasil.
Instala os equipamentos de som, os voluntários decoram a mesa com.
Arranjos florais, deliciosos Bolos, refrigerantes, pratinhos, copinhos.
Fazem um grande circulo com as cadeiras para uma maior integração
dos participantes.

O Pastor Mauricio Albuquerque inicia o Evento fazendo uma Oração
de Fé, abençoando a vida de todos.




A Cantora Isis Regina pede para as mães deixarem os nomes de
Seus filhos e familiares, para um propósito de oração que estão fazendo.

Isis Regina comenta que o trabalho desenvolvido na Fundação Casa
É muito importante e ressalta que ela apóia e sempre estará pronta para
Trazer uma mensagem de DEUS e Fé aos internos da Fundação Casa.

Ela com suas canções e louvores agita o Evento (Nos montes da Adoração)
Canta e dança com os voluntários, integrantes da Força Jovem Brasil e os internos entram no ritmo com muita alegria e animação.





















Video: Cantora Isis Regina cantando na Fundação Casa Vila Maria Bela Vista.


Em seguida aconteceu a apresentação do grupo Teatral Força Jovem Brasil
Com a peça O PALHAÇO.
Nesta peça e retratado a trajetória de um rapaz que entrega seu coração as coisas
do mundo:

Vícios, mulheres prostituição, dinheiro, ganância, solidão.
Mostrando o alto preço que pagamos quando a nossa vida
Não está nas mãos de DEUS.

Mas quando ele busca uma saída em Cristo Jesus é limpo de todo o seu passado
É resgatado e liberto para viver em novidade de vida.

JESUS CRISTO disse os seus pecado serão lançados no mar do esquecimento,
Pois eu sou o caminho a verdade é a vida.
















Video: Final da peça O PALHAÇO.

Robson / Amauri / Jadson

Jadson:
Diz que é ex-presidiário, ex – interno da Fundação Casa, ficou 10 anos.
No mundo do crime e das drogas, começou aos 14 anos de idade no trafico.
De drogas, viciado em todos os tipos de drogas. Virou gerente de boca, se envolveu.
Com quadrilha de assalto a banco, passou por seis unidades da Fundação Casa.
E foi dentro de uma destas unidades conheceu o trabalho da IURD.
Em 2008 chegou à Igreja Universal e tomou uma atitude, buscou ajuda com Pastor.
Foi orientado. Resolveu fazer uma prova com DEUS ficaria durante trinta dias
Direto indo na Igreja, ia ter que acontecer alguma mudança em sua vida.
E em quinze dias foi liberto da cocaína e do cigarro, não sentia mais desejo.
Malignos se batizou nas águas.
Hoje tem uma vida abençoada e empresário tem uma família unida e abençoada.
DEUS transformou completamente sua vida.

Robson:
Comenta o que as drogas e o crime fizeram em sua vida, começou aos 13 anos.
Dentro da Escola por curiosidade, ficou 10 anos no mundo das drogas e do crime.
Robson afirma que é um sobrevivente das drogas.

Amauri:
Hoje com 36 anos ele começou aos 11 anos de idade, permaneceu 10 anos.
Envolvido no crime e nas drogas. Traficou armas e munição,confessa que
Jogou aos anos de sua vida no ralo. Ficou 5 meses lutando para sair das drogas e
do crime. Foi orientado pelo Pastor para fazer uma corrente de libertação.
Ele aceitou fazer e pegou todas as drogas e armas, munição que tinha em casa.
E colocou no altar, se arrependeu das coisas erradas que havia feito e a partir de.
Então o Espírito Santo entrou em sua vida e mudou totalmente.
Hoje esta liberto, com uma família abençoada e feliz.


PERGUNTAS DOS JOVENS INTERNOS E FAMÍLIAS PARA OS PALESTRANTES.Mãe Pergunta quais os sintomas que você apresentava no inicio com as drogas?

Resposta Robson:

O primeiro sintoma trocou o dia pela noite, começou a mentir, suas notas.
Ficaram ruins. Roubava dentro de casa a carteira do Pai e da Mãe.
Sua mãe percebeu sua mudança de comportamento ficou agressivo e não
Aceitava mais seus conselhos.
Ele orienta as mães dos internos a prestar atenção em seus filhos, com.
Falso resfriado, agitação, ficar com muito apetite e sinal que esta consumindo maconha, já a cocaína tira a fome e crack faz o jovem emagrecer rápido, ele fala que quando cheirava cocaína se sentia Herói.

Voluntário Pergunta quando você estava no mundo do crime/drogas colocou
Sua família em risco?


Robson responde:

Sim, certa vez assaltei um homem sem saber que ele era policial,
A policia me procurou invadiu minha casa, arrebentando a porta para me matar.
A minha mãe abriu sua camisola e se colocou na frente do policial dizendo;
Para matar o meu filho terá que me matar primeiro, colocou sua vida em risco.
Para me proteger daquela situação, então acontece que colocamos em risco nossa.
Vida e também a nossa família pelo envolvimento no crime / drogas.


Voluntário pergunta o jovem quando esta envolvido com drogas é capaz de matar
Seus Pais?


Robson responde:

Claro que sim, ele chegou a conhecer um rapaz que havia matado seus Pais,
Por causa das drogas.


Jadson pergunta o que mais marcou sua vida no mundo do crime?


Robson responde:

Eu presenciei a morte de um rapaz que foi comprar droga para outro e no
Caminho de volta fumou um pouco da droga. O que mandou ele comprar
A droga foi reclamar para o traficante e este percebeu o que o rapaz tinha fumado,
O traficante ofereceu mais cinco pacotes de cocaína para o que mandou comprar
Se ele executa-se o rapaz ali mesmo, este então aceitou tirou uma navalha do bolso.
E cortou o pescoço do rapaz, que ficou agonizando ate a morte na minha frente.
Esta cena marcou muito a minha vida.


Amauri Pergunta Jadson qual o momento que foi mais difícil dentro
da Fundação Casa?


Resposta: Em uma situação de rebelião quando a atuação da tropa
de choque dentro da unidade, este foi um momento muito difícil.


Pergunta Interno quando você não recebia visita como se sentia?

Jadson responde:

Eu não me sentia bem, mas sua mãe dava muito apoio, e o espiritual.
Foi o fator mais importante em sua vida, pois a oração que sua mãe fazia.
Foi muito importante para sua recuperação.


Cantora Isis Regina pergunta para Robson enquanto você ficou nesta vida, você.
Via a possibilidade de sair dela?

Robson Responde:

Eu até tinha vontade de largar as drogas e o crime, e sabia que deixaria ou pelo.
Amor ou pela dor. Certa vez uma vovozinha me disse filho larga desta vida.
Então respondi não meu DEUS são estas duas pistolas que tenho na cintura
E depois eu vim para DEUS pela dor.

Interno pergunta para Robson você presenciou alguma morte dentro da Fundação Casa?


Robson responde: Sim, presenciei um interno que tinha por apelido satanás, arrancou.
A cabeça de um jovem e subiu na laje da unidade para mostrar.


Voluntário pergunta se já viu alguém trocar a namorada por drogas?

Robson responde: Eu mesmo dispensava minha namorada para sair com os amigos
Do trafico. Mas também vi na biqueira um casal que o dono da boca ofereceu cinco pedras
Para ficar com namorado do jovem e ele trocou pela droga.


Voluntário pergunta você já viu alguém sair do crime e das drogas sem ajuda de DEUS?

Robson responde: Não, apesar de que para mim o meu DEUS na ocasião.
Eram as pistolas que eu carregava, mais quando me vi na situação difícil, não.
Teve jeito, sem DEUS não chegamos a lugar nenhum.


Pastor pergunta para Rosbon como você fez para largar as drogas e o crime?

Robson responde: Eu mesmo estando na Igreja ainda fumava eu vim pela dor,
Queria largar mais não tinha força, não conseguia.
Após um grave acidente de moto fiquei 30 dias em uma UTI no Hospital.
Perdi pedaço de minha perna e somente ai entreguei minha vida para DEUS

Encerra então as perguntas e Robson pede ajuda a oito jovens internos
Para que o ajude a tirar a prótese da perna. Apresentando o preço
Que teve que pagar para sair do mundo das drogas e do crime.
Logo em seguida faz uma oração de mãos dadas com só internos e
Todos ali presentes pela salvação de suas almas.












Video: Robson Freitas do Grupo Dose mais Forte ora pelos internos e famílias.

Video: Senhora Carlinda da AMC ora pelos internos e famílias.

Para dar continuidade ao Evento foi servido pelos voluntários bolos, refrigerantes, sorvetes.
















Os jovens internos dançaram com muita alegria no final.


A Direção da Fundação Casa agradeceu a presença da Igreja Universal do Reino.

domingo, 29 de junho de 2014

A escravidão dos israelitas na Babilônia

A escravidão dos israelitas na Babilônia

Sem o Templo de Salomão, foram criadas as sinagogas



Após a destruição do Templo e de Jerusalém pelos babilônios, os israelitas foram levados para a Babilônia, onde trabalhariam como escravos. Estrategicamente, os babilônios misturavam a população judia com outros povos, para que a nação deles se enfraquecesse. A maioria dos cativos ficou bem acomodada na terra de seus novos “senhores”.
Existiam no cativeiro dois tipos básicos de judeus. A maioria tornou-se cidadã da Babilônia, deixando, aos poucos, o judaísmo e as raízes israelitas. Uma minoria manteve as tradições e crenças – o profeta Daniel, por exemplo, era um deles.
Em 538 antes de Cristo (a.C.), a Babilônia foi conquistada pelos persas, governados pelo rei Ciro. Ele subiu ao poder e deixou que os israelitas voltassem para Jerusalém após cerca de 70 anos de cativeiro. A maior parte decidiu permanecer em solo babilônico, por não ter mais raízes com Israel. Somente alguns quiseram voltar à Terra Santa, a maioria da ala dos que conservavam a crença e o modo de vida judaicos.
Muitos dos que não retornaram a Jerusalém, mas permaneciam ligados em maior ou menor grau ao judaísmo, se limitavam a mandar os dízimos para Israel, indo visitar a cidade esporadicamente, nas festas religiosas. Nessa época, surgiram duas vertentes de judeus: os liberais e os conservadores.
Sem o Templo de Salomão, os conservadores criaram as sinagogas, que existem até os dias de hoje. Eram como pequenas igrejas locais. Nelas, que não tinham os mesmos aspectos do grande santuário que o filho de Davi ergueu (ou do Tabernáculo), são até hoje realizadas apenas algumas cerimônias religiosas, além de estudos da Torá.
No entanto, os judeus não oferecem sacrifícios nas sinagogas, pois entendem que isso só pode ser feito no Templo de Jerusalém.
Na época em que destruiu o Primeiro Templo, o então monarca Nabucodonosor, levou para a Babilônia tudo o que seus homens pegaram do prédio, incluindo os elementos sagrados (os móveis cobertos de ouro, osutensílios, os preciosos enfeites).
Alguns estudiosos acreditam que todos aqueles objetos sagrados foram refeitos no momento em que foi erguido o Segundo Templo, sob o comando de Zorobabel. Outros afirmam que quando os persas autorizaram a volta dos israelitas para Jerusalém, também devolveram os objetos sagrados originais. Porém, nenhuma das duas hipóteses foi comprovada até hoje.
O retorno pela fé
Se o retorno dos israelitas a Jerusalém tem grande importância histórica para aquele povo, maior ainda foi a importância espiritual. Deus permitiu que Israel caísse e fosse levado cativo para a Babilônia, mas nem por isso abandonou Seu povo. Por intermédio de homens como Daniel, manteve a fé acesa entre os escravos. Mesmo aquela minoria que resolveu se manter fiel a Deus acabou fazendo diferença. E foi por causa dessa fé renascida e exercitada que o Ele permitiu que voltassem a Jerusalém e recomeçassem a povoar Israel, provando que, por maior que seja a ruína, por menor que pareça a esperança, o Eterno sempre tem poder mais do que suficiente para fazer tudo renascer. Basta que Seus filhos aceitem Sua vontade e a queiram para suas vidas.







Para dar início a realização deste evento, os voluntários da UNIVERSAL fizeram doações de vários itens de  beleza  para montagem de uma salão dentro da Fundação Casa Feminino unidade mooca.


Houve distribuição de centenas biografias NADA PERDER I e II do bispo Edir Macedo

Nesta foto um voluntário se preparando para entrar na van da Fundação Casa para chegar ao evento

Mais voluntários entrando na van com suas doações para Fundação Casa

Nesta foto o pastor Geraldo Vilhena junto com a direção da Fundação Casa da Mooca.


Uma porta pesada de ferro se abre. Um guarda, um detector de metais e uma cabine blindada aparecem. Mais alguns passos, e o barulho da porta se fechando identifica que daquele lugar não entra e sai quem quer. Um caminho de concreto, mais algumas portas, mais um ou dois guardas, mais um portão fechado. Através das grades é possível ouvir bebês e vozes de adolescentes. Lá, o clima tenso desaparece e, às vezes, dá para esquecer que se está em uma Unidade Feminina de Internação Provisória (UIP) da Fundação Casa, ex-Febem. Em poucos metros quadrados funciona a Casa das Mães, que separa adolescentes grávidas e com bebês das outras internas. Ao todo, a unidade abriga 118 meninas de 12 a 20 anos incompletos, e o tempo médio de internação é de 1 ano e meio. No momento da visita, algumas meninas pintavam quadros, outras faziam pães e doces em uma grande cozinha.


Pastor Geraldo Vilhena e o pastor Augusto faz apresentação de crianças na Casa das Mães da Fundação Casa.


Esteve presente também o ex-usuário de drogas Robson de Freitas e uma ex-traficante Amauri na qual fazem parte do Bloco de Ajuda aos dependentes Químico, os mesmos realizaram uma palestra sobre a prevenção de drogas para todas as internas da Fundação Casa. 


Após a palestra o pastor Geraldo e voluntários realizam uma oração de libertação para todos 

O evento houve um café da tarde com doces e refrigerantes para todos os que estavam ali presente.


este evento foi animado pelo guitarrista Reginaldo que fez grande apresentações no evento.