segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

IURD NA FUNDAÇÃO CASA (Pastor Geraldo Vilhena e esposa Creusa desejam a todos uma FELIZ 2013.


CONQUISTAS EM 2013
QUAIS SONHOS VOCÊ NÃO REALIZOU EM 2012 E GOSTARIA DE REALIZAR EM 2013?

Independente de como foi 2012 e da velocidade aparente com que ele se passou, a partir de agora você está diante de uma nova oportunidade, de mais um ano inteirinho, novo e repleto de possibilidades. E se você deseja recomeçar, reconstruir, realizar planos e sonhos, tenham sido eles adiados ou fracassados, as cartas agora estão sobre a mesa. Portanto, é bom não cruzar os braços!

E é bom também dar menos importâncias ao que ficou para trás e focar as energias no que vem pela frente. Afinal, o novo ano pode ser o melhor de todos e o mais completo que já existiu, tenha você prosperado sem limites ou ido até o fundo do poço durante o ano que passou. Isso porque somos os verdadeiros condutores da nossa existência. E a vida é extremamente obediente. Ela sempre toma a direção que ordenamos, sem questionar se aquele é o melhor ou o pior caminho. Mas o bom é que, no final, a gente sempre descobre.




Desejamos a todos um Feliz 2013!

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Ela morreu em meus braços




A médica disse que uma cirurgia poderia ser feita. O objetivo seria reparar os defeitos, de modo que o coração pudesse funcionar o mais normalmente possível. Algumas vezes, adolescentes ou adultos que tiveram os defeitos da tetralogia de Fallot reparados na infância precisam de cirurgia adicional para corrigir problemas cardíacos que se desenvolvem com o tempo. Marcamos para o dia seguinte e eu estava com esperanças. Sim, esperanças porque fé eu não tinha mais. Com tudo aquilo, perdi a fé, a confiança em Deus, não acreditava mais em nada. Eu havia sofrido tanto que minha vida não tinha mais sentido, a não ser por minha filha. Eu vivia por ela. Apenas por ela.

Naquela noite, fui amamentar minha princesa, meus pais foram para casa, o Léo havia passado de manhã para nos ver. Eu estava sozinha, era quase madrugada, estava muito cansada. Percebi que sua pele continuava roxeada, seus lábios e dedinhos também.

Peguei minha filha no colo e calmamente a amamentei; esperei o tempo certo para que ela não se engasgasse, ela não tinha muito ar na respiração. Fiz tudo com tanto, tanto amor...

Eu acariciava seu rostinho lindo, segurava em suas mãozinhas tão pequenas, tão lindas, seu pezinho era muito fofo, tinha uma boca carnuda linda, eu tinha vontade de beijá-la o tempo todo...

Minha pequena Julia morreu em meus braços. Parecia que ela sabia: minutos antes ficou me olhando, dava a impressão de que estava se despedindo de mim.

Não consegui chamar a enfermeira, não tive reação, apenas chorei. Chorei tanto que dava para ouvir meus gemidos da sala ao lado. A enfermeira veio correndo, já era tarde.

Tentaram tirar a menina dos meus braços, mas foi em vão, eu não a deixava...

Chamaram minha mãe e meu pai, o Léo também veio logo.

Esperei o hospital fazer todo o procedimento, minha mãe trouxe um vestidinho vermelho, com flores, uma tiara de fitas. Arrumei minha filha pela última vez. Minha avó tinha dado uma colônia para ela, então passei em minha filha, queria que ficasse bem perfumada.

terça-feira, 25 de dezembro de 2012

A ORIGEM DO NATAL







O Natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado nas profecias e instruções bíblicas sob o nome de Babilônia.Seu início e origem surgiram na antiga Babilônia de Ninrode .Na verdade,suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio.
Ninrode,neto de Cão,filho de Noé ,foi o verdadeiro fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo.
Ele construiu a Torre de Babel,a Babilónia primitiva,a antiga Ninive e muitas outras  cidades,e organizou o primeiro reino deste mundo.O nome Ninrode,em hebraico,deriva de “Marad”,que significa “ele se rebelou,rebelde”.
Sabe-se de muitos documentos  antigos  que falam deste individuo que se afastou de Deus.O homem que começou  a grande apostasia profana e bem organizada que tem dominado o mundo até hoje.
Ninrode era tão perverso que, diz-se ,casou-se  com sua mãe, cujo nome era Semiramis.Depois de sua morte prematura ,a mãe –esposa  propagou a doutrina  maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual.Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido,da noite para o dia,de um pedaço de árvore morta,que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.
Todo ano,no dia de seu aniversário de nascimento,ela argumentava que Ninrode visitava a árvore “Sempre viva”e deixava presentes nela.O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro,e esta  é a verdadeira origem da árvore de natal”.
Por meio de suas artimanhas e astúcia,Semiramis converteu-se na “Rainha do Céu”dos babilônicos e Ninrode,sob vários nome,converteu-se no “Divino Filho do Céu”por gerações neste culto idólatra.
Ele passou a ser o falso messias,filho de Baal,o deus-do sol.Nesse falso sistema Babilônico,a mãe e a criança  ou “a virgem e o menino”(isto é ,Semiramis e Ninrode redivivo)transformaram-se em objetos disfarçados em Maria e o Menino Jesus, principais  da adoração católica.
A veneração “a virgem e ao  menino” espalhou-se pelo mundo afora.O presépio é  uma continuação do mesmo em nossos dias,mudando de nome em cada pais e língua.No Egito chamava-se Isis e Osíris;na Ásia,Cibele e Deois;na Roma pagã,Fortunae Júpiter;até mesmo na Grécia,China ,Japão e Tibete há o equivalente da Madona (minha senhora),muito antes dos nascimento de Jesus Cristo.
A Igreja Católica absorveu toda essa história e a tem promovido em todo o mundo em nome da verdadeira fé cristã.

          Deus Abençoe a todos.

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

O consumo de bebida alcoólica, comum nas festas desta época do ano, deixa quem bebe mais lento, vulnerável e com poucos reflexos. Para piorar, a pessoa fica mais eufórica, confiante e otimista. “É o primeiro passo para um acidente”, alerta o psiquiatra Arthur Guerra, especialista em dependência química.


Estatísticas mostram que o número de acidentes e mortes provocadas pelo álcool aumenta nesta época do ano. Quem bebe fica mais lento, vulnerável, desinibido e "corajoso"


O consumo de bebida alcoólica, comum nas festas desta época do ano, deixa quem bebe mais lento, vulnerável e com poucos reflexos. Para piorar, a pessoa fica mais eufórica, confiante e otimista. “É o primeiro passo para um acidente”, alerta o psiquiatra Arthur Guerra, especialista em dependência química.

A afirmação reforça as estatísticas: no período sobe o número de acidentes e mortes por quedas, afogamentos e colisões ou atropelamentos. “A primeira ação do álcool é inibir as inibições”, resume Guerra, presidente-executivo do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa).

Para tentar reduzir as ocorrências de trânsito entre 15 de dezembro e 13 de fevereiro – período considerado mais perigoso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) – o governo federal reuniu os ministérios das Cidades, Saúde, Transportes e Justiça na ação integrada “Parada-Rodovida 2012/2013”.

Pelas ocorrências registradas entre janeiro e novembro de 2010, houve uma média mensal de 557 acidentes provocados por ingestão de álcool nas rodovias federais. Em dezembro do mesmo ano foram 679 acidentes.

Desde 2006, o Ministério da Saúde, por meio da Rede de Serviços Sentinela de Vigilância de Violências e Acidentes – Rede Viva, mantém uma base de dados para monitorar mortalidade e internações no Serviço Único de Saúde (SUS), ocasionados por acidentes e violências. Desde então, a presença de álcool é registrada (por declaração do paciente ou suspeita de quem o atendeu).

A violência aparece como vilã entre os pacientes que consumiram bebida alcoólica até 6 horas antes do atendimento. Guerra conta ter atendido recentemente um rapaz de 18 anos que havia batido em uma pessoa após ingerir bebida alcoólica. O mesmo rapaz participou de uma briga de grupos. “Ele disse que não sabia por que bateu. Foi efeito do álcool.”

Nos 4.012 casos de violência registrados em 23 capitais e no Distrito Federal, de setembro a novembro de 2009, 35,7% dos pacientes declararam consumo de álcool, enquanto houve suspeita em 31,3% de outros casos. No mesmo período, ocorreram 35.597 atendimentos de diversos acidentes em diferentes lugares (casa, escola, local de prática esportiva, bares, trabalho e via pública), sem contar acidentes de trânsito – no período foram 9.934, 13% com suspeita de consumo de bebida alcoólica pelo paciente e 15,6% com consumo declarado. O estudo apontou ainda 12.617 quedas, com suspeita de consumo de bebida alcoólica em 5% dos atendimentos, enquanto tal consumo foi declarado pelo paciente em 6,4% das quedas. 

Guerra cita o aumento de afogamentos durante o verão em razão do consumo de bebida alcoólica e destaca que, apesar de a lei permitir uma determinada dose para dirigir, não dá para estabelecer um limite seguro de consumo para todas as pessoas. “É bem provável que tenhamos pessoas com alcoolemia de uma taça de vinho ou uma lata de cerveja que poderiam dirigir o carro bem, mas existem pessoas que mesmo com uma taça poderiam ter vulnerabilidade maior porque têm menos tolerância, menos peso corpóreo, menor altura. O limite é zero”, cravou o especialista.

Lei Seca fica mais rígida

Foi aprovado na Câmara dos Deputados um novo texto para a Lei Seca, com maior rigidez no controle e punições mais duras para motoristas alcoolizados. O texto precisa passar pelo Senado, mas a presidente Dilma Rousseff pediu urgência para ele ser aprovado e solicitou que os senadores não alterem as mudanças que já passaram pela Câmara. 

A nova legislação – válida também para motoristas sob o efeito de qualquer substância que possa provocar alteração na capacidade psicomotora, inclusive remédios – incrimina o condutor que se recusar a fazer o teste do bafômetro, prevê multa por embriaguez de R$ 1.915,40 e, em caso de reincidência, a multa sobe para R$ 3.830,80. Além disso, o novo texto permite que a alcoolemia seja constatada por “exame clínico, perícia, vídeo, prova testemunhal ou outros meios de prova admitidos em direito”.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Daria a minha vida por ela























Em uma semana no hospital, emagreci cinco quilos, estava com os olhos fundos e olheiras profundas. Não tinha vontade de pentear meus cabelos, ficava apenas olhando para minha princesa, tão linda e indefesa. 

Minha mãe ficava com ela enquanto eu tomava um banho rápido. Era minha mãe que penteava os meus cabelos e fazia tranças. Ela me perfumava e passava batom em minha boca. Dizia que quando a Julia acordasse deveria ver a mãe muito linda, como ela era.

Quando alguém da nossa família ficava doente, todos nós adoecíamos. Minha mãe sofria calada. Às vezes, ela aparecia com os olhos muito vermelhos, mas sempre sorrindo para mim, querendo me dar forças. Ela chorava pelos cantos, meu pai não fazia mais nenhuma piada. 

Encontrei os dois no corredor chorando, um ao lado do outro de mãos dadas.

Voltei para o quarto e segurei a mão de minha filha. Pensei: “Se não tivesse me desviado de Deus... Se não tivesse desobedecido à Sua Palavra... Se não tivesse me casado errado... Se não tivesse passado tanto nervoso...Se não tivesse apanhado tanto... Não estaria aqui, fazendo meus pais sofrerem, nem meu bebê estaria sofrendo assim. Tudo minha culpa, por não dar ouvidos à voz de Deus.”

Deus sempre nos mostra o caminho, o que é certo e o que é errado, mas a gente só aprende quando cai no fundo do poço. Quando não tem mais forças para sobreviver, quando a gente não é mais gente, e sim um pedaço de nada, que não sabe o que fazer a não ser chorar.

Sentia-me a pessoa mais cruel do mundo, a pessoa mais nada que podia existir. Estava com tanta dor em minha alma que não conseguia nem chorar, minhas lágrimas haviam secado. A dor de ver um filho assim é tão grande que nosso coração não pode resistir.

Eu daria minha vida para ver a minha amada filha sair dali com vida.


MESMO A UNIDADE DA FUNDAÇÃO CASA DE FRANCO DA ROCHA BEM LONGE DE SÃO PAULO CAPITAL, MAS OS VOLUNTÁRIOS DA IGREJA UNIVERSAL DO REINO DE DEUS LEVARAM PARA OS INTERNOS E FAMÍLIAS UMA PALAVRA DE FÉ.









Neste último Domingo na unidade da Fundação Casa em Franco da Rocha os voluntários da IURD realizaram um evento para os familiares e internos.









.Pr Geraldo Vilhena orou pelos internos e esclareceu sobre nossas emoções. Que muitas das vezes cometemos um erro por que não sabemos nos conter, e que o resultado nos leva a pagar um preço muito caro. Mas quando temos uma comunhão com Deus, o Espírito Santo nos ajuda a controlar estes instintos e passamos a viver uma vida de alegria.A coordenadora Salma ficou satisfeita com o evento e relatou que este tipo de iniciativa reflete nos internos, pois eles começam a mudar o comportamento acreditando que eles são capazes de mudar a situação de suas vidas (auto-estima)







































Foram realizadas palestras sendo os temas : "Começar de Novo" com a palestrante Ana Maria informando que se cometemos algo errado devemos começar de novo, nos dar esta chance, pois todo ser humano tem um grande potencial dentro de si."Prevenção de Drogas" com a palestrante Marta Alves, que levou os internos a reflexão sobre os malefícios causados pelas drogas e que os mesmos tem o direito de escolha e dizer NÃO ás drogas. Esse tema causou um grande interesse pelos internos, que participaram com perguntas e sugestões para deixar a dependência química.



















































Distribuímos pipocas, 
algodão doce, refrigerantes e sorvetes. Tudo isto num clima de muita alegria e satisfação. Valeu a pena a distância!!!!!! 














































Na oportunidade foram efetuadas as seguintes prestações de serviços: cabeleireiros (cortes de cabelo e escovas), manicure, maquiagem. Os funcionários também puderam desfrutar destes benefícios e mudaram o visual.


















quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

A nossa guerra é a guerra de Deus.



“Então, os homens de Efraim disseram a Gideão: Que é isto que nos fizeste, que não nos chamaste quando foste pelejar contra os midianitas? E contenderam fortemente com ele.” Juízes 8.1
Várias coisas me chamam a atenção nesta passagem bíblica:
Quem eram os efraimitas? Eram os homens mais guerreiros de todas as tribos de Israel. Eram os homens com mais ânimo e coragem para a guerra – só que eles eram motivados para a guerra, não para honra ou glória de Deus, mas para serem vistos como os valentões, os superiores, os que não precisavam de ninguém.
Por isso é que Deus disse a Amazias “Não vá como eles, com os soldados de Efraim, mesmo sendo eles homens experientes que sabem lutar com armadura e escudo” (pois os homens das outras tribos de Israel não sabiam lutar com armadura e escudo, como os de Efraim). Os Efraimitas confiavam na sua técnica, no orgulho que nutriam no seu interior: “Somos os mais corajosos de Israel”, pensavam erroneamente eles. E fizeram disso o sustento deles.
Veja:
“Também tomou de Israel a soldo cem mil homens valentes por cem talentos de prata. Porém certo homem de Deus veio a ele, dizendo: Ó rei, não deixes ir contigo o exército de Israel; porque o SENHOR não é com Israel, isto é, com os filhos de Efraim. Porém vai ‘só’, age e sê forte; do contrário, Deus te faria cair diante do inimigo, porque Deus tem força para ajudar e para fazer cair. Disse Amazias ao homem de Deus: Que se fará, pois, dos cem talentos de prata que dei às tropas de Israel (efraimitas)? Respondeu-lhe o homem de Deus: Muito mais do que isso pode dar-te o SENHOR. Então, separou Amazias as tropas que lhe tinham vindo de Efraim para que voltassem para casa; pelo que muito se acendeu a ira deles contra Judá, e voltaram para casa ardendo em ira.” 2 Crônicas 25.6-10
Nós somos guerreiros do Senhor dos exércitos, mas eles eram guerreiros por interesse, tomavam toda a glória para si, estavam sempre dispostos a guerrear pelos despojos ou salário; eram mercenários, só iam para a guerra se existisse uma motivação pessoal, uma recompensa monetária. Mas, eles não eram de guerra? Sim! Porém, apenas por interesse pessoal.
Nós somos DA guerra, não somos de guerra, porque somos soldados do Senhor dos Exércitos. É diferente! A nossa guerra é a guerra de Deus, é a guerra contra o mal, pois nós somos da paz; inclusive, oramos pela paz e a temos no nosso interior. O nosso Príncipe é o Príncipe da Paz, mas, claro, estamos num mundo que exige vencer as guerras ou as batalhas, onde o nosso Senhor é o Senhor dos Exércitos. Sendo assim, nós vamos para a guerra, não fugimos dela. Entendem a diferença? Não guerreamos por motivos pessoais, apenas queremos vencer a guerra do povo, a guerra da Verdade, a guerra de Justiça, mas nada para a nossa glória, e sim tudo para a Glória do nosso Deus.
“E, se alguém Me servir, o Pai o honrará” João 12.26 – o contrário daquilo que fará àqueles que um dia se corromperam, desertaram, blasfemaram; àqueles que um dia se venderam, acusaram. A esses, Deus dirá que não lutará com eles. Aqueles homens não eram da guerra de Deus, mas Gideão e os 300 sim, porque quando o Espírito Santo o revestiu, ele tocou a trombeta: “... e então saíram para encontrar-se com ele...”
Todos foram levados até Gideão. Na verdade, todas as cidades tinham que passar pela cidade de Efraim para ir até Gideão. Então, os homens de Efraim sabiam da guerra, mas escolheram ignorar. Era impossível eles não saberem, já que os midianitas cobriam todo o vale (note que quando Gideão sacrificou para Deus, o diabo também tocou a trombeta e os midianitas acamparam contra Israel – justamente depois de Gideão ter sacrificado. O diabo não fica indiferente, ele também se move, faz uso do seu exército para a pessoa se intimidar, acomodar e retroceder. Desistir).
Como não havia sido prometido nada aos efraimitas, nada lhes estimulava a lutar contra 135 mil; mas, agora que só restavam 15.002 eles estavam “aborrecidos”, fizeram-se de desentendidos, pois, como poderia Gideão ter ido para a guerra sem os chamar? Excluindo-os? Isso, quando ele tocou a trombeta e todos tomaram conhecimento do sucedido, inclusive com o altar de Baal e o poste-ídolo.
O guerreiro que é guerreiro não espera, ele inclui-se, convoca-se, porque é soldado e está sempre pronto. Este é o servo de Deus. Não importa onde, como, com quem, estes são o homem e a mulher de Deus: nada os impede de serem os guerreiros que já são!
Depois que Gideão deu o seu testemunho de vida, de sacrifício e de poder, eles contenderam fortemente com ele. Assim age o diabo, ao usar pessoas mal intencionadas no nosso meio. Mas, atenção! São esses os que se perdem, se corrompem e caem, são esses os que desertam, porque a intenção deles é pessoal.
O homem de Deus espera a Recompensa Espiritual, pois está escrito que Ele nos dará um nome novo escrito em uma pedrinha branca, que simboliza a pureza, a santidade. E os despojos do homem de Deus são os testemunhos, a libertação do povo e a sua salvação – isso é o mínimo que deve acontecer.
Aqueles que desertaram ou se corromperam é porque estão numa guerra, mas apenas para aparecer ou receber algo em troca – esses são os de Efraim. Nós somos da tribo de Judá – não digo nem da tribo de Levi –, por quê? Porque o profeta que veio antes de Gideão era da tribo de Levi, mas essa era religiosa, tradicional. A nossa Linhagem é a de Davi, sem nenhuma condição humana, mas Revoltada, Santa; isto é, Deus levantou a IURD e nós próprios nos escolhemos pela intenção sincera de servi-LO e não a nós mesmos.
Por isso, nós da IURD, não nos vendemos, até porque já fomos comprados pelo Sangue do nosso Rei JESUS. Já o mesmo não posso dizer daqueles que um dia estiveram entre nós, e, infelizmente, não eram um dos nossos*; e, por isso, se venderam, quando saíram da IURD para abrir uma seita evangélica!
E você, é de guerra ou DA guerra de Deus?
(*) Mateus 15.13


Brasil: violência em 1º lugar. País ostenta títulos horripilantes na área de segurança. As pessoas têm medo de arrastões em prédios, restaurantes, nos faróis... A violência está em todo lugar e atinge todas as classes e regiões brasileiras



Há pelo menos 30 anos, o Brasil vive uma epidemia que já tirou a vida de mais de um milhão de pessoas. Só em 2010, foram 49.932 mortos. Mesmo com o 6o lugar na lista das dez nações mais ricas do mundo, o País não consegue controlar os números escandalosos da violência. Um brasileiro é assassinado a cada 9 minutos e 48 segundos. Se continuar nesse ritmo, o ano vai terminar com 53,8 mil homicídios, segundo o Instituto Avante Brasil (IAB). “É uma pandemia estrutural, difícil de erradicar”, avalia o sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, responsável pela série de estudos “Mapa da Violência”. 

Os homicídios cresceram 259% entre 1980 e 2010. No mesmo período, a taxa de mortes entre crianças e adolescentes até 19 anos subiu 346,4% e os assassinatos de mulheres aumentaram 230%. O “Mapa da Violência 2012 - A Cor dos Homicídios”, divulgado há poucos dias pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, mostra que morrem vítimas de homicídio 132,3% mais negros do que brancos. “O desrespeito aos direitos humanos está presente no País, faz parte do histórico de escravidão, pobreza e desigualdade social. Não temos conflitos, mas há uma situação de guerra”, diz Maurício Santoro, assessor de Direitos Humanos da ONG Anistia Internacional no Brasil. “Demoramos para pensar em segurança pública, isso só começou a mudar agora.”

A opinião é reforçada por Natália Macedo Samzovo, do IAB. “Enquanto países com destaque na economia têm bons índices de desenvolvimento humano, no Brasil faltam investimentos em educação e em políticas que tornem o país mais igualitário”, diz.

A variação do número de homicídios entre os Estados, que chega a 66,8 mortos por 100 mil habitantes em Alagoas, exige estratégias diferenciadas de segurança pública. “A gente precisa identificar fatores de risco e elaborar a prevenção. Roubo seguido de morte, briga, tráfico, mortes de jovens, para cada ‘doença’ há um ‘remédio’. Aí entram o papel da cultura, da assistência social e o do controle de armas”, opina a diretora do Instituto Sou da Paz, Luciana Guimarães. (Veja mais informações sobre as taxas de homicídio nas capitais brasileiras no infográfico abaixo)


“Só tivemos medidas ‘tópicas’ imediatas, mas o problema é nacional. É obrigação do governo federal articular estratégias para combater as organizações criminosas”, defende Julio Jacobo Waiselfisz.

O analista criminal Guaracy Mingardi, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, tem opinião semelhante. Ele apoia a cooperação anunciada em novembro pelo Ministério da Justiça e pelo governo de São Paulo para combater a onda de crimes no Estado. Apesar de ter a menor taxa de homicídios do País, São Paulo registra centenas de civis mortos, muitos em chacinas, e 100 policiais assassinados desde junho. Só em outubro, os homicídios aumentaram 48% em relação ao mesmo período de 2011. O ex delegado-geral da Polícia Civil, Marcos Carneiro Lima, admitiu, antes de deixar o cargo no fim de novembro, que havia indícios da participação de policiais militares nos assassinatos. Procurada pela Folha Universal, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou que todas as hipóteses estão sendo apuradas.

“O aumento das mortes foi provocado pelos ataques do PCC (Primeiro Comando da Capital, facção criminosa que age dentro e fora dos presídios paulistas) contra policiais e pela resposta de grupos de extermínio a supostos criminosos. Acabaram matando inocentes”, diz Guaracy. Para ele, a solução é criar forças-tarefa para investigar e coibir assassinatos de civis e policiais, além de desarticular o crime organizado a médio e longo prazos. “Investir em treinamento é importante, muitos policiais não estão preparados.” 

A atuação agressiva de alguns policiais e a falta de políticas de prevenção também são apontadas como entraves para o controle da violência. A avaliação é da coordenadora do movimento Mães de Maio, Débora Maria da Silva, que defende a desmilitarização da PM. 

Débora criou o Mães de Maio depois que o filho, o gari Edson Rogério da Silva dos Santos, de 29 anos, foi assassinado na série de execuções ocorridas no Estado de São Paulo entre 12 e 20 de maio de 2006. “Os crimes de maio não foram investigados, morreram trabalhadores e policiais, a impunidade mata”, afirma. 


O relatório “São Paulo sob achaque”, publicado em 2011 pela ONG Justiça Global e pela Clínica Internacional de Direitos Humanos da Universidade de Harvard, apontou indícios de envolvimento de policiais em 122 execuções que teriam ocorrido em confrontos com o PCC ou por ações de grupos de extermínio. Ao todo, 43 agentes públicos morreram. “Quem mora na periferia é criminalizado, tratado como suspeito”, alerta Débora, reforçando a necessidade de políticas sociais e de educação direcionadas. “A dor é a mesma para a mãe do cidadão comum, do bandido ou do policial”, completa.

Carmen Sacramento Prudente de Aquino é outra mãe que perdeu o filho assassinado. O publicitário Ricardo Prudente de Aquino, de 39 anos, foi executado em julho deste ano, dentro do carro dele, durante abordagem policial num bairro nobre da zona oeste de São Paulo. Três policiais chegaram a ser presos, mas respondem ao processo em liberdade. Carmen e familiares criaram o movimento “Quero Mais, Quero Paz” logo após a morte de Ricardo. “Não tenho ódio nem raiva, eu vejo amor. Quero mobilizar a sociedade para combater os assassinatos, só quem é mãe sabe a angústia de perder um filho”, desabafa. “Há notícias de mortes em todos os lugares, não tem essa de pobre ou rico, são pessoas morrendo sem controle.”

Defensores de direitos humanos também são alvos da violência, indica o relatório divulgado no último dia 7 pela Anistia Internacional. Entre 300 casos analisados em 13 países, está o da juíza brasileira Patrícia Acioli, responsável por julgar crimes de violência policial no Rio, assassinada em 2011. O documento “Transformando Dor em Esperança - Defensoras e Defensores dos Direitos Humanos nas Américas” revela que os ativistas mais intimidados estão ligados a questões como recursos naturais, direito das mulheres e de lésbicas, gays, bissexuais, intersexuais, abusos contra migrantes, jornalistas e sindicalistas. Segundo o estudo, a perseguição seria promovida por forças de segurança, grupos paramilitares e crime organizado. Para o presidente da ONG no Brasil, Atila Roque, vários “programas de expansão da área agrícola ou de infraestrutura são acompanhados de forte componente de violência e de violação de direitos”. A redução da violência passa por uma reforma no sistema prisional, crê Maurício Santoro. “A prisão é parte da solução, temos de fazer com que os criminosos não continuem no crime. Há 500 mil presos, é tanta gente que acaba criando uma massa de manobra para organizações criminosas.”

O Brasil no ranking da violência

Entre dezenas de países, o Brasil está entre as nações que registram os piores números. Pesquisas mostram que o número de assassinatos aumentou no País nos últimos 30 anos


Negros jovens são alvo maior

O total de negros assassinados no Brasil é 132% maior do que o de brancos. A taxa de homicídios entre brancos caiu 24,8% de 2002 a 2010, a de negros cresceu 5,6%. A situação é pior entre os jovens. A cada jovem branco vítima de homicídio morrem 2,5 jovens negros. Alagoas é onde morrem mais negros, proporcionalmente. São 80,5 casos por 100 mil, contra 4,4 em 100 mil entre brancos. Os dados são do “Mapa da Violência 2012 – A cor dos homicídios”, feito em parceria com a Secretaria de Políticas da Promoção da Igualdade Racial. Pretos e pardos são considerados negros. Pelo estudo, o aumento da vitimização de negros remete a políticas de segurança e proteção da cidadania que incidem de forma diferenciada nos segmentos da população. “É fruto de 500 anos de um país que se construiu com a escravidão. A morte de negros não choca”, diz Douglas Belchior, integrante do Comitê Contra o Genocídio da Juventude Negra e Periférica de São Paulo. 

Mulheres são mortas em casa

O Brasil é o 70 país com mais homicídios de mulheres entre 84 nações, segundo o “Mapa da Violência 2012: Homicídios de Mulheres”. De 1980 a 2010, esses crimes cresceram 230%. Das quase 92 mil mortes em 30 anos, 43,4 mil ocorreram entre 2000 e 2010. Mais de 70% dos agressores são cônjuges ou companheiros da vítima e 69% dos casos ocorrem em casa. Mesmo com os 6 anos da Lei Maria da Penha, a impunidade ainda é obstáculo. “A lei está entre as melhores do mundo, mas é precisa ser bem aplicada. Há um compromisso com o Ministério Público e o Conselho Nacional de Justiça para agilizar os processos”, diz Glaucia de Souza, coordenadora-geral de Fortalecimento da Rede de Atendimento da Secretaria de Políticas para as Mulheres. “Estamos ampliando a rede de atendimento. Outro problema são os valores machistas, precisamos mudar esses conceitos”, diz.

Motivo fútil provoca a maioria dos crimes

Brigas de bar, conflitos no trânsito, discussões e ciúme são as causas de boa parte dos assassinatos no País. Entre 25% e 80% dos homicídios registrados entre 2011 e 2012 foram cometidos por impulso ou motivo fútil, segundo levantamento do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) com dados de 15 Estados e do Distrito Federal. A campanha “Conte até 10” foi lançada em novembro para tentar reverter esse quadro e faz parte da Estratégia Nacional de Justiça e Segurança Pública. “A violência se banalizou, estamos tão acostumados que os assassinatos já não chocam. A ideia é chamar a atenção para um ato impensado, que pode ser evitado com uma atitude mais pacífica”, explica Taís Ferraz, conselheira do CNMP e coordenadora da campanha. “Precisamos romper esse ciclo de violência e disseminar a paz. Aqueles que crescem em contextos de violência tendem a repetir e a aceitar essa realidade”. Em 2013, a campanha vai promover ações específicas em escolas e estádios de futebol, entre outros locais
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Igreja Universal do Reino de Deus realiza a Santa Ceia  na Fundação Casa.

Uma vez por mes é realizada a mais importante cerimônia na Igreja Universal do Reino de Deus, a Santa Ceia. Na Fundação Casa não é diferente, também é realizada esta cerimonia a cada mes.Com a responsabilidade do Pastor Geraldo Vilhena e uma equipe de voluntários que fazem a obra de Deus na Fundação Casa.

Antes do início da cerimônia o pastor Geraldo Vilhena, ensina sobre os dois elementos que fazem parte da Santa Ceia (pão e suco de uva) o pão simboliza o corpo de Senhor Jesus e o suco de uva o Sangue do Senhor Jesus.

"Porque eu recebi do SENHOR o que também vos ensinei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão;" (I Coríntios 11 : 23)

"Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha." (I Coríntios 11 : 26)

Foi ensinado também a importancia da Santa Ceia o seu significado e quem está preparado para participar de cerimônia.

"Portanto, qualquer que comer este pão, ou beber o cálice do Senhor indignamente, será culpado do corpo e do sangue do Senhor." (I Coríntios 11 : 27)
Logo após a mensagem os voluntários servem a pão e o suco de uva aos adolescentes


Pastor Geraldo Vilhena, serve a Santa Ceia para os voluntários que fazem a obra de Deus dentro da Fundação Casa.



No final muitos jovens receberam o Espírito Santo.