domingo, 28 de fevereiro de 2010

Polêmica religiosa

Polêmica religiosa

Lei sancionada por Eliseu Santos como prefeito interino em abril de 2008 estabeleceu multa para quem deixar restos de animais mortos em vias públicas e se transformou em uma polêmica entre religiões. Sentindo-se vítimas de preconceito, seguidores de religiões afrobrasileiras protestaram na Câmara de Vereadores de Porto Alegre. Apresentado pelo vereador Almerindo Filho (PTB), pastor da Igreja Universal do Reino de Deus, o projeto foi sancionado pelo então prefeito interino, Eliseu Santos (PTB), ligado à Assembleia de Deus.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

IURD Bispo Macedo


Sexo com o diabo – Capítulos 9 e 10
“O texto a seguir é a continuação do testemunho de Maria de Fátima da Cruz Carvalho. Veja também os capítulos
1, 2, 3, 4, 5 e 6, 7 e 8

Durante o dia, tudo parecia normal (para os que conviviam comigo). Mas a figura do anjo/demônio se tornou a maior perseguição: onde quer que eu estivesse, ali ele estava (nas aulas, na rua, no carro, onde quer que eu estivesse ali estava ele colado em mim), sempre sussurrando ao meu ouvido: “És minha! Não podes fugir de mim. Vai, te mata!” A voz dele sempre dentro de mim, dentro do meu ouvido.
À noite, eu saia e dançava em festas particulares para a alta sociedade, mas nenhum homem podia me tocar, porque eu, possuída pelo anjo/demônio, era muito agressiva, e usava um chicote nas minhas danças.
“Amitaf, a possuidora da noite.” Alguém que tentasse me tocar enquanto dançava corria o risco de levar uma chicotada, mas aquelas pessoas achavam o máximo.
Em uma dessas minhas saídas noturnas, quando cheguei em casa na companhia do safado do anjo, o meu tormento diário, ele me disse: “Hoje serás minha, minha!” Eu fiquei apavorada.
Morava com o meu filho e uma empregada. Eles já dormiam. Eu estava com tanto medo porque deixei de ver o anjo, mas sentia sua presença, seu cheiro, o negro de sua roupa perto de mim (ai, estava louca!); eu tremia toda.
O anjo já tinha tentado me tocar várias vezes, porque, às vezes, eu sentia as mãos dele percorrendo as minhas pernas e eu sempre gritava para ele: “Larga-me, deixa-me! Saia daqui. Tu não me tocas.” E ele parava. Mas, nessa noite, eu sentia que ele ia me fazer alguma coisa muito má, pois o meu coração batia muito depressa. E assim eu ia vivendo.
Naquela noite, o anjo me paralisou na cama. As mãos dele me sufocavam o pescoço. Pensei mesmo que ele me mataria naquele momento, quando, de repente, senti o peso de um homem sobre meu corpo; uma dor que penetrava meu corpo, o meu ventre. Todo o meu corpo suado, suas mãos me acariciavam, me machucavam. Eu não conseguia me mexer, gritar, falar, fugir. Estava sendo possuída por um homem invisível, um homem que ninguém via. Estava louca, mas aquilo estava mesmo acontecendo comigo.
Foi uma penetração dolorosa e prolongada. Quando o anjo demônio safado acabou o serviço eu estava toda molhada. Fiquei por muito tempo na cama até poder me mexer e conseguir levantar para ir ao banheiro. Quando levantei, quase voltei a cair.
Ai, como falar disto? E a quem? Estava mantendo relações sexuais com uma coisa invisível (ninguém, mas ninguém no mundo iria acreditar).
No dia seguinte, quase não conseguia andar com as dores que sentia nos meus ossos. Eu era professora de ginástica e nunca havia sentido tamanhas dores nos ossos e nos músculos como naquele momento.
A partir desse instante só um pensamento me vinha à cabeça: matá-lo. Mas, como, se ele aparecia e desaparecia? Então comecei a pensar em me matar.
O anjo/demônio começou a usar meu corpo e me dizia: “És a minha mulher, és minha.” E passei a ter um anjo/demônio como um marido invisível. É coisa de louco. Eu estava louca.
O anjo jamais deixava algum homem se aproximar e se o fizesse acabaria mal. Foram anos de sofrimento, tortura. Ele usava e abusava do meu corpo, me violava, me estuprava. Eu sofria calada, me sentia suja, humilhada; eu o odiava.
Incrível é poder acreditar que se tem um marido (espírito, algo invisível). Eu o odiava. Odiava aquilo que ele me fazia. Eu tinha noites de masturbação infernal, dolorosas, com o peso da mão dele sobre a minha (como contar isto? Ninguém vai acreditar em mim, ninguém). Eu sempre digo que se alguém se masturba, pode ter a certeza que um espírito está ali presente com a pessoa (acreditem se quiserem, mas eu, Fátima, passei por isso).
O anjo/demônio se apoderava do meu corpo de uma forma, que várias vezes eu estava num lugar e quando voltava a mim estava em outro. Ele usava meu corpo. Essa é a razão pela qual várias vezes eu não conseguia me lembrar de como havia chegado àquele lugar. O que havia feito, o que havia acontecido. Não, não, eu não sou louca, dizia eu para mim mesma várias vezes.
E ele sempre falando ao meu ouvido: “Vai, te mata, te mata!”
Na rua eu sempre aparentava ser feliz. As pessoas, especialmente homens me diziam: “És bonita.” Eu me achava a mulher mais feia e horrível. Eu cobria os espelhos da minha casa para não me ver neles.
Em casa sofria com depressão, tristeza. Eu chorava muito, fumava a todo instante e o tal anjo só me dia: “Vai, fuma sua cadela!” Eram mesmo essas palavras que ele usava: “Fuma, fuma, sou eu que quero que tu fumes.”
Eu só pensava em morrer, morrer. Muitas vezes, tentei matar meu filho, pois o anjo queria matá-lo. Ele queria o meu filho desde o dia em que ele nasceu. Cheguei a abandonar meu filho no meio da noite em um lugar chamado Mata dos Medos, onde são feitos trabalhos de bruxaria, feitiçaria e outros mais. Mas o Deus misericordioso me chamou à razão de mãe e voltei atrás, indo buscá-lo.
Como me machuca trazer isso à minha memória de novo, porque ainda hoje meu filho, já adulto, se lembra desse momento. Oh, Deus!
Eu só pensava em acabar com a minha vida. Como dizer aos meus pais a vida que eu levava? Como é que as pessoas iriam reagir? Se eu falasse do anjo, seria internada no hospital. Não, não! Só a morte era a saída.
De dia era uma professora (disfarçava bem), mas completamente drogada. E de noite eu era Amitaf, outra pessoa. Ninguém com quem falar.
Eu falava para minha mãe, e ela, coitada, tentava me ajudar. Nós íamos aos bruxos, todos nós íamos. Pensávamos que era normal porque até os médicos nos mandavam fazer. Os bruxos (medicina popular), usavam também o crucifixo, como na igreja. Nós pensávamos mesmo que havíamos encontrado a solução.
No entanto, o certo era que eu não conseguia pará-lo de me molestar. Eu era violada todas as noites por um homem que ninguém via. Eu estava para ficar doida. Como sair desse tormento? Como? Estava eu num beco sem saída.
Só a morte me faria escapar das mãos dele, pensava eu.
Morrendo, o anjo/demônio já não me molestaria.
Nós éramos religiosas. Eu e minha mãe fazíamos promessas a uma imagem (de nome Fátima). Engraçado como o tal anjo/demônio brincava com as nossas crenças religiosas e cegueira espiritual.
Quando me casei (se vocês se lembram, nos capítulos anteriores), eu falei que ele, o anjo, me mandou comprar uma roupa especial de noiva, um Sari indiano.
Meu Sari veio mesmo da Índia, tanto que as pessoas estranharam. As pessoas tinham a mania de me achar extravagante.
Nesse conjunto do Sari havia um manto que ele, o anjo, me mandara ofertar a tal imagem de Fátima. Pensava eu que estava fazendo algo para ser feliz no meu casamento.
Um dia, estando na casa da minha mãe, com ele sempre me perseguindo, no meu quarto de infância, o anjo/demônio estava me bombardeando com ideias suicidas e me dizia: “Vou te matar. Vou matar o teu filho. Vou matar a tua família toda!” E comecei a lhe dizer: “Não vais! Tu não és um anjo; és mau. Tu és um porco, te odeio!” Ele se enfureceu e me empurrou contra a parede. Minha mãe ouviu e perguntou-me, vindo ao meu encontro: “Faty, quem está aí contigo?” Eu perguntei à minha mãe: “Mãe, você me ouviu? É ele, ele!”
A partir desse momento, minha mãe começou a ser atacada por ele. Ela passou a ouvi-lo. Ele nos dizia que iria matar a todos, toda a minha família. A minha mãe parecia uma louca, estava passando o mesmo que eu, só que apenas eu o via e ouvia; ela apenas o ouvia.
Chamamos bruxos e médicos. Meus familiares quiseram levar minha mãe para o hospital. Eu gritei: “Não, nunca! Ninguém interna a minha mãe!” Estávamos sendo alvo do tal anjo. Ele queria nos matar a todos. Minha família não gosta de falar nisso, pois é motivo de vergonha.
Eu estava vendo-o dizer a minha mãe que iria matar os filhos dela. Ele enforcou a minha cunhada e o meu sobrinho pequeno viu.
O anjo empurrava minha mãe. Ela o empurrava.
Veio um bruxo à nossa casa e disse-nos que toda a família se reunisse no corredor e fizéssemos a oração do Pai Nosso à meia-noite. E aí fizemos. Eu lhes dizia: “Ele está à nossa frente, falando o Pai Nosso de trás pra frente.”
Outro bruxo foi lá em casa. Cuspia fogo pela boca e quase queimou a minha mãe. Coitada da minha mãe, estava sendo atacada pelo anjo mau; ele ia matar a minha mãe. A minha querida mãe agora também passava os dias sendo atacada por ele.
Outro bruxo nos disse que sumiria com aquilo lá de casa. Que nada. O tal bruxo mandou mais (demônios, bichos), porque eu os via; eram como animais deformados.
Nessa noite, que o tal bruxo falou que correria com aquilo dali, coitada da minha família: minha irmã estava com muito medo; foi dormir comigo e com o meu filho. O safado se instalou para viver na nossa casa.
Minha mãe piorou. Ela não só ouvia a voz do anjo como também de todos os outros (anjos maus) que estavam com ele.
Eu nunca deixei que a internassem. Ao mesmo tempo, o tal safado do anjo continuava me molestando e abusando de mim, dizendo que toda a minha família era dele.
Conversando com minha família, fiquei sabendo que quando ainda era um bebê tive um problema (eu ainda estava em São Tomé e Príncipe), e os meus pais, coitados, levaram-me a um curandeiro. Hoje eu sei que foi por sermos tão ignorantes no verdadeiro caminho o que essa atitude poderia representar no futuro. Foi quando fui apresentada e oferecida a este dito anjo. Nós não sabíamos.
Minha mãe já não podia sair às ruas porque, se ela o fizesse, o tal anjo tentava matá-la.
Um dia, meu pai encontrou uma senhora, amiga da família, que tinha ouvido falar do que estava se passando com minha mãe e de como eles estavam sofrendo com o que também estava acontecendo comigo.
Ela disse assim ao meu pai: “Olha, eu vou a um lugar. É uma igreja onde se fazem orações fortes. Quem sabe eles consigam ajuda-la!” E deu ao meu pai uma revista chamada Maria, que continha o endereço.
Publicado por Bispo Edir Macedo

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

IURD Bispo Macedo


Sexo com o diabo – Capítulos 7 e 8

“O texto a seguir é a continuação do testemunho de Maria de Fátima da Cruz Carvalho. Veja também os capítulos
1, 2,3, 4, 5 e 6

Acabei fugindo do meu marido e de uma relação doentia a três (mas era a quatro porque só eu via o anjo/demônio).
Cinco anos vividos com amante, filho, e 10 anos cheios de angústia, desilusões, amarguras, magoada e com muito ódio. Um ódio com desejo de ver morte, sangue. Eu só tinha uma vontade de matar, aí começou meu percurso para o inferno.
Conheci alguém que me mostrou o caminho da cocaína, mas antes de conhecê-la, experimentei LSD, ácidos, Valium, Repenol, liamba, ópio e, dentro desta lista, eu tomava uns comprimidos que me mantinham calma, só que no meu organismo tinha uma reação totalmente contrária. Assim que os tomava, eu quebrava tudo, ficava completamente agressiva. Os médicos diziam que era impossível e inacreditável porque os remédios eram para dormir, mas o tal anjo me fazia ficar muito agressiva.
Depois de ter me separado, dia e noite eu só queria maquinar como os matar. Tinha tanto ódio, um ódio cego, a ponto de fazer até esquemas de como eu os haveria de matar. Cheguei a pagar alguém para fazê-lo, mas graças a Deus essa pessoa conhecia bem o meu instinto e trouxe de volta o dinheiro, dizendo-me: “Fátima, eu sei que você não quer fazer isso.” Eu ainda fiquei chateada com ele (mas ainda bem que Deus não permitiu).
Ele recusou-se a fazer. Assim, decidi eu fazê-lo: apontei uma arma para a cabeça do meu marido. O safado do anjo/demônio dizia ao meu ouvido: “Mata-o, mata-o. Vai, és uma covarde; mata-o agora, mata-o!”
Durante o dia eu parecia normal. Retomei o ensino, dava aulas, mas à noite eu era outra pessoa: cheirava muita cocaína e fumava base (crack), mas em quantidades loucas por noite. Poderia gastar, àquela altura, 600 “contos” (a moeda em Portugal, nessa época era a Lira) ou mais. Envolvi-me com gente muito perigosa e da alta sociedade.
Naquele momento, o tal anjo/demônio era senhor do meu corpo, alma e vida.
Agora eu era uma louca disfarçada (eu só queria que ele sumisse da minha vida). O tal anjo/demônio não deixava nenhum homem se aproximar de mim. Quando isso acontecia, ele ficava furioso: batia, tentava me sufocar, quase me matou. Eu aparecia com hematomas escuros e as pessoas diziam que eu própria os fazia. Eu estava no abismo. Como falar com alguém sobre algo que ninguém iria acreditar? E bem que eu ia a igrejas, bruxos, cartomantes…
Passei horas dentro de uma banheira coberta com lençol branco e sangue de galinha derramado sobre a minha cabeça. Cada vez que acabava de fazer um trabalho, o safado do anjo ainda ria de mim. Eu o via ele me dizia: “Mata o teu filho. Vai, mata-o!”
Tentei várias vezes matar o meu filho (mas a misericórdia de Deus não permitiu). Quando me lembro destes momentos de minha vida, não consigo controlar minhas lágrimas, porque a compaixão de Deus foi grande.
Vivia atormentada dia e noite. Ele puxava meus cabelos, me empurrava, era um sofrimento calado.
Qualquer homem que tentasse me namorar, ou se eu arranjasse um namorado, o anjo o matava. Aconteciam coisas muito estranhas com eles, que me obrigavam a me separar deles mesmo.
Eu andava armada com uma nove milímetros (pistola automática) e um chicote; era extremamente agressiva. Batia nos homens com quem andava. O anjo colocou na cadeia um namorado meu sem razão ou explicação. Outro se envolveu em um acidente fatal e morreu. Qualquer pessoa que se aproximasse de mim corria o risco de sumir.
Era uma vida horrível a minha. Eu só queria cocaína. Cheirava, fumava crack, mas, como digo, eu era duas pessoas, duas personalidades. O mundo que me cercava desconfiava, mas eu bem que pensava que disfarçava. De dia, parecia uma pessoa normal, mas não era: fumava mais de 30 charros (haxixe e liamba) por dia. Como ser normal quando estava completamente drogada?
Publicado por Bispo Edir Macedo

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

IURD Evento Força Jovem na Fundação Casa

EVENTO CONSCIÊNCIA JOVEM EM PARADA DE TAIPAS Aconteceu em 31/01 a comemoração do Dia da Consciência Jovem na Fundação Casa em Parada de Taipas. Aproximadamente 60 garotas dos projetos Se Liga 16 e Dose Mais Forte prepararam uma grande surpresas para as internas dessa unidade






Pr. Lucas e Erik Teixeira fizeram uma oração toda especial para as jovens e orientaram sobre ter uma consciência jovem, que todos tem seus direitos e que deve utilizá-los para benefícios. Em seguida fizeram sorteios de 02 cestas para as internas (kit de beleza e Chocolates), e todas elas receberam kits de higiene para o dia a dia.











Momento emocionante as internas prepararam uma homenagem para o Pastor Geraldo Vilhena (Responsável pelo trabalho evangelístico nas Unidades da Fundação Casa do Estado de São Paulo), que surpreso retribuiu o gesto com palavras abençoando todas elas.As garotas da Força Jovem Brasil também prepararam surpresa a Coordenadora Ana, que recebeu das mãos de Senhora Marina Teixeira uma linda cestas de guloseimas e foi declamado um poema em sua homenagem.Dia maravilhoso, cheio de alegria e muito bolo, refrigerantes, salgados e as canções das garotas do Força Jovem.
Marta Alves

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Um destino para produtos contrabandeados


Um destino para produtos contrabandeados
As mercadorias apreendidas por contrabando ou descaminho, classificadas pelo Ministério da Fazenda como de difícil comercialização externa (conforme o Decreto-Lei 1455/76), agora poderão ser destinadas a entidades sem fins lucrativos. Esta iniciativa surgiu através do Projeto de Lei 3194/08, de autoria do deputado federal Antonio Bulhões (PRB/SP). De acordo com o parlamentar, o objetivo é contribuir para a manutenção de entidades cujas atividades, pela sua natureza, são consideradas de alta relevância para a sociedade (filantrópicas, científicas e educacionais). O projeto foi aprovado recentemente pela Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público. Atualmente, a proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

IURD Bispo Macedo


Sexo com o diabo – Capítulo 6

“O texto a seguir é a continuação do testemunho de Maria de Fátima da Cruz Carvalho. Veja também os capítulos
1, 2,3, 4 e 5
Por tempos pensei que o tal anjo havia sumido. Tentava levar uma vida normal. Era dona de um restaurante e também fazia algo que gostava: dava aulas em um ginásio.Mas, tempos depois, aí estava ele de novo, o tal anjo. Agora ele estava mais mal do que eu já havia visto, e estava sempre perto do meu filho. Eu não dizia nada porque não queria ir outra vez para o hospital.
O meu casamento continuava uma mentira. Eu continuava a fumar drogas e, dessa vez, tomava doze comprimidos por dia.
O meu marido continuava me traindo e nossa relação estava péssima, embora tivéssemos negócios (restaurantes, bons carros). Todos pensavam que eu estava bem – MENTIRA!
Eu tinha crises nervosas que ele, anjo/demônio, se apoderava do meu corpo, tanto que a madrinha do meu filho me dizia (quando eu ficava calma): “Fátima, parecia que tu tinhas o diabo no corpo!”
Meu marido engravidou a amante, mas antes dessa gravidez eu sabia que ela já havia feito um aborto dele. Eu sofria bastante, mas não o deixava. Bem que eu queria, mas minha mãe me dizia: “Não, filha, divórcio não.” Então, eu aguentava, sendo machucada, humilhada e atormentada.
As drogas eram a minha companhia. Fumava mais de 20 charros (haxixe, liamba, etc) por dia, juntamente com os 12 comprimidos.
Tentei me matar pela segunda vez. Mais uma vez, não consegui. Desta vez tomei uma dose grande de comprimidos com álcool. Sobrevivi.
Comecei a não ligar para nada. Fingia ser feliz. O mundo pensava que eu tinha dado a volta por cima. Mentira. Mas, poucos amigos começaram a ver que algo estava estranho na minha vida.
Outros pensavam: “Fátima é muito louca; é o máximo!” Comecei a ler as palmas de suas mãos e lhes dizia que era o anjo, mas eles continuavam pensando que eu estava sob efeito das drogas. E diziam eles: “Você está fumando muito, menina.”
O filho da amante nasceu. Outra facada no meu peito. Que ódio eu sentia!
Numa manhã de muito sol estava me preparando para ir buscar o meu pai no cais de Alcântara. O anjo/demônio fez com que eu visse a foto do bebê na carteira de meu marido, e o tal anjo me disse: “Vai, vai, enforca-o. Enforca o teu marido!”
Fui ter com o meu marido no quarto e tentei matá-lo. Uma discussão infernal começou. A essa altura, estava conosco em casa uma amiga passando alguns dias. Eu morava perto da praia, então, várias amigas tinham o hábito de passar uns dias lá.
Essa amiga entrou no meu quarto, tirou meu filho de lá e o levou para fora, para o quintal. Eu peguei uma faca para matar o meu marido e ela tentando me puxar para fora, para o quintal.
Só sei que quem acabou banhada em sangue fui eu. Por pouco não fiquei sem mão e paralisada. Manhã sangrenta, nem senti o corte (o safado do tal anjo estava dentro de mim).
Tudo isso foi passando…
Publicado por Bispo Edir Macedo

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

IURD Bispo Macedo


19 de fevereiro de 2010
“O texto a seguir é a continuação do testemunho de Maria de Fátima da Cruz Carvalho. Veja também os capítulos
1, 2,3 e 4
Acordei pela manhã (Semana Santa) com o tal anjo tentando me sufocar. Saltei da cama e meu filho acordou. Estava com fome. Minha irmã e minha afilhada estavam passando o feriado da Páscoa na minha casa. Elas acordaram com os meus gritos, pois o anjo me atormentava com um ar agressivo, dizendo: “Hoje vou te matar e matar o teu filho.” Meu marido no quarto não prestava muita atenção, mas ficava com um ar assustado.
As portas e janelas da minha casa se trancaram. Um vento balançava as cortinas inexplicavelmente e o anjo/demônio me dizia várias vezes que naquele dia eu iria morrer e levar o meu filho.
Os objetos se moviam, tentando nos atingir, e ele repetindo várias vezes que iria matar o meu filho. Eu dizia para minha irmã e afilhada: “Vamos, vamos depressa!” Mas as portas não se abriam e não conseguíamos sair. Até que Deus nos ajudou e a porta da rua se abriu, mas a porta da garagem não se abria. Era como se estivéssemos vivendo um filme de terror acordadas. Não era imaginação, não era pesadelo, era real e muito real.
As crianças estavam apavoradas. Uma tinha 10 anos e a outra, 12. E tenho que afirmar que essas crianças não se drogavam, e o que eu estava passando também não era efeito das drogas, pois eu estava acostumada a ver o anjo/demônio desde os 6 anos – NÃO ERA EFEITO DAS DROGAS!
Ele ia mesmo me matar e ao meu filho. Conseguimos entrar no carro e fugir (pensávamos nós), mas o tal anjo atrapalhava o andamento do carro. Eu dirigia em alta velocidade. As crianças debruçavam-se sobre meu filho para o protegerem. Uma das crianças era minha irmã. Havíamos trazido o menino de fraldas e com apenas um agasalho. Eu tentava ver o meu filho, e com medo de que ele o matasse, conduzia o carro desalmadamente. Foi Deus quem nos guiou.
Ao chegar à casa da minha mãe, tentei falar, mas nenhum som saía da minha boca. Eu só cuspia, cuspia; uma saliva muito branca. E destes momentos (porque existem momentos que eu não consigo me lembrar), soube por familiares que presenciaram essas coisas que cuspi tanta saliva, que foi preciso ser usado um lençol. Não estou exagerando.
Ninguém via o tal anjo/demônio, mas pessoas me disseram que eu falava com alguém. Houve quem dissesse que aquilo era bruxaria, feitiço, praga, mas o certo é que o tal anjo estava ali, agora no mesmo quarto, onde eu havia feito o pacto com ele para me matar.
Ele dizia: “Dá-me todo o ouro que eu te dei!” E disseram-me que eu jogava todo o ouro no chão. Levaram meu filho para longe de mim porque me disseram que eu própria queria matá-lo. Hoje eu sei que estava completamente possuída por ele (anjo). Ele estava dentro do meu corpo.
Chamaram os médicos, que nada puderam fazer. Até os bruxos a que me levaram disseram: “Não podemos fazer nada nesta Semana Santa.”
Levaram-me à Igreja Católica, e nada puderam fazer. Dizem que não conseguiam me controlar. Estava completamente possuída, louca, e que gritava, gritava e rasgava toda a minha roupa. Até que me levaram para o Miguel Bombarda (hospital psiquiátrico). Estava louca?
Lá, arrebentei uma camisa de força. Tiveram que me atar à cama, e a cama se levantava do chão. Passaram-se três dias e voltei ao meu estado normal. Toda a minha família, amigos, vizinhos, foram me visitar. Naquele momento, eu sentia um ódio do meu marido, da família dele, que até me doía o peito, e eu não conseguia saber por que o odiava tanto.
Uma junta médica se reuniu, me chamou e perguntou se eu era louca. Respondi agressivamente que não! Então, eles mandaram chamar meus pais, e nos disseram o seguinte: “A filha de vocês não é louca; não conseguimos achar nenhuma explicação para o que aconteceu. Nosso conselho é que se os senhores quiserem, levem-na à medicina popular (bruxos).” E no dia seguinte deram-me alta. Saí do hospital.
Acordei pela manhã (Semana Santa) com o tal anjo tentando me sufocar. Saltei da cama e meu filho acordou. Estava com fome. Minha irmã e minha afilhada estavam passando o feriado da Páscoa na minha casa. Elas acordaram com os meus gritos, pois o anjo me atormentava com um ar agressivo, dizendo: “Hoje vou te matar e matar o teu filho.” Meu marido no quarto não prestava muita atenção, mas ficava com um ar assustado.
As portas e janelas da minha casa se trancaram. Um vento balançava as cortinas inexplicavelmente e o anjo/demônio me dizia várias vezes que naquele dia eu iria morrer e levar o meu filho.
Os objetos se moviam, tentando nos atingir, e ele repetindo várias vezes que iria matar o meu filho. Eu dizia para minha irmã e afilhada: “Vamos, vamos depressa!” Mas as portas não se abriam e não conseguíamos sair. Até que Deus nos ajudou e a porta da rua se abriu, mas a porta da garagem não se abria. Era como se estivéssemos vivendo um filme de terror acordadas. Não era imaginação, não era pesadelo, era real e muito real.
As crianças estavam apavoradas. Uma tinha 10 anos e a outra, 12. E tenho que afirmar que essas crianças não se drogavam, e o que eu estava passando também não era efeito das drogas, pois eu estava acostumada a ver o anjo/demônio desde os 6 anos – NÃO ERA EFEITO DAS DROGAS!
Ele ia mesmo me matar e ao meu filho. Conseguimos entrar no carro e fugir (pensávamos nós), mas o tal anjo atrapalhava o andamento do carro. Eu dirigia em alta velocidade. As crianças debruçavam-se sobre meu filho para o protegerem. Uma das crianças era minha irmã. Havíamos trazido o menino de fraldas e com apenas um agasalho. Eu tentava ver o meu filho, e com medo de que ele o matasse, conduzia o carro desalmadamente. Foi Deus quem nos guiou.
Ao chegar à casa da minha mãe, tentei falar, mas nenhum som saía da minha boca. Eu só cuspia, cuspia; uma saliva muito branca. E destes momentos (porque existem momentos que eu não consigo me lembrar), soube por familiares que presenciaram essas coisas que cuspi tanta saliva, que foi preciso ser usado um lençol. Não estou exagerando.
Ninguém via o tal anjo/demônio, mas pessoas me disseram que eu falava com alguém. Houve quem dissesse que aquilo era bruxaria, feitiço, praga, mas o certo é que o tal anjo estava ali, agora no mesmo quarto, onde eu havia feito o pacto com ele para me matar.
Ele dizia: “Dá-me todo o ouro que eu te dei!” E disseram-me que eu jogava todo o ouro no chão. Levaram meu filho para longe de mim porque me disseram que eu própria queria matá-lo. Hoje eu sei que estava completamente possuída por ele (anjo). Ele estava dentro do meu corpo.
Chamaram os médicos, que nada puderam fazer. Até os bruxos a que me levaram disseram: “Não podemos fazer nada nesta Semana Santa.”
Levaram-me à Igreja Católica, e nada puderam fazer. Dizem que não conseguiam me controlar. Estava completamente possuída, louca, e que gritava, gritava e rasgava toda a minha roupa. Até que me levaram para o Miguel Bombarda (hospital psiquiátrico). Estava louca?
Lá, arrebentei uma camisa de força. Tiveram que me atar à cama, e a cama se levantava do chão. Passaram-se três dias e voltei ao meu estado normal. Toda a minha família, amigos, vizinhos, foram me visitar. Naquele momento, eu sentia um ódio do meu marido, da família dele, que até me doía o peito, e eu não conseguia saber por que o odiava tanto.
Uma junta médica se reuniu, me chamou e perguntou se eu era louca. Respondi agressivamente que não! Então, eles mandaram chamar meus pais, e nos disseram o seguinte: “A filha de vocês não é louca; não conseguimos achar nenhuma explicação para o que aconteceu. Nosso conselho é que se os senhores quiserem, levem-na à medicina popular (bruxos).” E no dia seguinte deram-me alta. Saí do hospital.
Publicado por Bispo Edir Macedo

domingo, 21 de fevereiro de 2010

IURD Bispo Macedo


Sexo com o diabo – Capítulo 4

“O texto a seguir é a continuação do testemunho de Maria de Fátima da Cruz Carvalho. Veja também os capítulos
1, 2 e 3
A minha angústia, a minha solidão, frustração, me faziam afundar nas drogas.
Depois de o meu filho nascer e quando parei de amamentar, comecei a fumar haxixe outra vez, só que desta vez desalmadamente. Fumava tudo o que me aparecia à frente e bebia cerca de duas garrafas de uísque, mas o engraçado é que não ficava bêbada.
O tal anjo/demônio sentava-se ao meu lado e estava sempre querendo me tocar, acariciar meu cabelo, e eu parecia uma tonta, tinha medo de falar. Mas, neste momento, comecei a falar: “Epa, este ordinário está sempre querendo me tocar.”
As pessoas que se diziam minhas amigas riam, não acreditavam e ainda diziam: “Oh, Fátima, você anda fumando muito.”
Eles até achavam que eu tinha dons, porque eu dizia a eles coisas que aconteciam. Mas, eu lhes dizia que não era eu, mas o anjo que estava me dizendo. Mas os tais amigos riam-se às gargalhadas. Achavam-me muito fumada (drogada). Como eu poderia falar com gente que não acreditava? Eu bem que tentei explicar, mas…
O tal anjo me fala ao ouvido: “Você vai ser minha. Você é minha! Vou te tirar o marido, pois fui eu que te dei.” Eu não conseguia entender o motivo pelo qual o tal anjo havia se tornado estranho e mau comigo.
Ele me dizia: “Mata o teu filho, mata-o!” Comecei a ficar apavorada, mas como falar disto? Fui a um bruxo e paguei muito dinheiro a ele. Tive que fazer trabalhos, e nada, ao contrário, o bicho do tal anjo ficou pior. A minha vida, aparentemente, parecia bem, mas eu estava a ponto de ficar louca. Minha vida estava a caminho de se desmoronar!
Meu marido me traiu com quem se dizia minha amiga, que frequentava a minha casa e foi para a cama com ele. Foi a gota d’água.
Tudo se desmoronou, meu coração se partiu. Só queria morrer. O anjo/ demônio só me dizia: “Vai, se mata. Não está vendo que ele não te quer? Vai, se mata! Ele te trocou dia e noite.”
Ele me dizia: “Vai, acaba com tudo.” Ele me dizia a todo o momento. E o meu vício pelas drogas aumentava dia após dia. Eu só procurava uma saída, era um tormento.
Muitas vezes quebrava tudo em casa, devido às crises nervosas de possessão. E ele, o anjo/demônio me atormentava dia e noite, me dizendo: “Dá-me o teu filho.” Eu me pegava aos gritos em casa, e o tal anjo ria de mim na minha frente e eu lhe jogava coisas. Mas, como acertá-lo se ele desaparecia e aparecia novamente? Eu estava para ficar louca. E o tal anjo me falava: “Não vê que ninguém te quer? Vai, se mata. Mata o teu filho e acaba com tudo!”
E continuava assim os meus dias: aparentando uma pessoa feliz na rua e escondendo meu sofrimento, meu tormento no haxixe, liamba, álcool, ficando a cada dia mais magra e muito doente, enquanto meu marido, passando horas, dias e semanas com outra mulher.
Tínhamos uma relação a três, mas só eu sabia que éramos quatro, pois o tal anjo/demônio era a minha figura principal.
Nesta altura, tentei pela primeira vez um suicídio. Bebi água sanitária, mas a madrinha do meu filho me encontrou a tempo, e não morri. Sofri muito, pois fiquei com a garganta danificada.
Para me sentir melhor, e depois decidir fazer qualquer coisa, contratei mais uma empregada, que ao fim de um tempo me pediu para que eu batizasse sua filha (à parte de tantos problemas, para a sociedade em que eu vivia eu era uma figura bem sucedida, sempre em festas, carros, viagens, muita droga. Para eles eu era o máximo). Mentira, fingimento, frustração. Era tudo encenação minha.
Essa minha empregada presenciava várias situações em minha casa: ovos debaixo da cama, fotografias amarradas aos pés da minha cama, coisa inexplicáveis. Quando eu chegava em casa, ela bem que tentava me explicar ou tentava ela própria entender, mas eu virava para ela e dizia: “Vou já fumar um charro porque este ordinário anda querendo me enlouquecer.”E ela me perguntava: “Que ordinário? O seu marido?” E eu respondia: “Este também, mas eu estou falando deste que está aqui agora.” E ela me perguntava: “Mas quem?” “Este.”E ela se virava para mim e dizia: “Ai, meu Deus, a senhora está mal!” E eu, muitas vezes, gritava, gritava, mas ela não entendia nada.
O fim desta minha empregada foi drástico: seu marido se enforcou na frente de sua filha de 5 anos. Eu sabia que era ele, o anjo/demônio, que fazia essas coisas acontecerem. Mas como dizer isso às pessoas?
Neste período da minha vida meu sofrimento aumentou, mas meu sucesso era cada vez maior. O meu anjo/demônio mudou meu nome. Disse-me: “A partir de agora teu nome artístico vai ser Amitaf (Fátima ao contrário).”
Ele me deu o dom de poder escrever tudo ao contrário e o da falsificação. Falsificava qualquer nome, era uma coisa estranha, mas eu gostava, pois parecia que o tal anjo estava outra vez bom.
O tal nome, Amitaf, chegou à boca das pessoas muito rápido e aceitável. Conheci um estilista muito famoso, fiz um curso de modelo, etiqueta.
Sentei-me à mesa com presidentes, ministros e conheci gente da alta sociedade. Foi a esta altura que conheci um indivíduo que fazia parte da revista Playboy. Mais tarde cruzei outra vez o meu caminho com o deste indivíduo.
Continuava aparentando um casamento feliz, mas de mentira, falsidade. Estávamos no ano de 1985/1986. Era abril, Semana Santa. As dores de cabeça eram constantes, mas nessa altura aumentaram.
Fui a um bruxo e fiquei pior. A cada passo que dava, parecia que uma bomba se explodia na minha cabeça. Fiquei de cama e, ao meu lado, o anjo/demônio ali estava olhando pra mim.
Maria de Fátima da Cruz Carvalho
Publicado por Bispo Edir Macedo

sábado, 20 de fevereiro de 2010

IURD Bispo Macedo


Sexo com o diabo – Capítulo 3
O texto a seguir é a continuação do testemunho de Maria de Fátima da Cruz Carvalho, que começou a ser publicado no post anterior
No início, tudo parecia um mar de rosas. Parecia uma mulher feliz e com um casamento perfeito.
Meu casamento era invejado por muitos, mas o meu dia a dia era tudo uma mentira. Dentro de mim existia um vazio, uma tristeza, uma dor, uma alegria fingida.
Um ano depois, fiquei grávida. Foi uma gravidez planejada, mas ao engravidar começaram a surgir problemas que eu não conseguia entender. Meu marido começou a ficar mais distante e o anjo cada vez mais próximo. Eu era uma mulher independente, formada em Educação Física, mas era muito teimosa. Insistia em trabalhar, mesmo estando com a barriga já grande. Por outro lado, meu marido insistia em ficar em casa.
A essa altura, o tal anjo começou a se deitar em nossa cama conosco. Eu comecei a ficar com medo dele, a ponto de que, muitas vezes, repudiava meu marido (porque o tal anjo estava lá, no meio de nós). O meu marido pensava que as coisas que eu falava eram para ele. Desta forma, tornava-se agressivo comigo.
Muitas vezes, sentia uma mão acariciar minha barriga. Pensava que era meu marido. Mas quando abria os olhos e via que era o tal anjo, eu gritava.
O anjo me dizia: “Fátima, Você vai ser muito rica, mas veja que tem um preço a pagar.” Eu não entendia nada.
A essa altura, já tinha parado de fumar drogas porque tinha meu filho na barriga. No entanto, tinha ataques muito estranhos, desmaios, crises nervosas. Aparentemente era saudável, mas eu era mesmo muito nervosa; tudo me irritava, sentia dores de cabeça, mas muitos me diziam que era normal.
Meu filho nasceu em novembro. Fiquei financeiramente muito rica e os problemas se multiplicaram. A inveja dos que me rodeavam era aberta, só eu não via.
O tal anjo passou a ficar constantemente, dia e noite, ao meu lado. Os tais desmaios, as crises nervosas, angústia, tudo aumentou. Eu sentia uma solidão interior. O estranho era que eu tinha dinheiro, uma casa bonita à beira-mar, empregadas, um filho lindo, mas sentia um grande vazio. Apesar desta tristeza que me consumia, tinha que fingir que era feliz.
Andava sempre indisposta. Um dia estava normal, outro dia ficava doente, e ninguém conseguia achar a causa daquela indisposição. Tinha dores de cabeça, que tudo à minha volta parecia apertar meu crânio. Meu marido começou a beber. Eu o achava muito desligado de mim. Começou a dar mais atenção aos amigos do que a nós (eu e meu filho). Nós tínhamos muito dinheiro e éramos muito novos. Estávamos no ano de 1983 / 1984.
O anjo estava agora tentando me tocar. Várias vezes lhe dizia: “Não me toque. Saia daqui!” Ninguém o via, somente eu. Que perturbação! Como falar disso a alguém? Eu começava a pensar em como fugir daquele anjo que estava se tornando tão assustador para mim. Estava sentindo outra vez muito medo, o mesmo medo que sentia quando era criança.
Maria de Fátima da Cruz Carvalho
Publicado por Bispo Edir Macedo

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

IURD Bispo Macedo


Sexo com o diabo CAPITULO 01 e 02
O texto abaixo se trata dos primeiros capítulos de um testemunho impactante, que conta a terrível experiência de Maria de Fátima da Cruz Carvalho – nascida em São Tomé e Príncipe e criada em Portugal – com forças malignas que a atormentavam desde a infância. O conteúdo completo será publicado em livro pela Editora Gráfica Universal.
Noite escura, sinto medo. Um frio intenso. Nó na garganta. Quero ir ao banheiro, mas se eu descobrir a cabeça ele vai me agarrar. Há um homem vestido de branco atrás da porta.
Tudo começou quando eu ainda era criança. Tinha seis anos de idade. Dormia sempre com a cabeça coberta. Todas as noites um homem escondia-se atrás da porta do meu quarto.
Nunca conseguia dormir. Sentia muito medo dele se apoderar de mim. Suava, tremia. Esperava minha mãe acordar para que eu pudesse correr, assim que ela acendesse a luz do corredor. Minha mãe sempre se levantava cedo.
Muitas vezes, minha mãe me mandava para a cama novamente, mas eu já não voltava. Não tinha coragem. Desta forma, passava mais uma noite sem descanso.
Eu era uma criança de várias personalidades. É muito importante que os pais prestem sempre muita atenção às crianças, principalmente quando elas estão falando sozinhas e dizem que têm um amigo imaginário. Eu, desde criança, mudava de personalidade. Às vezes, sem razão aparente, sentia-me triste, sem saber o motivo. Vivia sempre com medo de a noite chegar e ter que ir para a cama. E desta forma fui crescendo.
Em uma certa noite de verão, muito quente, eu transpirava muito. Eu, com a cabeça coberta com o lençol, tentava, bem devagar, descobrir a cabeça, mas logo me veio a imagem do tal homem que tentava se aproximar de mim. A essa altura, já estava com 12 anos de idade.
Nessa mesma noite, eu decidi que teria de ir ao banheiro; estava realmente muito calor.
Descobri minha cabeça e o vi se aproximar de mim. O homem, desta vez, estava todo vestido de preto; ele sentou-se em minha cama e disse-me: “Eu sou o teu anjo da guarda. Se fizeres tudo o que eu te disser, terás sucesso, dinheiro, fama e tudo o que quiseres.”
Eu respondi “sim”.
Levantei-me ainda trêmula e fui ao banheiro. A partir daquele momento, não tive mais medo (dele).
Tudo começou a mudar em mim a partir do dia seguinte ao pacto com ele. Naquele momento, eu não sabia que se tratava de um pacto, porém, o certo é que o fiz.
Como era verão e estávamos de férias escolares, minha mãe me deixou ir a um parque chamado Muxito. Ao chegar, encontrei alguns colegas que estudavam na mesma escola que eu. Perguntei-lhes o que faziam ali. Uma delas me respondeu: “Vem, Fátima! Vamos fumar um charro (cigarro de haxixe).”
Sem saber do que se tratava aquela expressão, perguntei-lhes o que era aquilo, ao que elas disseram: “Vem, você vai ver como vai se sentir bem! Experimenta.”
Este foi o começo do meu caminho com as drogas. Aos 12 anos fumei ópio. Senti-me toda adormecida. A partir desse dia, o meu modo de vestir, falar e de ser começou a mudar radicalmente. Na rua eu era uma pessoa, mas em casa era outra, sempre vendo o tal anjo, e ele constantemente perto de mim.
Eu e o “anjo” conversávamos muito. A princípio, quem me ouvisse, pensava que eu tinha um suposto amigo imaginário. Ele me disse o seu nome: Pailac. Estávamos no ano de 1972.
Não posso dizer que era a melhor aluna da escola, mas em uma disciplina em particular eu era mesmo a melhor: Educação Física, mais precisamente, ginástica. Excedia as expectativas dos professores, ganhava todas as provas a que era submetida, e o “anjo” sempre comigo.
Fui conhecendo novas drogas: marijuana, haxixe, LSD, etc. Falarei acerca das drogas nos capítulos à frente.
Neste percurso tive várias experiências e acreditava realmente que ele era o meu anjo da guarda. Aos 16 anos, subi ao palco para realizar um espetáculo com um cantor conhecido. Conheci pessoas importantes. Quando alguém me desafiava dizendo: “Ah, você não vai conseguir!”, respondia-lhes com convicção: “Vai ver se não vou!”. Bastava eu querer e o anjo me dizia: “Você vai ter!”. E de fato eu tinha, porque ele fazia acontecer.
Tornei-me uma pessoa extravagante, diziam as pessoas. Era muito altiva e arrogante, mas, ao mesmo tempo, conseguia mudar facilmente quando me convinha.
Tinha duas amigas e vizinhas de infância que frequentavam minha casa desde criança (não cito nomes porque não é necessário). Elas sabiam da existência do “Pailac” e me pediam para lhe perguntar coisas. Elas não o viam, mas sentiam a presença dele e viam objetos se mexendo várias vezes. Hoje acredito que ele as usava.
Essas minhas amigas tiveram um fim muito triste no decorrer de suas vidas. Uma foi prostituta e a outra se viciou profundamente na heroína.
O “anjo da guarda” disse-me que eu seria muito rica e que só casaria com o homem que ele me dissesse. E assim aconteceu. Em 1982 casei-me, embora contra a vontade de meus pais e para espanto de todos que me conheciam.
Não sei como me apaixonei. A essa altura, estudava à noite no Pragal. Foi uma paixão doentia.
Fiquei loucamente apaixonada de um ano para o outro; uma coisa esquisita. É que eu o conhecia e não gostava dele, mas de repente me apaixonei. Até uma colega que sabia da minha irritação por ele, disse-me: “Puxa, Fátima, você não o suportava, mas ficou assim, tão caída por ele!” Hoje entendo que foi o anjo.
O meu marido era de uma família rica. Meu casamento foi uma grande festa. O anjo comandou tudo, até o meu vestido de noiva foi escolhido por ele. O anjo já tinha se apoderado de minha vida, mas eu não sabia.
No dia do meu casamento, lembro-me perfeitamente que fui para o quarto de minha mãe e me ajoelhei. Chorei muito. Minha mãe entrou no quarto e me perguntou o que estava acontecendo. Eu respondi que sentia uma tristeza e nem sabia o motivo. Nesse momento, lembro-me de ter visto o tal anjo olhando para mim, sorrindo, mas eu não entendia.
Maria de Fátima da Cruz Carvalho
Publicado por Bispo Edir Macedo

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Mau hálito


Mau hálito (Halitose)
O que é halitose?
Halitose significa "mau hálito", um problema que muitas pessoas enfrentam eventualmente. Calcula-se que aproximadamente 40% da população sofre ou sofrerá de halitose crônica em alguma época de sua vida.
Muitas são as causas deste mal, incluindo:
Higiene bucal inadequada (falta de escovação adequada e falta do uso do fio dental);
Gengivite
Ingestão de certos alimentos como, por exemplo, alho ou cebola;
Tabaco e produtos alcoólicos;
Boca seca (causada por certos medicamentos, por distúrbios e por menor produção de saliva durante o sono);
Doenças sistêmicas tais como câncer,
diabetes, problemas com o fígado e rins.
Como saber se tenho halitose?
Uma forma de saber se você tem mau hálito é cobrir sua boca e nariz com a mão, exalar e sentir o hálito. Uma outra forma é perguntar a alguém em quem você confia como está o seu hálito. Mas, não se esqueça de que muitas pessoas têm este problema quando acordam de manhã, como resultado de uma produção menor de saliva durante a noite, o que permite os ácidos e outras substâncias se deteriorarem no interior da boca. Medidas tais como escovar bem os dentes e língua, e usar fio dental antes de dormir e ao se levantar sempre ajudam a eliminar o mau hálito matinal.
Como prevenir a halitose?
Evite alimentos que causam mau hálito e observe o seguinte:
Escove bem duas vezes ao dia e use fio dental diariamente para remover a placa bacteriana e as partículas de alimento que se acumulam todos os dias. Escovar a língua também ajuda a diminuir o mau hálito.
Remova a dentadura antes de dormir, limpando-a bem antes de recolocá-la de manhã.
Visite seu dentista periodicamente para fazer uma revisão e uma limpeza de seus dentes.
Se o seu mau hálito persistir mesmo após uma boa escovação e o uso do fio dental, consulte seu dentista, já que isso pode ser a indicação da existência de um problema mais sério. Só o dentista poderá dizer se você tem gengivite, boca seca ou excesso de placa bacteriana, que são as prováveis causas do mau hálito.

Artistas solidários


ARTISTAS SOLIDÁRIOS:NEM TODOS SEGUEM O EXEMPLO DEVIDO À CONDIÇÃO FINANCEIRA, AO MEDO DE A AJUDA SER DESVIADA OU AO EGOÍSMO? A tragédia causada pelo terremoto no Haiti, no início do ano, que segundo autoridades locais pode ter causado um número de mortos próximo dos 200 mil, tem motivado inúmeras celebridades de Hollywood e do mundo da música a fazer doações a organizações internacionais como forma de ajudar as vítimas. E foi a modelo brasileira Gisele Bündchen, 29, quem fez a maior doação pessoal para ajudar a população daquele país, enviando um cheque de 1,5 milhão de dólares (cerca de R$ 3 milhões) em nome da Cruz Vermelha Internacional. Segundo a revista People, ligada à modelo, Gisele “estava muito comovida e sabia que tinha que fazer o que estivesse ao seu alcance para ajudar aquelas pessoas”. O casal mais famoso de Hollywood, Brad Pitt e Angelina Jolie, também se comoveu com a tragédia. Os atores doaram 1 milhão de dólares para os “Médicos sem Fronteiras”. George Clooney também se sensibilizou e resolveu ajudar as vítimas do terremoto. Para tanto, o ator reuniu alguns amigos e organizou o show beneficente “Hope for Haiti Now”. A musa do pop, Madona, subiu no palco e cantou uma de suas músicas mais conhecidas, “Like a Prayer”. Além dela, outras divas participaram do evento, como Beyoncé, que interpretou “Halo”. Já Rihana se apresentou ao lado de Jay-Z e Bono Vox, cantando música inédita composta pelo líder da banda U2 para os haitianos. Durante a mega-atração, os telespectadores podiam ligar para fazer doações. Para motivá-los, eles eram atendidos por grandes celebridades como Jennifer Aniston, Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e várias outras.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Visita à embaixada do Haiti


Visita à embaixada do Haiti
Brasília (DF) – Em visita ao embaixador do Haiti no Brasil, Idalbert Pierre-Jean, no final de janeiro, a comitiva do Partido Republicano Brasileiro (PRB), integrada pelo presidente nacional, Vitor Paulo, e pelos deputados federais George Hilton (PRB/MG) e Ricardo Quirino (PRB/DF), levou apoio e solidariedade ao país vítima de um terremoto que devastou a capital Porto Príncipe no dia 12 de janeiro, matando milhares de pessoas. “Trago o abraço de todos os republicanos e, em especial, do vice-presidente da República, José Alencar, que se solidariza com este momento tão difícil vivido pelo Haiti”, disse Vitor Paulo. Pierre-Jean comentou que desde a criação da Minustah (sigla em francês para Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti) em 2004, por meio de resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), o Brasil tem trabalhado com o objetivo de manter a ordem e a reconstrução do país. “A intervenção do Brasil é muito importante. Foi antes do desastre e neste momento está sendo muito mais”, avalia o embaixador, que está há pouco mais de 4 meses à frente da embaixada do Haiti no Brasil. De acordo com o diplomata, o Haiti tem recebido inúmeras manifestações de apoio por meio da embaixada e disse que é reconfortante saber que tantas nações, principalmente o Brasil, têm se empenhado de forma incansável em ajudar o povo haitiano. Mesmo assim, o país continua aberto a propostas de auxílio de todos os segmentos sociais que “venham a aumentar essa corrente solidária” tão importante para amenizar a situação caótica em que se encontra o Haiti. Vitor Paulo disse que o PRB está à disposição e se comprometeu em dar apoio às questões políticas que envolvem o país caribenho no âmbito do Senado Federal e da Câmara dos Deputados por meio de suas bancadas. A interlocução com a embaixada do Haiti ficará a cargo do deputado federal George Hilton, membro da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados e representante brasileiro no Parlamento do Mercosul. Entre outros assuntos abordados durante a visita, Pierre-Jean fez uma leitura positiva da atuação do Brasil no cenário político internacional por conta da imagem do presidente Luís Inácio Lula da Silva, que, segundo ele, é “um fenômeno político devido à sua simplicidade, sensibilidade, forma de falar e ouvir, que estão acima das ideologias partidárias”. Na oportunidade, o presidente do PRB falou sobre a história do partido e do crescimento da sigla em todo o território nacional.

Carnaval


CARNAVAL:O QUE MOVE A PAIXÃO PELA FESTA É A TRADIÇÃO, A MANIFESTAÇÃO ARTÍSTICA OU PODER ABUSAR SEM ‘DOR NA CONSCIÊNCIA’? Durante o carnaval, são registrados significativos aumentos no número de mortes por afogamento nas praias brasileiras. Os principais motivos são a ingestão excessiva de álcool e o desprezo aos sinais de alerta, que avisam sobre as condições do tempo e da agitação das águas. Desde o início deste verão (21/12) até agora, já ocorreram mais de 700 salvamentos apenas no litoral sudeste. Foram registradas, também, cinco mortes por afogamento no litoral sul. A apreensão de drogas ilícitas também costuma ser maior durante o verão, especialmente durante os quatro dias de carnaval. Segundo dados divulgados pela Polícia Federal, a apreensão total de drogas nesta época do ano, em cidades como o Rio de Janeiro, costuma ser mais de 200% superior a de outras temporadas. “Uma das principais causas é a grande circulação de turistas brasileiros e estrangeiros, que trazem a droga para consumo próprio ou então para comercializá-las em grandes festas particulares, que são realizadas durante toda a temporada de férias”, comenta um policial militar fluminense. Os excessos do carnaval também são responsáveis por lotarem os prontos-socorros dos hospitais das principais cidades brasileiras. Os atendimentos aumentam cerca de 15% nesta época do ano. Os motivos são os mesmos: ingestão excessiva de álcool, consumo de drogas e acidentes de trânsito

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Melancolia precoce


Melancolia precoce
Fernando Gazzaneo redacao@folhauniversal.com.br Marcos*, de 6 anos, não conseguia encontrar o prazer que a escola proporcionava a outras crianças. Ele chorava antes de entrar na sala e não sabia explicar o desconforto que sentia. “Era um menino com baixa autoestima”, lembra a psicopedagoga Telma Pantano, que cuidou do caso. O problema só foi identificado quando a mãe percebeu que os sintomas iam além de indisposição e mau comportamento. Marcos foi diagnosticado com depressão, doença que atinge cerca de 3% das crianças com até 12 anos. Embora seja menos frequente nesta faixa etária do que em adultos, em crianças ela interfere num momento da vida crucial para o desenvolvimento. A depressão está relacionada a uma deficiência na circulação dos neurotransmissores serotonina e dopamina. Essas substâncias, produzidas nos neurônios, são responsáveis pelas sensações de bem-estar e equilíbrio. “A falha neurológica pode estar presente desde o momento do nascimento. Isso explica o fato de haver na literatura médica casos de bebês com depressão”, explica Daniel Paguinim, psiquiatra e professor da Universidade Federal Fluminense. A depressão se manifesta de forma diferente em crianças (veja na pág. 18 e abaixo). “Ao contrário dos adultos, elas podem também manifestar o problema com um comportamento agressivo e irritadiço”, afirma Telma. Por isso, é às vezes confundida pelos pais como uma fase de temperamento difícil. Situações traumáticas, como a morte de alguém ou a separação dos pais, não são as principais responsáveis por desencadear a depressão nos pequenos. “Essas situações só reforçam uma fragilidade neurológica já existente”, explica Telma. Mas o comportamento familiar pode ser um estimulador. Uma família pouco sociável ou um ambiente violento pode contribuir para o agravamento do quadro. “Pai ou mãe com a doença é fator de risco para os filhos”, alerta Paguinim. Segundo ele, o aumento de casos em crianças pode estar também relacionado ao crescimento das exigências em relação ao desempenho delas (leia texto ao lado). A baixa autoestima e a dificuldade de lidar com situações desafiadoras também são sintomas. “Uma criança sem depressão insiste na resolução de um problema. Já a criança depressiva tende a fugir da situação”, diz o psiquiatra. É preciso se preocupar quando os sintomas perduram por mais de 6 meses e interferem no comportamento da criança em outras áreas da vida, como na escola. Na sala de aula, a atenção e o desempenho no aprendizado caem drasticamente e o relacionamento com colegas de classe e professores fica prejudicado. “A queda no rendimento escolar muitas vezes é interpretada com um julgamento de que a criança não quer saber de nada, que está se tornando um inconsequente”, relata Paguinim. E é comum que a doença seja reduzida a um distúrbio de aprendizagem, que requer outro tipo de intervenção. Para a depressão infantil, o melhor é o tratamento com especialistas como psicólogos e psiquiatras.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

OBESIDADE


OBESIDADE:O MAIOR DESAFIO É VENCER A DOENÇA, O PRECONCEITO OU ACEITAR A PRÓPRIA IMAGEM? De acordo com relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade, na última década, deixou de ser um problema de saúde de algumas populações específicas e adquiriu características de “epidemia” mundial. Para a medicina, a doença pode ser causada por uma série de fatores, e todos eles estão sendo estudados atualmente pela comunidade científica de todo o planeta. Até agora, o que se sabe é que a obesidade é o resultado do aumento do tamanho ou do número de células de gordura de uma pessoa. Quando ela ganha peso, as células gordurosas primeiro aumentam de trabalho e, depois, em número. O excesso de peso e a obesidade mórbida podem levar a outras complicações, como diabetes, aumento da pressão sanguínea, colesterol, infertilidade e atrite, por exemplo. Os métodos para determinar se um indivíduo está obeso são extremamente simples. O mais conhecido deles é feito através da medida do Índice de Massa Corporal (IMC), que se obtém dividindo-se o peso (em kg) pela altura (em centímetros) ao quadrado. Indivíduos com IMC entre 25 e 29.9 estão apenas com sobrepeso. Já os que ultrapassam os 29.9 são considerados obesos. Para aqueles que são inimigos de cálculos matemáticos, os médicos dão uma dica importante: “O ideal é, numericamente, nunca pesar mais que os valores de sua altura”. Assim, uma pessoa que mede 1,70m, por exemplo, não devera exceder os 70kg. Nos Estados Unidos, estima que cerca de 60% da população esteja acima do peso ideal, sendo as crianças as principais vítimas da obesidade. No Brasil, os números também não são animadores: o País já tem 40% da população acima do peso considerado normal. Mais de 50% da população alemã está obesa. No Japão, berço da longevidade, o número de obesos entre jovens de 22 a 27 anos dobrou nos últimos anos. O mesmo fenômeno foi verificado na China, no mesmo período. Para os médicos, apesar de na maioria dos casos haver predisposição genética para a obesidade, hábitos mais saudáveis podem evitá-la. “Beliscar a todo momento lanches, frituras e doces em excesso faz qualquer pessoa ganhar peso incontrolavelmente. Esse costume, aliado a uma vida sedentária e estressante, alimentação diária à base de ‘fast foods’ e falta de alimentos saudáveis, compõe o cenário ideal para o ganho de peso”, alertam.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

IURD testemunho de Sula Miranda









RAINHA DOS CAMINHONEIROS,RENDE –SE AO REIS DOS REIS

Crendo no Deus vivo, Sula Miranda descobriu o segredo para alcançar a paz, e o equilíbrio que tanto buscava.
Há quatro anos, a paulistana Suely Brito de Miranda, decidiu trilhar uma nova estrada .Ela mudou os rumos da sua vida quando passava por um momento de muitos conflitos interiores.A “Rainha dos Caminhoneiros”,como ficou conhecida, conta que, na ocasião,buscava por algo, mas não sabia ao certo que era.
“Estava confusa, pois já havia feito de tudo, mas falava comigo mesma que precisava de mais para me sentir completa. Era uma cantora conhecida e tinha apresentado vários programas na teve, mas nada pra mim estava bom”, relata. Sula considera que teve todas as oportunidades que um artista pode desejar. Desde criança, junto com as irmãs (Yara e Maria Odete Grechen).tinha aulas de dança,canto violão e balé dentro de casa e participava dos festivais e atividades artísticas na escola.Aos 14 anos,fazia parte do grupo “As Melindrosas”.que no primeiro disco alcançou as expressiva marca de um milhão de cópias vendias.
Após três anos no grupo deu início à carreira solo e gravou 12 CDS de música sertaneja. Além disso, comandou atrações musicais, shows de calouros e programas femininos e para caminhoneiros,em emissoras como o SBT,Rede Record,Bandeirantes,CNT e Rede TV!

EM BUSCA DE AJUDA
Segundo a cantora, apesar da fama e do reconhecimento pelo seu trabalho, sentia-se uma pessoa vazia, embora não fosse notado pela família nem pelos amigos.
“Para eles, eu era o modelinho”.que deu certo e tinha a obrigação de acertar o tempo todo.Mas,nas horas de dor e angústia,estava sempre sozinha.Passei por muitos momentos difíceis,que foram explorados pela imprensa,e que me expuseram a inúmeros julgamentos “.
Sula afirma que bateu em várias portas em busca de ajuda, procurando por uma palavra, um conselho ou orientação. Ouvia cartomante, usava gnomos, pedrinhas e objetos místicos em casa, em busca de equilíbrio. Fazia preces e acendia velas, mas nada disso lhe trazia paz.
Em meio a tudo, a cantora recebeu um convite do bispo João Batista, com que havia trabalhando antes na Tv Record, para ir a uma das reuniões na Igreja Universal do Reino de Deus. Aceitei. Fui à Catedral da Fé de Santo Amaro (zona Sul de São Paulo) e, desde o primeiro dia, percebi que era ali que eu queria estar. Abracei a fé no Senhor Jesus e me entreguei a Ele de fato e de verdade”,
Recentemente, Sula Miranda lançou seu primeiro CD gospel . “Coração de Louvor”, pela Line Records,e afirma que somente crendo no Deus vivo descobriu o segredo para alcançar a paz e o equilíbrio que tanto buscava.




quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Perigo nas Baladas


PERIGO NAS BALADAS:EXISTE ALGUMA QUE NÃO OFERECE NENHUM RISCO? Estatísticas levantadas pela Polícia Militar de praticamente todos os estados brasileiros mostram que, nos finais de semana, os óbitos entre jovens de 18 a 24 anos aumentam 1321%. De acordo com o governo de São Paulo, a combinação álcool e direção tem sido a principal responsável pelos números. O Estado reconhece também que, mesmo depois de a Lei Seca ter entrado em vigor, as mortes no trânsito da Capital, nos três primeiros meses de 2009, atingiram praticamente os mesmos índices verificados nos mesmo período do ano anterior, quando a lei ainda não havia entrado em vigor. Para as autoridades, a distribuição desigual da fiscalização no território nacional tem prejudicado o desempenho do Estado. Na capital paulista, por exemplo, houve queda de quase 1% das mortes provocadas por motoristas embriagados. No entanto, as regiões de Piracicaba, Sorocaba e São José do Rio Preto apresentaram altas significativas nas estatísticas, o que prejudicou a média de todo o Estado, que, no geral, reduziu 7,3% as mortes no trânsito. De forma geral, no interior de São Paulo, mesmo depois da Lei Seca as mortes no trânsito aumentaram, em média, 20% e, mais uma vez, quase 72% das ocorrências aconteceram aos finais de semana e envolveram jovens de menos de 25 anos. Como confirmam as estatísticas, uma noitada em uma casa noturna qualquer parece não ser uma simples forma de diversão e lazer, essencial à saúde física e mental de todos. Elas são bem mais do que isso. Soam como pretexto. São raros os casos em que um jovem procura, numa balada, diversão e entretenimento, ou alguém legal para conhecer. Ao que tudo indica, as baladas viraram uma espécie de comemoração moderna ao deus Baco. Lá, sob o pretexto da distração e do lazer, muitas vezes o alvo é o consumo de drogas pesadas e de álcool, além da busca por sexo sem compromisso. Tudo sem limitações e aborrecimentos, seja por parte da família ou até mesmo da legislação.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Homossexuais


HOMOSSEXUAIS:O PRECONCEITO QUE MAIS OS PREJUDICA É O QUE NASCE NO AMBIENTE DE TRABALHO, FAMILIAR OU SOCIAL? A homossexualidade, até meados da década de 1990, foi classificada, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), como um transtorno tipicamente mental. Apenas em 17 de maio de 1990 a assembleia geral da OMS aprovou a retirada do código 302.0 (Homossexualidade) da Classificação Internacional de Doenças e declarou que “a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão”. Desta forma, deu-se fim a um ciclo de 2000 anos em que a cultura mundial encarou o desejo sexual por indivíduos do mesmo sexo primeiro como pecado, depois como crime e, por último, como doença. Apesar das mudanças promovidas pela OMS há quase 20 anos, homossexuais, bissexuais e travestis ainda sofrem cotidianamente as consequências da homofobia, definida clinicamente como o medo, a aversão, ou o ódio irracional de homossexual. Tal aversão se manifesta de diversas maneiras e, não muito raro, de forma generalizada. É comum, por exemplo, o relato de indivíduos que dizem sofrer preconceito no ambiente de trabalho, dentro de casa, na igreja que frequentam, na escola, etc. Mas existem formas ainda mais graves de homofobia, que resultam em ações de violência verbal e física. Esta última, apesar de o Brasil se autorrotular livre de preconceitos, é a manifestação mais corriqueira. Segundo dados da OMS, em média, um homossexual é assassinado no País a cada dois dias. Ou seja, a homofobia brasileira faz quase 200 vítimas por ano. Procurando amenizar a situação e relembrar que homossexualidade não é doença, o dia 17 de maio é marcado por protestos e denúncias no mundo inteiro, quando um número crescente de atividades e movimentos são realizados com o propósito de dar cabo às diferenças com relação à opção sexual.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Relacionamento com homem casado


RELACIONAMENTO COM HOMEM CASADO E AMOR BANDIDO:A MAIORIA É LEVADA PELA PAIXÃO, PELA SOLIDÃO OU O QUE É PROIBIDO É MAIS GOSTOSO?Quem nunca amou sem ser amado e, mesmo assim, lutou com todas as forças e sofreu solitariamente pelo inalcançável amor? Quem nunca se deixou levar por um relacionamento absolutamente impossível e infrutífero? Nessas horas, dizem que o amor é cego, ou que a pessoa apaixonada perde por completo a razão. Mas será que, por mais conflituosa que possa parecer a situação, uma das partes de sua essência pode suplantar as outras? A resposta é sim, desde que haja permissão. Razão e emoção são dois conceitos complementares e que, portanto, não devem ser administrados ou sentidos de forma individualizada. É isso o que garantem os psicólogos. “Logicamente, algumas pessoas deixam mais à mostra um lado do que outro. E isso se sobressai, mas está longe de ser uma qualidade”, ensinam. A emoção pede a você que se entregue a um amor descabido. Mas aí vem a lógica e lhe avisa que agir assim não será bom, e ouvi-la pode evitar o sofrimento. O mecanismo é muito parecido com o empregado na hora de atravessar uma rua movimentada. Se você está com pressa, a emoção pede que se atravesse no meio dos carros, a fim de atingir o outro lado da rua o mais rápido possível, afinal, essa é a primeira e mais instigante vontade que nos surge. Ao mesmo tempo, a razão entra em ação. E é partir dela que iremos calcular a velocidade desenvolvida pelos carros e por nós mesmos, para saber se a travessia será segura ou trará prejuízos a nossa integridade física. Só a partir da ponderação dessas duas análises é que a decisão será tomada. Portanto, quando se ama sem ser amado, quando se ama alguém que só lhe faz mal, quando se deseja algo que não deveria ser desejado, ou mesmo na hora de escolher entre um doce e um salgado, é hora de recorrer aos pratos da balança. Porque o resto, por si só, nosso corpo, mente e espírito, se encarregam de fazer.

Carta de um filho na fé

Carta de um filho na fé
Oi bispo,
Tudo bem com o senhor?
Fiquei muitissimo feliz de o senhor me permitir lhe escrever. Mas, eu nem sei o que escrever. Vem um monte de coisas na cabeça.
Escutei a reunião do senhor, de domingo, e me emocionei muito. É isso que acredito da Igreja Universal, uma fé sem igual e um amor inexistente neste mundo.
Quando eu era pequeno, o meu pai saiu de casa, como o senhor sabe, e nossa vida virou uma desgraça em tudo. Ninguém nos ajudou. Tivemos poucos, muito poucos, que até tentaram, mas não tinham condições, não tinham amor, não tinham paciência, não tinham Deus.
Ninguém conseguia nos ajudar. Procuramos ajuda de muitos: igrejas, espiritualistas, familiares, até no cemitério ia com minha mãe acender vela para o meu avô falecido.
As coisas só ficavam pior e aí que não tinha mesmo ninguém para nos ajudar. Todo mundo tem seus problemas e não querem saber do problema dos outros.
Foi então que fomos à Igreja Universal, em Pinheiros (São Paulo) e ali havia pastores que tinham paciência para nos ouvir e, o melhor de tudo, FÉ para lutar por nós. Foi através dessa fé que conheci o amor de Deus e o ódio do diabo.
Ao ouvir a oração do senhor em relação a humilhações e dor que o senhor e o povo passaram/passam, e lembrar de tudo que o senhor enfrentou de perseguições, desafios, e ainda mais ouvir o senhor dizer que não sabe o que fazer mais e até pedir que Deus tire a vida do senhor como se fosse um favor ao senhor, ah não bispo, isso não pode acontecer!
Se o senhor não sabe o que fazer, imagine eu? Eu sei que Deus dá direção para o senhor e todos nós precisamos do senhor. Claro que precisamos de Deus, mas só o senhor, através da Igreja Universal, nos leva a Deus. Não existe (que eu conheça) outra obra que nos leve a Deus.
Quando falo com minha mãe ou minhas irmãs (ainda falta uma tomar jeito), eu vejo o que o senhor fez por nós: nos levou a Deus!
Somente pelo fato de ter nos ajudado, já considero o senhor vencedor e perfeito.
Bispo, existem outras milhões de pessoas, como eu e minha família, que precisam do senhor para guiá-las ao Senhor Jesus!
Obrigado por, mesmo em meio a dificuldades, perseguições e calúnias, ter nos ajudado.
Oro sempre por toda a família do senhor: dona Ester, bp. Renato, dona Cristiane, bp Julio, dona Viviane, o Moisés. Só as vezes eu esqueço de mencionar o neto do senhor (rs). Assim, eu sei que pode acontecer de tudo no mundo, mas existe um homem de Deus.
Aqui, o trabalho vai seguindo. São muitas coisas para aprender. O que falta de experiência, a gente leva na fé e na misericordia de Deus até aprender, não é? E Deus tem abençoado a nossa vontade de ver as pessoas serem salvas, trazendo mais e mais pessoas.
Em breve, teremos mais uma igreja aberta. Falta detalhes.
Aprendi muito com o bp Renato e o bp Julio (e ainda aprendo, pois sempre me mandam as direções) e com o bp Pedro, que está agora na Inglaterra. As reuniões dele são muito legais. Até esquiar na neve ele me ensinou, é mole? Só na IURD.
Fica com Jesus, bispo, e um forte abraço meu.
Nós amamos Jesus e o senhor!
Guilherme, da Irlanda
Publicado por Bispo Edir Macedo

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Doutores do Brasil


DOUTORES DO BRASIL:O MAIOR DESAFIO É ENFRENTAR A SUPERLOTAÇÃO DOS HOSPITAIS, O ESTRESSE DA PROFISSÃO OU O DESCASO DO GOVERNO? Segundo estudos publicados pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), o Brasil conta, hoje, com aproximadamente 240 mil médicos. Destes, 98% relataram estar exercendo múltiplas funções dentro da profissão, fato que evidencia o quase pleno emprego. Os que disseram realizar quatro atividades representam 16,7%. Aqueles que mencionaram cinco atividades, 7,4%; e os que mencionaram seis atividades ou mais representam 4,1% dos entrevistados. Esta multiplicidade de atividades envolve o trabalho nos setores público, privado, consultório, filantrópico e docente, o que sobrecarrega o profissional e limita suas possibilidades de atualização científica. De todos os médicos brasileiros, o CFM avalia que 52% deles exercem atividades de plantão, principalmente do tipo presencial (64%). Para 58% desses profissionais, tal atividade, que visa ao aumento da renda, é motivo de desgaste da profissão profissional. Outros 20% trabalham e fazem plantão na cidade em que residem e em pelo menos outras duas, no mesmo estado. Quanto à remuneração, a maioria dos médicos (52%) ganha até dois mil dólares mensais. Os que declararam renda superior a quatro mil dólares representam apenas 9% da classe. O Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial de países com o maior número de faculdades de medicina. A Índia está na liderança, com mais de 222 instituições. No Brasil, até 2002 existiam 115, mas atualmente elas já são quase 200. Desse total, 60% são particulares. Apesar desses números, o País conta com apenas 2,4 leitos para cada mil habitantes. Alguns países europeus têm 24 ou 28 leitos para o mesmo número de habitantes.