quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Boa noite!

Boa noite!

Dormir é uma necessidade tão básica quanto respirar e comer. Saiba o que fazer para ter um bom sono e como evitar doenças relacionadas às noites maldormidas

Raquel Maldonado e Talita Boros

redacao@folhauniversal.com.br


Durante muito tempo, o sono foi considerado uma grande perda de tempo. A Medicina só começou a tratar melhor as doenças provenientes das noites maldormidas nos últimos 10 anos. Antes, a maioria dos males era atribuída a outras situações, como depressão e disfunções biológicas ou químicas. No século 19, o inventor da lâmpada, Thomas Edison, achava uma besteira passar muito tempo com a cabeça no travesseiro, e dormia cerca de 3 horas por noite. Apesar de ter sido responsável por um dos inventos mais importantes da história, hoje a ciência prova que ele estava errado: uma boa noite de sono é vital para a saúde.


O sono é essencial para a manutenção das funções vitais, por isso é importante manter um ritmo adequado e um número de horas ideal. A média para um adulto é de sete horas e meia a oitos horas e meia. Durante o sono, o corpo entra num estado ordinário de consciência. É quando ocorre a suspensão temporária das atividades perceptivo-sensorial e motora voluntária. É durante a noite que o organismo, em repouso, realiza a manutenção da homeostase (processo que mantém o corpo funcionando), das substâncias químicas produzidas pelos neurônios, além de estabilizar a temperatura corporal. Durante o sono, a atividade cerebral e o metabolismo ficam mais lentos e as funções corporais relacionadas com a atividade física são restauradas. É também no repouso, que o hormônio do crescimento, fundamental para a renovação das células, é liberado, favorecendo o desenvolvimento dos músculos e dos ossos e a reparação dos tecidos danificados. Além disso, o sono profundo é vital para a memória, a aprendizagem e a recuperação das energias físicas e mentais.


A médica Rosa Hasan, coordenadora da Academia Brasileira de Neurologia, destaca o papel revigorante do sono. “É importante ter uma boa noite de sono para poder estar bem-disposto e bem-humorado no dia seguinte. Quem dorme mal não tem o mesmo desempenho de quem dormiu adequadamente”, afirma.


“No Brasil, 33% da população sofre com os distúrbios do sono, ou seja 63 milhões de pessoas. Sabe-se também que a combinação internet-celular-jogos eletrônicos tem levado muitas pessoas, em especial os adolescentes, a dormir mais tarde do que deveriam, prejudicando a recuperação do organismo”, diz o dentista Fausto Ito, especialista em anatomia aplicada da cabeça pelo Instituto de Ciências Biomédicas da USP, que atua na área de distúrbios do sono há 13 anos.


Além de se sentir mais irritada, com problemas de concentração e sonolência, a pessoa que não dorme bem tem um risco maior de desenvolver doenças como hipertensão, diabetes, arritmia cardíaca, infarto, derrame e também obesidade, já que dormir mal eleva a produção de hormônios do estresse, como o cortisol e a adrenalina, que estão associados diretamente ao aumento de peso. “A obesidade é um fator de risco para a apneia. Quem sofre deste distúrbio tem mais facilidade para ganhar peso. Esse é um ciclo perigoso. Isso também ocorre com a depressão. Ela pode ser causa ou consequência de um sono de má qualidade”, destaca o especialista em Medicina do Sono, Marcelo Andrade. “Em homens, as doenças do sono também estão associadas à disfunção erétil [impotência sexual]. Em crianças, a privação do sono resulta em atraso no crescimento e comprometimento do desenvolvimento escolar”, diz.


Existem vários distúrbios de sono, mas os mais comuns são o ronco e a apneia, conforme diz Márcia Pradella-Hallinan, médica do Instituto do Sono de São Paulo. “Quem ronca faz um esforço enorme para o ar entrar e sair dos pulmões. Muitas vezes, a pessoa tem que dar um suspiro para conseguir oxigenar todo corpo e isso gasta muita energia, que faz bastante falta no dia seguinte”, explica Márcia. No caso da apneia, a pessoa para de respirar durante o sono e quando se esforça para voltar ao normal, ela quase acorda. “Isso acontece diversas vezes durante a noite, e cada vez é um grande esforço. Ao longo dos anos, o organismo vai sofrendo, e a pessoa fica com mais chance de desenvolver hipertensão”, diz a médica. Segundo a classificação internacional dos distúrbios do sono, existem centenas de doenças relacionadas à privação de um bom descanso.


De acordo com especialistas no assunto, não é difícil perceber se estamos dormindo mal. Basta ficarmos atentos a alguns sinais. “Acordar com a cama muito bagunçada, sentir cansaço antes mesmo de levantar, ter sonolência excessiva durante o dia, notar irritabilidade e dificuldade de concentração são alguns deles”, adverte Andrade.


O diagnóstico, diz João Fanton Neto, otorrinolaringologista do Hospital Amaral Carvalho, em Jaú (SP), só pode ser estabelecido por meio da polissonografia, exame feito em laboratório com ambiente apropriado ao sono e numa cama confortável. “Eletrodos ligados ao paciente monitoram cerca de 30 parâmetros do sono, como atividade cerebral, batimentos cardíacos, atividade muscular, esforço respiratório e saturação de oxigênio no sangue”, explica. Com base no resultado, é possível descobrir o tipo de distúrbio e, então, planejar o tratamento.


“Muitas vezes medicamentos são necessários, mas a mudança de hábitos é sempre o mais importante. Não adianta tomar remédios recomendados pelos médicos e não mudar comportamentos que prejudicam o sono”, pontua Márcia. Entre as recomendações para uma boa noite de sono estão deitar-se sempre no mesmo horário, evitar cafeína e atividade física poucas horas antes de dormir e não ver TV no quarto.


Continue lendo: Uma bela adormecida


terça-feira, 30 de agosto de 2011

Leia, aprenda e ensine a outros que estão vivendo sem um direção de Deus.


Vitória surpreendente

Aos 12 anos, Bárbara já era mulher de bandido e ajudava no tráfico. Aos 15, fugiu para o Rio de Janeiro, onde foi aliciada para ser garota de programa. O que a vida reservou a esta jovem?

Neia Meneses

redacao@folhauniversal.com.br


Uma reportagem feita em 2010 pelo canal BBC, de Londres, revelou dados alarmantes sobre o turismo sexual no Brasil. De acordo com uma investigação realizada pela emissora, as crianças e adolescentes são os atrativos principais para a vinda de turistas em busca de sexo fácil. São meninas que “vendem” a hora por 5 dólares em troca de serviços. Para estas jovens, os dez clientes que costumam ter por noite são suficientes para a compra do crack, droga muito comum nesta área. Estima-se que mais de 250 mil crianças brasileiras estejam perdendo a infância para a prostituição.


Outro drama vivido por estes brasileirinhos se refere ao aliciamento por parte de traficantes para integrar uma quadrilha. Muitos se iniciam no mundo do tráfico em comunidades como “olheiros”, onde cumprem a função de avisar os demais companheiros sobre a entrada da polícia ou facções rivais. Munidos de armas potentes, estas crianças em sua maioria vêm de lares onde a situação financeira dos pais é crítica e, assim, acabam se deixando levar pelo fascínio do dinheiro fácil.


O drama de Bárbara


Bárbara Oliveira, de 29 anos, cresceu em um lar destruído. A mãe era traficante e usuária de drogas. Com medo que a matassem, ela a trancava em casa a fim de protegê-la. “Minha mãe era viciada em cocaína, bebia bastante e de 6 em 6 meses se relacionava com mulheres. Eu presenciava tudo isso e nunca conheci o meu pai. Ela serviu aos encostos por 17 anos e quando os largou, a situação só piorou”, conta.



Tentando melhores condições de vida e a proteção da mãe, que aos poucos foi perdendo o controle da própria vida e de seus atos, Bárbara começou a traficar no lugar dela, passando a andar armada. “Eu era conhecida como a ‘princesinha do pó’ e só andava bem-arrumada. Nessa época, estava morando com um traficante. Era respeitada, considerada, vivia uma vida de rainha, mas era deprimida, infeliz. Despertava inveja nas outras mulheres; mesmo sem querer, fiz inimizades. Até pela inexperiência, pois era uma criança e me tornei intolerante. Apesar de nunca ter matado ninguém, gostava de ver as pessoas morrendo. Eu não tinha mais sentimento algum por nenhum ser humano”, comenta.


A morte da mãe de Bárbara era uma tragédia anunciada. Totalmente dominada pelo vício, nos momentos de lucidez implorava para que ela não usasse drogas. “Lembro que me pedia isso constantemente... Era uma mulher linda, mas que se destruiu com o vício. Eu a amava demais e, pensando que a estava ajudando, levava cocaína para ela, pois sem a droga ela ficava louca, quebrava tudo o que via pela frente. Na minha concepção da época, era uma forma de tentar ajudá-la.”


Mas todo o esforço da filha não foi capaz de salvá-la da morte. Um ano depois, quando Bárbara tinha 14 anos, sua mãe foi assassinada por traficantes. “A morte dela foi brutal. A molestaram sexualmente, estrangularam, deram um tiro na cabeça e ainda queimaram o corpo dela na rua. Não pude identificar o cadáver no Instituto Médico Legal (IML), porque estava irreconhecível e eu era menor de idade”, revela.


Após o assassinato da mãe, ela se viu praticamente só, sem família ou parente algum, além da irmã. Foi nesta época, que Bárbara encontrou abrigo na casa de Rachel de Carvalho Oliveira, de 66 anos, a quem chama carinhosamente de mãe. “Ela sempre passava alguns períodos em minha casa, mas após a morte da mãe, ela acabou ficando por mais tempo”, declara.



E agora? O que faço?


Lágrimas, um enterro simples e duas filhas desamparadas. Assim terminava a história de Sandra, mãe de Bárbara. “Ficamos sentadas no meio- fio, chorando e sem saber para onde ir. Decidi fugir com a minha irmã. Como somos filhas de pais diferentes, a levei para a casa dos avós paternos e fui viver a minha vida, mas prometi que um dia voltaria para buscá-la. Neste momento vi o quanto a minha vida era desgraçada. Chorei por mim e por minha irmã que tanto amava”, recorda sem conter as lágrimas.


Ódio, muito ódio. Desprezo pelas pessoas, ausência de sentimentos bons e perspectivas. Assim ficou a adolescente ao constatar que estava sozinha e sem rumo.


Aliciada pela prostituição


Com a vida destruída e sozinha, com 15 anos, ela saiu de São Gonçalo, região metropolitana do Rio de Janeiro, para tentar uma nova vida na capital. Com saudades da irmã, passando fome, sem casa, à mercê da violência urbana, a vontade de Bárbara era morrer. Por diversas vezes ela relata ter tentado o suicídio, mas, por causa da promessa feita à caçula, acabava desistindo da ideia. Ao chegar a Copacabana, zona sul do Rio, Bárbara foi aliciada por uma mulher para ser garota de programa, mas ao se deparar com as meninas mais experientes, recuou.


“Elas me disseram que meu corpo não suportaria o ‘ritmo de trabalho’ e que, para isso, eu precisaria cheirar muita cocaína. Apesar de ter crescido no meio do tráfico, eu nunca usei, pois tinha medo de me tornar uma viciada como a minha mãe. Não aceitei e saí correndo. A dona da casa me bateu e disse que eu não precisaria fazer programas, somente atender as ligações e lavar as roupas de todas as outras prostitutas. Aceitei porque não tinha jeito, eu precisava comer. Mas lavava roupa de mais de 20 pessoas. Ficava exausta”, conta.


A beleza da jovem chamava atenção dos clientes que a assediavam, oferecendo altas quantias por um programa com ela e a cada recusa apanhava da cafetina.



Água gelada? Não, água do vaso sanitário


“Após tanto sofrimento, eu fui evangelizada por um rapaz, que hoje já morreu. Ele havia se afastado da Igreja Universal do Reino de Deus e me disse: ‘Vou te levar a um lugar que vai mudar a sua vida. A minha não mudou porque eu não quis, mas você precisa ter essa oportunidade’. Eu fui por consideração, pois não acreditava que minha vida poderia ser transformada. A única coisa que ele me pediu foi para abrir meu coração quando chegasse lá”, lembra.


Bárbara conheceu a IURD de Botafogo ainda com 15 anos. Segundo ela, a libertação não foi fácil, mas ela perseverou por acreditar que aquela era sua última chance. “Quando a cafetina descobriu, passou a me dar comida estragada e água do vaso sanitário. Ela também não me deixava tomar banho, para que na Igreja as pessoas sentissem o mau cheiro e não me aceitassem. Mas isso não aconteceu, pelo contrário, as obreiras me tratavam como filha”, conta.


Sem ter outro lugar para ir, algumas vezes dormia na casa da cafetina, onde era trancada ou passava a madrugada na praia de Botafogo a fim de conseguir participar das reuniões. “Na casa dela, se eu quisesse comer comida fresca ou beber água gelada a condição era não ir para a IURD, mas eu perseverei, porque tinha a certeza de que era lá que a minha vida ia mudar”, enfatiza.


Sem condições de perdoar


Determinada a ter a vida transformada, Bárbara buscou e alcançou a libertação, porém, o sentimento de mágoa persistia e não conseguia perdoar aqueles que lhe fizeram tanto mal. “Me batizei nas águas e, como eu ainda morava na rua, as outras pessoas achavam que eu não tinha mudado em meu interior, mas, a transformação total obtive quando eu consegui perdoar. Em seguida, fui batizada com o Espírito Santo, aí consegui amar todos os que fizeram mal a mim e a minha família”, diz.


Após a conversão, Bárbara cumpriu a promessa feita à irmã. “Só voltamos a nos ver quando ela voltou para me buscar. Ela cuidou de mim e hoje é uma grande mulher de Deus. A vida dela hoje é só vitória”, diz a irmã Cíntia Cristina da Silva Longobuco, de 23 anos, no que concorda a amiga Vanessa de Oliveira, de 31.


“Estudamos juntas na adolescência. Acompanhei a sua luta com a mãe dela que era viciada em drogas, chegando ao ponto de dever aos traficantes e sendo morta por eles. Quando isso aconteceu, Bárbara ficou desnorteada. Ela entrou de cabeça na vida do crime, foi mulher de traficante. Apesar de ter medo de usar drogas, se envolveu muito na vida do crime. Graças a Deus foi transformada pelo Poder de Deus”, garante.


Uma nova mulher


O esposo de Bárbara, pastor Claudio Oliveira, que na época era membro do Força Jovem, observava o comportamento dela e acompanhou o processo de libertação e conversão da garota. “Muitas pessoas, quando souberam que me interessei por ela, me falavam para desistir porque ela só ia me atrapalhar. Nem mesmo as pessoas de dentro da Igreja acreditavam na mudança. Começamos a conversar, oramos e, como ela ainda morava na rua, pedi para que fosse morar com a minha irmã”, revela.


Cerca de um ano depois, eles se casaram e hoje servem a Deus no altar. “Somente o Deus Vivo, que é amor, poderia fazer o que Ele fez por mim. Eu falo para esse rapaz, para essa jovem, que há um caminho de vitória, há um Deus que pode tirá-lo dessa situação, desse barraco, dessa vida de sofrimento. Ele quer te dar a paz, que é o que eu tenho hoje”, assegura Bárbara.


Leia mais: "Bárbara", a nova minissérie da Record


Colaboraram: Vanessa Sendra, Ivonete Soares, Jorge O’hara

Com dança erótica, russa bêbada faz avião pousar

Mulher bebeu, causou, mas, no fim, quem desceu até o chão foi mesmo o avião
Do R7
danca-exotica-hgGetty Images
Embriagada, a russa ficava dançando e tirando os óculos dos rostos dos passageiros do voo para Londres


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Um voo que vinha de Moscou, na Rússia, com destino a Londres, na Inglaterra, teve que voltar para o lugar de onde partiu por causa de uma passageira que passou da conta na cachaça.

Pior: eram sete horas da manhã e a mulher, de 39 anos, já estava trançando as pernas. Antes que o avião decolasse, ela já estava chamando atenção. Porém, quando o avião decolou, ela começou a fazer dancinhas eróticas no corredor central e, em 15 minutos, todos os passageiros estavam de volta ao aeroporto Domodedovo, de onde haviam saído.

Um representante da companhia aérea confirmou o vexame.

- A mulher estava em um estado de embriaguez, sendo inconveniente com os passageiros, tirando os óculos de todos eles e fazendo danças eróticas. Ela foi levada para exames médicos e constatou-se que ela estava em ótimo perfeito estado de saúde, mas, talvez, um pouco bêbada.





O encontro com as internas 
da Fundação Casa Parada de 
Taipas começou com 
Sra Rosana presidente da Associação 
de Mulheres Cristãs (AMC)
 agradecendo a todos 
os participantes, a mensagem que 
foi entregue para as 60 meninas 
foram: 31 promessas da Palavra 
de Deus para cada dia do mês 
de dezembro. Com fé, afirma que 
Deus vai está fortalecendo e 
ajudando no caminhar.

Deus faz infinitamente além do 
que pedimos, nada impede o 
Seu realizar, e algo especial 
vai acontecer, ora e agradece pela 
vida de todos.
O espaço da quadra ficou lindo 
para receber as internas e a 
especial participação da Cantora 
Jamile que abrilhantou, 
acompanhados com o Sr. Elson e 
Sra. Maria seus pais juntos curtindo 
a alegria das meninas que soltou a 
voz com o repertório 
conhecido saudavelmente apreciado
 e alegre.

Todas as mesas ocupadas com 
as internas e voluntárias da AMC, 
dando atenção e deixando o carinho 
de irmã e mãe que muitas vezes 
por estarem longe não as veem 
nas visitas frequentes.
Todo ano a AMC acompanha o 
trabalho da Fundação Parada de 
Taipas deixando mensagens de ânimo 
e esperança, acreditando na 
mudança das meninas e 
na oportunidade de 
crescimento. Fazendo tudo com 
muito carinho e detalhe, cores 
vibrantes embeleza o cenário, 
fazendo do espaço um lugar familiar.

Cada voluntaria oferece 
sua participação, desde as 
mais talentosas quanto as 
criativas unindo esforços para 
beneficio de cada evento da AMC.
Jamile muito simpática participou 
em cada mesa, conversando e 
passando experiência como jovem 
que toda oportunidade se 
pode aproveitar para o bem.

Foi servido varios doce,salgados 
e refrigerantes nas mesas apropriadas
 e ornamentadas festivamente.
Presenteadas com cartas escritas a 
mão com mensagem de fé enviada 
por varias amigas que 
indiretamente contribuem com a 
AMC e voluntarias.


Outros mimos para ficar de lembrança 
e marcar cada momento. Ainda 
vivendo em regime fechado 
a oportunidade chega e bate a 
porta, afinal todo sofrimento tem fim 
e a chance de um novo recomeço trás 
a luz, quem aceita a melhor parte 
não fica escrava do mal.




Conquistadores


"DIFERENTES, MAS COM ALGUMA COISA EM COMUM": CIÊNCIA MOSTRA QUE, NA HORA DA CONQUISTA, HOMENS E MULHERES SÃO MAIS PARECIDOS DO QUE SE IMAGINAVA, MAS CADA UM TEM SUA 'ARMADILHA' SECRETA

HÁ UM VERDADEIRO ABISMO SEPARANDO HOMENS E MULHERES no que diz respeito ao aspecto físico e ao comportamento intelectual, mas a ciência mostrou que, quando o assunto é o jogo da conquista, ambos têm mais coisas em comum do que se imaginava: tanto um quanto outro fazem uso de jogos para conquistar a pessoa pretendida, e apensar de cada preparar suas armadilhas à sua maneira, os princípios são praticamente os mesmos.

A MULHER, DE FORMA GERAL, LANÇA MÃO DE SEUS ATRIBUTOS FÍSICOS PARA ATRAIR SUA PRESA. Por isso, ela sempre se veste de forma sensual, usa perfumes que cativam o olfato masculino, salto alto para dar-lhe aparência sedutora e atraente. A gesticulação corporal também entra ação, mesmo que de forma inconsciente, na hora da paquera. Movimentos repetitivos, como passar as mãos no cabelo, ajeitar alguma peça da roupa e copiar os movimentos do pretendente são fortes sinais de que a mulher está "jogando".

OS HOMENS UTILIZAM-SE DE ALGUMAS TÁTICAS SEMELHANTES ÀS DAS MULHERES, mas, no geral, eles são muito diferentes delas. Em comum com o sexo feminino, ele tem o hábito de preservar a aparência e impressionar pelos sentidos. Para tanto, ele procura aparecer bem-vestido e perfumado.

MAS É A CANTADA A PRINCIPAL RESPONSÁVEL POR COLOCAR UM ABISMO ENTRE OS DOIS SEXOS: ela é um tipo de arma exclusivamente masculina. O homem também é mais incisivo na hora de manter uma troca de olhares ardentes com sua paquera. Cabe a mulher apenas retribuir ou não, pois ela pouco se utiliza desse gesto. Mesmo em tempos modernos, cabe também aos homens tomar a atitude de aproximação da mulher. Para quem estuda a arte da conquista, essa tática faz com a maioria das mulheres se apaixone, uma vez que sugere que o homem que age assim é presente, e não ausente.

UMA DICA VALIOSA DADA PELOS ESPECIALISTAS EM RELACIONAMENTOS, é que homens e mulheres não devem tentar, a todo o momento e sem nenhum critério, conquistar alguém. "Isso vai se parecer mais com desespero. Espere a oportunidade certa", ensinam. Mas procurar mostrar simpatia, ser educado e ter personalidade são as armas mais infalíveis que existem, garantem.

IURD na Fundação Casa - KIT DIVÓRCIO

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

IURD leva Santa Ceia e o batistério para Fundação Casa de Vila Maria Paulista




Fundação Casa Vila Maria UI Paulista, recebeu nesta última quinta-feira voluntários da Igreja Universal do Reino De Deus, que levaram uma noite toda especial, através do batismo nas Águas junto com a Santa Ceia, para realizar o batismo nas Águas esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, que fez orações de libertação, para que houvesse uma transformação na vida de cada adolescente, após a oração de libertação, houve um grande clamor pelo derramamento do Espírito Santo, no qual cada adolescente, buscou com todo fervor pelo novo nascimento, e houve uma imensa alegria da parte de cada adolescente. em seguida o Pastor Geraldo deu uma palavra sobre o significado da Santa Ceia, 1 coríntios 11,23,24,25,26,27,28, o trecho que mais chamou a atenção dos meninos, foi Examine-se, pois o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice, porque o que come e bebe indignamente, come e bebe para sua própria condenação não discernindo o corpo do SENHOR. E falou mais que através do pão e do suco de uva após apresentado os elementos para o Senhor Jesus fica abençoado, e é feito em memória do sacrifício dele na cruz do calvário. na medida que cada um participava houve uma alegria da parte de cada adolescente.








Em seguida os adolescentes foram encaminhados para cumprir as escrituras sagradas sobre o batismo nas águas, o Pastor Geraldo Vilhena explicou o significado sobre o batismo nas águas e sobre a importância do novo nascimento, de levar uma vida reta longe das más companhias e das drogas, e ao todo foram batizados sete jovens, para finalizar os funcionários agradeceram a nossa presença e relataram uma mudança após o trabalho que vem sendo realizado na Fundação Casa.