quarta-feira, 30 de junho de 2010

Menor pede para ser preso


Para se livrar de drogas, filho pede para ser preso
23 de junho de 2010 16h 23

document.write('' + 'estadao_868:' + document.location + '');
Texto - +
BRÁS HENRIQUE - Agência Estado
Para tentar conter o vício em drogas do filho, uma mãe tentou chamar a atenção das autoridades para interná-lo na Fundação Casa, em Franca, no interior de São Paulo. A trabalhadora rural Ocrésia Miquelini, de 54 anos, fez denúncia anônima, contra ela mesma, de que mantinha o filho adolescente, de 17 anos, acorrentado à cama. Policiais militares foram ao local ontem à tarde e encontraram o jovem preso. O caso foi levado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), onde mãe e filho confessaram que simularam a situação. O garoto queria voltar para a Fundação Casa, onde esteve internado, para tentar se livrar do vício.
A mãe já havia registrado quatro boletins de ocorrência por agressão contra o filho. Ele passou pela Fundação Casa, estava em liberdade assistida e deveria voltar, pois não cumpriu as determinações judiciais. Na manhã de ontem, o garoto consumiu crack e, alterado, ao ser questionado pela mãe sobre seu comportamento, disse a ela que o amarrasse e chamasse a polícia para ser internado novamente. A ideia era sensibilizar as autoridades pois, há poucas semanas, viram pela televisão que um pai desesperado amarrou o filho usuário de drogas, em Jaboticabal, ficou detido um dia, e o jovem conseguiu ajuda.
O jovem usa maconha e cocaína há cinco anos e crack há dois meses. Ocrésia tem medo que o filho venda mais objetos da casa para sustentar seu vício: ele já vendeu 15 telefones celulares, três bicicletas, televisores e até as próprias roupas.
O caso foi encaminhado à Promotoria da Infância e da Juventude de Franca, que aguarda posição judicial sobre o pedido de internação na Fundação Casa, por três meses, feito há duas semanas. Após o registro da ocorrência e da confissão na DDM, mãe e filho foram liberados. Ambos aguardam uma decisão judicial.

Que é Fobia?


Que é “Fobia”?
Temor patológico angustioso, que se apresenta diante de determinadas situações ou de objetos que normalmente não são temíveis e que, portanto, não têm justificação objetiva. A fobias é uma das emoções depressivas. Para estudo foi divida as fobias em dois grupos:

1-Exagerações de emoções comuns: solidão, depressão, medo de aranhas, serpentes, etc. (medo da morte).

2-Medos estranhos particulares (agorafobias, claustrofobias, etc.).

terça-feira, 29 de junho de 2010

Paixão doentia


PAIXÃO DOENTIA
Quando o ciúme, a separação ou desentendimentos entre os casais transformam o carinho em ódio e fazem com que uma história de amor acabe como um caso de polícia Morta com mais de dez facadas no começo deste mês, a médica paulista Glaucianne Hara, de 40 anos, era acusada de perseguir obsessivamente o autor confesso do crime, o marceneiro gaúcho Rodrigo Fraga da Silva, de 33 anos. Ela foi assassinada em frente a um hotel na cidade de Torres (RS), onde Silva, que é casado, mora com a família. De acordo com o escrivão da delegacia da cidade, Ronaldo Teixeira, o marceneiro confessou o crime e alegou que, após eles terem um relacionamento amoroso, a médica o perseguia e ameaçava a família dele. “Ele havia registrado inclusive alguns boletins de ocorrência contra a moça por ameaça”, afirma o escrivão. Glaucianne e Silva teriam se conhecido pela internet em 2007. O marceneiro, que responde o processo por homicídio em liberdade, contou à polícia que, apaixonada, ela constantemente deixava os dois filhos em São Paulo para ir a Torres assediá-lo, mesmo depois de ele acabar com o relacionamento em 2008. A médica paulista não aceitou o término da relação: ligava mais de 40 vezes por dia para ele, fazia ameaças e até tentou se matar com uma overdose de remédios. “Ela tinha um amor doentio por ele. Ele falava para todo mundo que ia matá-la. E ela preferia até ser morta por ele. Ela queria ele a todo custo”, contou uma amiga da vítima, que acompanhou o caso amoroso desde o começo, ao “Domingo Espetacular”, da “Rede Record”. Segundo ela, Glaucianne passou a perseguir o marceneiro, que chegou a espancá-la várias vezes. “Ela falava assim: ‘ele me bate porque me ama’”, disse a amiga, completando que Glaucianne registrou três boletins de ocorrência por agressão contra o ex-amante. Na página pessoal do site de relacionamentos “Orkut”, Silva chama a médica de “lixo”, conta da obsessão da mulher e fala das ameaças: “Esse lixo ambulante responde na Justiça pelos crimes cometidos e por não acatar a lei, onde no início de 2008 se comprometera a não me perseguir mais. Comprometeu-se, mas não cumpriu”, descreve na internet. A relação doentia entre Glaucianne e Silva é mais um caso de paixão exagerada que não teve um final feliz. “Relações pessoais são como reações de produtos químicos. Algumas se equilibram, outras são explosivas. Isso não justifica nem exime a culpa do agressor, que já é uma pessoa violenta e demonstra isso antes de cometer o crime”, comenta a procuradora de Justiça do Ministério Público de São Paulo, Luiza Nagib Eluf, autora de dois livros sobre crimes passionais, que são aqueles em que o sentimento de paixão se transforma em raiva, ódio e vingança. Segundo a Anistia Internacional, cerca de 70% dos assassinatos de mulheres no mundo são praticados pelos parceiros. Segundo Rúbia Abs da Cruz, advogada e coordenadora da organização não-governamental Themis, especializada em assessoria jurídica e estudos de gênero, mais da metade dos casos de homicídios passionais ocorrem no momento da separação.Luiza Eluf afirma que, com raras exceções, os crimes passionais são planejados e cometidos por pessoas que não conseguem lidar com a frustração. “O crime passional não é causado pelo amor. A motivação é sempre o ódio”, completa. Para ela, a única forma de prevenir esse tipo de assassinato é dando proteção policial à vítima antes que o pior aconteça. “Não adianta vir com aquela máxima da ‘briga de marido e mulher ninguém mete a colher’, porque depois o casal volta a ficar bem. Isso pode acontecer, mas nem por isso as queixas devem ser ignoradas’, aponta Luiza, que vê no caso da advogada paulista Mércia Nakashima todas as características de um crime passional, apesar de a polícia ainda não ter concluído as investigações. “Trata-se de um relacionamento desfeito, com crises anteriores de ciúme, perseguição à ex-namorada, temperamento explosivo do ex. Tudo isso é característica de um crime passional”, relata. O caso lembrado pela procuradora ainda está sob investigação, mas a suspeita do assassinato recai sobre o ex-namorado de Mércia, o advogado e ex-policial militar Mizael Bispo, de 40 anos. Depois de ficar 20 dias desaparecida, o corpo de Mércia, que tinha 28 anos, foi encontrado no último dia 11 em uma represa de Nazaré Paulista, no interior de São Paulo. Bispo, que namorou com Mércia durante 4 anos e após o término do relacionamento no fim do ano passado tentava reatar o romance, nega as acusações. Mas uma testemunha afirma tê-lo visto em um posto de gasolina em Nazaré Paulista no dia 23 de maio, dia do desaparecimento da moça. Além disso, um pescador declarou à polícia que naquela data estava na represa à noite quando ouviu gritos e viu um homem sair de um veículo antes de ele afundar – o corpo de Mércia foi achado boiando próximo a seu carro, que estava submerso. A família de Mércia afirmou ao “Jornal da Record” que foi ameaçada, caso prossiga com as investigações. Enquanto ela estava desaparecida, os parentes da advogada declararam à imprensa que Bispo era uma pessoa violenta. “Não estamos acusando ele, porque não temos prova, mas tudo nos leva a crer que foi ele”, disse à mãe de Mércia, Janete Nakashima, ao programa “Hoje em Dia”, da “Record”. Para a psicóloga Sâmia Simurro, professora de MBA e especialização em Gestão de Programas de Qualidade de Vida da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo e da Universidade São Camilo, há duas formas de descontrole emocional que podem levar a um final trágico. “Quando há um planejamento do crime, há o sintoma de psicose. Mas existe também aquela pessoa que explode e acaba cometendo o crime movida por uma emoção intensa”, completa Sâmia. Ela já acompanhou um caso típico de desequilíbrio emocional de uma mulher que ficou abalada depois de descobrir que era traída pelo marido. “Certo dia, tomada pelo ciúme, atirou no ex-marido, que morreu”, diz. A mulher confessou o crime e foi condenada. Avaliada por psiquiatras forenses, foi tida como doente mental e cumpre pena em um hospital psiquiátrico. “Embora considerada doente, ela tomou consciência de tudo o que perdeu: filhos, emprego, a vida em liberdade. Mas há erros que não temos como arrumar”, finaliza.

domingo, 27 de junho de 2010

IURD Bispo Macedo



Malícias
Fonte de vida são os pensamentos livres da malícia. Essa não só tem corrompido a pureza da boa fé, como tem sido principal responsável pela queda de muitos cristãos.
A frieza do amor nos últimos dias não diz respeito a relacionamentos entre as pessoas, mas, sim, em relação a Deus. Esse tipo de amor refere-se ao amor proveniente da fé. Isso tem sido visível nos dias atuais.
A qualidade de fé cristã atual tem se igualado à mesma vivida por Israel nos dias do profeta Jeremias. Há uma enorme apostasia da fé hoje em dia. E tudo isso gerado pela malícia.
Sugiro a meditação, não a leitura, do nono capítulo de Jeremias. Destaco o seguinte:
Meu povo…curva a língua, como se fosse o seu arco, para a mentira; fortalece-se na terra, mas não para a verdade, porque avançam de malícia em malícia e não Me conhecem, diz o Senhor. Jeremias 9.3
O fortalecimento do “cristão” malicioso, isto é, sua prosperidade, não tem sido para honrar ao Senhor Jesus, mas para disputar interesses pessoais. Por isso, gera malícia.
Portanto, guardai-vos cada um do seu amigo e em irmão nenhum deposite confiança; porque todo irmão não faz mais do que enganar, e todo amigo anda caluniando. Cada um zomba do seu próximo, e não falam a verdade; ensinam a sua língua a proferir mentiras; cansam-se de praticar a iniquidade. Vivem no meio da falsidade; pela falsidade recusam conhecer-Me, diz o Senhor. Jeremias 9.4-6
Quando o Espírito adverte contra a má consciência, na verdade, está se referindo ao espírito da malícia. Muito comum entre os convencidos e não convertidos. É preciso manter-se vigilante todo o tempo para não permitir o acesso da malícia ao coração.

Publicado por Bispo Edir Macedo

Que é timidez?


Que é timidez?
Não é exagerado dizer que o maior defeito dos tímidos é pensar demais. A imaginação do homem é assim a grande aliada da timidez. Que é um tímido?Um tímido é aquele que num determinado momento,atingido por uma emoção inexplicável,gagueja,cora como uma donzela diante de uma palavra mais agressiva ao sexo,esbarra nas coisas e perde o equilíbrio,perturba-se e comete “gafes”de toda maneira,deixa cair objetos das mãos,não sabe servir-se à mesa ou,numa palavra,o tímido é aquele que sempre sofre uma crise emocional,que se poderia mesmo denominar “crise de acanhamento “diante de uma atitude a ser tomada por ele.A timidez é a grande inimiga do sucesso que uma pessoa poderia alcançar na vida.Não ser tímido é,finalmente,”pensar menos”e “agir mais”,isto é, diante de uma situação,que se tem que enfrentar,cabe ao indivíduo “não pensar “na situação e sim encara-la de frente com certeza de que vai vence-la.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

TWITTER,ORKUT E BLOGS


TWITTER, ORKUT E BLOGS:O MUNDO VIRTUAL FASCINA MAIS QUE O REAL PORQUE LÁ TUDO É POSSÍVEL, TODOS SÃO IGUAIS OU NADA É PROIBIDO? Segundo pesquisas divulgadas recentemente pelo Ibope Nielsen online, o acesso à internet, no Brasil, já atinge 64,8 milhões de pessoas, que usam essa tecnologia em residências, no trabalho, nas escolas, em lan-houses, bibliotecas e telecentros. A estatística considera apenas os brasileiros de 16 anos ou mais, com posse de telefone fixo ou móvel. Já o número de residências em que há presença de computador ligado à rede mundial soma, atualmente, cerca de 40 milhões (21% da população), o que faz do Brasil, em números absolutos, o sexto maior usuário dessa tecnologia no planeta. No mundo todo, 1,2 bilhão de pessoas estão conectadas à internet. Há dez anos, elas somavam 70 milhões. Os dados são do mesmo instituto. Com relação ao tempo gasto na internet, o Brasil é líder mundial. Em média, cada brasileiro passa 22 horas mensais conectado à rede, superando com grande folga os norte-americanos e os japoneses, que ficam cerca de 18 horas mensais ligados à internet. Ainda segundo as pesquisas do Ibope, os sites mais acessados pelos internautas brasileiros são os buscadores, como o Google, e os portais de relacionamento, como o Orkut e os blogs. O site de vídeos YouTube vem logo depois. A grande novidade é o crescimento do número de acessos a sites de moda, decoração, viagens e gastronomia. A assiduidade do internauta brasileiro já faz também da língua portuguesa a sétima mais usada no mundo virtual, superando até mesmo o árabe, uma das línguas oficiais da Organização das Nações Unidas (ONU). O inglês é o idioma mais praticado na web, seguido do mandarim, falado na China, e do espanhol.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Surto no Ceará


Surto no Ceará
Desde o começo do mês, cerca de 30 alunas de 12 a 19 anos da Escola de Ensino Fundamental Eduardo Barbosa, colégio rural do distrito de Cachoeira, no município de Itatira, no Ceará, entram em transe e têm crises nervosas durante as aulas e alegam ver imagem que seria de um ex-aluno que morreu afogado há 7 anos. Elas se debatem, desmaiam e precisam ser levadas para o hospital São Francisco de Canindé, cidade vizinha. “Elas chegaram com um quadro de crise nervosa, foram medicadas e liberadas”, contou uma médica do hospital que preferiu não ser identificada. Os sintomas relatados pelas vítimas ao jornal “Diário do Nordeste” foram dores musculares, de cabeça e no peito, falta de ar, palidez, calafrio, dificuldades para caminhar, náusea, paralisia muscular, aumento nos batimentos do coração, pressão alta, desmaio, inquietação e medo de morrer. Após os ataques, alunos e professores se recusaram a voltar para a escola, que está com as aulas suspensas. Procurada pela Folha Universal, a secretaria Municipal de Educação de Itatira preferiu não se pronunciar. Uma funcionária, que não quis se identificar, disse por telefone que os esforços da secretaria estão concentrados em tentar minimizar o sofrimento e o medo das famílias. “Os jornalistas foram procurar a escola e as meninas por conta própria porque não respeitam a dor alheia”, declarou.Há 3 anos, um episódio parecido preocupou pais e professores de um internato no México. Cerca de 600 alunas começaram a se comportar de forma estranha. Sem motivos aparentes, elas gritavam, desmaiavam e relataram às autoridades sintomas parecidos aos das meninas de Itatira. Na época, o diretor de epidemiologia do Departamento de Saúde do Estado do México, Torres Meza, disse à imprensa que havia cerca de 80 casos parecidos documentados em todo o mundo e que aconteceram em comunidades fechadas, como escolas e fábricas, e entre meninas e adolescentes. “Temos um grupo formado apenas por meninas, vivendo em situação de rígido controle e disciplina que elas precisam seguir rigorosamente. Os fatores emocionais têm efeito cumulativo”, disse Meza ao jornal norte-americano “The New York Times”. Alguns jornais no Brasil chegaram a atribuir o episódio ocorrido em Itatira a um surto psicótico, o que não procede, segundo o psiquiatra e professor do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas Helio Elkis: “Surto psicótico ocorre de forma individual, em pessoas que têm doenças específicas. As pessoas ouvem e enxergam coisas, mas isso não ocorre de forma coletiva.” Ele acredita que fatos como o visto entre as alunas cearenses têm características de histeria coletiva, que acontece por sugestão. “Parece algo baseado em crenças culturais. Pessoas mais suscetíveis, sugestionáveis, são levadas pelo comportamento de outras a sentir as mesmas coisas”, explica.

Direitos Esquecidos


Direitos esquecidos
Excluídas de benefícios trabalhistas, domésticas brasileiras ainda se consideram vítimas de herança da escravidão Todos os dias, Cícera da Silva, de 48 anos, acorda às 5 horas, toma café e vai para o trabalho em um trem que parte às 5h45. Ela mora na cidade de Itapevi, a 43 quilômetros da capital paulista e, para chegar nas casas em que trabalha, na zona oeste de São Paulo, utiliza dois ônibus e um trem que, quando atrasam, fazem com que ela leve até 2h50 para chegar ao serviço. “Ciça”, como é conhecida, trabalha como doméstica. Ela estudou até a segunda série do ensino fundamental e depois disso o pai achou que escola era “perda de tempo” e a levou para trabalhar na roça. Há 20 anos ela passa os dias com pilhas de louças e roupas para lavar. “Não pude ter uma profissão melhor. O trabalho é pesado e tenho muitas colegas que não são tratadas dignamente, que não podem comer a mesma comida da casa e sempre existem mais tarefas do que o combinado com o patrão. Eu não indico isso para ninguém. Minha filha não vai trabalhar em casa de família. Quero um futuro melhor para ela.” “Ciça” faz parte dos mais de 6 milhões de mulheres que exercem o trabalho doméstico no Brasil, 73% delas sem carteira de trabalho assinada, de acordo com o último estudo da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Ciça” optou por não ser registrada porque diz conseguir ganhar mais como diarista, em várias casas, a R$ 70 por dia. O salário mínimo da empregada doméstica no Brasil varia em cada Estado, mas começa em R$ 511,29, no Rio Grande do Sul (veja tabela na página ao lado). “O fato de não se registrar as domésticas é herança da cultura escravagista que há no Brasil. Até hoje nunca houve investimento do Governo para orientar e até incentivar esse registro”, conta Mario Avelino, presidente da organização não-governamental (ONG) Doméstica Legal. Na entidade ele luta pela aprovação de vários projetos de lei para incentivar as contratações com carteira no setor, entre eles o que reduziria os atuais 20% pagos ao INSS, quando se registra um trabalhador doméstico, para 12%, percentual dividido entre patrão e empregado.Ele relembra ainda que, desde 2008, o Brasil faz parte de uma convenção da Organização Internacional do Trabalho (OIT) que proíbe atividades domésticas para menores de 18 anos. “Mas por aqui temos cerca de 410 mil trabalhadores menores. No interior do País há casos de pessoas que pegam crianças e adolescentes de pais pobres e dizem que vão levar para a cidade para estudar mas, na verdade, as crianças ou adolescentes passam a trabalhar como domésticos”, relata Avelino. Muitas nem recebem salário e trabalham por comida e moradia, como aconteceu com a hoje presidente da Federação Nacional das Trabalhadoras Domésticas (Fenatrad), Creuza Maria Oliveira, de 53 anos. Ela, que tem experiência de 40 anos limpando casas de famílias, conta que começou aos 10 anos, no interior da Bahia, depois da morte do pai, quando trabalhava só para poder comer. “Antigamente era muito pior porque não tinha lei que protegesse a criança e o adolescente. Trabalhei por restos de comidas, em troca de roupas usadas. É muito sofrimento. Via os filhos da minha patroa com a minha idade brincando e indo para a escola enquanto eu estava trabalhando. Isso tudo faz com que a pessoa se sinta inferior e incapaz. Depois para recuperar essa estima é dificílimo”, descreve. Hoje ela luta por direitos iguais aos dos outros trabalhadores para a categoria que, entre outras coisas, não tem direito a multa de 40% sobre o FGTS se dispensada sem justa causa. “Queremos que se mude a Constituição, que nos exclui de alguns benefícios trabalhistas. E a patroa que não puder pagar o que é certo, que não tenha doméstica e vá para a própria cozinha fazer o trabalho”, diz. (A.M)

Tudo pelo futebol


TUDO PELO FUTEBOL:O MOVIMENTO EM TORNO DA COPA REPRESENTA UMA VÁLVULA DE ESCAPE, A TRADIÇÃO QUE NÃO PODE ACABAR OU É SÓ COMÉRCIO? O futebol brasileiro sempre foi referência no mundo. E não é para menos. Num país mergulhado em abismos sociais, assolado pela precariedade da educação, saúde e outras tantas mazelas, o brasileiro vê nesse esporte um dos raros motivos de orgulho nacional. Não há patriotismo verde-e-amrelo sem o futebol. Essa imagem romântica que o Brasil ganhou diante do mundo, e de si mesmo, se construiu principalmente até a década de 70, quando a Seleção garantiu, misturando futebol com arte e ousadia, o tricampeonato mundial. De lá para cá, no entanto, perdeu-se quase toda a arte. Pouco ou quase nada sobrou de ousadia, e o País corre o risco de o “Futebol” – o princípio de tudo - cair também em extinção. Isso porque os maiores craques brasileiros são como ouro nos tempos da colônia. Mesmo antes de serem encontrados, já têm destino certo: a garganta europeia! Foi isso o que afirmou, em outras palavras, a revista britânica The Economist: “O sucesso das exportações de jogadores brasileiros reflete a decadência doméstica. Sem gestão profissional, os clubes brasileiros não conseguem competir com os salários oferecidos pelos de outros países. Por isso mesmo, existem aos montes jogadores gabaritados que sonham em defender clubes indonésios, vietnamitas, indianos e Islandeses. Resultado: falta de público nos estádios brasileiros, enfraquecimento das marcas dos grandes clubes e a disseminação de brucutus em campo”. Diante desse mercado capitalista-esportivo, nossos jogadores de ouro mal se revelam aqui e já partem para enriquecer (e se enriquecerem) lá fora. A única diferença é que, hoje, esses “escravos da bola” suplicam para serem comercializados e não querem nem imaginar um possível ressurgimento de uma nova Princesa Isabel.

IURD Uma Palavra pode mudar a sua vida.




terça-feira, 22 de junho de 2010

IURD foi publicado no site da Fundação Casa veja.

CLIQUE NO LINK ABAIXO http://www.casa.sp.gov.br/site/noticias.php?cod=3096

Fala Internauta


Bianca Vasconcelos disse...
É horrivel quando ficamos inibidos, especialmente se a situação pede uma atitude e travamos.É uma luta pessoal que temos com o nossos proprios medos...Se der acesse meu blog também: http://www.mais1chance.blogspot.com/

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Por que sofremos de inibição?


Por que sofremos de inibição?
São várias as causas (não confundir com timidez). Podemos ser motivadas desde uma simples contração muscular, ou de um órgão qualquer que não respondeu a um estimulo habitual, ou ainda, até mesmo nos estados mentais em que mediante uma força contrária impede ou tende a impedir certas formas de expressão, especialmente aquelas que poderiam se manifestar através das idéias, ou do caráter do indivíduo. Para a Psicanálise, a inibição consiste em um confinamento inconsciente, em uma repressão de um impulso instintivo, ou de algumas de suas manifestações.

Futuro na Lona


Futuro na lona
Crianças e adolescentes trocam socos, formam gangues e consomem álcool e outras drogas sem limites. O que está acontecendo com a juventude? Brigas constantes, formação de gangues e consumo frequente de álcool e drogas fazem parte da rotina de crianças e adolescentes em todo o País. O fenômeno que assola parte da juventude brasileira é visto com preocupação por educadores e psicólogos e tem sido estudado com atenção. É difícil quantificar os diversos aspectos e sinais desta crise de valores, mas algumas pesquisas acadêmicas recentes servem de indicativo de como parte de toda uma geração vive sem rumo. A violência talvez seja um dos aspectos mais impressionantes. Na semana passada o pesquisador Rodrigo Torquato da Silva, que além de professor é morador da Rocinha, uma das maiores comunidades carentes do Rio de Janeiro e do Brasil, apresentou em uma defesa de doutorado novas reflexões sobre como o uso da força nas disputas pelo controle dos morros cariocas afeta a educação das crianças. “As comunidades têm as regras do Estado. As pessoas cumprem horários e 99,9% são trabalhadores, mas paralelo a isso têm a ameaça de outro tipo de sociabilidade, que é aquela imposta por um grupo ínfimo que consegue se impor através da força”, diz. “Nesses territórios regulados pela força, o filho nasce e, desde pequeno, é ensinado que a violência é parte de um contexto. Isso cria uma confusão na cabeça da criança”, afirma. Como professor, ele já vivenciou a situação de ter alunos ligados ao tráfico de drogas. “Como não tem garantia do Estado, a escola acaba fingindo que nada está acontecendo. Mas as demais crianças acabam reconhecendo o posicionamento deste estudante fora da escola. O aluno passa a conviver com a lógica da escola e, ao mesmo tempo, com a lógica do medo e do comando de espaços. Esse controle é um processo de educação, transmite regras e valores”, completa. Para Torquato da Silva, esta é a chave para compreender como os confrontos físicos e o consumo excessivo de álcool e drogas se espalham com tanta facilidade entre os garotos. “Os limites não são dados mais entre os adultos, que têm o papel fragilizado. Eles criam fronteiras nas quais a gente não penetra. Se um adulto falar de embriaguez, os adolescentes vão rir da cara dele. Se falar que não precisa ter medo de grupos rivais, que pode frequentar os espaços porque existe segurança, o adolescente não vai”, afirma. O problema está longe de se limitar a comunidades carentes do Rio de Janeiro. Em Jundiaí, no interior de São Paulo, por exemplo, a lógica de controle de espaços tem feito com que pré-adolescentes evitem circular em shoppings e centros comerciais “controlados” por gangues conhecidas como “famílias”, formadas por meninos e meninas que fazem pequenos assaltos e agridem quem não é da turma. “Não adianta falar nada. Eu não vou mais no shopping porque eles estão lá”, diz uma garota de 14 anos que costumava passear nos corredores com amigas. Nem a presença de seguranças do estabelecimento a tranquiliza. Os garotos e garotas podem ser realmente violentos, mesmo com pouca idade.Em Florianópolis (SC), há cerca de 1 mês, cenas de lutas entre garotos de até 11 anos foram colocadas na internet. Em ringues improvisados, os meninos eram incentivados por adolescentes de até 17 anos a trocarem socos até sangrar. Cada rival era orientado a bater até não aguentar mais e, então, desistir assumindo para uma câmera o fracasso. A derrota vinha acompanhada de humilhações e era disponibilizada na rede. Após virarem notícia em canais de televisão e jornais, os combates foram interrompidos. Hoje, porém, na página do grupo há a promessa de que, muito em breve, eles serão retomados. Alcoolismo juvenil Entre as regras próprias criadas por adolescentes está o consumo de álcool e drogas. Estudos recentes mostram que a situação nesta área é preocupante, em especial na questão do consumo de bebidas. No começo do mês, o Centro de Informações Sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid), composto por doutores e mestres da Universidade Federal de São Paulo, divulgou um estudo que indica que o consumo é bastante comum entre os alunos do Ensino Médio. E não se trata de tomar uma cerveja no bar com os amigos eventualmente. Os jovens têm bebido muito. Um terço dos 5.226 estudantes ouvidos pelos pesquisadores declarou ter se embriagado com cinco ou mais doses de álcool ao menos uma vez no mês anterior; 5,4% das meninas e 7,3% dos garotos disseram fazer isso de três a cinco vezes por mês. Foram colhidos depoimentos de adolescentes de 15 a 18 anos de 37 escolas privadas de São Paulo. No final do ano, o Cebrid pretende apresentar um levantamento nacional, com escolas públicas e privadas, que deve fornecer um retrato mais amplo. “A primeira coisa que a gente percebe é que o consumo de álcool começa em casa, através de familiares. Muitas vezes essa embriaguez está associada a uma embriaguez do pai e à aceitação social do consumo do álcool. A família tem um papel muito forte na educação do adolescente”, explica a doutora em psicobiologia do Cebrid, Zila van der Meer Sanchez, uma das responsáveis pelos dados. “Além disso, tem sim a lógica do grupo. O adolescente quer pertencer a uma turma. É uma fase de definição, de se desvincular dos pais”, relata. Além de se basear no controle de espaços e formação de grupos dominantes pelo uso da força, o consumo de álcool em excesso também alimenta a violência, pois quem exagera na bebida pode ficar mais agressivo. Para a especialista do Cebrid, que além de estudar o consumo de álcool em excesso entre os jovens também escreveu uma tese de doutorado sobre a importância de práticas religiosas na recuperação de dependentes químicos, os pais precisam saber dialogar e não simplesmente impor restrições de qualquer maneira. “É preciso conversar e negociar ao impor limites. Sem oferecer alternativas de lazer, sem diálogo, sem explicar os riscos e perigos, a imposição não faz nenhum sentido para o adolescente”, afirma. “A família, a religiosidade e a informação podem ter papel importante ao se lidar com o problema”, destaca.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

IURD Ler e Escrever



Cidadania à portuguesa
Da redação redacao@folhauniversal.com.br Projeto Ler e Escrever da IURD ajuda várias pessoas a ser alfabetizadas no país De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), em fevereiro do ano passado, o analfabetismo em Portugal estava acima dos 9%. Segundo o presidente da Associação Luso-brasileira, Rui Seguro, os níveis de alfabetização no país ainda estão “muito longe do ideal”. Para se ter uma ideia, no Censo 2001, realizado no país, foi constatado que 9 em cada 100 portugueses, com 10 anos ou mais, não sabiam ler e escrever. “Estamos falando de quase um milhão de pessoas analfabetas”, alerta o presidente da instituição. Para tentar mudar esse quadro negativo em Portugal, a Igreja Universal implantou o Ler e Escrever por meio do qual muitas pessoas têm sido alfabetizadas. O trabalho feito por voluntários tem como slogan “Nunca é tarde para aprender” e é realizado todas as quartas-feiras, a partir das 16h. Muitas são as pessoas que se reúnem na sede da IURD no bairro Alameda, para concretizarem o sonho da alfabetização. “Nos países nórdicos, é um escândalo quando se encontra uma pessoa analfabeta. Já em Portugal, menospreza-se essa realidade”, diz Seguro. Uma das alunas, Gregória de Jesus, de 50 anos, frequenta o Ler e Escrever há 3 anos. “Posso dizer que gosto muito de estudar. Estou realizando um sonho antigo”, comenta. Um dos endereços da IURD em Lisboa: Alameda D. Afonso Henriques, nº 35 (antigo cinema Império), Alameda.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

IURD Bispo Macedo



Trombetas do mal
Já conquistamos muitas vitórias. Porém, nenhuma delas foi precedida por alegria. Ao contrário. Como a mulher que sente dores antes do parto, também foi conosco. E digo mais: quanto maior e mais expressiva era a conquista, maior e mais perturbador era o barulho das trombetas do mal. O som ensurdecedor das ameaças infernais ocorre justamente para esfriar a certeza da vitória, e, consequentemente, tentar neutralizar a fé no sucesso.
Satanás sabe que não há como impedir o cumprimento das Promessas. Pode até retardá-las com a permissão do Seu Autor. Seja pelo tempo determinado de Deus, pela falta de confiança ou de perseverança do fiel, não sei. O que sei é: as conquistas pela fé são sempre precedidas pelos rugidos enfurecidos do inferno.
É óbvio que o barulho em si não tem nenhum efeito. Salvo quando se lhe dá atenção e permite a entrada do medo. O medo gera a dúvida, e a dúvida neutraliza o poder da fé. Essa tem sido uma das táticas do inferno para retardar ou tentar impedir o cumprimento da Promessa.
É preciso estar vigilante e atento aos barulhos, ameaças, enfim, todo e qualquer sinal demoníaco para reagir de forma positiva. Ou seja, ao invés de lamentar, reclamar ou confessar qualquer palavra de dúvida, ao contrário, siga firme dando graças a Deus porque a vitória está se aproximando.
Publicado por Bispo Edir Macedo

Amor bruto


AMORES BRUTOS:ELAS SE SUBMETEM A ELES POR MEDO, POR FALTA DE AMOR PRÓPRIO OU PORQUE DEPENDEM DO PARCEIRO? A advogada Mércia Nakashima, 28 anos, pode ser mais uma vítima a entrar para as estatísticas de crimes passionais ocorridos no Brasil. A advogada foi vista pela última vez no dia 23 de maio, um domingo, quando voltava para casa, no Bairro Macedo, em Guarulhos, na Grande São Paulo, depois de participar de um almoço em família. “Ela saiu por volta das 18h30 e o trajeto até a casa dela é de cinco, dez minutos e ela não chegou", disse o irmão dela, Márcio Nakashima. Passado quase um mês daquele domingo, a família de Mércia continuava sem notícias do paradeiro da jovem. Antes de deixar a casa da avó, no entanto, Mércia recebeu um telefonema que seria do ex-namorado e ex-sócio dela num escritório de advocacia, o ex-advogado e ex-PM Mizael Bispo, que se apresentou à polícia mesmo sem ter sido intimado. Ele é apontado como o principal suspeito do crime, mas alega inocência. Na hora do desaparecimento, Mizael disse que estava com uma garota de programa, mas não soube identificá-la. Nesta sexta-feira, dia 11, depois de vários dias de intensas buscas, o mistério que parecia poder estar chegando ao fim mostrou estar apenas começando. O corpo de Mércia foi encontrado numa represa de difícil acesso, na cidade de Nazaré Paulista, o mesmo local onde, antes, o carro da advogada, um Honda Fit, fora achado, submerso a 6 metros de profundidade, pelo Corpo de Bombeiros. Um telefonema anônimo dado à família levou a polícia até o local. A testemunha afirmou ter visto o carro sendo jogado na represa. Segundo a família da advogada, Mizael era possessivo e, com o fim do relacionamento, começou a fazer tocaia na casa da ex-namorada. Na casa dele, onde policiais cumpriram mandado de busca, foram encontradas duas armas, registradas em nome dele. No carro de Mizael não há sinais de Mércia. O corpo de Mércia Nakashima foi sepultado no sábado, dia 12. Cerca de 500 pessoas acompanharam a cerimônia, marcada por protestos e súplicas por justiça.

terça-feira, 15 de junho de 2010

IURD Dose Mais Forte na Fundação Casa de Franco da Rocha UI-25


Voluntários e Jovens da Igreja Universal do Reino de Deus estiveram presentes, neste último sábado, na Fundação Casa Franco da Rocha UI 25, levando alegria e vida, em mais um evento com várias atividades para os internos, seus familiares e funcionários.














Para dar início ao evento, esteve presente Erick responsável pelo Dose mais Forte, falou sobre o Dose mais Forte, e o se liga 16, e fez um convite para um campeonato de futebol, e fez oração por todos os jovens e familiares presentes.todos também dançaram e cantaram ao som da Banda Nesher e da cantora Cristina Miranda ..














Um ex internos da Fundação Casa Amauri e Gleidson Ferreira de Medeiros deu seu testemunho falou da transformação que teve com a ajuda do trabalho da IURD, falou das más experiências que teve com as drogas, passou por várias unidades dentre elas: Imigrantes, Tatuapé, Brás.






A CIA Teatral Força Jovem apresentou uma peça que emocionou a todos os presentes, a peça conta a História de uma pessoa, na qual sua alma foi leiloada,( Leilão de uma alma). A primeira que vem da o primeiro lance, foi a religião, o segundo lance prostituição, terceiro lance bebidas, curtição, quarto lance foi a ganância, e drogas, e por último a morte que deu um lance maior, já no último suspiro, vem o Senhor Jesus que resgata sua alma tirando todas as correntes do mal, e lhe dá uma nova chance.


















Depois da apresentação do teatro, o jovem Erike fez uma oração para os internos e famílias para que se arrependerem de seus erros e começar uma nova vida




Para a alegria dos adolescentes foi servido sorvete, salgados, refrigerante cachorro quente, bolo e muitos docinhos.


















Foi feito a distribuição de cestas básicas para todas as famílias presentes.






Para finalizar esteve presente, o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador Estadual de Evangelização nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, fez orações e convidou a diretora Sra Oscarina Moreira de Andrade para receber uma oração, e na oportunidade agradeceu pois os voluntários são muito bem recebidos.





Voluntárias da Força Jovem DOSE MAIS FORTE
NELCI PAIVA