segunda-feira, 31 de outubro de 2011

IURD cantora Sula Miranda canta na Fundação Casa.

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Atitudes precipitadas

Agir por impulso pode ser prejudicial na escolha do par ideal

Moreno alto, olhos verdes, louro, atraente. Como será a aparência da pessoa dos seus sonhos? Geralmente é comum muitas jovens idealizarem o futuro namorado, o parceiro ideal. Porém, aparência é apenas um detalhe quando o futuro está em jogo. Visando apenas ao exterior, não são poucos os que sofrem por falta de uma direção e se decepcionam. Afinal, como saber qual a pessoa certa e se realmente faz parte dos planos de Deus para a sua vida?


Para a escritora Tania Rubim, autora do livro “Escolhida para o Altar – Um Manual Para a Futura Esposa de Pastor”, quem busca um relacionamento perfeito não deve tomar atitudes precipitadas. “Na hora da escolha é preciso buscar uma direção. A jovem que quer ter um relacionamento abençoado não deve tomar nenhuma atitude precipitada. Deve primeiro orar para conhecer a vontade de Deus.”


Segundo a escritora, muitos relacionamentos frustrados foram impulsionados pelas emoções do coração, sem usar a lógica. “Muitos agiram assim e sofrem até hoje. Sempre que você teima em fazer algo que não vai de acordo com a vontade de Deus, as consequências se tornam desastrosas”, adverte.


Tania dá algumas dicas para descobrir qual a pessoa certa. Fique alerta aos seguintes sinais:


– Veja se realmente o rapaz professa a mesma fé e se é convertido. Caso contrário, sua vida será um sofrimento;


– Fique atenta às conversas, pois a boca fala do que o coração está cheio;


– Verifique o caráter, se existe falsidade, mentira, falta de temor a Deus. Se forem detectados esses sinais, fuja deste relacionamento.


Se você orou, seguiu todas essas orientações e teve a resposta negativa, cuidado, pois muitos casamentos destruídos hoje são frutos de uma má escolha no passado. Porém, se a resposta for positiva, seja feliz. Mas não esqueça: deixe Deus agir, Ele nunca erra!

Esqueça o ex e siga em frente.

Saiba como deixar as lembranças para trás e abrir portas para um futuro grande amor

Esquecer um antigo amor e recomeçar a vida ao lado de outra pessoa nem sempre é uma tarefa fácil. A separação traz sequelas difíceis de apagar, independentemente da razão pela qual a relação foi interrompida.


Recentemente, o tema do programa “The Love School”, da IURD TV, apresentado pelo bispo Renato Cardoso e sua esposa Cristiane Cardoso, foi “Como esquecer o ex?”.


Na ocasião, os apresentadores abordaram cinco coisas que devem ser evitadas para esquecer o relacionamento anterior. Dentre as situações apontadas estão: livrar-se de fotos e objetos dados pelo ex, assim como deixar de frequentar lugares onde estiveram juntos ou falar sobre o antigo relacionamento. “Enquanto a pessoa está focada no ex, ela não consegue esquecer. É necessário se distanciar de tudo que a faça lembrar o passado”, afirma o bispo Renato.


Vencendo os traumas


O casal de empresários Adriana, de 40 anos, e Ezequiel Ferreira, de 53, é um exemplo de que superar o fracasso sentimental é possível. Antes de se conhecerem, eles vieram de casamentos frustrados. Ezequiel foi casado por 17 anos e teve uma relação repleta de traições da parte dele, fracasso financeiro e enfermidades. Adriana teve um relacionamento de 8 anos, dois filhos pequenos e passou por privações com o marido. “Tivemos a vida sentimental destruída antes de nos conhecermos. Quando namorávamos, ele me traía, assim como fez no casamento anterior, e eu também sofri no meu. O sofrimento parecia não ter fim”, lembra.


Após chegarem ao Cenáculo do Espírito Santo, a situação começou a se transformar.


“Os primeiros meses de união foram conturbados. E quando chegamos à Igreja, Deus teve que trabalhar no meu coração, tirando o ódio, a mágoa, o sentimento de inferioridade que vinha desde o passado”, relata.

A volta de Jesus:Como anar os que o odeiam?

A volta de Jesus: Como amar os que o odeiam?

Quando o Senhor Jesus vier com as nuvens, Ele aparecerá como a Fiel Testemunha para Israel e como o Primogênito dos mortos para a Sua Igreja. Para os povos incrédulos, entretanto, Ele vem como o Soberano dos reis da Terra:


“...Àquele que nos ama, e, pelo seu sangue, nos libertou dos nossos pecados, e nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai, a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos. Amém! Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém!” (Apocalipse 1.5-7)


O amor com que Deus nos amou é indescritível. De acordo com o nosso pensamento natural, deveria ser diferente: primeiro lavados pelo sangue e, então, amados. Mas é justamente o contrário: Ele nos amou primeiro!


Os verdadeiros nascidos de Deus devem semear o amor do Evangelho naquelas pessoas que os odeiam, que os perseguem e os difamam, cometendo contra eles todo tipo de injustiça.


Somente a partir daí é que vem a colheita da salvação delas. Mas, infelizmente, muitos que se dizem cristãos têm esperado que os seus parentes, vizinhos, amigos e até inimigos incrédulos se convertam, para então lhes transmitirem a amizade cristã.


Faz-me lembrar de uma senhora que se dizia cristã, vizinha de uma outra que praticava a bruxaria. Todas as sextas-feiras, à noite, ela via aquela vizinha sair de casa, vestida de branco, carregando oferendas para as entidades às quais servia.


Passados alguns anos, em um belo domingo, viu-a carregando uma Bíblia. Então, aproximou-se dela e lhe perguntou sobre a sua nova fé. Quando ela respondeu que tinha sido liberta das hostes do inferno na Igreja Universal, aquela senhora, que se dizia cristã, começou a insistir para que se transferisse para a sua denominação.


Se você quer aprender mais da Palavra de Deus, participe do Estudo do Apocalipse, todos os domingos, às 18h, em um dos Cenáculos do Espírito Santo mais próximo de sua residência.

Alerta contra bafo

Alerta contra bafo

Quem tem mau hálito pode não se dar conta disso sozinho. Mas como ninguém se sente à vontade em avisar, serviços de recados anônimos são bons aliados para fugir dessa saia justa

Avisar que alguém tem mau hálito é tarefa das mais constrangedoras. Para tentar ajudar, algumas entidades já oferecem serviços que alertam, por e-mail ou carta, quem tem o problema. Tudo de forma educada e, é claro, sem revelar o remetente. É o caso do “SOS Mau Hálito”, iniciativa da Associação Brasileira de Halitose (ABHA), que recebe cerca de 300 cartas todos os meses. Para enviar um aviso, basta entrar no site e fazer a solicitação.


“Cerca de 30% dos brasileiros têm mau hálito e o problema atinge mais os estressados ou quem toma antidepressivos e remédios para diabetes e hipertensão”, afirma Marcos Moura, presidente da ABHA.


Maurício Duarte da Conceição, diretor da Clínica Halitus, que manda todo mês até 500 avisos por meio do serviço “Bom Amigo x Mau Hálito”, explica que o problema afeta a autoestima e a vida afetiva, profissional e social das pessoas. Para piorar, geralmente a halitose não é sentida pelo próprio portador, o que tornam inúteis os testes para sentir o cheiro exalado. “Como o nariz está próximo da boca, as células do olfato se acostumam com o odor. Por isso é importante alertar o amigo”, explica Moura.



O mau hálito pode ser crônico ou eventual, causado por horas sem comer ou ingerir água. Alimentos como alho, cebola e pimenta tendem a piorar o problema e, ao contrário do que muitos pensam, o estômago é responsável por apenas 1% dos quadros de mau hálito. “Em 90% dos casos, a origem está na boca. As principais causas são a falta de higienização correta, doenças da gengiva, além da diminuição na produção de saliva, que contribui para a proliferação de bactérias”, pontua o presidente da ABHA.


Em alguns casos, o mau hálito pode ser sinal de doenças mais graves, como problemas renais, hepáticos, metabólicos e das vias aéreas. “A intenção do aviso é orientar a população sobre a halitose e incentivar a procura por um dentista. Mas o serviço não está livre de ser usado em brincadeiras de má fé”, avisa Moura.

domingo, 30 de outubro de 2011

As dores da rejeição

As dores da rejeição

Que ser rejeitado dói todo mundo sabe. Mas agora pesquisadores tentam provar em laboratório o que acontece em nosso cérebro quando somos abandonados ou preteridos


Primeiro vem uma sensação de vazio, um buraco no peito. Depois, uma tristeza tão grande que sufoca. O corpo fica fraco, o apetite e o sono somem, fica difícil parar de chorar. O coração dói como se realmente tivesse se partido em mil pedaços. A gente se sente tão sozinho que parece que o mundo vai acabar. Todas as pessoas conhecem os efeitos de ser rejeitado, mas recentemente, cientistas provaram, numa série de pesquisas, que a rejeição dói tanto ou mais que um ferimento físico.


Entre as pesquisas que confirmam a tese está a da Universidade de Michigan (Estados Unidos), em que foi localizada, por ressonância magnética, atividade cerebral na mesma região que antes era conhecida só por ativar a dor física. “Nos interessamos em examinar de perto a experiência da rejeição social intensa e de que maneira ela coincide com a dor física. Fizemos dois testes: no primeiro, induzimos as pessoas a sentir dor social, olhando a foto do parceiro que as deixou. Em outro, as induzimos a sentir dor física, esquentando o braço delas. Em ambos os testes, as mesmas regiões do cérebro foram ativadas”, disse o psicólogo Ethan Kross, um dos autores da pesquisa, à Folha Universal.


Em outra pesquisa, feita na Universidade da Califórnia (UCLA), a psicóloga Naomi Eisenbergger, a mesma que comprovou o efeito analgésico do amor (leia mais na página 15), testou a rejeição social colocando voluntários para jogar em computadores contra adversários desconhecidos. Durante o jogo, metade das “cobaias” foi informada que houve problemas técnicos e, por isso, o jogo seria adiado. A outra metade recebeu recado do adversário dizendo que eles eram “fracos demais, por isso o jogo não iria continuar”. O cérebro dos rejeitados por problemas técnicos se manteve em atividade normal. Já os que foram depreciados tiveram intensa atividade cerebral nos centros de dor física. “As pessoas aceitam que a dor física seja real, mas estão tentadas a crer que a dor social está só na cabeça delas. No estudo, vimos que não, que a dor social também é real”, disse a pesquisadora.


Entre as dores relatadas por rejeitados estão as de cabeça, dores no peito, falta de ar, fraqueza, depressão e até o desencadeamento de doenças como síndrome de ansiedade e de pânico. “Se a pessoa tiver predisposição a essas síndromes, a dificuldade em lidar com a rejeição pode desencadear as crises. Mas todos os sentimentos negativos são superáveis se não houver agravantes, como predisposição ou traumas de rejeições anteriores”, explica a psicanalista Andrea Pavlovitsch.


Não bastasse a dor emocional doer tanto quanto a física, ela ainda dura mais tempo. Foi o que descobriram os pesquisadores da Universidade de Purdue, em Indiana (Estados Unidos). Voluntários foram chamados para recordar dores físicas e emocionais que haviam passado e depois foram submetidos a um teste de habilidade mental. A turma que reviveu dores emocionais se saiu muito pior no teste. Mas o autor da pesquisa, Zhansheng Chen, psicólogo e cientista da Universidade de Hong Kong, acha isso positivo. “É um mecanismo natural do cérebro que nos permite compreender a realidade e alterar nosso comportamento para melhor, facilitando nossas futuras relações”, acredita.


“Eu tinha 26 anos e o Marcos foi meu primeiro namorado. Ele começou a se distanciar e eu, percebendo o fim, comecei a ter dores no peito e fraqueza, pois não me alimentava direito. Minha resistência caiu e fui até internada. Achavam que era hepatite, pois tinha febre, inapetência, fadiga, diarreia e vômitos. Fizeram exames, e nada. Quando melhorei, inclusive psicologicamente, percebi que eram sintomas de rejeição. Meu organismo entrou em colapso”, conta H.M.M., produtora de vídeo de 29 anos. E completa: “Depois dele, passei por mais um fim de namoro. Foi um pouco difícil, mas não fiquei doente”, disse, endossando as palavras de Zhansheng Chen.


Marinara de Almeida, de 17 anos, também já sentiu as dores da rejeição. “Sofri muito no meu primeiro relacionamento sério. Quando terminou passei 3 dias chorando. Não comia. Sentia um grande vazio. Achei que o mundo ia acabar. Meu peito doía muito.” Quando esse sofrimento atrapalha a vida cotidiana, é hora de procurar um especialista. “As rejeições são, em sua maioria, resultado de rejeições passadas e autorrejeições, que se sobrepõem e pesam. É importante ir a um psicólogo ou psiquiatra para esclarecer a origem desse sentimento e trabalhar a autoestima”, diz Andrea Pavlovitsch.

sábado, 29 de outubro de 2011

SEXO MADRUGADA


ADOLESCENTES BRASILEIROS TÊM INCIADO A VIDA SEXUAL CADA VEZ MAIS CEDO, POR VOLTA DOS 14 ANOS, BEM ANTES DA MÉDIA MUNDIAL, QUE FICA PRÓMIXA DOS 17,5 ANOS



PESQUISAS REALIZADAS PELA UNESCO MOSTRAM QUE OS ADOLESCENTES BRASILEIROS são os que iniciam a vida sexual mais cedo, por volta dos 14 anos, enquanto a média mundial é aos 17,5 anos. Na Europa é onde os adolescentes se inicial sexualmente mais tarde, por volta dos 17,6 anos.

NO BRASIL, A UNESCO OUVIU 16.422 ALUNOS DE 241 ESCOLAS PÚBLICAS E PARTICULARES de 13 capitais mais o Distrito Federal. Eles representam um universo de 4,658 milhões de jovens entre 10 e 24 anos. Os questionários também foram direcionados a 4.532 pais e 3.099 professores deles.

"MENINOS E MENINAS ESTÃO FAZENDO SEXO

CADA VEZ MAIS CEDO, O QUE NÃO SIGNIFICA

DIZER QUE ESTÃO FAZENDO SEXO SEGURO

OU QUE ESTEJAM PREPARADOS PARA ISSO"

EM QUASE TODAS AS CAPITAIS, MAIS DE 10% DOS ALUNOS ENTRE 10 E 14 ANOS relataram já ter tido relação sexual. A idade média em que tiveram a primeira relação varia, para meninos, de 13,9 (Cuiabá) a 14,5 anos (Florianópolis) e, para as meninas, de 15 (Porto Alegre) a 16 anos (Belém).

CONSEQUÊNCIAS

PARA A COMUNIDADE MÉDICA BRASILEIRA, esse cenário é fruto de uma nova revolução sexual, a primeira após o advento da pílula anticoncepcional, ocorrido há 40 anos. "Meninos e meninas estão iniciando a vida sexual mais cedo do que nunca, mas diferente de algumas décadas, com pessoas conhecidas, não necessariamente o namorado ou a namorada, o que não significa dizer que estão fazendo sexo seguro, nem que estejam preparados para isso".

POR ANO, MAIS DE 100 MIL GRÁVIDAS NO INÍCIO DA PUBERDADE

A PESQUISA MOSTROU TAMBÉM QUE a entre 12,2% (Florianópolis) e 36,9% (Recife) das alunas disseram já ter ficado grávida alguma vez. Pelas projeções feitas para o País, isso representa 107.076 adolescentes grávidas ainda no início da puberdade, e esse número tem se repetido anualmente.

BALADAS "PICANTES" E COM DIREITO A SWING

AS CASAS DE SWING, VOLTADAS AOS ADEPTOS DA TROCA DE CASAIS para a prática sexual, estão recebendo um novo público nas grandes cidades brasileiras: jovens entre 18 e 25 anos, curiosos em bisbilhotar a vida sexual alheia.

"NESSES AMBIENTES [cabines da casa de swing] É COMUM

ENCONTRAR UMA ÚNICA MULHER FAZENDO

SEXO COM CINCO CARAS"

(Gerente de Casa de Swing na Zona Sul de S.Paulo)

NAS CASAS MAIS PROCURADAS DE SÃO PAULO, por exemplo, há salas de cinema (onde são exibidos filmes eróticos e pornográficos) e labirintos destinados aos que procuram o "troca-troca". Mesmo quem não quer fazer sexo pode circular livremente de cabine em cabine, só para apreciar diversos casais tendo relações num mesmo quarto. "Nesses ambientes, é comum ver uma única mulher fazendo sexo com cinco homens", revela o gerente da casa, situada na Zona Sul de São Paulo.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

VINGANÇA DE EX.


"INSTINTO VINGATIVO, QUE SE CONFUNDE COM O DE JUSTIÇA, É COMUM A TODO SER HUMANO", RELATAM CIENTISTAS; "ATÉ AS PESSOAS MAIS BOAZINHAS SENTEM, DE VEZ EM QUANDO, ESSA NECESSIDADE"



O DESEJO DE VINGANÇA, APESAR DE SER UMA DEMONSTRAÇÃO CLARA DO POLITICAMENTE INCORRETO, é um sentimento inerente a todos os seres humanos e, portanto, tem um fundo fisiológico. Isso é o que diz a maioria dos psicólogos. Outros, mais audaciosos, chegam a afirmar que o instinto vingativo é uma ferramenta necessária à perpetuação da espécie e necessário para a existência da vida em sociedade."Mesmo as pessoas mais boazinhas e pacíficas, de vez em quando, sentem vontade de retrucar com mais vigor, em demonstração clara de vingança e defesa de seus valores", exemplificam.

"MESMO AS PESSOAS MAIS BOAZINHAS

SENTEM VONTADE DE RETRUCAR

COM MAIS VIGOR, DE VEM EM QUANDO"

AINDA DE ACORDO COM A PSICOLOGIA MODERNA, O DESEJO DE VINGANÇA FUNCIONA feito um gatilho, acionado sempre que um estímulo externo provoca algum tipo de prejuízo a pessoa. Ou seja, a vingança está diretamente relacionada ao desejo, mesmo que inconsciente, de fazer justiça, a fim de que o prejuízo tomado seja reparado. Só assim o acometido por esse sentimento perturbador volta ao estado normal de equilíbrio emocional.

SENDO ASSIM, A GRANDE PARTE DOS PSICÓLOGOS DEFINE VINGANÇA COMO "UMA SIRENE que dispara indicando que algo está errado". Desarmá-la, portanto, passa a ser um grande desafio que, além de trazer equilíbrio, apaga um pouco os "costumes tão ancestrais" do ser humano, dos quais, definitivamente, ninguém mais precisa para viver.

O GRANDE PROBLEMA, NO ENTANTO, É QUE A VINGANÇA SURGE DA SEDE DE JUSTIÇA, MAS O CONCEITO DE JUSTIÇA NÃO É MESMO PARA TODOS. Uma situação que para alguns é apenas incômoda, para outros é motivo de consternação, ira e necessidade urgente de vingança. "Por isso, impor limites à sociedade e a si mesmo é a ordem a ser seguida. Agir de forma racional e com bom senso pode ser uma tarefa árdua para muitos, mas é também essencial para a vida em comunidade", explicam os psicólogos. É aí que entra o papel do Sistema Judiciário: padronizar as situações que caracterizam injustiça. "Através dele, tenta-se frear o instintivo vingativo e substituí-lo por algo mais universal, justo, lógico e imparcial", completam

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

O amor e as redes sociais.

Relacionamentos têm sido afetados pelo mau uso das novas tecnologias


As redes sociais são atualmente uma das ferramentas mais utilizadas pelos internautas, fato confirmado por uma pesquisa realizada pela InSites Consulting, empresa europeia que apresenta dados sobre as mídias sociais. Os resultados mostram que dos 2 bilhões de usuários no mundo, metade deles está conectada às redes sociais. Criadas inicialmente com o objetivo de ligar amigos, em alguns casos o mau uso dessa ferramenta tem influenciado de forma negativa os relacionamentos afetivos.


Durante o programa Escola do Amor, o bispo Renato Cardoso falou sobre os desafios que o uso das redes sociais tem trazido às relações atuais. “Muitos, por não saber lidar com as redes sociais, estão permitindo que o relacionamento seja afetado. Com um clique ele pode acessar a página de uma ex-namorada, por exemplo, e ver as informações. Isso vai gerar curiosidade que pode afetar o relacionamento”, disse.


Outra reclamação se refere aos falsos perfis. Usuários mal-intencionados podem publicar informações, fotos, nomes e dados diferentes dos verdadeiros. “Os homens sabem que, hoje em dia, as mulheres não estão achando facilmente uma pessoa digna de se relacionar. Muitos se aproveitam disso e não há meio melhor para se aproveitar do que nas redes sociais”, afirma.


Aos casados, o bispo alerta para o uso da ferramenta. Caso um dos cônjuges desconfie do comportamento do parceiro, o ideal é ter uma conversa franca. “É necessário ter cautela em como abordar o assunto, mas é imprescindível conversar e pedir para ele não ter contato com ex-namoradas. No casamento tem de haver uma expectativa de alto nível de fidelidade e de companheirismo. Se começar a aceitar tais coisas, o nível vai baixando. É preciso cortar o mal pela raiz”, ensina.

É possível recuperar o respeito?

Agressões verbais e físicas são apontadas por especialistas como vilãs dos relacionamentos


A família é a base do desenvolvimento de uma pessoa. E o principal pilar disso é o casal. Se há desentendimentos, discussões, brigas e agressões (verbais e físicas), tudo se desestrutura, barreiras são formadas e, dificilmente, esses pilares aguentam. E quando se desestruturam, é possível superar os traumas, as marcas e restaurar o que, aparentemente, está perdido?


Para o casal Sueli da Silva, de 41 anos e Edgar Luis, de 44, passar por essas adversidades foi um dos maiores desafios. Casados há 22 anos, ela conta que mesmo antes do casamento sofria agressões do então namorado. “Na primeira vez que ele me deu um tapa, éramos namorados. Não terminei o relacionamento, porque acreditava que a situação mudaria quando casássemos”, relata.


No entanto, com o passar do tempo, as agressões entre eles se tornaram cada vez mais frequentes. “Ele chegou a cortar a minha orelha com uma faca”, relembra.


O casal, que trabalhava junto, também enfrentava problemas no ambiente profissional. “As clientes chegavam à loja e viam o meu rosto inchado, roxo, ou até mesmo ele gritando e jogando objetos em mim. Não tinha conversa, resolvíamos tudo nas brigas e, na maioria das vezes, com agressões físicas”, pontua.


A especialista em terapia de casais, Rita Dantas, explica que o diálogo é fundamental numa relação, e a falta de respeito, alerta, definha um relacionamento. “A escolha de estar juntos é de ambos. Se eles só discutem, não chegam a nenhum ponto. Não há possibilidade de duas pessoas conviverem sem que haja uma comunicação de fato”, orienta.


Rita explica ainda que se não houver uma mudança interior de ambos, é improvável que a situação do casal mude. “Nem terapia resolve o problema que a agressão traz. Realmente, é preciso haver uma mudança interior e completa de ambos para reverter essa situação”, afirma.


Corações restaurados


Sueli conta que, a convite da cunhada, chegou ao Cenáculo do Espírito Santo, entretanto, a mudança demorou a acontecer. “Eu achava que nem Deus pudesse mudar a minha vida, pois uma mulher que sofre todos os tipos de violência, como eu sofri, torna-se fria e descrente de tudo”, diz.


Com muita perseverança, Edgar, que também participava das reuniões na Igreja, começou a mudar. “Deus não só mudou a situação, como a transformou da água para o vinho. Restaurou o coração de ambos e agora somos felizes de verdade”, comemora Sueli, ao lado do marido.

Quando o cabelo cai.

Quando o cabelo cai

Calvície atinge cerca de 30% das mulheres adultas. Saiba o que fazer para prevenir queda e como tratar o problema

Ninguém deseja ficar calvo, muito menos as mulheres. Mas a calvície pode, sim, atingir o público feminino. Chamada de alopecia androgênica, esta doença atinge cerca de 30% das mulheres adultas e se apresenta em diversos estágios de evolução. O principal fator é genético, isto é, a calvície é herdada do pai ou da mãe.


No caso das mulheres, diferentemente dos homens, os cabelos não caem aos montes, mas sofrem um processo de enfraquecimento e se tornam menores, mais finos e escassos. O quadro é mais comum depois da menopausa, pois os hormônios femininos têm sua produção diminuída. O desequilíbrio hormonal está diretamente ligado à queda.


Isso porque o afinamento e o enfraquecimento dos cabelos são resultados da combinação da enzima 5-alfa-redutase com a testosterona, um hormônio mais comum nos homens, mas também presente nas mulheres. A combinação dos dois resulta no DHT (di-hidrotestosterona), que age sobre as estruturas que fixam os cabelos na cabeça, os chamados folículos pilosos.


Geralmente, para que a calvície avance, é necessário que ocorra desequilíbrio hormonal, que pode ser causado por problemas da tireoide, gravidez, menopausa, uso de anticoncepcionais e ovário policístico, por exemplo. Ao notar a queda, a mulher deve procurar um médico, que vai pedir exames e descobrir a causa da calvície.


“O principal resgate é o da autoestima. O tratamento reverte o processo e pode ser feito via oral ou com loções, dependendo do caso. Além disso, é feito o estímulo de crescimento com suplementação vitamínica e substâncias de uso local”, diz o médico dermatologista Roberto Barbosa Lima.


É importante que o tratamento seja levado à sério, sem interrupção, pois os hormônios masculinos voltam a agir e o cabelo volta a cair.


Em casos avançados, o resultado pode variar, mas há também a possibilidade de transplante. Em todos os casos, deve-se evitar alguns fatores que contribuem para a queda de cabelos, como fumo, uso excessivo do secador, escova e chapinhas.


Já o medicamento finasterida, utilizado contra queda capilar em homens, não é indicado para mulheres.

Jogo baixo e traição

Site especializado em relacionamentos adúlteros apela e faz especulações envolvendo atletas e clubes de futebol para ganhar manchetes e audiência

Da redação

redacao@folhauniversal.com.br


Como estratégia para ganhar visibilidade, um site dedicado a facilitar relacionamentos extraconjugais tem feito especulações envolvendo alguns dos principais atletas e clubes de futebol do planeta.


Os diretores da empresa, após anunciarem que trabalhariam para que o pivô Anderson Varejão, hoje no Cleveland Cavaliers, voltasse para o basquete brasileiro, e de dizerem que patrocinariam o Sevilha, clube da Espanha, agora fazem promessas envolvendo o São Paulo. Eles afirmaram que arcariam com os custos da transferência do jogador de futebol Vágner Love para a equipe brasileira, com a condição de estampar o nome e o slogan na camisa do clube. O anúncio foi feito no começo do mês. O site lidera o mercado mundial de redes sociais para a traição e acaba de iniciar negócios no Brasil. Mas, ao que tudo indica, o patrocínio para o jogador não passa de tática para atrair novos adúlteros.


“A informação sobre o Vágner Love é descabida. O São Paulo tem uma posição ética e jamais fecharia acordo com uma empresa de relacionamentos extraconjugais”, disse em entrevista ao portal “Terra” o vice-presidente de Futebol do clube, João Paulo de Jesus Lopes. Ele negou a possibilidade de o clube se associar com esse tipo de negócio.


O empresário do jogador, Evandro Ferreira, também disse desconhecer a negociação e classificou como “blefe” a manobra dos responsáveis pelo site. Love, assim conhecido por ter sido flagrado com uma namorada na concentração quando jogava nas categorias de base do Palmeiras, começou a carreira no futebol brasileiro e, desde 2009, joga no CSKA da Rússia, clube com o qual tem contrato até 2014. Dias após boato sobre o site de traição, ele esteve no Brasil acertando os termos de seu divórcio com Marta Love, com quem foi casado até abril.

Impotência Sexual no Casamento.


MULHER ÁRABE QUER R$ 19 MIILHÕES DE INDENIZAÇÃO POR SUPOSTO PROBLEMA DE DISFUNÇÃO SEXUAL DO EX-MARIDO; "ELE NÃO CUMPRIU AS SUAS OBRIGAÇÕES MATRIMONIAIS", DIZ


UMA MULHER DE DUBAI, NOS EMIRADOS ÁRABES, QUER O EQUIVALENTE a R$ 19 milhões de indenização do ex-marido. O motivo é um suposto problema de impotência sexual do parceiro, que teria culminado com o fim da relação. No processo, a mulher afirma que o "ex" não cumpriu as suas "obrigações matrimoniais" e não atendeu às necessidades dela, como esposa.

"ME SINTO ENGANADA"

(processante, ao descobrir o problema do marido)

"QUANDO ACONTECEU PELA PRIMEIRA VEZ [impotência] ELE ME TRATOU de forma desumana e inapropriada", afirmou a árabe ao tribunal que cuida do caso. O tratamento dispensado a ela na cama não foi detalhado pela mulher. O casal esteve junto durante 15 anos e, segunda a alega a "vítima", seu companheiro só dormiu ao lado dela mais de quatro meses depois do casamento. O distanciamento, acredita ela, seria uma forma de o seu ex-companheiro, um importante empresário de Dubai, tentar esconder o problema de disfunção erétil.

"ELE ME TRATOU DE FORMA

DESUMANA E INAPROPRIADA"

("Vítima", ao se referir ao comportamento do ex-marido quando teve problemas de disfunção erétil)

A MULHER SE QUEIXA TAMBÉM QUE, DEPOIS DO DIVÓRCIO, DESCOBRIU que o empresário era um "colecionador" de casamentos e que já havia subido ao altar com doze mulheres diferentes. Segunda a árabe, o motivo de ele ter tentado tantas vezes se casar, sem sucesso, estaria no problema de ordem sexual. "Me sinto enganada, assim como devem se sentir as outras tantas mulheres que se casaram com ele", diz a mulher. Ela alega também ter sofrido emocionalmente ao saber que poderia desistir de ser mãe.

DEPOIS DA SEPARAÇÃO, O EMPRESÁRIO ÁRABE TOMOU de volta todas as joias que havia dado à esposa como parte do dote. "Ele me quebrou não só psicologicamente, mas emocionalmente também", diz a mulher.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

(IURD Pastor Geraldo Vilhena) Quando se planta vento se colhe o que?


Todos os momentos temos que tomar decisões, e nos temos que ter o maior cuidado com estas atitudes, pois se nos plantamos um semente mal na nossa vida, com certeza absoluta vamos colher o mal (maldição) Fala o Pastor Geraldo Vilhena para os internos e famílias da Fundação Casa.


"Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna." (Gálatas 6 : 8)



Nesta cartolina um jovem interno da Fundação Casa escreveu contado as suas atitudes e o que recebeu atravez destas atitudes. (leia)
Obs nesta cartolina fotografada você clika para amplia-la